sábado, 25 de maio de 2024

O proibido em ações

 

 

Conversas quentes, e escondidas,

Com muito teor de diversão.

Nosso teatro mágico,  persuasão,

Aos olhares alheios, personagens.

Quatro paredes,  cenas pervertidas,

Delírio,  enigmáticas mensagens.

 

Jogo de gato e rato, a excitação,

Queima por dentro, a dualidade.

Tolice alguma, dois iguais,

À flor da pele, carícias orais.

Encaixe, arremetendo a felicidade,

Na foda, ato contínuo,  penetração.

 

Acato aos pedidos,  Cafajeste,

Atiça, picolé de morango,  no valente.

Faço-o derreter,  esguichas o leite,

A boceta rosada, saboroso sorvete.

Converte a lascívia,  para o deleite,

Orgasmos mútuo,  condescendente.

 

Não importa o tempo, realização,

Entregues, inertes a comunhão.

A fagulha acesa, de repente,  explosão,

A libido, o refúgio,  hora gloriosa.

Prazer ímpar, doce sobremesa,

A casualidade,  o ingrediente surpresa.

 

Reencontro,  rumo à perfeição,

Devorando-nos, a fome insaciável.

Palavras sussurradas, de baixo calão,

Posições mais do que obscenas.

Com pressa, abrindo as pernas,

O afrodisíaco picante, imensurável.

 

Em segredo,  muito mais arriscado,

Sutil perigo, delirante pecado.

Particular,  em meio à tempestades,

Predomina calmaria, para que alarde?

Sem cobranças,  nem limitações,

Prevalece o proibido em ações.

 

sexta-feira, 24 de maio de 2024

Total essência

 


Forjo-te em meus grilhões,

A mercê – Tesão de milhões.

Rende-se à volúpia, sensação,

No corpo, merecida excitação.

 

Oferecida pele branca, o troféu,

A tela desenhando, teso pincel.

Vislumbre, hematomas – Chiaroscuro,

Valente, pulsa o majestoso buraco.

 

Oscilações corporais,  hipnótico,

Ondas sonoras,  performático.

Penetras sem cerimônia,  pervertido,

As nuances,  divertido pecado.

 

Não há nada que nos detenha,

Rendendo-nos a prazerosa façanha.

Levada da breca, fazendo arruaça,

Recebendo castigo, falsa pirraça.

 

Entre tapas e carícias,

Alimentando a lascívia.

O auge da cena, pegando fogo,

Lugares estratégicos, perigo.

 

Corpos entrelaçados,  gemidos,

Movimento frenético, desmedido.

Intensos sussurros proibidos,

A doce libertinagem, a libido.

 

Não há nada de inocência,

Somos cúmplices do prazer.

Mestre na arte de gozar,  embevecer,

Da mulher em total essência.

 


quinta-feira, 23 de maio de 2024

Quem é o lobo?


 Quem é o lobo?

 

Nem tudo é um conto de fadas...

 

Exaustão  -

Essa é a palavra que me define.

Cansada de passar um tempo escondida, trancando-me na própria essência.

Os meus pensamentos mais parecidos com um amontoado de papéis amassados.

Havia uma necessidade,  principalmente,  de privacidade, um reconectar com a minha própria natureza –

Respirar um ar diferente,  do qual estava impregnada.

 

De repente,  veio uma leve intuição...

Alguém soprava ao meu ouvido a feliz ideia de ir fazer um passeio ao ar livre, sugerindo algum parque da cidade.

- Acompanhada?

- Não! Sozinha!

- Para não haver distrações.

- Estava decidida!

***

A previsão do tempo para os próximos dias foi verificada pela Internet,  e escolhi um com nenhuma previsão de chuva.

***

O inicio da organização foi escolhendo uma toalha, e opções de lanche para o dia.

Não estaria sozinha, e sim, com a melhor companhia do mundo: Eu!

Depois de tanto tempo, confesso que estava ansiosa.

***

Na noite anterior,  havia separado o que era necessário,  adiantado o lanche que não seria de geladeira sobre a mesa, e tudo organizado na mochila, o que não seria muita coisa somente para uma pessoa.

Finalmente,  o dia marcado chegou!

Com a alma livre, fiz o meu desjejum.

***

Ao sair mais ou menos no horário previsto, verifiquei o itinerário do metrô.

Já no trajeto prestava atenção em cada detalhe da natureza, de seu contraste com a poluição e do asfalto. Dessa maneira buscava gravar na memória  todos os detalhes do passeio intimista.

Como estava no transporte público,  pelo horário,  nada de lugar para sentar. Tudo bem! Desse modo, aproveitava para acompanhar o que se descortinava através da janela.

Seguindo – Deixando a estação – A Natureza se fazia mais presente.

O Parque escolhido não ficava tão distante, e logo cheguei.

Sentia-me leve, diferente e relaxada! Com bons presságios sobrevoando ao redor, no bailado das borboletas.

Como é bom respirar cercada por plantas e árvores, sentindo o sabor do verde no paladar.

Nada melhor do que procurar por outros ambientes.

- Se fiquei com receio de me perder?

- Nenhum! Pois estava muito bem sinalizado e com orientações.

Como era cedo, ainda não tinha muito movimento no local, embora tenha encontrado um grupo formado por mais ou menos oito pessoas,  incluindo um casal de guarda florestal. Não seria somente eu a animada da manhã. Bem que poderia me unir  a  essas pessoas. No entanto,  o meu desejo era de seguir sozinha, recusando o convite para acompanha-los. Desse jeito nada atrapalharia os meus pensamentos, as sensações que o lugar me despertava. A única interação que ansiava era tão somente do lugar, e agradecendo, segui a trilha oposta.

