domingo, 30 de agosto de 2015

Oferenda


Entrego-te meu corpo...

Como um presente eu me ofereço.

Se tiver que ser assim...

Seja como for, a qualquer preço.

A verdadeira essência que há dentro de mim,

É absoluta a recém-descoberta.

Para você deixo as portas abertas,

Todas as entradas de minha carne.

No sangue quente que corre perene,

Por trilhas seguindo o labirinto.

Nossos corpos molhados pelo suor,

No alimento enlevando o espírito.

Sigo a risca a tua liturgia,

Em teu ritual nos embriagamos de luxúria.

Sei que me desejas em tua negra missa,

Para sempre a tua escrava, a submissa.



quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Fantasias: Pedreiro


Nossa!
Quanto tesão!!!



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Grilhões de minha alma




Ponha-me em seus grilhões...

Faça-me tua!

O meu desejo que enraíza em minha alma e dilacera o meu corpo me transforma em tua escrava.

Não tenho senão outra missão a não ser arrancar a última gota de teu gozo em cada sessão.

A minha carne estremece ao contato com a tua...

As tapas que me fazem da cor de carmim...

Os meus cabelos enrolando em uma das mãos e me cavalgando...

As unhas me arranhando e deixando o cheiro de fel no ar do líquido vermelho que corre pelas veias...

É isso que provoca a tua lascívia e a revolta de tua luxúria.

Ascenda-me!

Deixa-me viva!

Como uma presa coagida a mercê do mais temido perigo.

As lágrimas em meu rosto não o detêm...

Pelo contrário, a minha vulnerabilidade o faz mais forte em seu intuito em me castigar.

O que mais me angustia é essa tua espera.

O silêncio...

É a pior forma de castigo que possa existir.

Algo em mim está morrendo para dar a chance da verdadeira essência fazer fluir em minha libido.

Quero compartilhar uma nova doutrina...

E fazer outra releitura daquilo que fui imposta a aprender.

Mas de nada me arrependo, no meio da selva de pedra coloquei em prática toda a resiliência que me foi cabível.

A fúria de teu corpo é o que desejo...

O tesão vivenciando a cada milésimo de segundo sentido na alma e alimentando o meu espírito.

O sexo não foi criado apenas para acalmar a carne, como também para abastecer a alma de energia.

E é dessa sua energia...

Do combustível de teus movimentos que tenho a abstinência para saciar a minha voluptuosidade.

Então, não me condene a agonizar durante o resto de meus dias.

Ponha-me em seus grilhões...

Faça-me tua!

O meu desejo que enraíza em minha alma e dilacera o meu corpo me transforma em tua escrava.

Não tenho senão outra missão a não ser arrancar a última gota de teu gozo em cada sessão.

Não sei se ainda sou a mesma...

Ou se nunca fui aquilo que realmente sou.

O sexo é a única forma de liberdade que revoluciona os meus desejos.


terça-feira, 18 de agosto de 2015

Alma pervertida


Eu roubei o teu gozo...

Para isso, inflamei o teu corpo.

A lascívia que nos preenchia era totalmente abundante.

Não há nada que diminua a nossa vontade.

O tesão estampado na alma...

Cativando da mais simples a mais devastadora reação.

É assim que o quero...

É assim que o desejo...

A minha luxúria pintando de vermelho.

No ápice contagiando à áurea.

Eu não sou uma pecadora...

Eu sou o próprio pecado transfigurado em meu corpo.

Nas formas arredondas e convexas.

Eu roubei o teu gozo...

E contigo me expandi em todas as direções.

Alimentando-me com o elixir que me devolve a vida e rejuvenesce a derme.

Sou a devassa...

A demoníaca...

Aquela que se deixa levar pelos instintos mais primitivos e carnais.

E me torna uma fora da lei vivendo à margem de qualquer convenção social que escraviza e que oprime.

A única algema invisível que me detém é a liberdade.

Esta que impera em meus sentidos...

Que transgrida a uma boa conduta moral.

Eu amo a maneira com que me realizo:

Na sociedade a dama...

E a puta na cama.

domingo, 16 de agosto de 2015

Ai como dói





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Valente


Fremente...
Incandescente...
Flamejante...
Vertente...
Abundante...
Fluente...
Inconsciente...
Lactente...


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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Enquanto isso...



Acendendo o fogo da caieira!


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sábado, 8 de agosto de 2015

Fantasias: Gang Bang


Deleitem-se...
Derramem-se...
Esparramem-se...


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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Anal magistral


Você entorpecendo o meu corpo,
Dedilhando... Levando-me à loucura.
Entre meus lábios,
Faço-o alcançar o topo.
Quero o teu cio.
Os meus poros dilatando...
Entorpecendo os sentidos,
Em minha bunda, direcionado.
O teu corpo é minha droga...
A essência que navega.
Preciso dele para não entrar em abstinência
Disso tenho plena consciência.
Leva-me as nuvens...
Deixando-me na onda...
E comigo entra em um acordo.
E nada discordo...
Contigo quero os rituais,
Chega de coisas banais.
Os delírios em viagens
O cacete teso...
O buraco apertado invadindo guloso.



Erga-me...
Encaixa-se em meu corpo.
Encha o meu copo,
Transborde-o com o leite...
Para o nosso deleite.



Quem foi que disse que não pode ser assim?
Navegar neste mar sem fim...
Desbravando novos prazeres...
Por caminhos nunca percorridos.
Ao teu lado corro perigo.
E em novas cores revelando na pele,
Hematomas que a luxúria revele.



É a tua sodomia
Que me domina
Que me prende...
É a tua sodomia
Que me domina
Que surpreende...



Erga-me...
Encaixa-se em meu corpo.
Encha o meu copo,
Transborde-o com o leite...
Para o nosso deleite.


A dor
Sem remediar
É o ar.


A dor
É a combustão
Para o tesão.


A minha alma
É o teu alimento.
Sou a tua eleita,
Seja em qualquer cama...



Anal
Magistral
Diabólico
Sensacional
Orgias ímpares
Nada bucólico
Êxtases seculares...



É a tua sodomia
Que me domina
Que me prende...
É a tua sodomia
Que me domina
Que surpreende...


Agora nessa vida
Em outras mais.




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terça-feira, 4 de agosto de 2015

A fantasia do meu marido


Aqui serei a Senhora Pecadora.

E vou relatar as aventuras sexuais envolvendo o meu marido e eu.

Na minha infância e adolescência sempre fui muito bem cuidada por meus pais e instruída para ser uma pessoa de caráter. Como qualquer jovem frequentei assiduamente a igreja, casei-me com um homem que não fazia parte deste círculo.

Marcio Martins, um homem sedutor, de porte, branco, alto, de olhos verdes e cabelos lisos e negros, assim que o chamarei lembrando que, ao mencionar o seu nome é um mero pseudônimo e, conhecemo-nos através do meu primeiro emprego em um escritório de advocacia que ainda estagiava. Ele um seleto advogado renomado, dez anos a mais do que eu, conquistou-me com seu charme e paciência. Embora ele sendo solteiro, não achava nada ético me envolver com alguém do trabalho.

Ele não enxergava nenhum empecilho... Ao comentar que não mandou o escritório contratar uma estagiária competente e além de tudo bonita.

Por onde passo eu atraio olhares, ainda mais no escritório, os homens têm as suas fantasias sexuais com secretárias e loira então! Foi desse modo que chamei a atenção de Marcio e de vez em quando acontecia um clima entre nós dois e foi impossível de me conter.

Certa noite me levou para jantar... Enfim, namoramos... Noivamos... Casamos... Até aí tudo normal. As nossas aventuras começaram a surgir depois de nosso casamento, com a total privacidade de um casal. Em nossa casa ampla e com três quartos... Um preparado especialmente para... Até aquele instante sem o meu        conhecimento. Pois achava normal um quarto de casal para hóspedes. 

***

A convivência entre meu marido e eu era a mais harmoniosa do que nunca.

Um belo dia ele me surpreendeu:

As nossas experiências sexuais não poderiam ser mais do que especiais... Marcio me realizava como mulher.   

Em uma de nossas noites quentes, conversávamos sobre fantasias sexuais para apimentar mais o nosso clima. Até que ele me fez uma revelação surpreendente. Mesmo não tendo tido outros homens entre minhas pernas, ele me disse que era apenas seguir o meu instinto de fêmea. E a pós algum tempo amadurecendo a questão em mim... Na lascívia de meu corpo... Coloquei a realização de sua fantasia em prática.

