domingo, 27 de novembro de 2016

Tesão multiplicado


Há pouco tempo havia saído de casa... E me mudara para uma quitinete para assim ter uma maior privacidade... Um cantinho só meu, para arrumar e cuidar do um jeitinho.
A minha rotina seguia sem muitos percalços.
Por mais que tivesse a necessidade em ter que cuidar do meu pequeno espaço sozinha, confesso que sobrava tempo para degustar dos prazeres que antes me estressava por fazê-las.
***
Certa noite chegando do trabalho, quando fui tomar banho, eu notei que havia um problema no chuveiro e precisei fechar o registro.
Ao comunicar a senhoria do problema, ela prontamente me ofereceu o seu banheiro para que pudesse usá-lo. Já que naquele horário da noite, seria impossível providenciar alguém para que fizesse o tal conserto.
***
Não sei se foi por descuido, ou por falta de atenção mesmo, como só estávamos nós duas na casa, não me preocupei em trancar a porta.
De banho tomado, quando fui me vestir, de repente, a porta se abriu...
Para minha surpresa, acredito que era um dos filhos dela.
Eu não sabia se me cobria, ou se pedia desculpas pelo incomodo.
- Nossa! Que boceta rosada! – Ele me dizia.
- Com licença! Quer fazer o favor de deixar eu me vestir? – Eu o indaguei perdendo a vergonha.
Porém, os meus olhos se direcionaram para o volume que se formara por baixo de sua calça jeans.
- O que está acontecendo aqui? – Foi à vez de uma mulher perguntar surgindo atrás dele.
Após a confusão ser desfeita, finalmente consegui me recompor e deixar a casa, agradecendo a dona pela gentileza.
Porém, o homem estava transtornado de tesão, que nem ao menos disfarçava.
A sua mulher o mandava calar a boca, enquanto ele fazia perguntas à sua mãe, querendo saber quem eu era.
***
Em meu quarto, novamente me troquei vestindo um baby doll, por esta noite bastava... Então de bruços sobre a cama me agarrei na leitura... Nada como um bom livro para esquecer todo aquele equívoco e a falta de água.
Mas eu não conseguia me concentrar, pois o que vinha em minha mente eram as recentes lembranças do episódio que acabara de acontecer.
Eu não o conhecia, apenas sabia que ela tinha dois filhos. Mas nunca imaginei que pudera chegar assim de uma hora para outra.
E no meio daquela confusão, ele me atraiu, com sua pele morena... Cabelos escuros... Uma altura significante... Eu sou baixinha... E o seu volume? Puta que pariu!
Neste momento, senti a boceta ficando molhada...
- Que hora errada para sentir tesão!- Exclamei.
O livro coloquei de lado... E escancarando as pernas, comecei a me tocar...
E aos poucos me entregava aos devaneios de minha lascívia.
***
Para a minha surpresa, ouvi alguém mexer na fechadura, e ao olhar era o filho da mulher. E ao abrir a porta...
- O que você está fazendo aqui? – Eu quis saber.
- Não faça de desentendida...  Você me deixou cheio de tesão... E percebi que você também... – Ele me explicou.
Ao me falar, confesso que fiquei desarmada... E ao entrar não se preocupou em trancar a porta. Como não tinha aonde sentar, eu me joguei na cama e ele se sentou na beirada... Ao sentir o cheiro que exalava de meu corpo, cercando-me de todos os lados, quando mais dois vizinhos também entraram...
- Agora é festa? – Eu perguntei.
- A esposa do nosso amigo ficou uma fera e foi embora sozinha... – Um deles respondeu.
Como ele estava mais próximo á mim, começou a passar as mãos em meu corpo seminu...
A pele branca foi tomando um tom avermelhado. E eu me coloquei de costas para ele, enquanto os outros só olhavam...
As suas mãos alcançaram a boceta que se derramava...
Nunca imaginei viver esta cena: Um homem me tocando com outros dois observando os nossos movimentos como uma dança erótica revestida de prazer.
E ao perceber que me entregava... A boceta molhada... Com agilidade me puxou para que ficasse de joelhos no chão me apoiando sobre a cama e libertou o cacete de sua calça e de uma só vez fincou no sexo inflamado.
As suas estocadas eram firmes e precisas, jamais pensei ser currada assim... No fundo todas as mulheres fantasiam, mas nem todas expressam este desejo ou o realizam.
Os dois rapazes se envolveram em nossa volúpia... Eles procuravam me tocar ainda que timidamente... Mas aos poucos foram se soltando e colocando os membros tesos para fora... Até que se fizeram despidos. Um deles o atolou em minha boca para chupá-lo, enquanto o outro se masturbava.
- Caralho! Uma orgia acontecia em meu quarto... Quem é que estava preocupado com alguma coisa? – Eu me indagava.
