segunda-feira, 19 de outubro de 2015

A empregada evangélica e a nora roqueira 3/3 (Por: Fabby Lima)



Este texto é uma obra de ficção literária erótica-pornô com o intuito de entretenimento e diversão, situações, personagens, ideias e comportamentos aqui expostos são parte do contexto da ficção e não exprimem a opinião do autor ou fomentam atitudes.
Contato do autor: asletrasdemoura@gmail.com
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Ao retornar para a casa de André era inevitável não sentir tamanho desapontamento com ele.
Como poderia ter me apaixonado por um sujeitinho tão cafona e reprimido sexualmente? Que só pensa em trabalho e no lugar da presidência de seu pai.
O Artur... O meu sogro... E que sogro! A quem já havia me entregado. Podem me chamar de louca por ter transado com ele, mas só queria um pouco de aventura... Sou viciada em adrenalina! E não ficar em um restaurante com os amigos do André com os mesmos assuntos, um tremendo tédio. Que excitação isso me causa? Nenhuma! Só penso em sexo, sexo, sexo e rock n’ roll!
Não pensava mais em nada encima da garupa daquela moto. E tive a ligeira impressão de que o condutor sentiu a minha respiração ofegante quando em uma manobra mais arriscada, apertei com mais força a sua cintura de encontro ao meu corpo.
Enquanto isso...
Ana Maria se trancara em seu quarto com receio da loucura que pudesse vir a cometer e se arrepender depois.
Artur sem pensar em mais nada, apenas no pau teso e quente, este não vacilou duas vezes e foi procurá-la. Não haveria nada de mal ao fazer esta caridade e talvez até Deus o perdoasse por este sacrilégio.
Ana ao abrir a porta o surpreendeu com a saia um pouco suspensa, e com os olhos vermelhos, só poderia estar chorando. O patrão nem deixou que nada falasse e sem menção alguma a atacou arrancando-lhe as roupas. O que até o momento era imaginação ou o pouco visto em partes, agora se tornava palpável. E com a essência do mais delicioso pecado.
Artur não se conteve e acariciando o seu corpo a direcionou para a cama que se localizava em um canto do pequeno cômodo.
Ana Maria se entregava sem qualquer resquício de remorsos e se abria para o patrão. Às vezes, a figura do marido vinha a sua cabeça e tentava não mais pensar nele. Agora imaginava que a partir daquela tarde, com a dona Helena fora de casa, teria que servi-lo em sua perversão e se tornaria fato corriqueiro.
Artur abrindo as suas pernas a sugava... Arrancando das profundezas de sua garganta gemidos que jamais pensava que Ana pudesse emiti-los.
Ao subir em sua cama, Artur fez com que ela se colocasse ajoelhada e penetrou de uma só vez a sua garganta fazendo com que ficasse com ânsia de vômito. Mas a empregada conseguiu se conter com a enorme cabeça alojada em sua boca. Ela o segurava com firmeza... O sugava... O lambia com a baba escorrendo por seus lábios.
Artur fazendo-a de sua vadia fez com que ficasse de quatro sobre o chão e apertando a buceta com seguidos tapas, penetrou-a de uma só vez, fazendo com que Ana desse um grito!
Neste exato momento, ao chegar à casa de André, pelo horário pensei que encontraria o meu delicioso sogrinho na cozinha...
Ao ouvir os gemidos e curiosa do jeito que sou, com a respiração ofegante e com a buceta molhada, os segui... Ao percorrer a sala e a cozinha... E eles vinham da direção do quarto da empregada.
Do que se tratava, já sabia. Mas com quem será que ocorria?
O meu sexo queimava entre minhas pernas. Os seios só faltavam se soltar da blusa.
Ao lado de fora, tentava observar pelo buraco da fechadura. E nesta altura, tirei a calcinha e comecei a me masturbar.
O que havia planejado estava saindo muito melhor do que imaginado.
O meu sogrinho é bem safadinho mesmo, nem a empregada ele perdoa!
- Também quero a minha fatia do bolo! – Ao entrar no quarto exclamei despida, do jeito que vim ao mundo.
Ao me verem ficaram surpresos. Logo Artur relaxou mais do que se encontrava.
Ana tentou se desvencilhar do cacete de meu sogro, porém, eu me coloquei por baixo dela e com a língua tesa e molhada fiz com que também se rendesse a mim.
O seu prazer era nítido!
- Essa minha nora é surpreendente! - O meu sogro falou em tom de cinismo.
Em suas fantasias mais loucas, acredito que jamais poderia ver realizado um ménage tão atraente entre a sua empregada bunduda e evangélica e, sua nora branquinha e roqueira.
O tesão de meu sogro era notório com a visão que se mantinha a sua  frente. Ele socando a buceta de Ana enquanto a sua frágil norinha lambia a mesma.