***

Neste dia, Marcio se encontrava de folga. A empregada também não viria, devido a uma consulta médica.

Pela manhã após uma ducha demorada e me tocando foi acendendo o fogo entre minhas pernas.   As peças íntimas escolhidas a dedo pequenas e vermelhas, um perfume amadeirado... Um vestido provocante.  O carro permaneceu na garagem e caminhei até a estação do metrô e lá peguei qualquer um que me levasse para onde desejava... E ao voltar, já dentro do vagão olhei para cada homem ao meu redor, lançando o meu olhar felino com gestos de quero ser fodida por você!

Um homem negro e alto ficou me olhando e retribui o flerte... A caça estava garantida... Ao me aproximar, passou a língua por entre os lábios e permanecemos neste jogo até a chegada da estação que ficava próximo a minha casa. E discretamente falei ao seu ouvido:

- Siga-me!

***

Ao desembarcar, o homem desconhecido me seguia e, já podia notar o volume que se formara entre as suas coxas...

O meu tesão era intenso e só de imaginar que foderia com outro homem sem ser o meu marido, aquilo me excitava a um ponto que a buceta já latejava.

A imagem daquele homem provocava mais o tesão em meu corpo... Alto, negro, músculos definidos, cabelos bem cortados... A buceta pulsava só de imaginá-lo.

No caminho, de vez em quando olhava para trás, até que cheguei a meu portão e, verificando se não havia ninguém na rua, fiz sinal para entrar. E mal tranquei a porta, o homem avançou com tudo para cima de mim com tamanha destreza que de uma só vez enfiando a língua em minha boca e a mão por baixo de meu vestido arrancou a calcinha com um só puxão. Ao tentar me penetrar o afastei e disse que teria que ser no quarto que se localizava no andar superior e correndo pela escada alcançamos a porta, ele me jogando sobre a cama e libertando o cacete já um pouco babado o enfiou em minha boca forçando a cabeça para engoli-lo até aonde pudesse suportar.

O que me excitava ainda mais era saber que o meu marido se encontrava no quarto ao lado e ele sendo conivente com essa loucura.

O homem o qual nem perguntara o seu nome, rasgou a minha roupa me fazendo ainda mais ofegante, despiu-se rapidamente e introduziu o cacete de uma só vez, o que me fez soltar um gemido de dor. Ele abrupto não se importou e continuou com as suas investidas... Como eu gritava... Como eu gemia... Enlouquecida...

Uma sensação de prazer que por vezes me perturbava, mas adorava cada reação de meu corpo. Até aquele momento eu só havia estado com o meu marido, estar com outro e com o seu aval, deixava-me confusa até certo ponto. Porém, já que entrei na chuva teria que me molhar e era o que estava fazendo.

Enquanto aquele homem me fodia...

Eu sussurrava para o meu marido sussurros nada proibidos...

Eu gemia para o meu marido...

Eu gritava para o meu marido...

Para alimentar ainda mais o seu desejo e sua fantasia e saber que tudo o que me pedisse eu iria satisfazê-lo.

***

- Puta! Piranha! - O homem me dizia.       

Ao ouvir tais xingamentos uma sensação diferente despertou em meu corpo, embora tivesse uma vida sexual ativa com meu marido, ele não chegava ao ponto de me xingar como o estranho fizera e confesso que adorei.

Quando, de repente, pediu-me para ficar de quatro, enfiando quase toda a sua mão na buceta, ao retirá-la rapidamente, meteu o cacete nela e o dedão em meu cu...

Como rebolava sob a sua batuta... Socou... Socou... E eu quase gozando!

Uma cusparada deu em meu rabo... Quando senti a ponta de seu cacete na entrada de meu ânus e ele forçando gradativamente até que...

- Ai! Porra! Está doendo!  Caralho! – Eu lhe dizia.

- Você não queria levar rola? Então toma caralho! – Ele me dizia rispidamente.

Em uma só investida, o cacete entrou deslizando bonito em meu rabo.

Porra! Que dor! O meu buraco estava acostumado com o pau do meu marido e não com aquele monstro nele... E soube escolher na medida um pau para a realização da fantasia do meu marido.

Ele estocava ensandecido o buraco que não lhe pertencia.

As suas investidas de encontro ao meu corpo provocavam-me uma excitação sem medida... O ardor e a dor antes avassaladores aos poucos foram cessando.

- Caralho! Puta que pariu! – O xingava.

- Isso vadia! – Ele em falou enquanto esfolava o meu cu.

- Como pode fazer isso comigo? – Eu indaguei não para ele e, sim para o meu marido que se encontrava no cômodo ao lado.

- Não foi isso o que foi procurar na rua? Então toma vadia! – Ele me disse enfurecido.

Os meus gritos e xingamentos eram inevitáveis.

Enquanto tomava literalmente no cu, imaginava o que meu marido pudesse pensar daquilo tudo... Se ele estaria a contento.

Quando fui surpreendida pela mão do invasor em minha buceta... Quase gozei neste instante, mas consegui me controlar, com a intenção em desfrutar mais de suas batidas em minha carne.

Os seus dedos me penetravam...

O seu cacete me arregaçava...

Os meus xingamentos eram incontroláveis...

Os meus cabelos ele puxava com a outra mão...

Eu me estremecia com o seu atrito e aproveitava a inércia de meu corpo.

Como uma prostituta desqualificada eu gozei no movimento do cacete desconhecido. E com as pernas tremulas quase desfaleci... E ele me segurou rapidamente pelos quadris e continuou a socar em meu rabo tão rápido e bruscamente que senti as suas veias latejarem em meu buraco provocando pressão em minhas paredes anais.

E acalmando as suas contrações, ele retirou o cacete e ficou apreciando a cratera que ali se formara.

E com uma tapa em minha bunda, ele se recompôs e eu me envolvi apenas em um lençol.

- Não me procure! – O avisei.

- Não gostou do tratamento que lhe dei? – Ele quis saber.

- Estou indo embora hoje à tarde. – Eu lhe menti.

- Tudo bem! Desculpe-me, mas não deixei de observar a sua aliança. – Ele comentou.

- Isso aqui é só um detalhe... Mas é bom que vá logo! – O avisei.

- Ok! – Ele me falou secamente e procurando o caminho para a rua.

O acompanhei olhando pela janela e dei um aceno de mão.

O tal homem desapareceu do alcance do meu olhar... Em seguida tranquei a porta e ao retornar para o mesmo quarto que antes havia me deitado com o desconhecido, com três batidas na porta de meu quarto para que meu marido soubesse que estava tudo bem.



O quarto de hóspedes cheirava a sexo... Exalava a essência da lascívia e do pecado.

O lençol que anteriormente enrolado em meu corpo o deixei cair e, deitei-me naquele antro de luxúria.

Não demorou muito para que a porta fosse aberta.

Era o meu homem... O meu macho... O meu marido... Com a parte inferior de seu pijama escondendo um volume proeminente e molhado. O sinal de que se excitara...

Ao entrar nada falou.

E cheirando os meus pés... Foi subindo pelo meu corpo... Milímetro a milímetro me cheirando, alcançando as minhas coxas e deixando o meu sexo molhado para depois... O meu tórax... Seios... Nuca... Cabelos... E descendo novamente a sua língua depositou em meu clitóris teso com o cheiro e o sabor de outro homem.

- Você foi sensacional! – Ele enfim me falou.

Ao me virar para ficar de quatro, ele viu meu pequeno orifício aberto e que ainda escorria a porra de outro.

- Não era isso que desejava? Que a sua mulher fosse uma predadora? – Quis saber.

- E pelos seus gritos, gemidos, sussurros e xingamentos, seguiu a risca o que lhe pedi! – Ele comentou.

O meu corpo se excitara ainda mais em saber que meu marido havia aprovado a minha performance com outro homem e verificando as marcas espalhadas e vermelhas e, meu pequeno orifício aberto feito uma rosa, o fazia piscar para ele. A sua língua enfiou e ficou brincando, sentindo o sabor de outro em mim.

Ele apertava as minhas nádegas e me fodia com a língua...

Com agilidade deitei sobre a cama e formamos um delicioso sessenta e nove... A luxúria nos envolvia... Entrávamos em transe...

- Fode o meu cu! Porra! – Eu lhe pedia.

Com uma tapa bem forte, em minha bunda, ele me virou bruscamente, colocando-me de quatro e de uma só vez, introduziu o cacete teso em meu buraco.