O que se masturbava se deitou sobre a minha cama e me chamou para deitar de costas sobre ele que cuspindo em seus dedos, untou o meu cu e, aos poucos foi invadindo o meu pequeno orifício... E o que já me castigava com o seu cacete, caiu de boca em minha boceta, o que me proporcionava um prazer duplo. Este quando viu que me acostumara com o cacete enfiado em meu rabo, tratou logo em se colocar por cima de mim e a enterrar novamente o pau rígido no buraco que estava disponível.
O outro que estava a ver navios se colocou em minha boca.
Eu tinha três homens à minha disposição. E, por causa do problema do chuveiro...
E conforme o filho da senhoria investia o seu corpo de encontro ao meu, o meu cu engolia a vara do outro até o talo... Eles me faziam o recheio do sanduíche... A pressão era tamanha que este gozou inundando a boceta com a sua porra. Essa sensação com o pau em meu rabo, fez com que eu também gozasse exercendo pressão no outro cacete, mordendo-o com as pulsações de meus orifícios.
Os meus gemidos foram abafados pelo membro teso do terceiro que se encontrava alojado em minha boca, enquanto o meu corpo se convulsionava.
O filho da senhoria retirou o pau melado de mim, quando o que estava entre os meus lábios tomou o seu lugar... A boceta ainda sensível pelo gozo recente, dava pequenos choques...
Os meus quadris rebolava para amenizar aquela sensação e, o que estava por baixo também me estocava no ritmo do outro, enquanto novamente tive a garganta preenchida pelo macho que provocara toda aquela situação.
Ele se mostrava mais entregue ao que fazia...
Os meus cabelos puxando...
Xingando-me...
Com a rola batendo em meu rosto...
Ele sim era o macho de verdade no meio daquele trio.
Os dois que naquele momento realizavam comigo uma dupla penetração, não se mostravam muito práticos no que faziam.
E os instigava para que melhorassem as suas performances sexuais. Até o que estava atolado em meu rabo, mordendo o seu pau com minhas paredes anais, fiz com que ele exsudasse o meu buraquinho com o seu leite. E o outro também gozou logo em seguida, dando-me um banho de leite.
Joguei-me sobre a cama, quando o que estava em minha frente se afastou...
- Agora eu vou mostrar para vocês, como é que se enraba uma mulher! – O filho da senhoria avisou.
Ele desferindo uma tapa em minha bunda que ardeu, fez com que eu ficasse de quatro no chão... E abrindo as minhas nádegas, afundou a língua na boceta e deslizando sobre o cu que ainda se mostrava aberto, não se importando com o resquício de gozo que ali se fazia presente. Os dedos intercalavam entre os meus dois buracos inferiores... E ao montar sobre o meu corpo, puxando os meus cabelos e desferindo tapas, ele me xingava de tudo quanto era nome... Os dois homens continuavam ali assistindo a sua aula de como comer o cu de uma mulher.
De bunda empinada, eu chupava o meu punho para não gritar... E quando olhava para os homens eles se masturbavam... Acredito que aquilo também era novidade para os dois.
O homem que me enrabava, estava cada vez mais enlouquecido...
E quando percebera que em instantes que gozaria, fez com que eu me ajoelhasse e os três se colocaram em minha volta, oferecendo os cacetes para que eu os chupasse...
E quando ele foi o primeiro a gozar, depositando o seu leite em minha boca... E os outros dois o fizeram em seguida, me dando um banho de leite.
Os dois rapazes logo se recompuseram e saíram nos deixando sozinhos.
- Viu o que você ganhou por ser uma menina malvada? – Ele me perguntou, abrindo a geladeira para pegar uma cerveja.
- Acredito que o seu tiro saiu pela culatra. Isso não é um castigo e sim uma premiação! – Eu o respondi.
- Já vi que quer mais... – Ele sorriu tomando um gole grande da bebida.
- Não é todo dia que se encontra um macho de verdade e cheio de atitude! – Exclamei.
- Já que a maluca da minha mulher me deixou aqui em boa companhia... Eu vou mais é aproveitar. – Ele me avisou com um sorriso cinco nos lábios.
Como era um pouco tarde para ir a outra casa para tomar um banho, arrumou as ferramentas emprestadas com outro vizinho e ele mesmo consertou o chuveiro para o nosso conforto...
A nossa madrugada foi recheada de muita luxúria...
E quanto à esposa dele?
Gente...
Cacete não se desgasta... Lavou ta novo!
E quem é que quis saber de trabalho?
Logo pela manhã, liguei para o meu chefe e lhe disse que estava indisposta e que procuraria um médico... Ele caiu feito um patinho.
Na verdade, estava doente para dar todos os meus buraquinhos para o filho da senhoria...
Não custa nada partilhar!
As melhores coisas são assim...
Acontecem sem ao menos esperar...
Tesão multiplicado...
É tesão compartilhado!


