sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Quem é que não gosta?


Grosso...
Quente...
Lactente...
Gostoso!


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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Réveillon: Realização de uma fantasia


Todos nós seres humanos sexuados, por mais puritanos que aparentamos ser, possuímos trancafiadas em nossas mentes perversas, as fantasias mais loucas e, por vezes, as mais bizarras possíveis.
*** 
Este meu réveillon foi atípico...
Fui convidada para passar em uma casa de praia com um grupo de pessoas. Umas mais amigas do que outras e algumas que conheci por lá. E dentre essas pessoas se encontravam Ricardo e Viviane.
E dessa maneira formamos um trio imbatível, pois o que tivéssemos que fazer, sempre estávamos juntos.
Tão logo Ricardo e Viviane formaram um casal... Os dois propensos a um romance... Pelo meu olhar observava que não demoraria muito para ocorrer.
Com tarefas em comum... Mas sempre respeitando o novo casal.
Nos passeios éramos inseparáveis... Mas sabia até aonde ir... A linha do meu limite.
Os dias transcorriam na mais perfeita ordem.
***
Quando em uma noite, fui surpreendida por Ricardo enquanto me preparava para dormir, a cabeça um pouco zonza devido à bebida que havia ingerido no pequeno jantar, contou-me de uma de suas fantasias. Por mais abertos que nós fôssemos Viviane não estava acostumada comigo.
Apesar de sermos bem desprendidos, às vezes, notava certa inquietação por parte de Viviane com a minha presença. Talvez fosse só impressão minha, mas que não chegava a causar certo desconforto.
A fantasia de Ricardo era de que realizássemos um ménage à trois feminino.
Embora eu já tivesse feito masculino, outra mulher me vendo seria bem interessante.
Pela empolgação de Ricardo, aceitei a sua proposta...
Só não saberia o que poderia acontecer.
Nesta noite, paguei para ver!
Ao me explicar o que desejaria fazer, deixou-me sozinha e, fui tomar um banho.
Como o quarto do casal se localizava bem ao lado do banheiro, eles saberiam quando eu saísse e o momento de vir ao meu encontro.
***
No banho, os meus batimentos cardíacos acelerados...
Só em pensar no que estaria por acontecer, meu corpo já ficava molhado.
Enquanto a água caía me refrescando, imaginava o que eles estariam fazendo abrigados entre quatro paredes.
Banho terminado, vesti o meu baby doll e sem hesitar deixei o banheiro...
E ao fechar a porta, saberia que Ricardo estava atento aos meus movimentos.
O que eles pensavam eu não sei...
***
Sem saber o que fazer a televisão liguei no volume mínimo.
Já deitada, Ricardo invadiu o meu quarto e foi logo me atacando... A parte de baixo da minha roupa retirando... A calcinha... E agarrando os meus seios, começou a chupá-los, dizendo que há muito tempo desejava aquilo.
A minha pele branca foi se tornando vermelha, com o atrito de sua boca...
As suas mãos deslizavam por entre as minhas pernas.
Ele me fez totalmente nua.
E enfiando os dedos em minha buceta, dizia que Viviane iria adorar vê-lo fudendo com outra.
Ricardo estava enlouquecido... Transfigurado pelo tesão que toda aquela adrenalina lhe provocara...
O cacete ele esfregava em minha buceta e quando Viviane adentrou o meu quarto, ainda vestida, viu o seu namorado comigo, nós dois nus sobre a cama.
- Isso! Veja bem! Estou com outra... Está gostando? – A ela Ricardo perguntava.
- Sim! Estou! – Viviane respondia com a voz baixa e sem nenhuma expressão no rosto.
Não conseguia distinguir o que se passava em sua mente.
Uma coisa era cogitar a ideia de um ménage e outra era a sua realização.
Eu me entreguei ao momento...
Ricardo ordenou para que eu ficasse de quatro, quando senti o seu dedo rasgar o meu cu... Eu gemi me denunciando!
- Então gosta de levar no cu? – Foi a vez dele de me indagar.
- Adoro! – Eu lhe respondi.
Ricardo me fustigava com o dedo, enquanto Viviane era a nossa voyeur. Como ela se encontrava atrás dele, não conseguia visualizar as suas reações.
O meu corpo entregava a Ricardo que pedia para Viviane passar o seu cacete em minha buceta.
Ela obedecia aos seus comandos.
Por vezes, sentia as pontas de seus dedos roçarem a minha pele...
- Enfia o cacete no rabo dela! – Ricardo a ordenava.
Viviane no auge de sua timidez pegou o pau teso do namorado e o direcionou em meu cu que se mostrava aberto por seu fisting.
A cada segundo era maior a minha oferenda...
Ricardo invadiu o meu rabo e seus solavancos me levavam à loucura e rebolando me tocava.
- Isso... Que delícia! Olha como eu meto no cu dela... Esta vendo? – Ricardo perguntava a Viviane olhando em seus olhos.
- Sim... Estou! – Ela lhe respondia.
Em meio a excitação, gemia... Bolinava-me...
Ricardo em êxtase...
Com uma loira e uma morena lhe servindo.
- Você também queria fuder comigo? – Ele me perguntava.
E quase sem fôlego respondia que sim!
Ele mandava Viviane se tocar...
E na fúria de seu tesão, com o cacete enterrado em meu cu, ele pediu para que Viviane também enfiasse o dedo no seu...
E assim formamos um trenzinho da alegria, enquanto ele me fodia, era fodido pela namorada.
O que me causou também excitação que contorcendo o meu corpo, gozei feito uma puta. Mas me mantive na mesma posição...
Quando Ricardo me libertou de seu cacete e ofereceu para que Viviane o chupasse... E depois a mim... