segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Mãos habilidosas



Em meu mundo fetichista...

A derme tão alva

Sem o resquício do sol.

Sou brasa...

Jogo-me em teu enredo.

Faço-te o predileto brinquedo.

O degusto como sorvete...

A língua o umedece.

A pele fina demonstra os seus sinais.

Não me contenho e desejo sempre mais.

As mãos habilidosas fazem o seu papel.

O membro teso fazendo escarcéu.

As respirações ofegantes...

Entregando-se!

Levando-nos ao delírio...

Contigo é tudo fascínio...

A luxúria de nossas essências faz parte.

Para que o tesão exploda...

E o elixir se derrame...

Alimentando os nossos corpos

E saciando as nossas almas!


terça-feira, 26 de julho de 2016

Excitação atemporal






Eu vi em teus olhos o mesmo desejo de antes tocando o meu corpo...
Nas entrelinhas de tuas palavras traduzi o quanto o tesão pode ser prazeroso.
E nele reascender vontades que pelo tempo estavam adormecidas.
Somente quem me tocou...
Realmente conhece o paladar de minha luxúria e com ele quer continuar a se embriagar.
A tua volúpia...
Aos meus sentidos entorpecem.
Sinto-o quanto se entrega quando o teu sexo teso está fincado em meu corpo.
Isso faz com que os nossos devaneios sejam múltiplos...
Na imensidão do prazer.
Os tabus derrubando...
Convenções sociais rasgando...
Nós dois compartilhamos da mesma essência.
A igual necessidade do gozo nós possuímos para alimentar essa fome carnal que nos enlouquece.
Ao mesmo tempo aflorando os nossos olhares de lince.
Este teu modo cafajeste de ser...
Enlouquece-me e me domina!


quarta-feira, 20 de julho de 2016

terça-feira, 12 de julho de 2016

Espetáculo da orgia



Certa vez fui convidada por um amigo a participar de uma reunião de atores.
Como sou escritora, percebi que seria de grande serventia e experiência. Pois estas são duas profissões complementares que se fundem uma com a outra.
De praxe, fomos as duas últimas pessoas a chegar, algo já havia começado.
Para minha surpresa, dois atores contracenavam uma comédia.
Um se encontrava sentado, vestido apenas com um blusão amarrado sobre a barriga, deixando a mostra um pênis pequeno e flácido.
A plateia compenetrada não notou a nossa aproximação. Enquanto o seu companheiro de cena, prestava atenção para a sua fala. Até que então, o órgão se mostrou ereto, conforme a fala do dono e logo o seu colega se animou abaixando a bermuda e lhe oferecendo o traseiro.
De início era algo sutil, para que o outro pudesse esfregar o cacete em sua pele branca. Mas a coisa foi crescendo de tamanha forma com os expectadores empolgados que, logo assistíamos a uma sodomia completa e sem direito a cortes.
***
Não sei se este fato era comum de ocorrer nestes encontros. Mas as pessoas ao redor foram se inebriando com o tal improviso dos dois.
As gargalhadas de antes deram lugar as respirações ofegantes e a discretos gemidos que demonstrava a excitação. Com a intensificação de carícias foram se tornando mais audíveis.
Então notei que também fazia parte daquele espetáculo...
Uma luz refletia sobre o meu corpo claro e nu.
Algumas pessoas me olhavam ao ver o amigo fincado em meu rabo...
As demais pessoas ali não me conheciam...
Mesmo tendo o meu corpo possuído notava os seus olhares extasiados e curiosos.
- Está com ciúmes? – Perguntei a uma mulher que se aproximou. – Você não sabe quem eu sou! – Complementei.
As estocadas de meu amigo eram precisas comigo sentada sobre o seu colo.
Até que outro rosto familiar surgia... Mas este não sabia que eu realmente era...
Ao apertar os meus seios...
O direcionei para a buceta...
Ali bem no meio ele depositara a sua língua...
O meu sabor era degustado...
E sem a menor cerimônia formamos uma dupla penetração.
Os meus gritos se misturavam a outras vozes...
Alguns rostos familiares da televisão que jamais imaginei ter esse tipo de comportamento libertino.
- Que encontro... E que orgia! – Eu pensava.
Pela sala ampla ecoavam vários gemidos...
Sussurros inaudíveis...
Palavrões eram entoados em um mesmo propósito...
O êxtase revelado na pele...
Almas eram rasgadas e abocanhadas sem o menor pudor...
Os espíritos se faziam livres...
E eu me encontrava a disposição com dois homens. Porém, a minha essência era compartilhada com cada um ali presente.
Embora sentisse que a minha atuação sexual pudesse chamar a atenção dos demais, o meu nome jamais poderia ser mencionado...
Então, igual aos outros atores me batizei com o nome artístico Lillith Müller.
As horas foram se passando...
Vários corpos banhados em suor e jatos de porra.
Bocas sendo alimentadas por leite ordenhado na hora.
Bucetas quentes, vermelhas e inchadas.
Cacetes eretos... Brancos, pardos e pretos...
Tinha-se a gosto do freguês ou da freguesa.
Cu a dar com o pau... Era tão somente ser solicitado!
Corpos extenuados pela saciedade da luxúria...

