domingo, 14 de janeiro de 2018

A virgindade perdendo


Eu era apenas uma garota pacata...

Vivendo uma fase de cada vez...

Estudando... Fazendo novas amizades... Sem pretensões de namorar alguém.

Mas quando surgia a oportunidade de sair... Até de namorar, deixava as coisas fluírem, assim como o rio deságua para o mar.

No entanto, nunca aconteceu entre uma carícia e outra, em ir até o final.

A razão sempre aparecia para me resguardar.

Até...

***

Estava terminando o ensino médio.

Aquele era um final de semana que prometia...

No sábado teria uma festa de aniversário de uma amiga, e então dormiria em sua casa.

Mas só não imaginava no que poderia ocorrer... Que surpresas me reservariam.

Para dar continuidade, eu me chamo Lilla, tenho a pele clara e longos cabelos cacheados, na época com 17 anos.

A minha amiga e eu tínhamos marcado que chegaria mais cedo a sua casa, o que de fato aconteceu.

Até cheguei a ajudar nos últimos retoques.

Os seus familiares começaram a chegar... Assim como um ou outro amigo.

Para começar a animar, resolvemos logo ligar o aparelho de som. Tudo estava acontecendo na maior normalidade. Quando um de seus amigos que até o momento não conhecia, chamou a minha atenção.

Caio e eu começamos à flertar um com o outro e acabamos por nos conhecermos melhor.
Entre nós o que aconteceu foram algumas danças mais ousadas, beijos e algumas carícias a mais. Porém, não passou disso.

Todos os presentes estavam na maior animação, com drinks sendo preparados à vontade.
A paquera também acontecia, afinal era uma comemoração de 18 anos e realizada para o público jovem.

Foi o maior sucesso...  E a aniversariante estava contente, por ter sido da melhor maneira que planejara.

***

A minha amiga se recolheu antes do que eu, já que fiquei um pouco mais na companhia de Caio, no terraço de sua casa.

Quando ele foi embora e me preparava para dormir, foi o que o inesperado se deu.

O ambiente estava silencioso, nem parecia que naquele local acabara de acontecer uma festa.

Um de seus tios que me observara a festa inteira ao lado de Caio, retornou ao local com uma desculpa qualquer.

Como eu era a única que estava acordada, o entendi apenas de roupa de dormir, um short e uma camiseta. Não chegava a ser nem um baby Doll.

Ele era alto, forte e negro... Logo, as feições de rosto mudaram, assim como o ritmo de sua respiração... Ele estava excitado!

- Se vestida já te achei um tesão... Com pouca roupa então... – Ele comentou.

- Bom... Acredito que seja melhor retornar em outro momento... Todos já dormem, ainda mais depois de tanta bebida. – O respondi para que ele se retirasse.

Não sei o que deu em mim, mas a visão daquele homem que aparentava ter seus trinta anos excitou-me!  Ainda mais quando os meus olhos foram atraídos na direção do volume que se formara entre as suas coxas... E ele percebeu o gesto que fiz passando a língua em meus lábios.

Essa foi a deixa para que entrasse e fechasse o portão...

Tão avidamente agarrou os meus cabelos na altura da nuca, metendo a língua em minha boca e me imprensara contra a parede, esfregava o cacete de encontro ao fino tecido que me cobria... Sentia a minha carne molhar... Puta que pariu! O que era aquilo? Caio foi uma ótima companhia para aquela noite, mas não fizera nenhuma cosquinha em minha libido.

Ele sem alguma cerimônia enfiou a mão por dentro do short e depois afastando a calcinha, meteu dois dedos na boceta, foi o que me fez  me entregar de vez...

O que sentia era um misto de ansiedade e reprovação... E o medo de sermos flagrados, porém, ele não fazia a menor menção em cessar o que acabara de começar.

Os seus movimentos dentro de mim, ascendia uma lascívia até então desconhecida... Os quadris rebolava, enquanto ele me fodia com a língua em minha boca...

- Que delícia... – Eu gemia.

Ele não me dizia nada, apenas se concentrava no que realizava.

Eu procurava conter os meus gemidos, mas era inevitável...

Quase que perdendo totalmente a cabeça, ele me libertou de seus dedos e me puxou pela mão, para que subíssemos para o andar de cima da casa, onde ocorrera a festa. Tudo estava do mesmo jeito, com copos de bebidas espalhados pelas mesas. O que sobrou do bolo foi apenas o que se preocuparam em guardar... O restante ficaria para depois.

E, sobre o espaço vago da mesa, ele me apoiou... E apertando os seios e me beijando novamente, ele abaixou o meu short e a calcinha totalmente molhados com as sensações que me provocava e, que, permanecia em meu corpo.

Ao vislumbrar a boceta quase que totalmente depilada, mostrando apenas um resquício de pelugem, a língua que antes estivera em minha boca, naquele momento se alojou entre os meus lábios vaginais, o que me fez reagir e a ficar na ponta dos pés me contorcendo...
O negro metia com fome na boceta rosada... Caralho... Estava enlouquecida. E ele também...

O dedão manipulava o clitóris...

As carnes eu sentia tremer, antecedendo o gozo...

Foi no momento em que mais uma vez parou o que fazia, para então, mostrar-lhe o que tanto almejava: Um cacete grande, grosso e lustroso.

Não sabia que estragos poderia causar, invadindo-me. Mas mesmo assim o desejei.
Ele acabou por me despir de vez e apreciava cada parte do meu corpo até então imaculado, mas nada lhe confessei.

Eu me ofereci, ajoelhando- me, prostrando-me diante de seu pedaço de carne teso... E um pouco sem jeito devido ao seu tamanho, o chupei...

O macho em questão arqueava o corpo, fazendo movimentos de vai e vem, enquanto realizava o primeiro boquete da minha vida.

O sabor dele entre os meus lábios...

A sua quentura me causava tamanho frisson, que ao mesmo tempo em que o chupava também me tocava.

O tio da amiga, direcionou-me para que ficasse de costas, apoiada sobre a mesa e, abrindo as nádegas, lambeu a boceta, deslizando a língua até o meu buraco, e como se percebesse algo, aos poucos foi me invadindo bem devagar com a sua tora em meus lábios virginais... O prazer agora se transformara em dor. Não reclamava, mas ele percebia ao me contrair... O ajudava me tocando... Uma das pernas sobre mesa. E com paciência foi rompendo a barreira que me impedia de chegar ao prazer... Conforme ia aumentando o ritmo de suas estocadas, um filete de sangue escorreu sobre o seu pau...

Não dava mais para voltar atrás, o estrago estava feito... O negão rompera a minha virgindade.

- Além de gostosa... Virgem... – Ele comentou entre os meus gemidos.

Eu apenas olhei para trás, quando me agarrou pelos cabelos e forçou mais o seu corpo de encontro ao meu.

A sua pele suada em contato com a minha, língua invadindo o meu ouvido e mordiscando os glóbulos de minhas orelhas.

Eu seguia em sua cadência com o meu instinto de puta, rebolando para o sentir todo dentro de mim...

Ele ao deslizar a sua enorme mão em minha boceta, o meu corpo estremeceu em uma dança frenética, convulsionado no primeiro gozo da minha vida, enquanto tinha os seus apertados...

Com a respiração ofegante...

Ao se retirar de meu corpo, ele admirou a minha pele clara manchada de vermelho e o cacete molhado de sangue.

Não me dando chance para recuperar do meu estado de êxtase, ele deslizou a língua por minhas costas...

Outra vez abriu as minhas nádegas e concentrou todas as suas carícias em meu pequeno buraco. Ali sentia uma quentura, com seus dedos passeando por meu clitóris...

- Já que comecei... Vou fazer o serviço completo! – Ele comentou.

Fiz certa objeção, mas as sensações que me provocava eram deliciosas e não queria que tudo acabasse de um momento para o outro.

Ele se deitou no chão e me puxou em sua direção, colocando-me de costas encaixada em seu corpo... E tocando uma siririca, começou a desbravar o meu rabo... Até hoje me pergunto, como foi que aguentei tudo aquilo?

De pouquinho em pouquinho ele possuía o meu reto, também o ajudava com os meus movimentos.

Com ele todo dentro, piscava com o cu para que este se acostumasse com a nova vida que teria dali pra frente...

O negão começou a socar o meu rabo agarrado aos meus quadris, enquanto eu me masturbava, misturando os meus fluidos com o sangue que ainda ficara. Assim como os nossos gemidos...

Em um determinado momento, ele me colocou de quatro e rasgou de uma só vez as pregas de meu rabo.