 

Caminhava –

Observava atentamente:

Os pássaros - Borboletas – Libélulas -

Outros pequenos insetos em sua luta pela sobrevivência.

Porém,  ao chegar a certo ponto, existia uma bifurcação.

A sinalização indicava o caminho da direita.

- E o caminho da esquerda? Para onde me levaria se eu o seguisse?

 

A curiosidade falou mais alto do que toda e qualquer razão, optando seguir por uma trilha não recomendada.

A intuição seguia –

Um misto de adrenalina e apreensão, pois não sabia o que encontraria.

No entanto,  seguia sem medo.

 

Logo após o adentrar,  o trajeto foi tomado por sombras e a vegetação mais densa. Ainda bem que optei por uma calça legging,  a fim, de evitar arranhões na pele clara.

A cada novo passo o meu coração acelerava de ansiedade,  mas não voltei, não tinha como recuar. Deveria seguir.

Por volta de meia hora caminhando avistei uma caverna. A sua entrada estava ornamentada com plantas e flores exóticas de cores fortes jamais vista antes, ao menos por mim.

Atentamente olhando e sentindo a aura do espaço, tocando a entrada, percebi que havia um portal  translúcido que se movimentou feito água,  puxando-me para o seu interior.

Os batimentos cardíacos acelerados  -

Não sabia onde me encontrava... Tudo mudou com a pouca iluminação.

E feito uma ilusão,  as minhas roupas não eram mais as mesmas de caminhada. Agora trajava um vestido curto e sensual que evidenciava a minha pele branca.

Ao me olhar no espelho localizado em um dos cantos, refletia uma mulher completamente diferente e bem maquiada, com tudo parecendo de época bem oposto da atual. Também me sentia estranha,  como se não fosse eu, somente o meu corpo, algo me dominava naquela dimensão.  Sem falar nas longas unhas, e mal sabia lidar com elas ao ponto de quase me ferir.  

Percorri uma longa trilha, e com sede, mas não era de água.

- O que estaria acontecendo comigo?

***

Andava de um lado para o outro sem saber o que fazer, sem noção de nada, com o estômago embrulhado. Pensei que seria fome, e procurei o que havia levado, mas toda aquela besteira não me satisfazia. Confusa,  não sabia o que ansiava.

Até o momento,  em que uma voz mental me pediu para olhar o que estava escondido em um velho baú  jogado em outro canto, com teias de aranha sobre ele.

Abrindo-o tive uma surpresa. O que se revelou sendo o cadáver de alguém,  como poderia ser?

- Quem deveria ter feito isso?

- Foi você!

- Eu?

- Não se reconhece?

E descobrindo a vítima, era um homem que ainda respirava, e revelei a sua face.

- Como pode ser? Encontrei-o na entrada do Parque!

- Você o desejou...

- Não!

- Sinta quem você é... A sua verdadeira natureza!

Aquela voz foi me condicionando, despertando sentimentos até então desconhecidos, mas que de certa maneira ou de outra estavam entranhados em uma parte que não reconhecia.

Não possuía a percepção de tempo –

Os instintos reagiam em meu corpo, anulando qualquer discernimento.

Libertei a pessoa que estava assustada, e o fiz descansar sobre a toalha, para então degustar da comida que se apresentava menos saborosa.

No entanto,  as minhas pupilas se dilatavam, o olfato mais apurado,  os ruídos de seus movimentos mais evidentes, na boca o frescor da carne e a ansiedade de toca-lo.

Permiti-me –

E, ao extravasar todos os meus sentidos  rodeando o seu corpo, respirando em sua nuca, farejando-o feito um cão faminto, salivando com a iguaria presenteada.

Por vezes, não me reconhecia.

 

O seu nome?

Nenhum interesse em sabê-lo.

Ele tentou se levantar, mas desconhecendo a minha própria força,  empurrei-o ao chão,  o que fez com que batesse a cabeça permanecendo desnorteado por instantes.

- Você está louca! – Ele tentou balbuciar.

- Não! Está é a minha forma natural de ser! – Eu lhe falei.

Confesso que até mesmo me assustei.

De altura mediana e um corpo magro para conter um homem de quase dois metros de altura e treinado.

E saltando sobre o seu corpo feito um animal faminto,  rasguei a sua camisa  e a calça,  deixando-o completamente despido.

O medo que emanava de sua aura me fazia reagir alimentando a fome e por que não me excitando?

A respiração ofegante –

A sua pele suada pelo pavor –

O membro flácido.

Com apenas um puxão também me despi rasgando o frágil vestido, enquanto,  olhava-me aterrorizado.

Os seus olhos continuavam arregalados em minha direção,  em uma espécie de choque. Outra tentativa frustrada de fuga.

Sinuosamente oscilava o meu corpo no ponto estratégico iniciando uma tímida fricção tão somente para provocá-lo. Pouco a pouco foi cedendo conforme reagia. E tão dissimulada sorria para lhe persuadir.

A boceta escorria –

O cacete crescia –

A presa tentava impor o seu papel de macho.

Como diz aquele ditado: Dar corda para o outro se enforcar?

Realizava o seu jogo, deixando-o me conduzir.

Mas ao tentar se desvencilhar, foi inútil.