Ana Carolina - Libido

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Coluna Sussurros nada proibidos/ Fantasias sexuais


Novo texto no blog do meu amigo Luis Moura.

É só copiar o link.

http://oceanonoturnodeletras.blogspot.com.br/2016/11/sussurros-nada-proibidos.html

Grata

domingo, 13 de novembro de 2016

Entrevista Fabby Lima - Oceano Noturno de Letras


Venho deixar aqui, para todos que acompanham o meu Blog a fazerem uma visita no Blog Oceano Noturno de Letras, do meu amigo Luis Moura, para curtir juntamente conosco um pedacinho do seu espaço. No qual eu respondo a algumas perguntas. Assim vocês conhecerão mais um pouquinho dessa escritora. 

Muito obrigada. Segue o Link...


http://oceanonoturnodeletras.blogspot.com.br/2016/11/talk-letras_13.html

sábado, 12 de novembro de 2016

Hotel Classic


Há algum tempo nos conhecemos...
Há algum tempo nos relacionamos...
Mas de alguns meses para cá, resolvemos fazer um tour pelos motéis e hotéis da região.
***
E a nossa andança ganhou mais um capítulo: o Hotel Classic.
Não sei por qual motivo este foi diferente.
O atendimento de praxe na entrada...
Ao enveredarmos pelo elevador, pelos corredores, o meu olhar percorria cada cantinho daquele lugar.
O ambiente super aconchegante...
A vontade que eu tinha era me jogar naquele antro de luxúria... E foi o que fiz.
Não esperei sequer um minuto, já dentro de nossa suíte para me livrar das roupas... E ele me seguiu.
No quarto havia um cavalinho erótico... O posicionei para que ficasse de frente para a cama e me deitei de acordo com que a parte inferior de meu corpo ficasse no lugar mais alto do objeto.
Eu abria bem as pernas e me tocava...
A pele quente, molhada e macia...
O seu olhar era senão de desejo.
De bandeja me colocava a seu bel prazer.
Com ele ainda afastado de mim, o incitava:
- Olha como ela está...
De posse de um brinquedinho que eu levara, introduzia-o na boceta e depois em meu rabo.
E ele assistia fixamente!
Eu me esfregava... Os meus lábios vaginais se abriam...
As suas mãos vieram em cheio me tocar...
A sensação era única...
E segundo a segundo a carne ficava cada vez mais molhada.
A língua deslizava pelo fruto oferecido...
Quanto tesão aquele lugar me despertara.
A essência do sexo inebriado por todos os cantos...
Os meus quadris se moviam na dança frenética de sua língua e a boceta se inflamava ao seu toque.
A loucura era tamanha e eu lhe pedi uma cerveja que, prontamente foi buscá-la.
- Quero cerveja com linguadas! – Eu lhe falei.
O álcool foi se apossando de meu corpo...
- O dedo... Enfia a porra desse dedo no meu cu... – Eu lhe pedia.
Nós dois continuávamos em nossos delírios.
Agora sou eu quem vai fode-la! – Ele me avisou.
O cacete invadiu a boceta e o brinquedinho introduzia em meu cu!
Que sensação maravilhosa!
A minha euforia era tamanha em nossos minutos de brincadeiras e descontração.
***
Ele foi ao banheiro se levar, enquanto eu degustava a bebida de todas as formas...
Entre um gole e outro, esfregava o copo gelado na boceta que me causava uma sensação de prazer...
Ao retornar ele viu o que fazia...
- Vem tomar comigo... – Eu lhe fiz o convite.
Porém, entornei um pouco na boceta e o fiz tomar ali.
O frio e o quente em seu contraste... Que delícia!
Quando tornei a esfregar o copo babado na boceta e ele em seguida me possuiu...
- Ai que delícia! – Ele me dizia.
- Nossa! Que tesão do caralho! – Eu lhe dizia com a voz firme.
A cerveja que ainda ficara virei o copo e tomei toda de uma vez!