E com a mão por baixo, enfiava os dedos na boceta...

Como era a minha primeira vez, estava me deleitando com os prazeres da carne que ele me apresentava...

Quando novamente gozei com ele atracado em meu rabo, veio de forma intensa, mordendo o seu cacete, quase que o partindo... Mas continuou a meter, podia o sentir ficando cada vez mais rígido, quando as suas veias começaram a se dilatar entre as minhas paredes anais e a jorrar o líquido dos deuses.

Eu me sentia toda inundada por sua porra que começava a sair de meu cu...
Ele puxou o meu cabelo até que saísse o último jato.

E ao me libertar de sua tora, ficou olhando admirado o rombo que havia deixado no meu pequeno orifício rosado...

Para coroar aquele momento, eu segurei o seu cacete e o depositei entre os meus lábios para sentir o meu gosto de fêmea no cio.

Depois de deixá-lo limpinho, vestimos novamente as nossas roupas.

***

O dia já havia amanhecido...

Ao levá-lo ao portão, disse que não era para ir embora sozinha, que mais tarde voltaria para me dar uma carona.

Rapidamente sai correndo para o banheiro, tomei um banho com uma miscelânea de sensações em meu corpo.

Ao me deitar, lembrei de um detalhe: O tesão foi tanto que nem perguntei como se chamava. Apenas sorri e tentei adormecer.

Quando acordei, a minha amiga estava em sua cama, abrindo os presentes que havia ganhado.

***

- Bom dia! – Eu lhe falei.

- Bom dia! – Ela respondeu. – Mas que sorriso é esse? – Viu o passarinho do Caio? – Ela continuou brincando.

- Que nada! Eu conheci foi uma anaconda! – Eu respondi continuando a brincadeira.

Rapidamente ela largou todos aqueles pacotes de lado e veio se ajeitar na cama em que dormia. E lhe contei o que havia acontecido.

- Esse meu tio, não tem jeito...

***

Eu estava dolorida pelo o que ocorrera naquela madrugada. Mas mesmo assim, ajudei na arrumação...

Naquele espaço que deixará a sua marca para sempre em minha vida.

Um pouco depois do almoço, finalmente, Gleison deu o ar da graça.

O que aconteceu ficou entre nós três e, para disfarçar ao cumprimentá-lo, fui me arrumar para ir embora.

Ele ficou me observando, e saiu primeiro do que eu.

Quando me dirigia para o ponto de ônibus, ele me alcançou e entrei no seu carro. Mas ao invés, de me levar para a minha casa, ele me levou para a sua que ficava a alguns minutos de onde nós encontrávamos.

E foi mais uma sessão de orgia até a noite, quando finalmente me deixou em casa, com todos os meus buraquinhos ardendo.

O próximo fim de semana prometia!

Até lá já estaria recuperada...



