Já que estamos em clima de fim de ano, vou relatar o que aconteceu em outro final.
***
Sempre temos aquele amigo que em qualquer resquício de oportunidade quer dar uma boa trepada contigo, ainda mais quando o tesão é recíproco.
Não é diferente comigo.
Certa vez, realizamos uma festa de final de ano no meio da rua, onde organizamos uma mesa farta. Quem podia cooperar com algo, tudo bem e aquele que não tinha condições seria muito bem vindo.
E no meio dos preparativos, Heitor que era um amigo muito próximo, veio bisbilhotar o que estava preparando na cozinha, já que era o responsável pelas bebidas.
Ele tem um tesão –
Uma tara no meu jeito de ser.
Sempre me fala que dois cachorros no cio se entendem somente pelo olhar. E não passo desapercebida. Por isso, que nos aproximamos. Embora, não demonstrando intimidade quando estamos acompanhados por outras pessoas. Isso é algo particular nosso.
Mas eu sei muito bem o que veio procurar.
E para instiga-lo, fiz-me de desentendida para atiçar o seu tesão.
Quando se mostrando ao que veio, abraçando-me por trás e roçando o corpo no meu, podia senti-lo completamente teso.
Envolvida com as panelas, o cacete resvalando por cima da roupa –
A boceta molhada.
Apaguei o fogo, para Heitor debelar o incêndio que havia provocado.
Ele me colocou sentada sobre a mesa, abaixando a alça do vestido, chupava os meus seios, enquanto, enfiava a mão dentro de sua bermuda e o punhetava.
Tudo parecia que ocorria em câmera lenta, porém, existia uma euforia.
Não demorou muito, puxando-me para o chão, virou-me de costas, levantando o vestido, bolinando-me - Invadiu a boceta.
Mordia os lábios para não gritar e chamar a atenção dos demais. A nossa foda foi em meio aos temperos que preparava, e aquele aroma de luxúria impregnava a cozinha.
Heitor me fodia com virilidade, como se fosse a última de sua vida, talvez fosse a do ano, enquanto, emergia nas sensações que me provocava.
Com os olhos fechados, sentia cada uma de suas arremetidas, a fricção em meu corpo, incendiando-me com sensações.
Por um momento, ele se agarrou aos meus cabelos e começou a puxar, forçando-me a olha-lo. Com a outra mão, esfregava a boceta, e não demorou para que me expandisse, estremecendo, mas ele continuou até se derramar.
Ofegantes e sorrindo –
Realizados –
Ele me deu uma tapa na bunda e saiu avisando que voltaria.
Eu o olhava ainda lânguida, observando-o completamente satisfeito.
Entre nós dois não são necessárias muitas palavras, o que sobra é muita putaria.
Durante o decorrer do dia, em plena organização, Heitor arrumava um jeitinho de ficar por perto e tirar uma casquinha com mão boba, uma sarrada, até mesmo uma chupada – Uma sensação de perigo.
Com tudo organizado, avisei que iria me arrumar.
Pouco tempo depois que havia trancado a porta, a campainha tocou. E ao atender, enrolada na toalha, Heitor sorriu.
- Está precisando ou esqueceu de algo? - Eu lhe perguntei disfarçando.
- Só se for gozar mais com você! – Ele me respondeu.
- Então, entra! – Eu lhe falei.
Heitor foi logo puxando a toalha, e ele me seguiu até o banheiro – Rapidamente tirou a roupa e se enfiou embaixo do chuveiro comigo, nem parecia que havíamos transado um tempo antes, já ereto, penetrou a boceta. Parecíamos dois animais no cio. E sem demora pediu para que me colocasse de quatro, e me dando uma tapa na bunda, meteu o dedão atrás, e ficou circulando, o que me fazia gemer.
Completamente lasciva, remexia os quadris –
Piscava o meu rabo –
Em dado momento, senti a ponta do cacete roçar bem na entrada do meu cu, o que me fez rendida a sua excitação.
Pouco a pouco Heitor invadia o rabo, rasgando-o com os seus centímetros.
Eu me tocava para me embriagar com a sua luxúria, e ele sabia exatamente o que fazer. Ao me dar conta, estava totalmente atolado em meu rabo. Com o auxílio da água, os nossos corpos entravam em sinergia.
Mesclávamos sussurros e gemidos, fluídos e água –
Heitor puxava com força o meu cabelo e arremetia com raiva o que me deixava enlouquecida.
- Cachorra! – Ele me xingava.
- Filho da puta! Não pode me ver dando mole, que já fica no cio! – Eu lhe falei entre os dentes.
- Puta! Você sempre me dá esse cu! – Ele continuava sem parar de me açoitar.
- Isso cachorro! Esfola o meu cu! – Eu lhe instigava.
- Então toma vadia! – Heitor exclamou.
Entre gemidos e palavrões continuávamos em nossa luta corporal.
Tentando ao máximo usufruir de cada sensação em meu corpo, mas em um instante a pressão foi tamanha que me deixei expandir, derramando-me em seu corpo.
- Isso puta! Adoro quando gozam no meu pau! – Heitor me falava, enquanto o meu rabo quase o partia em dois.
E depois que me acalmei, Heitor me condicionou para que ficasse de pé e de costas para ele, e com uma só arremetida, enfiou-se em meu buraco me rasgando. Conforme começou a arremeter, a agonia foi cedendo espaço ao prazer.
Segurava os meus cabelos na altura da nuca –
Sentia a respiração em meu rosto.
Ele me fustigava, metia os dedos na boceta, entrava e saia do meu cu, e forçando ainda mais o seu corpo ao meu, com uma arremetida mais forte, exsudou mais porra em meu rabo.
As minhas pernas tremiam sentindo os jatos de leite entre as paredes anais.
Heitor é mesmo insaciável quando estamos juntos, basta uma abertura, e eu que estou aberta para ele.
E apalpando os meus seios, ele foi se acalmando. Dessa vez não fez como cachorro magro que come e depois vai embora. Continuamos o nosso banho nos sentindo. Mas precisávamos nos arrumar.
Após um tempo de conversa, Heitor foi para a sua casa. E nos reencontramos junto com alguns vizinhos e convidados. Ele mal me olhava. E tudo o que existia entre nós era apenas sexo.
***
Último dia do ano, e havíamos feito uma despedida do nosso jeito, e em segredo.
A confraternização seguiu conforme o planejado, alguns flertes, casais se beijando no primeiro minuto do ano novo, amigos se cumprimentando e interagindo entre si.
Ao me cumprimentar, Heitor cochichou algo em meu ouvido. Com o barulho não entendi muito, apenas que o encontrasse certo horário em outra rua do bairro.
Quando acabou os fogos de artifícios, a maioria do pessoal se retirou e alguns começaram a adiantar a arrumação. Enquanto outros, continuaram a beber e a festejar o ano novo.
Heitor se despediu avisando que iria encontrar com outros amigos, e para disfarçar me chamou, e então, despedimo-nos dos demais e seguimos.
E indo em direção ao seu carro, disse que queria me levar a um lugar, o que me deixou curiosa. A sorte, que ele não havia bebido muito.
Com um tempo, chegamos a uma praia, não aquela badalada, o que seria impossível. Por incrível que pareça, estava calmo, apenas algumas pessoas fazendo oferendas e nenhum de nós estava com pressa.
Heitor estendeu as toalhas que havia levado. Um sinal de que teria planejado.
Um tempo permanecemos em silêncio ouvindo apenas o som das ondas e de algumas pessoas que estavam no local, mas aos poucos começaram a ir embora. E ao perceber que estávamos sozinhos, deixamos a luxúria tomar conta de nossos corpos.
Não foi necessário nos despirmos, Heitor levantou o meu vestido e afastando a calcinha começou a me chupar – Eu me contorcia de prazer.
Em outro momento também o punhetava, quando em uma posição mais simples de papai e mamãe, projetou-se por cima de meu corpo e se arremeteu de encontro a boceta.
Os meus gemidos tentava conter –
Uma energia reverberava em minha alma –
Conectando-me com a natureza e me religando a algo extraordinário –
Permiti-me expandir, estremecendo o meu corpo, quase simultaneamente, Heitor jorrou –
O primeiro orgasmo em plena praia sob um céu estrelado.
Ele se deitou ao meu lado –
Os dois ofegantes.
- Obrigada por essa surpresa! – Eu lhe agradeci.
- Não precisa agradecer. Viu como eu não sou apenas um vizinho tarado? – Heitor me respondeu.
- Eu sei que não! Mas acabamos de foder! – Eu lhe falei sorrindo.
- Tá bom! Só um pouquinho! – Ele continuou.
Sempre existiu um clima bom entre nós dois –
Amizade –
Sexo –
Sem cobranças, apenas diversão.
Não demorou para nós atiçarmos mais uma vez, entre carícias,
E me colocando de quatro, Heitor desferia tapas em minha bunda, puxava os meus cabelos –
Xingava-nos –
Vale lembrar que os palavrões era somente na hora do sexo.
Havia toda uma vibração e uma sinergia que se complementava.
Empinava bem a bunda para recebê-lo –
Abria as nádegas –
Comprimia e piscava o cu –
Até lhe fazer entrar rabo adentro.
Era nessa loucura que nos abastecíamos de insaciedade.
E me tocando –
Falando um monte de putarias desconexas – Gozei!
A boceta por um momento dava choques, Heitor continuava com as suas arremetidas, puxando com mais energia o meu cabelo, de repente, senti-o pulsar, inundando o meu rabo.
Resquícios de leite começou a escorrer por entre as minhas pernas, misturando-se aos meus fluídos.
- Adoro fuder com você! É extremamente deliciosa! – Heitor me falou.
- E eu achava que você era apenas um tarado, um ninfomaníaco. – Eu continuei.
E ficamos sorrindo, permanecendo deitados sobre as toalhas.
O dia começou a amanhecer.
E o chamei para dar um mergulho, para recuperar as energias.
Depois que saímos do mar, secamo-nos para tirar o excesso da água, e decidimos voltar.
Heitor me deixou em casa, não havia mais ninguém na rua –
Afinal, ainda teríamos um dia de comemoração.
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