E eu ali, na posição de frango assado, ele arremetia o seu corpo de encontro ao meu...
- Eu quero mais! – Eu gritava.
- O que você quer? – Ele me indagava.
- Come o meu cu! Quero gozar pelo cu! – Eu lhe dizia.
Ele untou os seus dedos na boceta e os introduziu no meu rabo... Em seguida invadiu o meu traseiro!
- Porra! Fode o meu cu! – Eu lhe pedia.
Quando ele me colocou de quatro, e me penetrou de uma só vez no buraco de trás...
- Caralho! Fode com força! Quero com força... Isso... Vai... Quero gozar pelo cu! – Eu frisava o meu pedido.
E ele enlouquecido com a minha loucura, fazia exatamente o que eu lhe pedia...
Ao mesmo tempo me tocava... E ia ficando cada vez mais ensandecida...
Eu o xingava... Naquele momento era o álcool e a excitação que comandavam o meu corpo... O resto que se fodesse!
E naquele frenesi... Na entrega total sem amarras e sem pudor... Deixei-me levar pela luxúria que fazia culto em nossos corpos e o gozo veio de forma avassaladora.
- Caralho... Fode o meu cu! – Eu lhe disse aos gritos gozando.
Mas como havia dito antes: - Quero mais!
- Fode o meu cu! Quero leite nessa porra! Goza no meu cu filho da puta! – Eu lhe pedia.
- É isso mesmo que você quer? – Ele me incitava.
- O meu copinho está vazio... Quero que você o encha! – Eu lhe pedia rebolando os quadris.
Ele que já o conhecia bem, não se fez de rogado e preencheu cada prega de meu rabo com o seu leite...
O senti latejar, ali depositando a sua última gota...
***
A bebida ainda fazia morada em minha mente... E eu me joguei por entre os lençóis...
Depois de nosso momento de loucura, o corpo pedia um banho e foi o que fizemos...
De volta à cama, assistíamos a um vídeo erótico e conversamos. E também resolvemos almoçar por ali mesmo!
Para quê a pressa? A única era de ficarmos mais tempo possível naquele pedacinho de sossego.
***
O canal de filmes eróticos atiçava a nossa imaginação...
Sobre fantasias sexuais comentávamos.
Ele conhece o meu ponto fraco...
Sabe percorrer as minhas trilhas, quando me acendeu outra vez com a sua língua...
Eu o fiz que se deitasse e, encaixei a boceta em sua boca... A ponta da língua deslizava entre os meus lábios vaginais e o clitóris atingia em cheio... E seus dedos eram introduzidos em meu cu...
O meu corpo sinuoso visualizava através do espelho... Que cena!
Eu me jogava para cima dele... Rebolando... Em sua língua dançando...
Às vezes, quase o deixava sem ar...
Quando eu o fiz provar de meu néctar...
Gozei em sua boca!
E rapidamente percorri o seu corpo e me encaixei em seu cacete, fazendo um movimento lento... Mas aos poucos acelerando...
Pois eu tinha a necessidade de me alimentar com a lascívia de seu orgasmo...
Os meus cabelos ainda úmidos batiam de encontro ao meu corpo e ele os puxava, dando um ar mais selvagem ao nosso momento de transgressão.
Ele acariciava os meus seios e eu já os apertava de tanto tesão...
Também me tocava...
Era tudo muito louco e pervertido...
E com ele me tocando, outra vez eu me expandi em um gozo sentido e quente...
Quase ao mesmo tempo, ele se rendeu ao meu corpo e alimentou a minha alma se deixando levar pela luxúria...
Tudo o que vivenciamos entre aquelas paredes, era o que precisávamos... Um lugar diferente... Uma nova ambiência...
E sobre os lençóis ficamos...
As respirações ofegantes...
Batimentos cardíacos acelerados...
Várias loucuras, aventuras e fantasias sendo colocadas em palavras...
Quem sabe se algum dia nós as realizaremos?
Ao deixarmos o local, agora caminhando para a saída...
O que restou foi apenas um gostinho de quero mais!