Os gemidos de Ana inebriavam mais a minha luxúria e levantando a parte inferior do meu corpo, rebolando os meus quadris, ofereci o meu sexo molhado para que me  retribuísse as carícias. E ela no início com certa timidez, deslizava a língua em meu corpo e, por vezes, auxiliava-a até que enfim, quando pegou o jeito, o seu pedaço de carne deslizava em minha pele molhada e adentrava no orifício fazendo-me gemer de prazer.
Nunca imaginei que a casa do meu sogro pudesse ser tão divertida sem o sisudo do meu namorado que prefere um almoço chato de trabalho a uma boa metida.
Artur socava sem piedade a buceta da empregada... Até que em um gemido mais alto, a cadela evangélica gozou e amolecida quase caiu sobre o meu corpo... E sem demora, colocando-me deitada de frente para Artur, dei-lhe uma chave de pernas em  seu pescoço    e  o trouxe  para a   minha  buceta... Ele me lambia... Com a sua língua de macho potente. Quando o liberei, piscando o meu cu... Com uma cusparada em meu rabo, ele me penetrou de uma só vez e, Ana nos observava com seus olhos arregalados, e o cacete que antes estocava a sua buceta, assistia desaparecendo em meu cu.
Artur suspendia as minhas pernas para o alto e eu me sentia como um frango sendo abatido. Com os braços abertos sobre a cama, a crucificação na horizontal era impiedosa.
A barra de ferro do sogro me causava um estrago. Pena que meu namoradinho nem isso ele tenha puxado dele.
Ao pedir que Ana se aproximasse, fiz com que se deitasse ao meu lado para ter acesso ao seu corpo. Então, acariciava-a... E a fiz com que me tocasse novamente. Agora possuía um mastro em meu cu... E uma língua tesa brincando timidamente por meu clitóris.
Não me importava se mais alguém pudesse chegar...
Os meus gritos poderiam ser ouvidos a quilômetros de distância. O que importava era o nosso momento... O meu momento de prazer!
E foi a vez de me derramar no cacete de meu sogro que, encontrava-se todo empolgado com suas novas amantes.
Quando me liberou de seu cacete, Artur acariciando o corpo de Ana... Podia enxergar em seu rosto desfigurado pelo tesão o que  tanto desejava e lendo em seu olhar, ainda sob o choque de meu gozo, ajoelhada na cama, comecei a acariciar os seios de Ana. O seu corpo se arrepiou por inteiro, buscando envolve-la com toda lascívia possível e Artur me auxiliava nesta questão.
Ana se rendeu... Ficou amolecida e ofegante quando a minha língua e mãos a tocava no local certo e, fazendo com que ficasse de lado, foi à deixa para Artur lhe tocar com um beijo grego. No início, fez-se um pouco resistente... Mas aos poucos foi se entregando. E ele se posicionando por trás dela que, nada falava. Quando colocou a ponta do cacete na entrada de seu pequeno orifício resistente... Apenas sentia a sua invasão. Mas que com a ajuda de minhas carícias se abriu para recebê-lo.
Artur pôde constatar a sua desconfiança... A bunda de Ana Maria era virgem. Como poderia ser? Já que a de sua nora, não sendo grande já teria sido enrabada antes dele.
Eu pedia a ela que rebolasse. O incomodo que sentia logo no início gradativamente passaria, era tão somente relaxar...
No início acredito que Ana se sentira sem reação perante a sua penetração anal. Pois esta é uma prática que os evangélicos repudiam.
Porém, o prazer que Artur me proporcionou entalado em meu rabo e que, ela mesma presenciara, com certeza lhe causou certa curiosidade. Por suas reações observadas pelo canto do olho. Essa crente fajuta jamais me enganara com seu jeito dissimulado para o lado do patrão. Dona Helena esta sim é que não percebe nada!
- Nossa! Que delícia de cu esta mulher tem! – Ele comentou.
Com uma tapa bem forte em sua bunda, Ana Maria se assustou e em um pulo se colocou de quatro esfregando a nádega atingida e, Artur não se fez de rogado e com uma só investida cravou novamente o rabo da empregada que, caindo de bruços, mesmo gemendo de dor, não foi poupada das investidas do patrão.
Eu observava a sua sodomia com as pernas escancaradas me  tocando... E confesso do fundo de minha alma que a sua reação me excitava!
Os olhos dela banhados em lágrimas...
O corpo de meu sogro sobre o corpo dela, puxando os seus cabelos cada vez com mais força. E, Ana não teria outro remédio a não ser morder os lençóis para suportar a dor que pudesse estar sentindo... Artur estava transtornado pelo tesão.
Enquanto ele a fodia...  Eu empinava a bunda e oferecia o meu cu rosado piscando para ele. E, às vezes, cessava as suas estocadas dando um refrigério para a sua presa. Os seus dedos me bolinavam... Os enfiavam em meu rabo e depois os oferecia a Ana para que ela os chupasse. E me coloquei deitada com a buceta na cara da Ana para sentir a sua língua em meus buracos, no momento em que meu delicioso sogro metia sem dó e nem piedade no seu cu antes virginal da crente safada.