***
Mas eu, Lillith Müller desejava mais e mais.
Eu devorei cada pedaço daqueles corpos, tocando-os ou não.
A lascívia é meu alimento...
***
Fazia-se necessário tomar outro rumo...
Para novas essências devorar em orgias...
Do elixir do gozo me embriagar...
De luxúria me contaminar.


segunda-feira, 11 de julho de 2016

Servindo-me na pressão



Afonso e eu escrevemos mais um capítulo de nossa história casual.
Em mais uma... Duas... Três tentativas de nos encontrarmos, dessa vez o destino agiu ao nosso favor e até que não demorou acontecer.
***
Como da última vez, fui a primeira a chegar.
A ansiedade se fazia presente e lhe enviei um torpedo avisando que havia chegado.
O tempo não estava ao meu favor. E após alguns minutos ele respondeu:
“Estou atravessando a passarela.”
E nada de chegar!
Cadê você? – Enviei-lhe novamente.
“Estou chegando!” – Ele escreveu.
Até que mais alguns minutinhos ele chegara.
Ao nos cumprimentarmos ele não quis esperar para seguirmos ao nosso local favorito.
E seguindo, a conversa fluía como se o tempo transcorrido não estivesse existido entre nós.
Já em nosso quarto, nossas mãos passeavam por nossos corpos retirando as roupas...
O convite para o banho...
Afonso deslizava o sabonete em minha pele e, colocando de costas para ele esfregava a buceta... E introduzia os seus dedos... Que delícia.
Eu empinava bem a bunda para receber as suas carícias, enquanto a água quente molhava ao nosso corpo.
A língua deslizava e introduzia em meu rabo.
As minhas pernas tremiam e eu rebolava...
E o tesão era descontrolado!
Afonso pediu para que fôssemos para o quarto.
O seu olhar de desejo sentia ao desfilar o meu corpo nu pelo ambiente.
Os meus longos cabelos antes presos, deixei cair, colocando-me de quatro...
Ele me acariciava...
Os meus seios apertava...
Eu me tocava... Deixava mais os lábios vaginais molhados e inchados.
Deixava-nos levar pela brincadeira...
- Isso! Vai brincando com ela enquanto eu volto! – Ele me disse ao se afastar para pegar a camisinha.
As pernas escancarava o máximo possível...
A mão esfregando o grelo e enfiando os dedos na buceta...
- É assim que você faz quando está sozinha? – Ele me indagou curioso.
- Às vezes! – O respondi.
- Hum! Aonde quer primeiro? Na buceta ou no cu? – Ele questionou-me.
- Na buceta para ficar com mais fogo! – O respondi prontamente, colocando-me de quatro.
-Espertinha! - Ele exclamou.
O seu cacete entrou fulminante em minha pele quente e escorregadia... E ao mesmo tempo me estocava.
- Isso! Continua assim... Amo te ver se tocando! – Ele comentou.
A minha pele arrepiava...
Em uma aura se tornava a mistura de tom do café com leite.
As suas estocadas eram precisas como um pilão querendo me transformar em duas.
A parte superior de meu corpo abaixei e empinei ao máximo a bunda para recebê-lo totalmente.
Os meus cabelos balançavam conforme a sua dança...
Esta cena através do espelho me extasiava.
Afonso me falava palavras desconexas...
Eu direcionava uma de suas mãos para a buceta.
- Nossa quanto tesão! – Ele comentava.
O meu corpo correspondia aos seus elogios e me excitava mais.
O demonstrava através de meus movimentos.
Até que na pressão do negão o meu gozo se expandiu.
A luxúria se materializava entre nós dois!
Entretanto, ele continuou a me fustigar até que, entregou-se ao clímax em meu corpo...
Eu sentia as suas veias a latejarem e a expulsar o líquido tão precioso e desejado por um a fêmea...
O elixir da vida!
O sorriso de satisfação era notório. Pois precisávamos desse contato para termos a certeza de que tudo continuava da mesma maneira entre nós dois, apesar da distância e do tempo.
Afonso foi ao banheiro para dispensar a camisinha, enquanto através do vidro acompanhava os seus movimentos... Extasiada!
Já de volta ao quarto, conversávamos como se o mundo lá fora não existisse e não existia mesmo naquelas horas de paz.
Não demorou em que estivesse montada sobre o seu corpo.
O meu cavalgar começou tímido, mas a fricção de seu corpo ao meu esquentava cada vez mais.
Foi apenas o aperitivo para o que vinha depois.
Após um refugo, Afonso serviu-me de seu cacete em minha boca...
O chupava deliciosamente...
Ao colocar a camisinha, pediu-me para ficar de quatro... O seu dedo penetrava em meu cu... E aquilo me instigava e eu me tocava.
Um... Dois... Três dedos!
Até que seu pedaço de pau teso invadiu o meu rabo.
E eu me tocava para desvanecer a dor inicial...
Os meus gemidos...
Os meus sussurros...
Os meus xingamentos...
A total dimensão dava de quanto aquilo estava sendo prazeroso.
Afonso percebia em cada um de meus movimentos.
O meu corpo chacoalhava...
Os meus quadris se remexiam...
Ele cessava para que pudesse me sentir...
Eu abria as nádegas para tê-lo completamente todos os centímetros dentro de meu cu.
A reação de Afonso fincado em meu corpo é a melhor sensação de poder.
E com ele me tocando, outra vez deixei-me expandir.
Com a respiração ofegante...
- Quero leite em meu cu! – Eu lhe pedia.
- Você quer que eu derrame em seu rabo? – Ele me indagava.
- Faça isso! Quero tu-di-nho em meu buraco, porra! – O retifiquei.
Ao ouvir o meu pedido, Afonso intensificou mais as suas estocadas em meu orifício...
O atrito era tão veemente que, não demorou para que eu sentisse o grande e grosso cacete latejando em meu cu!
Com meu corpo ainda trêmulo, joguei-me de encontro aos lençóis...
Afonso foi para o banho e eu tentando recupera um pouco da minha sanidade. Porque tudo aquilo fora uma loucura.
***
Não tínhamos percebido o passar das horas...
Com isso precisamos nos recompor para deixarmos o nosso local de perversão.
Ao sairmos, caminhamos um pouco pelas ruas do bairro e, infelizmente precisamos deixar um ao outro, até o momento de novamente o destino agir ao nosso favor!



sábado, 25 de junho de 2016

Tesão

video

Páginas de meu diário III - Mulher Escarlate



Eu sinto que não sou uma pessoa comum...
Embora vivendo como tal, necessito encontrar o meu caminho...
Para evoluir...
*** 
À procura de um atalho nada convencional, mesmo não tendo a certeza, joguei-me de cabeça.
Através de uma amiga, tive o conhecimento de Mulher Escarlate... Uma sacerdotisa muito misteriosa.
Quando estive em sua presença pela primeira vez, senti algo muito forte...
Uma energia avassaladora.
A sua figura me exerceu certo fascínio: Uma pele clara, corpo esguio. O tom vermelho de seus cabelos emoldurava o rosto delicado e ao mesmo tempo com traços fortes, apesar de aparentar um pouco mais de idade do que a minha.
Após uma longa conversa, ela me disse que estava apta para participar de seu ritual e que poderia me juntar ao seu grupo, mesmo que na primeira sessão eu ficasse apenas a observar. Mas que não me assustasse e me surpreendesse com as minhas reações.
***
Na data e no horário marcado, a minha amiga e eu comparecemos em sua residência, pois ela separava uma parte da casa para celebrar a sua fé.
A princípio o grupo era formado por mulheres vestidas por collant vermelho.
Uma bebida de tom vermelho era deixada em lugares estratégicos no ambiente para que tomássemos à vontade sem nenhuma restrição.
A minha ansiedade era tamanha... Os nossos copos não paravam vazios.
No início existiu um clima sensual... O olhar de desejo... O toque sutil em nossas peles. Um Q de tesão no ar.
Mas nada acontecia sem o consentimento de alguém e a Mulher Escarlate deixava isso bem claro. Para se atingir o âmago espiritual através de seu ritual, deveria ser algo desejado e não imposto.
No local havia cinco meninas e eu...
Quando finalmente a Mulher Escarlate surgiu...
O álcool já fazia parte de minha corrente sanguínea, mesmo tonta, conseguia controlar os meus sentidos...
O que acontecia era tudo tão natural... Corpos femininos se tocando em um ritual sendo comandado por aquela mulher misteriosa.
Bocas sugavam lábios vaginais... Dedos... Línguas passeavam por cada orifício existente... Gemidos... Sussurros... Êxtase...
Embora estando um pouco afastada das demais garotas, todo aquele cenário causava sensações e reações em meu corpo. Como se anestesiasse o que eu fora até aquele momento e quisesse realmente me falar algo.
***
Na manhã seguinte já em casa me sentia completamente diferente, como se algo novo tivesse sido despertado em mim...
***
No próximo final de semana, já me encontrava na casa da Mulher Escarlate.
A preparação foi como antes... Havia um espaço para tomarmos banho, aliás, o ritual se dava início nessa parte, na purificação de nossos corpos, em um banho coletivo, mas não era permitido que nós nos tocássemos neste momento. As roupas eram separadas com cuidado. As mesmas meninas e outras duas que até então não conhecia. Mas que ao conversarmos, soube que participavam a algum tempo do ritual. A mentora de tudo aquilo, encontrava-se recolhida em seu aposento, enquanto tudo era preparado...
Lembro-me da taça de vinho em minha mão... Disse que naquele segundo dia me soltaria mais...
Quando a Mulher Escarlate surgiu de forma deslumbrante, mas não poderíamos demonstrar nada, a não ser o respeito em forma de silêncio. Mas dessa vez ela estava acompanhada por um homem, com trejeitos femininos, para compartilhar de nosso mundo.
A Mulher Escarlate começou de forma agressiva, ou talvez, eu ainda não estivesse acostumada com as suas facetas.
Ela olhava fixamente em nossos olhos e apontando para uma das garotas fez com que ela se levantasse.
- Fique de frente para a parede! – Ela ordenou.
O traje que vestíamos, era um maiô vermelho.
A Mulher Escarlate segurou os braços do homem para trás e fez com que ele lambesse o sexo da mulher, ainda por cima do tecido que a cobria.
Para ele mais parecia uma tortura... E ao mesmo tempo se deliciava com toda aquela situação.
Até que a Mulher Escarlate soltou os seus braços e fez com que ele enfiasse os dedos em sua buceta... E tão logo ela enfiou os próprios em sua bunda. A cada investida, ele empinava mais os quadris.
Toda aquela cena aquecia o meu corpo e me deixava molhada...
Antes a bebida vermelha que tirava a secura de minha boca, agora banhava o meu corpo, molhava os meus cabelos deixando-os colados em minha pele.
Uma voz suave sussurrava em meu ouvido...
- Você é deliciosa...
- O seu corpo molhado com essa essência...