domingo, 30 de outubro de 2016

O Coroa do Facebook


Olá!
O meu nome é Carla, tenho 20 anos de idade.
E por ser muito tímida, somente há alguns meses resolvi criar uma conta no facebook mesmo usando a internet para estudar.
As amigas também me cobravam, chamando a minha atenção. E por tamanha insistência, criei uma conta na famosa rede social.
Assim, fui adicionando os amigos do antigo colégio, os da faculdade, os familiares e os amigos mais próximos... E também aquelas pessoas que possuíam interesses em comum.
***
Certa vez abri o meu perfil quando cheguei da faculdade.
E ao verificar o meu feed de notícias, apareceram as sugestões de pessoas que talvez você conheça, ali fui clicando e quem sabe não surgiria uma pessoa conhecida?
Até que apareceu uma foto que me chamara à atenção. Óbvio que não citarei o seu verdadeiro nome, o chamarei de O Coroa do Facebook.
De imediato cliquei em cima de sua foto para visualizar o perfil e obter o máximo de informações possíveis.
- Bingo! – Eu gritei.
Só pelo simples fato dele morar na mesma cidade que eu.
As fotos em lugares que são famosos cartões postais da cidade e muito badalados por sinal.
O que mais me excitava eram os seus cabelos grisalhos, ainda mais curtindo o bom e velho rock n’ roll... O que mais poderia desejar?
De supetão eu lhe enviei o convite para que pudesse me adicionar como amiga.
***
Na manhã seguinte, antes de sair para mais um dia de aulas na faculdade, verifiquei o meu perfil na rede social. Para a minha grata surpresa ele havia aceitado o meu convite e postado uma mensagem de boas vindas que logo lhe retribui.
Durante a semana, seguiram-se mensagens no bate-papo, mas sem nos encontrarmos on line. O que se deu somente no fim de semana.
Ao conversarmos apesar da diferença de idade, tínhamos várias afinidades como o gosto pelo mesmo musical, tipo de comida e amor pelo mar.
Algum tempo se passou e a nossa ligação foi ficando cada vez mais sólida, embora que virtual e ele não demonstrando o interesse em ultrapassar a linha demarcada pela amizade.
***
Até que um dia ele me convidou para nos encontrarmos na praia para conversarmos e beber uma água de coco.
No início, não acreditei no convite e lhe perguntei se ele realmente me encontraria.
Ele afirmou.
Então, encontraríamos em uma praia muito badalada.
***
Para evitarmos qualquer contratempo, trocamos os números de nossos telefones... E confirmamos o posto no qual nos encontraríamos.
Não estava acreditando que finalmente o conheceria pessoalmente com O Coroa do Facebook. Se comentasse com alguém, acho que me chamaria de louca!
***
Com tamanha ansiedade acessei o site da previsão do tempo para ver como estaria o dia naquela data... E o clima não poderia ser melhor possível. E era de muito calor.
***
No domingo seguinte, não continha a euforia.
Para contornar as minhas formas, escolhi um biquíni vermelho para contrastar com a minha pele clara sem ser vulgar, é claro!
***
Ao chegar à praia, realmente o dia estava perfeito. E ao me aproximar do posto seis, o qual havia marcado, o celular tocou e, ao atender era ele, avisando-me que havia chegado.
- Tudo bem!  Já estou lhe vendo! – Eu lhe expliquei.
Ele trajava uma bermuda tactel com motivos havaianos, óculos escuros acima da cabeça e chinelos.
Eu caminhava em sua direção com um short de lycra lilás, uma camiseta branca com estampa de borboleta, sandálias e uma bolsa ao lado.
Como ainda nos falávamos pelo celular, ele notou quem eu seria ainda mais pela descrição da roupa e de meu cabelo loiro.
- Oi! – Eu o cumprimentei.
- Olá minha querida! Tudo bem com você? – Ele me perguntou analisando o meu corpo dos pés à cabeça.
E com uma conversa cordial, ele me levou para um local aonde seria melhor para ficarmos e desfrutarmos daquele dia lindo que só estava começando para nós dois.
***
Queridos leitores, confesso que também dei uma bela conferida naquele homem.
Não custava nada constatar o que eu já havia notado em seu perfil no facebook.
***
No início nos sentamos em um quiosque para nos refrescar com uma deliciosa água de coco.
Como mencionei, o dia estava incrível e a praia estava relativamente cheia.
Uma coisa era conversarmos pelas redes sociais. Neste momento estávamos frente a frente... Eu podia ler nas entrelinhas de suas expressões corporais e seus olhares como ele também a mim.
Quando resolvemos dar um mergulho, sugerido por ele...
Como já era conhecido no local, pediu para alguém vigiasse os nossos pertences.
E, no mar entre uma brincadeira e outra, aconteceu um clima mais quente... O que deixou algo no ar.
Mas agíamos como se nada houvesse ocorrido.
Ao voltarmos para a areia, acomodamo-nos nas cadeiras.
Nesta altura do campeonato, a minha pele clara, já estava ficando vermelha... O rosto sentia queimar e a boceta molhada, pela água e por minha excitação.
O Coroa do Facebook parecia sentir o aroma que exalava de meu corpo.
Ao tentar contornar a situação após algum tempo, convidara-me para conhecer o seu apartamento que, localizava-se a poucos metros de onde estávamos, era somente atravessarmos a Av. Atlântica.
Ao seguirmos pelo elevador de serviço, encontramos com um casal de vizinhos no corredor, ao qual O Coroa do Facebook o cumprimentou e em seguida me apresentando como sendo uma de suas sobrinhas que viera passar o dia com ele. E os dois sorriram em minha direção gentilmente. E, eu lhes retribui a gentileza.