A sua língua deslizava por meus buracos... O seu cu era arregaçado... A buceta sendo friccionada de encontro aos lençóis, os mesmos que ela antes mordia...
E a  evangélica gozou feito uma puta...
Mas o patrão, o meu devasso sogro desejava mais do que estava usufruindo e, deixou-se derramar no cu em que não mais existia nenhuma prega para a sua salvação.
O leite fluiu quente e abundante feito uma  tsunami.
E ao ver o buraco que havia deixado em sua empregada, agarrando-me pelos cabelos, fez com que eu lambesse o gozo que dali ainda escorria.
Ao me virar para o seu lado, deu uma tapa em meu rosto e cai sobre a cama.
- Caralho! – Eu gritei.
Não conhecia esse lado do meu sogrinho.
Como se me pedisse desculpas, era a sua língua que agora percorria a minha carne molhada... Um passeio fazia entre a buceta e o cu. O que mais ansiava era por sua tora fincada em minhas entranhas.
Ana tentava se recuperar, mas ele fez com que ela ficasse ajoelhada e, mais uma vez fez com que ela o chupasse e intercalava entre a minha boca e a dela.
- E agora observe como realmente deve se dar o cu! – Ele a ordenou.
Artur me puxou pelos cabelos e me posicionou de quatro, logo em seguida foi adentrando a minha bunda branca e desferia vários tapas pelas coxas. A cada golpe era um novo grito. A minha pele ardia...
O  cacete adentrava quente e teso... Oferecendo-me, os quadris rebolava... E me mantinha firme para usufruir de seus movimentos.
Artur se livrava do meu corpo de propósito e de uma só vez iniciava uma nova invasão. Esses seus movimentos eram contínuos até agarrar os meus cabelos e forçar a sua ferramenta em meu rabo que piscava... A minha mão na buceta... Que loucura de tesão me proporcionava diferente de André que até na hora do sexo se porta como uma  donzela indefesa: - “Não pode isso...” “Não pode aquilo...” “Você será a minha esposa...” – Os meus pensamentos cada vez mais desconexos.
- Foda-me! – Eu gritei.
O meu  corpo se convulsionava em um gozo extremo e quase partindo o cacete do sogro em  dois.
Ainda extasiada pelo cacete de Artur, ele pediu para que Ana e eu ficássemos ajoelhadas no chão e oferecendo o cacete para que o chupássemos.
Por seu membro teso nos “digladiávamos” por cada centímetro e saco daquele homem e, se punhetando jorrou a sua porra sobre nossos rostos.
Eu engoli o gozo que a mim foi conferido e mesmo agindo com certa timidez, Ana fez a parte dela.
Os três em um ménage no quarto da empregada que seria o nosso mais vil e perverso segredo.
O cheiro de sexo inebriava o ambiente... Adrenalina total!
Artur todo satisfeito foi o primeiro a deixar o quarto. Ana e eu ficamos a nos olhar...
- Deixa de ser boba! Seu segredinho ficará guardado comigo! – A acalmei.
Porém, nada me falou apenas me observava.
Em seguida deixei Ana deitada com o corpo suado e gozado estendido sobre a cama.
Quando André chegou de sua diversão, isso é, se aquilo é diversão, encontrava-me em um sono profundo.
- Deixa-me em paz! – A ele falei sem abrir os olhos e virei para o outro lado da cama.
- Você viu o papai? – Ele insistiu.
- Sei lá do seu pai! Deve ter ido jogar bingo! – O respondi ironicamente.
No horário do jantar, Ana ao servir a mesma se mostrava mais séria do que nunca, porém, com um semblante mais aliviado do que o de costume. Por que será?
O meu sogro... Este sim! É um caso a parte... Com suas piadinhas sem graça e reclamando da ausência da esposa que só chegaria no dia seguinte.
André é o feito retrato do filho e profissional exemplar que todos querem ter.
E para completar eu!
A Fabby...  A roqueira... Louca e ninfomaníaca que todo pai deseja possuir como nora!
Convivência...
Conflitos...
Sexo...
Rock n’ roll!
Para  quê seguir as convenções sociais?
Se a vida pode ser muito mais interessante!
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Devil Etrigan
Outros textos do autor:
http://www.casadoscontos.com.br/perfil/200342

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“A autoria deste conto é de minha amiga querida Fabby Lima, em convite feito por mim ela nos brindou com a marca mais notória de seus contos que podem ser encontrados no Blog Sussurros proibidos, a sodomia.”
Devil   Etrigan
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Obrigada meu querido!
Por compartilhar comigo um pouco de tua literatura
Fabby Lima


2 comentários:

Anônimo disse...

A nora ganhou uma forma muito verdadeira na discussão com o Namorado na segundo conto e tornou a cena o puro êxtase. Incrível vivenciar tal cena!!!

Marcelo (sonhosdemarcelo@bol.com.br)

Fabby Lima disse...

Muito obrigada Marcelo pelo carinho. Bjs