domingo, 7 de janeiro de 2018

Quando o tesão se dá


Toda mulher tem seu sonho sexual de consumo...
Um fetiche...
Uma realização...
Às vezes, conhece alguém...
De repente, ou quase, sem querer mexe com você de forma inesperada...
E, do nada se pega imaginando como poderia estar na companhia daquela pessoa, realizando mil e uma peripécias sexuais, ainda mais alguém que tem a imaginação fértil como a minha.
***
Quando o encontrava por acaso e tinha a oportunidade de falar ou até mesmo conversar, tentava não demonstrar e deixar evidente o frisson que me provocava. Por vezes, tinha a nítida impressão que ele percebia e parecia até se divertir com aquela situação.
Um clima de conquista pairava no ar.
O que acontecia era tão louco que, nem ao menos sabia o seu nome.
Não compreendia, mas tinha a nítida sensação de que já o conhecia.
***
Até que um dia, quando me encontrava sozinha, o inesperado aconteceu...
Olhando-me de maneira mais sensual, com aqueles olhos negros, podia enxergar todo o tesão neles contidos.
O meu corpo já o convidava para me invadir... Para recebê-lo todo fincado em meus orifícios.
Maurício...
Enfim, descobri o seu nome!
Não podíamos ir mais além do que as reações em nossos corpos... Ainda mais sob a expectativa de chegar alguém a qualquer instante.
Algo a mais estava prometido.
Sentia os meus fluídos a escorrer e a molhar o fino tecido de minha calcinha...
Ele sabia exatamente que mexia com a minha libido...
As respirações ofegantes denunciavam o desejo... Assim como as expressões de duplo sentido... As pupilas dilatadas... Batimentos cardíacos acelerados. Já sofríamos de abstinência um do outro.
Até que então, surgiu a surpresa de seu convite, para que qualquer dia desses pudesse encontrá-lo em sua residência.
Um convite dessa forma demonstrava que, era livre e desimpedido.
Para aquela tarde o que ficou foi apenas uma promessa e os números de nossos contatos trocados.
Mal havia acabado de me deixar totalmente acesa, tentando me conter, quando o celular começara a receber notificações de mensagens.
Ao verificar, constei que era ele me tentando mais e mais...
- Jussara?
- Sim!
- Que bom que aceitou o meu convite...
- E tem como não resistir?
- Não sei... Só você poderá me responder...
- Não tem como não!
- Delícia...
- Bom... Preciso me desconectar.
- Tudo bem. Mais tarde nos falamos.
Ao respirar profundo, tentava não pensar no que tivera acabado de ocorrer. Mas era impossível. As palavras de Maurício, assim como a sua voz que refletia o tesão em seu corpo, ecoavam por minha mente. E para me concentrar no trabalho foi difícil.
A sua imagem não saia de meus pensamentos...
A sua pele clara, os seus cabelos pretos como a noite a lhe cair levemente pelos ombros... Foi atiçando ainda mais a minha vontade e o meu tesão.
Não via a hora de estar sozinha e em casa.
E quando isso ocorreu...
Não resisti...
Os meus dedos começaram a percorrer o meu corpo, a se alojarem entre os meus lábios vaginais e deslizando em meu rabinho pequeno e rosado.
De olhos fechados...
Uníssonos sussurros...
Maurício passeava pelo meu corpo.
Em meus devaneios com ele, acendia-me cada vez mais.
Sobre a minha cama, de quatro, três dedos adentravam e saíam sinuosamente, imaginando os seus movimentos quando estivesse dentro de mim.
Eu entrava em um transe profundo e desconexo... Criando uma fantasia que era própria... E com Maurício presente.
Não estabeleci regras e nem condutas... Deixei-me levar pelo frisson que causara em meu corpo...
E me permiti um gozo fremente e profundo... Ainda com os olhos fechados, desejando a sua presença.
Ao me jogar na cama, sorri e disse a mim mesma que não demoraria a acontecer.