Ao chegarmos finalmente no andar de seu apartamento, ao abrir a porta, ele me direcionou para a área de serviço... Pois com toda aquela areia que estávamos pelo corpo se espalharia por outros cômodos. Ele me avisou para que ficasse à vontade... Enquanto pegava uma água na geladeira me oferecendo e eu agradeci... Ele permanecia sentado em uma cadeira... E foi o que eu fiz, por debaixo da blusa comecei a tirar a parte de cima do biquíni. Os olhares dele sobre o meu corpo era de puro tesão!
Ao abaixar o short, fui rebolando de costas para ele, para que através de meus movimentos demonstrasse que a excitação não era somente de sua parte.
O Coroa me puxou pelos quadris, colocando-me sentada sobre o cacete já teso.
- Não podemos fazer isso! – Eu exclamei.
- Como não? Você está me provocando desde que aceitei o seu convite no facebook! - Ele comentou.
- Já se esqueceu? Você disse para os seus vizinhos que sou sua sobrinha... Isso é um incesto! – Foi a minha vez.
- Ah sua boba... Isso foi para eles não pensarem besteiras ao meu respeito! - Ele me explicou.
- Besteiras será o que faremos aqui! – Eu lhe falei ao afastar a calcinha do biquíni para ele visualizar a boceta rosada e depilada, empinando o bumbum para melhor apreciar os meus buraquinhos.
Ele abaixou rapidamente a bermuda e a sunga de praia sem perder tempo, já se mostrando ereto.
E completamente nua, ajoelhei-me e o coloquei todinho na boca... Com ele apertando os meus seios.
O fiz molhado entre os meus lábios e lubrificado com as suas primeiras gotas de prazer... A ponta da língua tesa enfiava bem no meio de seu cacete realizando movimentos circulares... O que lhe causava tamanho tesão. E eu tinha o meu corpo acariciado... Os cabelos puxados... A boceta tocada... E xingava-me no meio de tanta perversão... Que loucura!
De repente, ele formou um rabo de cavalo com os meus cabelos e me levantando, colocou-me de costas para ele, como fizera e me fez sentar em seu colo, cravando o cacete na vagina... Eu subia e descia sobre o mastro com ele me tocando... E gemia regida por sua batuta... Que coroa dos cabelos grisalhos delicioso.
As nossas peles se tocando...
Ele me fodendo...
O sentindo todo dentro de mim...
***
Para ficarmos mais à vontade do que já estávamos... Ele me levou para a sala... E sobre o sofá com as pernas escancaradas... Ele mergulhou a língua na boceta... O que me levou a dar um gemido mais alto e a morder os meus lábios.
- Quanta habilidade na língua! – Eu comentei.
- São muitos anos de prática! – Ele interrompeu enfiando um dedo em meu cu.
O que me fez contorcer um pouco com a dor e ao mesmo tempo me deliciar.
Os meus seios eu apertava com tamanha força, enquanto a língua deslizava pelo clitóris e os dedos ele enfiava na boceta e no cu.
Eu me deliciava com aquela demanda de luxúria...
O Coroa rapidamente me virou de costas e invadiu o meu rabo rosado com a língua para umedecê-lo, intercalando com o dedão.
Em meu corpo o tesão fluía como correntes elétricas contagiando o seu... E em sua explosão, ele penetrou a boceta inchada que a cada solavanco de sua carne tesa ficava ainda mais molhada!
Os meus lábios vaginais friccionando no tecido do sofá irradiavam mais a minha luxúria... A devassidão!
O cheiro do sexo se misturava a essência do mar que se fazia presente em nossas peles e preenchia o ambiente.
E sem mensurar ele propagou uma descarga em meu corpo que convulsionei pelo êxtase... Pelo gozo por ele provocado... E ele continuou as suas investidas... A boceta latejando, assim como o meu cu piscando... Quando dali se retirou e esfregando o cacete molhado na entrada de meu buraco, o invadiu rasgando... Senti cada prega se abrindo para recebê-lo.
E sem alguma piedade ele me socava...
Com ele penetrado em meu rabo fez com que eu subisse para me apoiar no encosto do sofá... Quase ficando de quatro... E continuou as suas investidas, mordiscando a minha orelha e enfiando a língua nela.
A minha reação era senão gemer e me tocar mesmo com a boceta  dando choque de tanto prazer.
O Coroa do Facebook me socava dando um banho em muitos novinhos que já ficara.
A cada nova investida o cacete ficava ainda mais teso... O que me proporcionou gozar mais de uma vez... Até que em um momento ele explodiu em gozo... Inundando todo o meu buraquinho guloso.
O cacete latejava... E eu sentia a sua porra a escorrer por minhas coxas, mesmo com ele atolado.
E quando o cacete finalmente se acalmou ao libertar o meu cu... Ele enfiou os dedos para abri-lo ainda mais e se deslumbrava com a visão de meu rabo fodido e empinado para ele. Ao esfregar a boceta, deitei-me com as pernas abertas e piscando o cu... E ele veio outra vez com a língua por entre os meus lábios vaginais para sorver o resquício de meu gozo... O que me causava pequenos choques!
As nossas respirações ofegantes...
Os nossos corpos suados...
Quem poderia imaginar que aconteceria uma química avassaladora entre nós?
Após trocarmos mais carícias e de um banho delicioso em sua banheira, aonde repetimos de tudo e mais um pouco.
Só retornei para casa na manhã seguinte e em um táxi...
Com o sabor dele em meu paladar e as sensações vivas em meu corpo.