Não queria ter trabalho neste enredo de gato e rato, imobilizei-o, os seus pulsos amarrando para trás.

Os instintos seguindo:

Cheirava-o –

Apalpava-o –

Acariciava –

Instigando a respiração ofegante pelo medo.

Enfiava a língua em sua boca mordendo os lábios, sentindo o sabor do sangue, ele gemia, um aí... Contorcia-se de dor, manipulava o cacete e de contra partida os testículos.

Ele lutava com todas as suas forças para não se render a volúpia, entretanto,  gargalhava.

O meu poder mental sobre a situação  se tornava muito maior, e me divertia com a presa que mais parecia um bichinho indefeso.

A sua excitação se fazia presente em meio à névoa cinzenta que nos encobria.

De uma só vez enterrei o pau na boceta que gritava por aquele momento, sugava-o fazendo crescer ainda mais, arranhando o seu tórax com as unhas vermelhas, fazendo-o sangrar.

O corpo se contraia envolto à dualidade de dor e prazer, emoldurados por gemidos sentidos, enquanto,  deleitava-me com o seu sofrimento.

Lágrimas percorriam pela extensão do rosto, misturando-se ao suor de minha pele alva.

Incorporava a própria amazona cavalgando sobre o seu dorso.

Durante o meu ato percebendo que estava prestes a gozar, coloquei-me de quatro tampando a sua boca e narinas para cessar o ritmo e propagar a prazerosa agonia. Por vezes, quase o sufocando, deixava-o respirar e ele gritava.

- Pode gritar à vontade! Aqui ninguém te ouvirá! – Eu lhe avisava com o cinismo estampado na voz.

- Acaba logo com isso, sua doida! – Ele implorava.

- Ainda não viu nada! – Eu o ameaçava.

Prontamente sentei em seu rosto, obrigando-o a me chupar. E quando não me obedecia, sentava literalmente sobre ele, asfixiando-o.

- Deixe a língua tesa! – Eu lhe ordenava.

Esfregava o grelo me enchendo de prazer, gozando  -

Fiz com que tomasse toda a minha seiva.

Com o corpo lânguido levantei com calma, erguendo com uma só mão, pendurei-o pelos pulsos no alto da caverna, observando-o atentamente a se debater com o intuito de fugir.

As suas pernas bailavam no ar, o cacete ereto, as bolas vermelhas...

Alimentava-me do desespero que emanava de suas entranhas. Como era satisfatório. A tal cena me hipnotizava.

- Não adianta! Nenhuma tentativa de fuga será  pário ao que está destinado.  E quanto mais esbravejar, será melhor ao meu deleite! – Eu sussurrava em sei ouvido.

Sem que esperasse, comecei a manipular a estrovenga no meio de suas pernas,  com enorme gula o abocanhei, chupando-o, transmutando em uma deliciosa iguaria.

Antes os gemidos de dor, deram espaço ao prazer, entregando-se a minha performance oral, que por vezes, fazia-me engasgar, dando-me ânsia de vômito quando o enterrava na garganta fazendo o meu rosto ruborizado.

Em dado momento,  afastei-me e o senti respirando aliviado e apenas com um impulso, voei sobre o seu corpo não somente cravando as unhas em sua carne, como me fincando na vara, arremetendo-me com força,  freneticamente para usufruir do gozo dilacerando-o, até que o ordenhei.

Em seu desespero gritava de dor, gemia, sussurrava numa miscelânea de sensações e fluídos. Também me expandi no último segundo de sua ereção, saciando por ora, a essência da lascívia embriagada pela perversão  de que a luxúria ansiava.

Mas desejava por mais...

Sentia a porra viscosa escorrer por entre as minhas pernas –

Transfigurada –

Totalmente diabólica –

Podia perceber os cabelos desgrenhados pelo suor.

A carne do outro rasgada, veios de sangue gotejando, cheiro forte que me entorpecia os sentidos.

Derrubando-o no chão  -

Estimulando para nova ereção.

Abri as nádegas e sentei sobre ele, direcionando-o para a entrada do meu rabo que se dilatava para recebê-lo.

Subia e descia alucinada –

Rebolava –

Dançava –

Apertava os meus seios  -

Segurava as suas mãos neles, fazendo-o apalpa-los.

Os seus olhos teimavam em fechar, mas ordenava que os abrisse.

O cu apertava para instiga-lo.

Esfregava a boceta  -

Friccionava o clitóris  -

Sugava os seus dedos  -

Tinha o sabor do sangue agridoce em meu paladar.

Como isso me instigava.

- Caralho!

- Que foda deliciosa!

E assim, gozei experimentando todos os meus sentidos.

Não me encontrava em um estado normal,  nada racional.

E com um soco bem no centro de sei tórax,  acertei em cheio o coração...

Arranquei-o –

Ainda pulsava –

E sem nenhuma demora o degustei, deliciando-me com cada centímetro e tomando cada gota de sangue que ali continha.

Ao terminar, plenamente saciada –

Adormeci.

***

Ao acordar, levantando-me lentamente, observando ao meu redor, procurando os restos mortais, com o único receio de ser detida em flagrante.

Não estava mais no interior da caverna.

De uma maneira ou de outra fui colocada ao lado de fora, em direção ao trecho correto da trilha.

 

- O que houve? – Perguntava-me confusa.

Ao conferir os meus pertences, a mochila estava ao meu lado, e o telefone celular me indicava a manhã do dia seguinte.

- Como poderia ser? – Eu permanecia confusa.