- Quero você!
As frases, vinda de uma das colegas de ritual me hipnotizavam.
A bebida e o suor se misturam em meu corpo...
As outras meninas se entreolhavam...
Quando a Mulher Escarlate nos deu permissão para fazer o que desejássemos... Que seguíssemos aos nossos instintos.
Antes que pudesse acontecer algo entre nós duas, dois homens surgiram...
- Surpresa! Então vieram compartilhar conosco? – A Mulher Escarlate falou, interrompendo os sussurros e gemidos que começavam a entoar no ambiente.
- Agora ficou bom para você? – A minha amiga sussurrou baixo em meu ouvido.
Os rapazes não fizeram nenhuma cerimônia para se juntar a nos. E como boas anfitriãs que somos, os fizemos despidos.
Eles notaram o clima que existia naquele ambiente...
A luxúria exalando em nossos poros...
Tão logo se colocaram eretos para o nosso deleite.
Nós mulheres que comandávamos todo aquele ritual de orgia feminina com os desígnios da Mulher Escarlate.
Os homens eram o ponto de equilíbrio...
Em uma enorme taça que se localizava em um altar no centro, a Mulher Escarlate seguiu com o escolhido.
Com um sinal fez com que uma das meninas fosse até eles...
E com outro sinal, ela começou a punhetá-lo até ele gozar dentro da taça. E assim o fez.
Este se afastou...
A mulher Escarlate tomou posse de uma jarra, ali derramou um pouco de vinho e depois misturou um líquido vermelho com um cheiro forte que parecia ser sangue... E sorvendo o primeiro gole...
A taça foi passada de mão em mão para que todos pudessem degustar da fina bebida.
O silêncio se fazia presente neste momento... Uma espécie de torpor começou a se instalar em meu corpo.
A Mulher Escarlate bateu palmas três vezes em seguida e ordenou para que ficássemos à vontade...
O desejo do sexo era tamanho em minha essência... E fui com tamanha gula para o lado do outro rapaz... E tocando em seu cacete, deslizei a língua em meus lábios para umidificá-los... Ao me colocar de joelhos, os mesmos lábios o envolveram totalmente.
A garota que antes sussurrava o seu desejo em meu ouvido, de posse de uma taça de vinho derramou um pouco em minha boca e bebendo o que ficara... Com suas mãos ágeis abriu a peça de roupa que cobria o meu corpo, em seguida deslizava a sua língua sobre os meus seios... E a sensação era de efervescência. Um tesão sem medida me provocava.
A sua mão neste momento atingia no alvo o meu sexo molhado, enquanto aquele desconhecido recebia carícias de minha boca.
Ela se colocando por trás de mim, abria a buceta e enfiava a língua ali dentro o quanto mais que podia.
Ao recuperar o fôlego, olhava de soslaio para em inebriar com as cenas de sexo selvagem que se emolduravam através da pouca luz.
A Mulher Escarlate também sugava o outro rapaz e outras duas meninas compartilhavam com ela das mesmas sensações.
Através do olhar, elas se comunicavam e sabiam exatamente o que deveria ser feito.
Eu me levantei para que o meu macho em questão pudesse me penetrar, estava tão ávida por aquele momento que nem pensei muito nas carícias que minha amiga exercia sobre o meu corpo e empinando bem a bunda de quatro, senti toda aquela espessura e comprimento sendo fincada na buceta.
Ele investia de encontro ao meu corpo com tamanha força e precisão...
Os meus gritos eram cada vez mais alto, o que chamou a atenção de Mulher Escarlate que veio partilhar de meu momento, deslizando os seus dedos em meu clitóris. E quando notou que eu iria gozar, ela encaixou a língua para que pudesse receber o néctar que dali se derramaria e alimentaria a sua alma.
Com um espasmo violento o meu corpo entrou em transe em um orgasmo intenso e profundo!
A minha respiração ofegante...
A garota que antes me acariciava, posicionou-se em minha frente para que eu pudesse chupá-la e assim o fiz. Os seus movimentos eram sinuosos, quando outra veio e se encaixou em sua boca.
Ele continuava a me socar!
Quando ele saiu de minha buceta e invadiu o meu rabo...
A dor foi indescritível, mas suportei... E então, continuou!
Foi quando senti as suas veias latejarem e a jorrar em meu cu... O gozo escorria e, a Mulher Escarlate não desperdiçava nenhuma gota sequer.
Gritos...
Sussurros...
Gemidos...
Pela ambiência ecoavam.
E todos se saciavam do frescor da pele de cada um.
Na manha seguinte, acordamos todos embolados sobre o corpo do outro...
Uma dormência nos sentidos...
Com uma leveza na alma.
Se a Mulher Escarlate existe sim ou não eu não sei...