Com um tesão do caralho em repetir tudo outra vez!


terça-feira, 25 de outubro de 2016

Boceta molhada



Eu gosto dela assim:

Molhada...

Encharcada...

Inchada...

Lambuzada...


Em um deleite sem fim!

sábado, 22 de outubro de 2016

Quando o inesperado acontece


Desde que Flávia e eu nos conhecemos, deu-se uma afinidade logo de início.
A nossa amizade se tornou bem próxima desde os tempos do ensino médio. Tudo o que podíamos fazer juntas realizávamos... Sair... Festa de familiares... De nossos ciclos de amigos... Dormir na casa uma da outra... E até mesmo no período em que precisamos nos afastar na busca das realizações de nossos sonhos, nunca deixamos de nos falar.
E, com isso, construímos uma relação bem sólida que sem ao menos esperarmos, ultrapassou todos os limites de nossas expectativas.
Não éramos mais virgens... Mas aquela redescoberta do prazer, não poderia ter vindo em melhor momento de nossas vidas. Talvez pela carência, já que estávamos sem namorados.
Por mais que namorássemos outros rapazes, sempre havia o momento para o nosso prazer mútuo que, em algum ímpeto de curiosidade se deu quando assistíamos a filme pornô, aonde duas mulheres se devoravam.
A partir desse dia, nada mais foi igual ao que era muito pelo contrário, só veio a acrescentar.
Mas as nossas descobertas não parariam por aí...
***
Flávia recentemente havia terminado um relacionamento com um rapaz que não fazia parte de nosso ciclo comum de amizades, pois ela o conhecera em seu ambiente de trabalho. E como naquele final de semana o meu macho em questão estaria viajando a trabalho, convidei-a para ficar em meu apartamento me fazendo companhia. Apesar de que para ela não precisava de nenhum convite, as portas sempre estariam abertas para recebê-la.
Como também queríamos ficar a sós, comuniquei aos demais que não estaria em casa.
A tela da televisão exibia um filme adulto somente de mulheres...
O clima começou a aquecer entre Flávia e eu... E masturbávamos uma a outra...
Alguns brinquedinhos eróticos sobre o sofá.
Ao olharmos fixamente nos olhos uma da outra entre beijos e carícias nos despimos...
Flávia tem a pele morena...
Uma carne firme sem alguma presença de pêlos... Ela ama mantê-la assim a boceta bem depilada!
O seu cheiro é bom...
Com ela sentada sobre o sofá com as pernas abertas, apoiando-se nas pontas dos pés... Dedilhava cada canto de sua vagina com a língua. Enquanto apertava um dos seios.
Os gemidos que ecoavam pelo ambiente eram uníssonos...
O seu corpo delgado se contorcia conforme os movimentos de minha língua tesa e escorregou até se alojar sobre o tapete e formamos um sessenta e nove nos fodendo com línguas e dedos.
Ao chupar o meu dedo anelar... Por seu orifício procurei e ali o instalei.
Já conhecíamos os caminhos de nossos corpos... As trilhas... Os labirintos para prolongar a vontade e o êxtase.
A mercê do tempo estávamos entregues a nossa luxúria.
***
A campainha soou para a nossa decepção.
Flávia e eu retornamos de nosso transe.
Para ela fiz sinal para que ficasse em silêncio.
E nas pontas dos pés seguimos em direção ao quarto, aonde ela permaneceu.
Entretanto, vesti um hobby já que a pessoa continuava insistindo.
Ao atender quem chegara num momento mais inoportuno, para a minha surpresa era Rodrigo, o meu namorado em questão.
- Oi amor! Que cara é essa? Não gostou da surpresa? – Ele quis saber.
- Não é isso! Só pensei que estivesse do outro lado do país! – Exclamei procurando disfarçar.
- Não me vai dizer que tem alguém aí com você? – Ele me perguntou furioso.
- Claro que não! É só a...
Ele não permitiu que terminasse de explicar e invadiu o apartamento em direção ao meu quarto, sem que tivesse tempo em alertar a Flávia, enquanto trancava a porta.
Ao entrar no quarto, ele se deparou com a Flávia me aguardando, totalmente nua e de quatro brincando com um vibrador em sua boceta!
- Ora... Ora! O que temos aqui? A minha namorada e sua melhor amiga brincando de joguinho erótico! – Rodrigo ironizou.
Flávia agia o mais natural possível como se nada estivesse acontecendo!
- Eu posso explicar...
- Não se faça de desentendida... Quero jogar também! – Ele concluiu passando a mão em seu cacete por cima da roupa.
Aquele foi o sinal para que déssemos continuidade ao que fazíamos.
Do vibrador tomando posse, retirei da boceta de Flávia e o chupei com vontade sentindo o seu sabor...
Nós duas ajoelhadas sobre a cama nos esfregávamos uma na outra nos tocando mutuamente e nos beijando para compartilhar de seu doce aroma.