***

Momentos depois, eu percebi que um grupo de pessoas se aproximava.

- Bom dia! Está tudo bem com você? – Uma mulher me perguntou.

- Bom dia! Está sim! Obrigada! – Eu lhe respondi.

- Como conseguiu entrar? O Parque hoje está  fechado para os visitantes. – Outra pessoa quis saber.

- Não entendi! – Eu exclamei.

- Somente pessoas autorizadas para as buscas. – Ela continuou.

- Buscas? – Eu lhe indaguei.

- Sim! Um de nossos guardas está desaparecido! – Ela me respondeu.

E neste momento,  notei que algumas pessoas carregavam fotos do guarda levado para a caverna e cartazes com orientações.

- Por favor, retorne! – Ela me pediu.

- Tudo bem! – Eu concordei.

 

- Então, tudo aquilo não foi um sonho? – Eu me indaguei,  enquanto saia do Parque.

Antes o brilho da novidade havia passado.

Com a desculpa do ar condicionado no metrô, vesti o casaco que estava na mochila e tentei esconder o meu rosto com o capuz.

Seja lá o que tenha acontecido naquela caverna...

Quem acreditará no que foi realizado lá dentro,  se nem mesmo acredito.

 

Talvez conseguimos acessar algumas dimensões, não por vontade própria,  mas por algum tipo de autorização.  Onde o peso de nossas sombras são testadas para ver se conseguimos enxergar ou não os nossos limites. Se é que exista uma linha tênue que delimita a ética moral do ser humano.

Só sei que me parece o conto da Chapeuzinho vermelho às avessas,  onde o mal pode está à espreita e não o enxergamos.

 

E nesta história da vida real...

Quem é o lobo?

 


segunda-feira, 29 de abril de 2024

O despertar do prazer compartilhado - I

 


Os acontecimentos da vida nos direcionam por caminhos jamais imaginados à percorre-los.

E, de repente,  eles vêm e nos atropelam sem ao menos esperarmos. Sejam eles bons ou ruins.

***

Sempre fui aquela pessoa que realizava tudo metodicamente seguindo a velha rotina.

No trabalho não seria diferente.

Foi quando tudo aconteceu.

***

Em uma multinacional,  empregada como secretária, muito plausível para quem desejava ordem na vida. E naquele momento,  não desejava um relacionamento sério. O que me fazia transar casualmente com alguém, ou com algum de meus amigos.

***

Uma das filiais da empresa estava com problemas. E sem nada entender,  ou até explicarem fui transferida para outra cidade. Sinceramente não me deram outras opções, e tinha apenas quinze dias para me organizar e me mudar com o apoio da empresa.

Com a mudança também veio a promoção, cargo maior e com mais responsabilidade: O da gerência – Aceitei! Desse modo teria acesso  à muitos documentos.

Depois de muito trabalho,  cansada e acomodada em outro lugar, seria como recomeçar do zero.  E foi exatamente o que aconteceu.

***

A sala de trabalho dividida com outro colega. No entanto,  não senti nenhum clima de estresse como imaginei. Pelo contrário,  fui muito bem recepcionada por todos do setor da parte administrativa, formada por sua maioria masculina.

- Quando nos avisaram que mandariam alguém da capital, pensamos que seria um homem mandão e cheio de autoridade.  – Alysson (a secretária) brincou comigo para descontrair o ambiente.

- Bom... Não posso ser homem, mas sou bem durona quando o assunto é trabalho. – Eu lhe respondi.

 - Tudo bem! – Todos responderam.

Despedi-me por um momento,  avisando que revisaria todos os documentos, e os livros caixa, reiterando sobre todos os assuntos.

- Depois do expediente podemos te apresentar o point da cidade, onde o pessoal se reúne para celebrarmos o início de mais um ciclo de sua vida! – Alysson me convidou olhando para os demais e todos concordando.

***

O meu primeiro dia de trabalho,  não somente em outra empresa, como em uma cidade diferente  foi bem satisfatório. O almoço no refeitório bastante agradável.

Ao final da carga horária os que deixaram o escritório primeiro ficaram aguardando os demais. Então,  Alysson me ofereceu uma carona, avisando-me que o marido também iria, mas nos encontraria por lá. Nada mal para o meu primeiro dia.

Ao nos acomodamos em uma parte menos exposta no bar, todos se confraternizavam.

Não sei se Alysson era muito espontânea, ou se havia algo em seu comportamento, ou ainda que a bebida já estivesse fazendo efeito.  Quando em dado momento,  o seu marido chegou, e ela nos apresentou.

A primeira impressão que tive de Gilberto,  foi que ele é um homem simplesmente bonito, alto,  moreno e de olhos verdes, parecendo esses galãs de novela das nove horas. Por alguns instantes,  pensei que a minha nova colega de trabalho se comportaria mais um pouco com a presença do cônjuge. No entanto,  apesar de comedido transparecia uma essência de mistério, e aquilo me deixava meio sem jeito. Eu era a forasteira.

***

A semana transcorreu exatamente como deveria que ser: Realizando o meu trabalho, sendo uma espiã, organizando o necessário, redirecionando as tarefas, justamente como teria que ser.

Assim como dependia do meu emprego,  muitas pessoas tiravam o seu sustento e de suas famílias. Na verdade,  a meta seria para tudo ficar bem, verificando e corrigindo os erros e demitindo quem não agisse de boa fé.