Mas que a energia de gozos, de corpos se transmutando, é a melhor sensação que podemos desfrutar.


quarta-feira, 22 de junho de 2016

segunda-feira, 30 de maio de 2016

O fogo ateando no convento


Nunca fui uma dessas meninas que obedecessem cegamente aos pais.
Mesmo morando em uma cidade do interior, nunca me comportei como uma caipira.
Aos quatorze anos deixei de ser virgem...
Antes quando os meus pais achavam que os meus sete irmãos e eu estávamos dormindo... Eu fingia. Quando ouvia qualquer barulho suspeito ou uma movimentação estranha vinda do quarto, eu ia espioná-los por entre as frestas da parede de tábua o que faziam.
O meu corpo se aquecia... Uma quentura entre as pernas sentia e acabava me tocando...
E até mesmo quando voltava para o meu lugar e fechava os olhos para dormir, as cenas de seus corpos se entrelaçando não me permitiam.
***
Certa vez em uma tarde enquanto tomávamos banho em um rio próximo de casa, o filho de um vizinho, olhava-me de maneira diferente... E aquele mesmo fogo em mim se acendeu.
Mário era um pouco mais velho do que eu e notou que eu retribuíra aos seus sinais.
Nós dois procuramos disfarçar e deixamos os demais e nos escondemos atrás de uma árvore...
E fui eu quem o ensinou a fazer aquilo que os meus pais faziam na calada da noite.
No grosso tronco apoiada, eu agachei e desamarrei o laço que prendia a bermuda em seu corpo, libertando o cacete que já demonstrava o que desejava: A minha boca.
No início foi assim, brincadeiras inocentes... Eu o chupava até fazê-lo gozar!
***
Este era um segredo nosso!
E sempre que podíamos, os nossos encontros eram repletos de muita vadiagem.
O meu corpo era açoitado por sua ferramenta e gozávamos sem que houvesse qualquer objeção para tal... Isso era o que mais prezávamos sem qualquer tipo de amarras. Até que um dia, ele descobriu o meu buraco traseiro... E sendo pertinente ele adentrou em meu pequeno orifício que sangrou... Mas já com um pouco mais de experiência, soube como fazê-lo e me proporcionar um prazer anal jamais vivenciado.
***
Mário e eu tínhamos um mundo só nosso...
Até que um dia, um de seus tios, o Venâncio nos descobriu em uma parte afastada da cidade. Ele aparentava ter uns trinta anos de idade, e eu naquela altura já tinha dezesseis anos. A princípio nada falou, ficou nos espionando de longe. E bastou uma oportunidade de estarmos sozinhos que, também quis comer a sua fatia do bolo.
Com receio de que todos acabassem por descobrir o meu segredo, eu cedi as suas chantagens.
Não me arrependi! Nada melhor do que transar com um homem bem mais experiente. E, claro, deixei o Mário de lado sem ao menos lhe dar uma explicação plausível.
***
Tudo corria bem...
Até que os meus pais passaram a desconfiar de minhas caminhadas pela cidade e sem ao menos indagar, levaram-me para outra cidade e me deixaram em um convento para evitarem um mal maior. Pois lá haveria de além servir a Deus, viveria com mais recursos e estudaria.
- Se eu conheci o pecado da carne antes... Mas Senhor! Como pode ser? – Perguntei-me em meu pensamento.
Neste dia os obedeci, sem saber o que seria de meu futuro.
Em outra cidade as coisas haveriam de se encaixarem... E como!
***
No início, seguia as ordens de outras freiras para poder ter conhecimento da rotina do convento. Lá também viviam outras noviças iguais a mim.
Com o tempo, sempre encontrava uma maneira de burlar as tarefas ou as fazia de qualquer maneira.
A buceta já coçava...
O tesão demonstrava os seus sinais... A calcinha molhava, sentia o seu aroma... Desejava um macho para me foder.
Sempre quando me encontrava no reservado do banheiro, ou à noite, tocava uma siririca para amenizar os meus hormônios à flor da pele.
Nas raras vezes que saía do convento, era sempre acompanhada.
***
As irmãs do convento foram convidadas a participarem de uma festividade em outra cidade vizinha, e uma missa em ação de graças seria celebrada, nem me lembro de quê...
Até pensei que veria os meus pais, mas eles não compareceram.
Ao chegarmos às pessoas nos olhavam bastante curiosas. Não sei se devido às roupas que usávamos, ou por acharem estranho um bando de mulheres que devotam a suas vidas ao Senhor.
Mas prestei atenção em cada um desses olhares... E reconheci um deles. Era Mário, o meu macho chantagista que sabia que estaria lá e fora para me colocar em tentação.
O que ele desejava, tinha o conhecimento e eu tanto mais quanto ele.
Os meus seios só faltavam pular de meu hábito de noviça... A buceta exalava o seu aroma, desejando ser invadida...
E na parte da mais importante da celebração, avisei que estava muito apertada para ir ao banheiro e nenhuma delas se opôs.
Como ele ficara na parte de trás da igreja, ninguém percebeu eu ele me seguira.