***
Durante a semana, Mauricio não mais apareceu, mas durante a noite nos falávamos pelo whatsaap.
Na noite de sexta-feira, comentou que estaria livre a partir da tarde do dia seguinte, e que não estava com a mínima vontade de sair com os amigos, explicando que preferia algo mais íntimo e de preferência comigo.
- Como resistir a este convite?
No mesmo instante, respondi que ficaria lisonjeada por conhecer o seu espaço tão particular.
Não via o momento de nos encontrarmos, no local em que havíamos combinado.
***
No dia, arrumei-me toda para ele, pois lhe queria causar uma boa impressão.
Um retoque a mais no cabelo, as unhas pintadas de vermelho para realçar com a minha pele branca, camiseta de alcinha preta, bermuda jeans e uma sandália rasteirinha.
Maurício não quis que eu fosse direto para a sua casa, e marcamos em uma praça que ficava próxima. Ao chegar, ele já me aguardava.
O nosso primeiro contato foi mais contido, porém, a boceta já dava os seus sinais. E parece que sentiu o meu cheiro de fêmea, ao demonstrar pelo seu sorriso.
E então, Maurício me levou para a sua casa, no curto caminho, ao conversarmos banalidades, mesmo assim, demonstrávamos tesão um pelo outro.
Ao chegarmos, pude constatar que o ambiente era bem organizado, por se tratar de um jovem homem solteiro...
Confesso que a minha expectativa era tamanha e como um flash Black relembrava alguns momentos com ele, antes de chegarmos até ali, principalmente na noite em que não me contive e me toquei em sua intenção.
Ele mesmo parecendo despercebido, olhava-me atentamente e notava as feições em meu rosto. E para que ficasse mais à vontade nos serviu de um delicioso vinho, disposto em taças.  O que fez com que a tensão que restava logo se dissipasse. E conhecendo o meu gosto musical, perguntou o que seria bom para ambientar o nosso encontro e eu sugeri vídeos do Iced Earth, o que prontamente fez tocar na nossa play list.
Nada mais poderia ser melhor, do que degustar um bom vinho, ouvindo uma música de boa qualidade ao lado de Maurício. Só faltava um ingrediente a mais para coroar a nossa noite e eu tratei logo em oferecer.
Eu o olhava fixamente, como se o despisse com o olhar. Maurício compreendeu o que exatamente queria fazer e eu passando a língua em meus lábios se aproximou, abaixando as alças da minha blusa, depois retirando o sutiã tomara que caia, deixando os seios a mostra, ele derramou uma gota de vinho e o lambeu. O que me provocou um arrepio.
No mesmo instante, as nossas línguas se encontraram e todo o tesão represado, deixou-se desaguar... Parecíamos dois maníacos sexuais... E em instantes estávamos nus em meio a sua sala.
Eram mãos para tudo quanto era lado, percorrendo cada centímetro de nossos corpos, buscando o reconhecimento.
E feito um peralta, Maurício me pegou pela mão e me levou até ao quarto... Sobre a cama nos despojamos, e enfiando o rosto entre as minhas pernas, com a ponta da língua tocou a centro da boceta, arrancando-me um gemido sentido com o frêmito de minha alma.
Ele me fazia rebolar com as suas carícias... Os meus quadris remexiam, com ele agarrado em minhas nádegas, conforme a sua dança em meu sexo quente, molhado e úmido.
A luxúria nos enlouquecia... Quanto tempo nós esperamos por aquele momento? O que mais queríamos era aproveitar! E foi o que fizemos!
As carícias de Maurício estavam tentadoras ao ponto de me fazer gozar, mas queria aproveitar mais das sensações que despertava em meu corpo.
Também sentia a mesma sintonia de sua parte... E isso provocava ainda mais a lascívia de nossos atos.
Eu me contorcia quase gozando, talvez ele percebendo, levantou-se e me ofereceu o cacete semi ereto... O meu sonho de consumo agora estava entre os meus lábios: Grande, grosso e delicioso!
Eu o degustava como se fora o último manjar a mim oferecido... O provocava com a língua em sua glande: O mordiscava... O chupava... O lambia... O massageava... Literalmente o levava à loucura. E este era o objetivo.
Não demorou para que me colocasse de quatro e novamente percorresse os meus orifícios com a língua, deixando mais e mais molhada... O membro teso esfregando pela boceta, como se fizesse adivinhar em qual buraco enfiaria primeiro.
As mãos percorrendo em minhas costas, ele juntou os meus cabelos formando um rabo de cavalo, desferindo golpes em minhas coxas e minha bunda Intercalando os seus tapas...
Que tesão do caralho!
E como não resistir?
Com Mauricio era totalmente impossível.
Eu me entregava a todo segundo aos devaneios que me provocava.
Com um só golpe, deu-me o que tanto desejava desde que o tinha conhecido, invadiu a boceta, alojando-se todinho dentro de mim.
As suas arremetidas eram constantes, e eram ditados pelo ritmo com o qual ele me puxava os cabelos.
Os meus sussurros, gritos e gemidos ecoavam pelo seu quarto...
O vinho ainda passeava por minhas veias...
E toda essa miscelânea aumentava mais o tesão em nossas peles.
A bunda empinava e arregaçava uma das nádegas dando o aval para que também invadisse o meu rabo. Que a princípio foi rasgado por seu dedão, o que fez alimentar mais o grau de minha libido.
Mauricio usufruía de tudo com a mesma insanidade.
E mergulhados em nosso transe, aos gritos e xingando, gozei feito uma verdadeira puta, enquanto, Maurício se mantinha firme. E vendo o meu cu piscando para o seu lado, não se fez de rogado, deslizando a cabeça de seu cacete, aproveitando de minha lubrificação natural, aos poucos foi o invadindo... Comigo rebolando, bem receptiva... Rasgando as minhas pregas!
Eu sentia o seu membro deslizando... Cada centímetro me dilacerando... Ele forçando a minha cabeça para baixo, como se a espremesse de encontro ao colchão, enquanto empinava ainda mais a bunda para ele...
E não imagina o tesão que aquela posição me provocava... Mauricio continuava a me estocar... Nem parecia que havia acabado de gozar e que homem era aquele? E eu estava adorando tu-di-nho o que ele me oferecia.
O meu coração parecia que ia sair pela boca, quando sem liberar o meu rabo, deitou-nos de lado, e continuou a me estocar... O cu sentia arder, mas ele não estava nem ai. Aos poucos, aquele incômodo foi passando, pois também me tocava... O prazer novamente reinando em todas as dimensões.
Ele me puxou para cima de si, e eu o fodia com o rabo...
Subia e descia fincada em sua pica grande, grossa e deliciosa...
Eu gemia cada vez mais alto, para que pudesse demonstrar todo o meu prazer e compartilhando com ele todos os meus buracos!
E, ao me tocar ao mesmo tempo em que arremetia de encontro ao meu rabo, foi como se recebesse uma descarga elétrica em meu corpo, o que fez gozar outra vez, os meus buraquinhos se convulsionando em gozos múltiplos.
A música do Iced Earth continuava a tocar e a inebriar toda a aura de luxúria, a vibração do som enaltecia os nossos movimentos... No compasso das arremetidas de Mauricio em meu rabo, que me fez gozar ainda mais... Até que não aguentando a pressão de meu cu mordendo o cacete, outra vez Mauricio gozou enchendo todo o meu copo com seu leite, para o meu delírio.
Os nossos corpos estavam impregnados de sexo, álcool e rock n’ roll.
O resultado era notório. O meu corpo manchado com nuances vermelha, o suor espalhado por nossas peles... Cabelos desgrenhados. E o principal: Sorrisos em nossos rostos.
Quando o frenesi de nossa primeira transa se acalmou, Mauricio me convidou para tomarmos uma ducha... O que serviu como aperitivo para a segunda... A terceira...
O restante da noite... A madrugada... Foi regado com um bom vinho, metal e muito sexo.
E na manhã de domingo, acordei nos braços de Maurício. E adivinhe qual foi o nosso café da manhã?
Deixo a imaginação de vocês fluírem...