Aquele não era o meu marido, pois ele se transformara em outro homem enlouquecido em sua nova essência... Com uma fome sexual indescritível!

Um poder avassalador tomou conta de meu corpo... Também me transformando em uma nova mulher a partir daquela experiência embriagadora de puro tesão. E me fazendo gozar... Dando-me um novo êxtase de presente.

Não demorou para que também deixasse o seu gozo fluir, novamente enchendo o meu copo agora com o seu leite quente e abundante... E nem pense que parou por aí!

Ele me dando a mão, conduziu-me para o banheiro aonde tomamos uma deliciosa ducha entre carícias e mais sexo...

O cacete permanecia ereto e me proporcionava sensações maravilhosas.

Não mencionávamos nada sobre o homem que esteve em nossa casa, mas permanecia uma tensão boa no ar... Um Q de mistério... Não queríamos mais nada além de desfrutar de nossos momentos juntos.

Ao retornar para o mesmo quarto, sobre a cama rolando... Embrenhava-me naqueles lençóis que tivera sobre eles o corpo de alguém estranho que nem sequer havia perguntado o seu nome e nem mencionado o meu. Embora nada comentasse, Marcio sabia que ele havia deixado as suas reações em meu corpo, tatuado em imagens invisíveis que ali continuariam para o resto de nossas vidas, já que ele fora o primeiro a realizar a nossa fantasia sexual... E meu marido me conhecia perfeitamente para perceber que eu me encantara com o tal sujeito, mesmo não tivesse visualizado a sua figura e queria usar isso a seu favor.

E deitando-se de cacete apontado para o teto, fez com que eu lhe chupasse e de bunda para ele, introduzia os seus dedos em minha buceta e em meu rabo, já sensível por tanto levar rola.

Naquele momento eu me sentia a mais devassa de todas as mulheres, pois me deitara com outro homem e com o consentimento de meu marido, aquele a quem jurara ser fiel até o último dia de minha vida. E o agravante que, o cheiro do outro ainda permanecia entranhado em minha alma e demonstrava todas as sensações em meu corpo.

Mas o que fosse necessário fazer para realizar as fantasias sexuais de meu marido, eu o faria para satisfazê-lo.

Como uma felina deslizei sobre o seu corpo e me encaixei com a buceta no seu cacete e comecei a cavalgá-lo olhando fixamente em seus olhos... Outra vez me levantei e jogando a buceta em seu rosto para que se encaixasse nela a língua que permanecia brincando com o clitóris e dedilhando o cu...

A minha loucura foi tamanha que rebolando gozei derramando o meu fluído corporal o fazendo provar em seu paladar. E apertando a sua cabeça ao meu encontro, sentia o meu corpo estremecer e ainda não saciada, o seu membro finquei em meu rabo e rebolando os quadris... Novamente o meu corpo se convulsionou em um orgasmo intenso... Com Marcio exsudando o meu cu.

- Puta que pariu! Caralho! – Eu dizia me tremendo toda.

E a cada pulsação de meu ânus eu batia de encontro ao membro teso de Marcio para extrair dele a última gota de leite, arranhando o seu peito, deixando neles as minhas marcas, pra saber que nós nos pertencíamos.

E, neste instante, lânguida por sessões sexuais... O meu corpo se aconchegou em seu tórax.
Quando fiz menção em falar algo...

- Agora não querida! – Ele me pediu.

- Tudo bem! – Eu lhe respondi.

- Nós teremos muitos momentos assim! Vamos curtir o primeiro! – Ele em avisou.


***

A manhã se acabara.

Em uma cumplicidade mútua, após recuperarmos as energias, Marcio ligou para um restaurante próximo e pediu o nosso almoço.  E degustamos a sobremesa em nosso quarto...

A partir desse dia, o nosso casamento que já era bom se renovou em um elo de lealdade. Com apenas um olhar, Marcio e eu sabemos o que desejamos um do outro.

Em festas de amigos, mesmo mantendo a nossa discrição em primeiro lugar, continuamos a realizar as nossas fantasias sexuais. Sempre mais elaboradas e com alto teor de ousadia.

O lado voyeur de meu marido se aflorou e ele adora me ver com outro ou outros machos me devorando... Compartilhando-me!

O que mais posso pedir a ele?

Somente variadas fantasias sexuais...

Cumplicidade e lealdade!

Este é o nosso lema.