E nos fundos da igreja ele me possuiu com tanta devassidão que esqueci quem eu era naquele momento e onde estava. Quando na parede, ele fincou o cacete entre os meus lábios vaginais já lubrificados de tanto tesão.
Eu o toquei... Estava ávida por senti-lo entre os meus dedos... Entre os meus lábios... O saboreei com tanta gula.
E, fez-me gozar como tanto almejava... E ele também se deixou derramar em minha alma nada casta.
Como se houvéssemos cronometrado o tempo... Foi somente ele se retirar após trocarmos poucas palavras que, uma das freiras me encontrou no banheiro... Ainda bem que já me encontrava lá e, fingi me sentir um pouco mal. Mas a minha vontade era de estar fodendo continuamente com o meu ex-vizinho, já que minha respiração ainda era ofegante.
Foi o tempo de me recompor para voltarmos à celebração e, não demorou a terminar.
E ao conversarmos com algumas pessoas, sentia o cheiro de macho em meu corpo.
***
Ao retornarmos ao convento, relembrava cada momento que tivera nos braços de dois homens.
***
No dia seguinte, houve um curto circuito em um bocal no alojamento das noviças, mas para ser mais correto, no dormitório o qual eu uso com outra noviça... E foi necessário chamar o eletricista.
Este quando chegou ao convento, fez com que as meninas ficassem ouriçadas. Já que o eletricista que estava acostumado a fazer pequenos reparos era um senhor de idade. Como este estava acamado e por ser uma emergência, enviou o seu filho do meio.
O jovem trabalhador chama-se Rodrigo, moreno, alto e com um belo cavanhaque.
Mas antes dele chegar eu avisei que ainda não estava bem e me mantive no quarto... A noviça Eloá me fazia companhia.
Neste momento, irmã Goreth se dirigiu ao meu quarto e ali mesmo da porta pediu para que nos retirássemos.
A boceta ao avistar o jovem rapaz logo deu sinal de vida... E ela explicara o que acontecera com o tal senhor.
- Meninas eu peço que deixem o rapaz trabalhar em paz! – Ela pediu mais uma vez.
- Como que a irmã tão nova, não pode sentir desejo por um homem tão bonito? – Eu pensei.
- Ah irmã Goreth... – A noviça Eloá retrucou.
Nesse meio tempo, o eletricista já colocava as ferramentas sobre uma mesinha ao lado de minha cama.
- Não me sinto bem! – Eu expliquei.
- Meninas! Meninas! – Ele alterou a voz.
O rapaz já verificava o local a ser consertado.
- Mas irmã, será que a senhora não sente nenhuma coceirinha? – Eu a indaguei com curiosidade e com certa maldade no ar.
- Garota sem educação! – Ela respondeu com rispidez.
- Que coceirinha? – Foi a vez de Eloá perguntar.
O eletricista ficou corado.
- Eu sinto! – A irmã Goreth respondeu em voz baixa.
- Aonde? – Eloá mais uma vez indagou.
- Aqui... Olha! – Ela respondeu, colocando a mão embaixo do hábito na altura de seu sexo, como se o rapaz não estivesse ali.
Eu a olhei e para o rapaz que compreendeu a minha intenção.
Afinal de contas, irmã Goreth é uma mulher muito bonita tanto de corpo quanto de rosto... E que bunda era aquela que ela escondia embaixo de tanto pano.
Eu fechei a porta rapidamente e se colocando de quatro sobre uma das camas para que pudéssemos descobrir o local de sua coceira, o eletricista com um só golpe colocou a ferramenta mais importante para fora e afastando a calcinha da freira, enfiou de uma só vez, percebi quando ela mordeu o travesseiro.
E não me fazendo de rogada a calcinha joguei de lado...
Eloá e eu nos tocávamos...
Rodrigo golpeava a irmã Goreth...
E ela segurava com tamanha força os lençóis para manter-se na mesma posição.
E prendendo a respiração para não gritar... O seu corpo começou a estremecer em um gozo intenso!
Ao me colocar de frente a Rodrigo, lhe ofereci o melhor de todos os boquetes e depois lhe servir o meu rabo de quatro... Ele arrancou o véu que cobria a minha cabeça, soltando o meu cabelo loiro...
A irmã Goreth ainda arfava sobre a cama, enquanto a outra me tocava...
Com uma mão em minha buceta e um pau em meu rabo, gozei feito uma puta... E eu gozei... Gozei em pleno alojamento do convento... E ainda levando uma irmã para o caminho da perversão.
E logo em seguida Rodrigo encheu meu rabo com seu leite. Porém, não tínhamos mais tempo... Alguém mais poderia chegar!
O deixamos sozinho para que pudesse concluir o serviço.
A noviça Eloá e eu nos caminhos para o banheiro e, no entanto, a irmã Goreth se dirigiu para outra ala do convento.
Eloá perguntou o que a irmã Goreth e eu sentimos quando Rodrigo estava dentro de nossos corpos... Pois ela desejava sentir a mesma reação.
- Eu posso te mostra algo! Confia em mim? – Eu lhe perguntei.
- Sim! – Ela me respondeu sem hesitar.
Primeiro fui me despindo para que ela observasse cada detalhe de meu corpo.