***

Ao final do expediente na sexta-feira,  Alysson me surpreendeu fazendo um convite inesperado, o qual seria para jantar na noite seguinte em sua casa. Agradeci, mas expliquei que não gostaria de incomodar. Ela retificou dizendo que não seria incômodo algum, e que me repassaria a localização.  Desse modo foi feito!

***

No horário marcado, estava em um uber me dirigindo para a residência da amiga.

Fui muito bem recepcionada pelo jovem casal que não tem filhos.

- Boa noite! – Eu lhes cumprimentei.

- Boa noite querida! Seja muito bem vinda! – Alysson disse me beijando no rosto.

- Boa noite! Alysson não fala em outra coisa,  a não ser neste jantar! – Gilberto comentou.

- Deixa de ser bobo, amor! – Alysson brincou com o marido.

- Pelo jeito fui a primeira a chegar! – Eu comentei.

Nesse momento,  notei que Gilberto me olhava dos pés a cabeça.  Sem saber o que vestir, coloquei um vestido fresquinho e vermelho,  combinando com a minha pele branca.

- Não tem mais ninguém para chegar. Você é a nossa única convidada! – Alysson continuou.

- Tudo bem! Muito obrigada! – Eu lhes falei.

Gilberto foi logo nos servindo um delicioso vinho, enquanto,  Alysson se incubia dos últimos detalhes para o jantar.

Não  sabia muito o que conversar, e comentei sobre o trabalho.

- Hoje não é dia de falar sobre a empresa! Estamos aqui para relaxar! – Alysson me explicou.

- Então,  brindamos à nossa nova amizade! - Eu lhes falei levantando um brinde.

- À nossa nova amizade! – Todos repetimos uníssonos.

Havia um brilho diferente nos olhos de Alysson.

Quanto à Gilberto sempre muito discreto, não me permitia o ler nas entrelinhas, agia de modo firme, porém,  sutil.

Os dois me intrigava de tal maneira.

***

Um jantar leve foi servido.

Uma conversa leve e insinuante pairava no ar.

Ao final me disponibilizei para ajudar Alysson à retirar a mesa. Entretanto,  Gilberto disse para não nos preocuparmos, que poderíamos ficar à vontade conversando na varanda e cuidaria de adiantar a arrumação da cozinha.

- O seu marido parece aquele exemplar perfeito! – Eu comentei com Alysson.

- Você não imagina o quanto! – Ela exclamou.

- Antes de continuarmos, preciso ir ao lavabo. – Eu lhe avisei.

Alysson falou que me acompanharia. Portanto, ao me indicar a porta, perguntou se poderia entrar comigo. Respondi que sim, não via problema algum.

Ao estar quase pronta para novamente abrir a porta, Alysson me empurrou contra a parede, levantando a saia do meu vestido, respirando ofegante próximo à minha boca.

A sua atitude me pegou de surpresa, por um momento,  não sabendo como agir, olhando-a fixamente.

- O seu marido está aí fora! – Eu lhe falei.

- Não se preocupe! – Ela me falou.

- Como? – Eu lhe indaguei.

- Relaxa! – Alysson falou acariciando por dentro da minha coxa.

Não  demorou muito para que atingisse a minha calcinha já molhada, enfiando os dedos na boceta, desenhando círculos.

- Eu sou hétero ! – Eu lhe falei sussurrando em seu ouvido.

- Não é o que parece! – Ela exclamou.

- Não importa! – Eu lhe falei.

Simplesmente fechava os meus olhos e me deixava levar pelo momento. As respirações foram ficando ainda mais ofegantes. Envolvida... Abaixei as alças do vestido, ficando despida – Revelando os seios intumescidos. Alysson não resistiu os apertando e os abocanhou.

Naquele instante era tudo muito novo... O tesão que me despertava. Os seus movimentos eram dosados milimetricamente entre a agilidade, e por ora, pareciam em câmera lenta. E ao perceber que estava prestes à gozar,  ela abriu a porta e me direcionou para a sala. 

Entorpecidas de tesão,  Gilberto nos aguardava pacientemente sentado e com as pernas cruzadas. Mas quando nos viu logo se levantou, sabendo qual o próximo passo a ser dado: Alysson me beijou bem na sua frente. Este era o sinal que aguardava, e se juntou a nós duas, tornando-me um recheio entre os seus corpos.

Eles me acariciavam em meio a toda aquela loucura, compreendia o que estava acontecendo e o meu corpo pedia por mais feito uma droga alucinógena – A luxúria.

Os dois terminaram de me despir.

Em seguida Alysson também ficou nua.

Totalmente excitados e rendidos -

Gilberto se afastou e se sentando no sofá, abriu o ziper da bermuda e libertou o cacete do tecido apertado iniciando o ritual da masturbação.

Alysson por sua vez, colocou-me de joelhos sobre a poltrona na lateral onde o marido presenciava o ato, de costas para ela, abriu as minhas nádegas e me chupava freneticamente. Contorcia-me de prazer, empinando-me, olhando para Gilberto que ereto nos observava - Os meus gemidos ressoavam pela ambiência.

Após um tempo nessa tortura provocante, Gilberto se levantou e veio em auxílio da esposa.

Tocando-a e lhe dando uma tapa –

Penetrou-a com os dedos –

Com a boceta molhada entrou fácil.

A língua de Alysson passeava e se enfiava na boceta, e ao deslizar intencionalmente ou não até o pequeno orifício, arrepiava-me. Ao perceber, enfiou o dedo anelar  me fazendo gemer mais alto.

Os gemidos e sussurros se equalizavam pela casa.