Nada melhor do que um (re)encontro, com o melhor que a vida pode nos oferecer: Tesão!

Pegue-me... Empurre





É um envolvimento louco, esse nosso tesão,
Quando os corpos se encontram, a explosão.
Desejos incendeiam, em qualquer lugar, ardentes,
Centelhas luminosas, cada vez mais latentes.

O teu fogo é a minha brincadeira predileta,
A língua que passeia, por entre os lábios.
Alimentando a caieira de ofegantes cios,
No descompasso que me deixa em alerta.

Pegue-me...  Empurre...
Adoro a tua lascívia,
A pele arrepia.
Pegue-me... Empurre...
A luxúria contagia,
A fome sacia.

Pegue-me...  Empurre...
Quero gemer,
Desfrutar do prazer.
Pegue-me...  Empurre...
Aos teus caprichos conceder.
O doce pecado cometer.

O vai e vem, em ritmo cadenciado, a perversão,
Provoca de modo natural a libido, persuasão.
No sexo contigo, não há nada de proibido,
A insaciável gula da carne, bem mais divertido.

Pela correnteza do teu rio bravo navego,
Ao teu êxtase com louvor eu me entrego.
Aos apelos de minha alma concedidos,
Os rubores na face, nada comedidos.

Pegue-me...  Empurre...
Adoro a tua lascívia,
A pele arrepia.
Pegue-me... Empurre...
A luxúria contagia,
A fome sacia.

Pegue-me...  Empurre...
Quero gemer,
Desfrutar do prazer.
Pegue-me...  Empurre...
Aos teus caprichos conceder.
O doce pecado cometer.

A cavalgar encaixada sobre o teu colo,
Faço-te mais ereto, latente... Teso.
A essência embriagando, fortalecendo o elo.

O clímax que contagia em sensação contagiante,
Sou toda sua... A mulher... A prostituta... A amante...
Realizando todas as nossas fantasias, mais vadias,
Isso é o que desejo para todos os meus dias.


Pegue-me...  Empurre...
Adoro a tua lascívia,
A pele arrepia.
Pegue-me... Empurre...
A luxúria contagia,
A fome sacia.

Pegue-me...  Empurre...
Quero gemer,
Desfrutar do prazer.
Pegue-me...  Empurre...
Aos teus caprichos conceder.
O doce pecado cometer.