Neste momento eu a vi corar e ficar curiosa.
Eu comecei a despi-la...
Quando os meus dedos tocaram em sua pele clara, a sua pele se arrepiou.
Os seus seios acariciava...
Aquela sensação de desejo também era nova para mim.
Os meus lábios o tocaram...
Os dedos foram descendo até alcançar o centro de sua buceta e, ali fiquei massageando com o dedo médio improvisando um cacete, até que aos poucos o introduzi com movimentos lentos...
Eloá foi se rendendo as minhas carícias... E eu aumentava mais o meu ritmo. Até que olhando fixamente em seu olhar, coloquei-me de joelhos como lhe adorasse, os meus lábios os lambi para umedecê-los e a língua tesa pousou em seu clitóris com movimentos circulares.
A respiração de Eloá ficava cada vez mais ofegante... As suas mãos deslizavam por seu corpo claro e esguio.
Não pude deixar de me entregar ao tesão e me tocava... Jamais pensava em tocar outra mulher... Mas o sexo em si é algo surpreendente. Entre duas pessoas ou mais se entregando ao desejo (in)consciente.
Eloá estava cada vez mais molhada...
Até que senti o seu corpo estremecer...
Pela primeira vez na vida ela gozara, derramando-se em minha boca.
E aprendera rápido, pois me apoiou no chão e se enfiou entre as minhas pernas fazendo a sequência que antes eu fazia e sobre a batuta de sua língua ela me fez novamente gozar provando de meu sumo.
Ela me olhou tão ternamente que seus lábios repousaram nos meus e sentimos o sabor de uma da outra em nosso paladar.
Como garotas endiabradas, nos arrumamos rapidamente para não sermos flagradas.
Quando retornamos o reparo em meu quarto já estava pronto. E nem sinal do eletricista. Depois do que ocorrera, nem sei como ele conseguiu ter sangue frio para terminar.
Então, procuramos a irmã Goreth. Esta estava na capela rezando com tamanha angustia que podíamos notar as lágrimas em seu rosto. Como era de costume as irmãs passarem tantas horas rezando no convento que, as outras irmãs não viram nada de estranho em seu comportamento. Mas Eloá e eu sabíamos exatamente o que havia ocorrido e nos entreolhamos com um sorriso cínico no canto da boca.
Mesmo com aquela sensação de novidade no corpo, não deixamos de cumprir as nossas tarefas diárias.
Como Eloá dormia em outro dormitório ao lado, pediu autorização à madre superiora para que pudesse trocar com a outra noviça que dormia comigo. E para a nossa felicidade, ela permitiu.
Será bem mais divertida as minhas noites com ela, já que a outra garota mal me dirigia à palavra.
Eloá um pouco antes do horário de nos recolhermos arrumou os seus pertences no armário.
Quando nos certificamos que não havia mais movimento no convento, ela pulou para a minha cama e conversamos até tarde sobre as peripécias sexuais que eu já havia praticado. E não demorou muito para que debaixo dos lençóis começássemos a nos tocar mutuamente e vivêssemos com mais calma a mesma experiência na parte da manhã.
Eloá e eu ficamos viciadas nesta prática sexual, era uma maneira de extravasar o tédio e a mesmice.
Esse era o nosso segredo...
E sobre a irmã Goreth, após aquela manhã, não foi mais a mesma e claro que, não teceu nenhum comentário, afinal se mais alguém soubesse, seríamos as três punidas.
***
Às vezes, alguns padres ou seminaristas vêm até o convento. Outras vezes, repousam durante a noite para que no dia seguinte possam seguir viagem. E, às vezes, quando isso acontecia, nem precisava me preocupar que, algum deles sempre encontrava um jeito para saber se havia alguma noviça rebelde ou uma irmã mais dissimulada.
***
Certa vez, um padre chamado Marcos, passou a noite por lá.
Quando o vi...
- Nossa! Que homem lindo... – Eu disse em meus pensamentos.
Os seus olhos azuis, cabelos loiros bem cortados, alto... A roupa marcava o seu porte atlético.
Antes da hora de nos recolhermos, o encontrei em um dos corredores que não era permitida a circulação de homens, até mesmo de padres.
- Ora! Ora! Veja o que encontrei aqui... Uma ovelha desgarrada! – Ele comentou.
O seu olhar se tornou gélido. Não era mais aquele padre amável e cordial de antes.
Como se tirasse um raio-x de minha essência... Olhando-me de baixo para cima, como se desejasse me devorar com os olhos.
Uma mulher percebe quando um homem a olha com desejo. E nesta escola já estava matriculada há muito tempo. E sinto que ele também sabe disso!
- A mais tarde quero uma visita sua em meu quarto! – Ele me intimou secamente.
Como são as coisas...
***
Uma alegria íntima sentia por saber que seria rasgada pelo padre Marcos. Porém, comportei-me como se suas palavras fossem uma navalha dilacerando a minha alma.
De seu olhar me desviei... A cabeça abaixando e segui...
- Essas meninas! – Ele comentou sorrindo.
***
Não via o momento para que pudéssemos estar a sós...