Gilberto estava ali para nos servir!

Aguardando o momento certo antes que gozasse, Alysson me fez deslizar para o chão, condicionando-me para que ficasse de quatro abrindo espaço para o marido  que me acariciava, e de uma só vez Gilberto me penetrou.

Alysson me acariciava –

Brincava com o clitóris,

E se colocando por baixo do meu corpo.

Gilberto me estocava e ela pincelava a boceta com a língua.

Jamais na vida imaginei sentir tanto prazer, e o meu corpo reagia, acariciando o seu clítoris com os dedos, fazendo círculos em sua boceta, e me inclinando comecei a sorver o mel e a enfiar a língua reproduzindo os mesmos movimentos.  

Quanta loucura em nosso ménage surpresa. Ao menos para mim.

Nesse ínterim,  Gilberto agarrado ao meu corpo desferia tapas, xingando-nos de puta.

Com arremetidas constantes e um jogo de línguas, desde o início no lavabo foi impossível conter o meu orgasmo por mais tempo. O meu corpo começou a esboçar a reação,  finalmente,  chegando ao êxtase. Mas não parei de chupar a nova amiga, que logo se expandiu em gozo delicioso.

Gilberto por sua vez continuou a me estocar aumentando o seu ritmo,  como resultado exsudou na boceta jorrando , fazendo a esposa tomar o seu leite direto de minhas entranhas.

- Vocês são extremamente deliciosas! – Gilberto comentou com uma tapa em minha bunda.

- E você marido é um homem perfeito! – Alysson o elogiou e lhe deu um beijo na boca, e em seguida também me beijou.

- Para quem disse que é hétero se saiu muito bem em uma foda homossexual.  – Gilberto comentou.

- Como sabe disso? – Eu lhe perguntei.

- Há uma câmera no lavabo, a qual ligamos em momentos promissores. – Alysson me explicou.

- Além de participar... Gosta de assistir.  Entendo! – Eu lhe falei.

- Garanto que essa foi a primeira de muitas! – Alysson confirmou.

- Não seja por isso! Podemos dar continuidade ao nosso encontro na piscina. Garanto que a convidada não trouxe roupa de banho. Mas isso não fará a menor diferença. – Gilberto falou brincando.

- Bem espertinho! – Eu exclamei.

- Está com receio? – Ele me perguntou.

- Não! Só estou surpresa com vocês dois. E devem saber que sou recém chegada na cidade.  – Eu lhe respondi.

- Entendo que esteja preocupada por causa do trabalho. Mas não se preocupe.  No entanto,  somos bastante discretos. E além  do mais em segredo, tudo fica muito mais apetitoso. – Alysson me explicou.

- Tudo bem! – Eu lhes falei.

- Só nos resta aproveitar a noite! – Gilberto falou me puxando para perto de si, apertando a minha bunda, e colocando os dedos de uma só vez na boceta e no meu rabo me fustigando por trás.

Alysson continuou me beijando e apertando os meus seios, enquanto,  gemia apertando a nuca de Gilberto. Eles sabiam despertar a libido. A piscina ficou para depois.

Alysson se deitou no chão –

Gilberto fez com que esfregássemos a boceta uma na outra, erguendo uma das pernas da mulher fez com que me encaixasse nela formando uma tesoura. Os clitóris em fricção, ficávamos molhadas nos beijando, ele se intrometia formando um beijo triplo onde línguas se entrelaçavam, e continuava a meter os dedos no meu rabo receptivo, também os metia em Alysson.

Não pensei que um simples jantar renderia tanto com um casal tão liberal.

- Estou doido para meter no teu rabo! – Gilberto falou sussurrando em meu ouvido.

A sua voz me atiçou!

Ao ouvir aquilo, Alysson se colocou de lado e de frente para mim, e por detrás, Gilberto começou a me acariciar puxando a minha cabeça para trás  e me beijando. Alysson com uma chave de pernas me imobilizou, metendo os dedos na boceta, fazendo-me relaxar, deixando-me lânguida. E dedilhando o rabo, Gilberto me segurando pela nuca, em dado momento, cuspiu na mão, e molhando o cu, direcionou o pau na entradinha. Pouco a pouco iniciou a invasão. Alysson me bolinava para facilitar a entrada do marido, rebolando – Quando dei por mim, ele estava atolado, fazendo-me sentir uma mistura de dor e prazer.  E ao me acostumar com o intruso iniciou aa investidas.

Nesse instante,  Alysson apreciava o marido a enrabar a sua recente colega de trabalho.

E sem tirar de dentro, Gilberto girou o seu corpo me colocando em cima dele. Alysson veio e começou a me chupar e a enfiar os dedos na boceta, o que me causava a sensação de dupla penetração . A sua língua me invadia, por vezes, beijava-me, também ao marido.

Quanto mais Gilberto me fodia, mais eu me entregava.

Estava à mercê de dois corpos, acariciando-me, proporcionando-me prazer com total veemência e cumplicidade.  E com alguns minutos eles alcançaram o seu intuito. Com a realização de mais um orgasmo. Quando finalmente, acalmei-me, Alysson acariciando as bolas do marido fez com que ele se derramasse em meu rabinho.

- Estou amando a energia de vocês duas juntas! – Gilberto comentou.

- Vocês formam um casal incrível fora e dentro das quatro paredes! – Eu lhes falei.

- Verdade! O meu marido tem um olhar bem apurado! – Alysson continuou.