Agora com ela de quatro introduzia outro brinquedo em seu ânus... Enquanto a outra mão passeava por seu clitóris.
Nesta altura Rodrigo já se fizera nu... Teso... Ele se tocava... Colocando-se em uma posição a qual Flávia e eu pudéssemos vê-lo e cheio de tesão assistindo ao nosso showzinho particular.
Os gemidos de Flávia fluíam em minha essência como nunca fizera antes.
***
O que tínhamos protegido... De nosso... A partir daquele momento, tornava-se compartilhado com meu namorado. Embora, hoje em dia uma relação homoafetiva, seja mais aceita pela sociedade... Desejávamos que aquilo fosse somente nosso... E, desde sempre tivemos a maturidade e o discernimento para ultrapassarmos algumas fases tenebrosas de nossas vidas, mas que nunca chegaram a abalar nenhum dos alicerces de nossa relação. E esse novo fato não seria o primeiro.
***
Rodrigo compreendeu que nós duas éramos a maioria e, como ele mesmo disse, o comando do jogo erótico estava em nossas mãos e línguas.
Ao nos beijarmos Flávia e eu... Foi a minha vez de me colocar de quatro para receber as suas carícias.
Rodrigo continuava a nos olhar fixamente... Completamente ereto!
Flávia abria as minhas nádegas e enfiava a língua em meu rabo...
O seu pequeno pedaço de carne quente e teso, também escorregava por meu clitóris, até que ela penetrou com vontade consolo em meu buraco. E a sensação não poderia ser outra a não ser de prazer.
Ao me deitar com as pernas escancaradas, fiz com que Flávia me chupasse ficando de quatro em minha frente... Eu entoava gemidos apertando os meus seios e rebolando em sua língua... E ao olhar para Rodrigo sentia a sua necessidade...
Flávia e eu falávamos através de olhares e ela se colocou em meu lugar e, ficando em sua mesma posição, fiz um sinal para que Rodrigo viesse participar da brincadeira.
Ele fez com que Flávia o chupasse... Nada estava programado... Com limites demarcados... Apenas pensávamos em nos divertir e permitirmos chegar ao êxtase.
O cacete de meu namorado era sugado pela boca de outra mulher, enquanto esta possuía boceta sendo degustada por mim...
Rodrigo veio por trás e, foi a minha vez de possuir a sua língua máscula entre os meus lábios vaginais e dedos atolados em meu cu.
A cada nova investida de minha língua em Flavia, a sua boceta se tornava mais molhada e escorregadia, foi quando penetrei dois dedos e lubrificando-os enfiei em seu cu, que deu um grito...
Rodrigo assistindo aquela cena de camarote, não pensou duas vezes e invadiu o meu cu com toda a pressão que aquele momento pedia. E, assim formamos um trenzinho de prazer.
A luxúria era explícita...
***
Jamais pensei em que pudesse compartilhar desse momento com o meu namorado, pois nunca havíamos tocado neste assunto... Até cogitei algumas vezes, mas nunca segui, pois não sabia qual seria a sua reação. Nem sempre você é capaz de aceitar o pré-julgamento de outras pessoas. Por este motivo, Flávia e eu criamos uma atmosfera só nossa.
***
Rodrigo ditava o ritmo de minha língua com as estocadas em meu rabo...
Flávia se contorcia para o nosso deleite...
Eu também a tocava...
A nossa primeira vez em um ménage à trois, sem que ao menos esperássemos que acontecesse não poderia ser o mais natural...
Quando a Flávia se deixou derramar em meu paladar em um gozo que transcendeu as nossas almas, ainda ardendo ela veio e me beijou e se pôs por baixo, tocando-me com a ponta de sua língua e eu continuava a enfiar os meus dedos em sua boceta... Ela também sugava o saco escrotal de meu namorado e o sentia mais duro.
Flávia e eu em uma miscelânea de gemidos... E Rodrigo me estocava sem cessar acelerando o seu ritmo o que também me fez gozar.
As duas entregues ao capricho de Rodrigo, com nossos corpos languidos... Porém, desejávamos ainda mais!
Rodrigo se deitou e Flávia sentou em seu cacete de costas para ele, deixando o seu clitóris à minha disposição... Eu o esfregava, assim como mordiscava os seus seios e a beijava de língua... O movimento de subir e descer no pau do meu namorado fazia com que entrasse em transe... Ajoelhada sobre a cama, deslizava os meus lábios molhados por seu corpo... Até alcançar novamente a boceta...
Adoro proporcionar prazer a outras pessoas e continuamos nessa dança frenética...
Quando em um delicioso beijo, Rodrigo e eu fizemos com que Flávia gozasse novamente.
E ele segurando em seus quadris, começou a socá-la com mais vontade e ao soltá-la, colocamo-nos de joelhos no chão para receber de presente o seu jato em nossos rostos.
Mais ofegantes do que nunca, Rodrigo, Flávia e eu ficamos extasiados sobre a cama, como se não acreditássemos no que havia acabado de se realizar.
Mas isso foi apenas o começo de nosso ménage à trois.
Aquele fim de semana foi inesquecível...
Sexo, álcool e rock n’roll!
Rodrigo iria viajar a trabalho, mas de última hora ocorreu uma mudança de planos na empresa. Quando isso acontece, ele costuma me avisar, porém, naquele dia foi diferente.
A surpresa que ele queria me fazer acabou sendo surpreendido.
Quem é o homem que não gostaria de realizar essa fantasia?
Sem ao menos esperarmos, Flávia e eu realizamos a do meu namorado.
Antes ele só tinha os meus buraquinhos para foder...
Guloso do jeito que é, está ficando mal acostumado... Quer em dobro!
Só sei de uma coisa, quando minha melhor amiga arrumar um novo namorado, nada mais será como era antes!
E que venham novas redescobertas deliciosas de aventuras e orgias!