E na minha ansiedade, contei para Eloá que, também se mostrou interessada para ver os atributos do padre e concordei em leva-la comigo.
Como se nada estivesse acontecendo, agíamos... Ninguém poderia desconfiar de nada de mais estaria por acontecer. Absolutamente nada!
Quando não existia mais movimento pelos corredores, ainda aguardamos por um bom tempo. E apenas calçadas por meias para evitar qualquer tipo de barulho, dirigimo-nos para os aposentos do padre.
Não bati na porta, poderíamos chamar a atenção de alguém.
Mas ao abri-la, tivemos uma grata surpresa, ao ver a irmã Goreth sendo enrabada por ele.
Ela não percebeu a nossa intromissão devido a sua posição, porém, o padre notou a nossa presença e, sorrindo não cessou o que fazia.
Eloá e eu retornamos para o nosso dormitório, no entanto, ficamos atentas ao movimento do corredor. Após um tempo, a irmã Goreth deixou o quarto do Padre.
Ao voltarmos ao seu quarto, a porta estava entreaberta.
- Eu tinha a certeza de que as duas ovelhinhas retornariam para serem abatidas! – Ele nos disse secamente.
- Desculpe! Mas não é sempre que temos a oportunidade de ficarmos sozinha com um homem! – Eloá comentou com ingenuidade.
- Eu quero terminar o que a irmã Goreth começou! – Eu o avisei já colocando a mão sobre o seu sexo.
- Já vi que não perde tempo! – Ele comentou.
Eu o coloquei para fora e comecei a chupá-lo. Eloá seguia os meus passos e fazia o mesmo.
Ao notar a sua ereção, fiz com que Eloá se deitasse e o direcionei para a sua buceta. Ao tentar penetrá-la, o padre observou a sua resistência, notando a sua virgindade.
- Hoje é minha noite de sorte! Um cabaço para deflorar! – Ele exclamou com entusiasmo.
Aos poucos foi empurrando o grosso cacete na buceta de Eloá que foi o recebendo com prazer.
O sangue começava a escorrer por seu cacete e, para diminuir um pouco a sua dor, eu chupava o seu clitóris.
E não demorou em que o seu corpo explodisse em um gozo intenso e para não gritar eu a sufoquei com um delicioso beijo.
- Que delícia! Duas putinhas me servindo! – Ele falou baixinho.
Eloá foi deixada um pouco de lado, coloquei-me de quatro para aquela tora de homem. E fiz sinal com o meu cu piscando para que ele o comesse.
O padre Marcos cuspiu em meu rabo e introduzindo o dedão como se marcasse o alvo que seria dilacerado.
Ele com uma só estocada invadiu o meu rabo, pois com a minha atitude percebera que eu não era mais virgem.
Em sua vara rebolava...
A bunda empinava...
De encontro ao seu corpo eu batia...
Os meus cabelos eram puxados...
E pedia a Eloá que viesse por baixo de meu corpo e me chupasse.
Que delícia de foda...
Uma maravilha de ménage à trois.
Foi a minha vez de entrar em ebulição e me perder, ou melhor, encontrar-me entre dois corpos.
O frenesi era tamanho e, mesmo assim aguentei firme a tora do padre garanhão.
Eloá se colocou de frente a mim para que eu pudesse tocá-la e chupá-la... Enquanto, o padre Marcos socava o meu cu e, não suportando mais a pressão de minha boca em seu sexo, Eloá novamente se rendeu ao êxtase.
Os solavancos do padre eram intensos...
O gozo veio fremente e, eu sufoquei os meus sussurros proibidos, com ele enchendo o meu cu de leite.
A cada pulsação de seu corpo dentro de mim eu sentia em minhas paredes anais...
E ofegantes caímos sobre a cama que naquela noite era a sua.
Eloá e eu o chupamos para secar cada resquício de porra que ali ficasse.
Já quanto ao sangue no lençol, naquele momento nada podíamos fazer.
Ao nos vestirmos, apenas trocamos alguns olhares de cumplicidade e, algumas poucas palavras.
- Acho que farei outras visitas a este convento! Fui tão bem tratado! – Ele comentou.
- Nós que agradecemos! – Eloá falou.
- Vamos garota! Antes que nos peguem com a boca na botija! Ou melhor, na batina! – Eu falei.
- Você é bem espertinha para uma noviça! – Ele observou.
- Não estou aqui por vontade própria... Os meus pais que me obrigaram! – Eu lhe expliquei.
- Vamos! – Eu disse a Eloá e deixamos o padre.
***
Na mesa do café da manhã, antes de seguir viagem, o padre Marcos comentou que sofrera um pequeno acidente com uma tesoura no quarto e havia sangrado, mostrando o curativo no dedo.
- Isso explicaria o sangue no lençol! – Eu pensei respirando fundo.
Eloá se encontrava na outra ala do convento, enquanto, a irmã Goreth lhe fazia as honras, como se nada estivesse acontecido... Se ela soubesse que Eloá e eu sabíamos, nem posso imaginar o que mais poderia acontecer.
***
Quanta heresia...
Tanta hipocrisia...
E meus pais achando que eu levaria uma vida diferente da cidade em que vivíamos.
Mesmo aprontando as minhas estripulias, eu foquei nos estudos... Só assim teria uma vida melhor após a minha saída do convento.