- Então,  foi ele? Pensei que tivesse sido você a me escolher.  – Eu conclui.

- Sim. Foi o Gilberto quem teve a feliz ideia! Por quê? – Alysson me respondeu.

- Por um momento,  na primeira noite no bar, tive a impressão de que você estaria me paquerando. – Eu lhe respondi.

- Não! Estava agindo naturalmente. Mas depois que Gilberto chegou, ele sentiu um leve clima e comentou sobre você.  – Alysson me explicou.

- E, por fim, pedi para que Alysson a convidasse para vir esta noite! – Gilberto completou.

- E que noite! – Eu brinquei.

- Vamos relaxar na piscina! – Alysson sugeriu.

- Vou buscar outra garrafa de vinho.  – Gilberto nos avisou.

***

Alysson  e eu conversávamos na piscina. Após um tempo, Gilberto apareceu de banho tomado, com o vinho e taças nos servindo.

O entrosamento se fazia notório como se já nos conhecêssemos à bastante tempo.

Às vezes, Gilberto me olhava cheio de tesão,  e aquilo acendia um fogo em Alysson. Não sentia ciúmes de ambas às partes. O que me deixava livre para agir naturalmente.

Ao mergulhamos na piscina, Alysson me abraçou, acariciando-me. Gilberto fez o mesmo – Tecíamos a nossa armadilha de excitação – Alysson e eu nos masturbávamos, e também a ele. E prosseguindo, apoiando-me na escada, Alysson de costas para o marido que a penetrou por trás, por entre gemidos e sussurros, acariciava-me, chupava os meus seios, beijávamos,  fazia do meu corpo a extensão do prazer que Gilberto lhe proporcionava. Arremetia-me de encontro aos seus dedos, delineando pequenas ondas envolta de nossos corpos.

Por alguns instantes,  parecia que estava submersa em um filme erótico, podendo apreciar de perto as expressões de tesão estampadas no corpo de alguém. Mas tudo era muito real. Porque não poderia somente tocar, como também senti-las em todos os ângulos possíveis.  Realmente estava ali, não sonhando, mas completamente acordada degustando dessa que seria a porta de entrada para outras experiências de vida. Havia um mergulho,  e tudo fazia sentido. E compartilhar do prazer, presenciar o orgasmo de outra mulher, abriu-se novas janelas em minha mente – O despertar.

Após se acalmar de sua explosão de êxtase,  Alysson cedeu espaço para o marido, que abrindo as minhas pernas  se arremeteu na boceta, enquanto,  apoiava-me no degrau. Alysson com um pé na borda da piscina e outro na escada, direcionando a boceta em meu rosto, e eu a chupava relembrando de seu êxtase. Os meus gemidos eram abafados por sua boceta encharcada.

Gilberto era um furor nos fodendo, dando conta perfeitamente de  duas mulheres fogosas.

Não demorou para que outra vez gozasse, regida pelo casal de amigos.

Alysson também jorrou em minha boca, fazendo-me beber de seu licor.

- Putas safadas! – Gilberto falou.

- Seu pervertido! – Alysson brincou.

- Toma pau nessa boceta! – Gilberto vociferou.

O frisson era tamanho que outra vez gozei, em simultâneo com Gilberto, que forçou o meu corpo contra a escada.

Alysson se jogou na piscina e ficamos nos beijando, enquanto,  Gilberto apreciava a nossa interação.

Por mais um tempo, permanecemos na piscina. E ao sairmos tomamos um banho no vestiário ao lado de fora, e colocamos os roupões.

- Já está muito tarde! – Eu lhes falei.

- Não tem problema! Porém,  tem um quarto para as visitas. Você pode ficar, se quiser!  - Alysson sugeriu.

- Não quero incomodar! – Eu lhe falei.

- Que isso! Não será incômodo algum. Pelo contrário,  tenho certeza que será bastante prazeroso. – Gilberto ponderou.

- Tudo bem, ficarei! – Eu falei concordando.

Alysson me ajudou a recolher as minhas roupas, calçados e bolsa que ficaram na sala. E depois me acompanhou até o segundo andar, no corredor onde ficava o quarto de hóspedes. A suíte maior do casal se localizava no final do corredor  para dar maior privacidade.

Enquanto,  acomodava-me Alysson me contava um pouco mais de sua vida , e de como ela e o marido para não se separarem depois de muitas conversas abriram um leque para compartilharem de seus fetiches. E com relação a minha pessoa,  uma colega de trabalho,  disse que sabia separar muito bem a vida pessoal com a profissional, querendo ou não a sua chefe estava bem a sua frente.

E sentada na cama, Alysson  pegou o controle da televisão  a ligando em um canal adulto,  onde no momento era exibido um filme lésbico.

- Está vendo? – Alysson me perguntou.

- Sim! Coincidência? – Eu continuei.

- Mais um sinal de que deve ficar! Então,  vamos aproveitar! – Alysson me falou.

Ela abriu os nossos roupões e se jogou por cima do meu corpo, esfregando-se, procurando a boceta com uma fome insaciável,  metendo dedos,  gemendo.

Gilberto ao se aproximar nos ouviu e invadiu o quarto, o que fez com que se intensificasse as suas carícias. Ele se sentou em uma poltrona apenas nos observando.

Alysson inverteu o seu corpo, formávamos um sessenta e nove.

Gemidos e sussurros  quase inaudíveis que aos poucos foram se intensificando.

Gilberto se tocava –

Punhetava-se –

Sem tirar os olhos de nós duas.

E subindo na cama de joelhos se ofereceu para a esposa que o chupava, depois veio  para o meu lado, enfiando o cacete na minha boca simulando uma boceta. Após repetir esse mesmo movimento algumas vezes, fez com que ficássemos de quatro uma ao lado da outra, depois arremetia  intercalando as bocetas à sua disposição. Por ora, Alysson e eu nos beijávamos.

Gilberto se inebriava com a nossa performance.

Alysson gozou tão intensamente com o marido lhe arremetendo, com as nossas línguas entrelaçadas. E passado o seu furor, ela se colocou por baixo do meu corpo, e Gilberto não se fazendo de rogado meteu na minha boceta, enfiando o dedão no meu rabo, fazendo círculos  e depois saiu da boceta, alojando-se no pequeno buraco rosado que piscava.

Alysson apertava os meus seios, chupava-os, depois inverteu o corpo para chupar a boceta, formando outra vez o sessenta e nove, com Gilberto fodendo o meu rabo – Que sensação maravilhosa, sendo fodida pelo marido delicioso da amiga, e com o seu consentimento.

Gilberto desempenhava muito bem o seu papel de macho, contribuindo com uma dupla penetração.

E ao me fazer gozar, foi a vez de Alysson sorver todo o meu licor sob as arremetidas de Gilberto em meu buraco.

- Goza marido! Encharca o cu dessa vadia de porra! Quero leite! – Alysson pedia.

- Você quer leite, vadia? – Gilberto lhe perguntou.

- Queremos! – Nós duas respondemos.

- Toma porra, caralho! – Gilberto falou arremetendo com força e gozando.

Ao ejacular no meu cu, Gilberto fez com que escorresse por entre aa minhas coxas, deixando-se derramar pelo rosto da mulher que se deliciou com o leite quente.

Ao nos acalmarmos,  passado um pouco da euforia, permanecemos caídos sobre a cama, e eu no meio, entre os dois.

- Sinto que você foi um achado e tanto! – Gilberto comentou.

- Compartilho da mesma impressão! – Alysson continuou.

- Bom... Nunca tinha ficado com uma mulher. E sobre ménage,  já realizei o masculino.  – Eu lhes falei.

- Você está sendo incrível! – Alysson exclamou.

- Estou? – Eu lhe perguntei curiosa.

- Sim! Está! – Os dois responderam.

As mãos de Alysson percorriam sobre aa  curvas de meu corpo, acariciava me deixando ofegante,  até que penetrou os dedos na boceta. Gilberto repetiu o mesmo movimento,  puxando os meus cabelos,  e por detrás invadiu com dois dedos.

- Vocês são loucos! – Eu lhes falei sussurrando.

- Sim! Por sexo! – Eles me responderam.

Os dois me fustigavam com os dedos,

Lambiam-me –

Sugavam-me.

Mordiscavam-me –

Recebia as suas carícias,

Sentia-me um recheio.

Gemia -

Suspirava.

Mordia os meus lábios –

Contorcia-me.

Gilberto acrescentava mais dedos –

Miscelânea de dor e prazer.

Eles continuaram por um bom tempo,

Fazendo-me completamente lânguida –

Até me fazerem gozar.

Sentia-me, melhor, sentíamos plenos e realizados!

Não tinha mais forças depois de tanto gozar, e ficamos assistindo filmes pornôs e comentando a performance dos atores, até adormecemos.

***

Ao acordar, e verificar o celular,  havia uma mensagem de Alysson,  avisando-me que o café estava servido.

Depois de um banho, e de me vestir, não  saberia como iria reagir ao descer. Entretanto,  ao aparecer na escada, Gilberto e Alysson estavam completamente nus, entrelaçados no sofá.

Cumprimentamo-nos.

- Vocês são bastante animados! – Eu comentei.

- Verdade! Já nos conhece! – Alysson brincou.

Sentei a mesa para tomar o meu desjejum.  E não sei porque,  estava com uma fome!

O casal começou  a fazer brincadeirinhas sexuais e acabaram fodendo na minha frente. Nenhuma novidade!

- Está esperando um convite? Junte-se a nós! – Gilberto brincou.

Ele me puxou para perto, beijando-me,  encostando-me na mesa, abriu as minhas pernas, afastando a calcinha, chupou-me, e me fodeu com Alysson me acariciando.

Alysson também interagia, fustigando o meu rabo, fazendo-me gozar, dando início a mais uma rodada de loucura até que todos estivessem satisfeitos por ora.

- Bom. Amei a nossa noite, esse café da manhã. Mas há um momento,  em que a razão deve prevalecer. Então, preciso ir! – Eu lhes falei.

- Tudo bem! Eu compreendo! Mas deixaremos você em casa! – Alysson me respondeu.

***

Gilberto e Alysson me deram uma carona até em casa.

No trajeto,  Alysson me provocava com as suas carícias, tirando a atenção do marido no trânsito, e gozamos outra vez.

***

Enfim, em casa.

Em meu cantinho relembrava tudo o que havia ocorrido durante as longas horas que passei na companhia do novo casal de amigos.

- Muita loucura! – Eu pensei em voz alta.

Enquanto,  organizava-me para mais um dia de trabalho na manhã seguinte, uma pergunta martelava na minha cabeça:

- Como seria trabalhar com Alysson depois de todo aquele frisson e estoque de orgasmos?

- Arrependimento?

- Nenhum!

A única maneira era seguir em frente,  porque estava sendo muito instigante, ou melhor,  excitante!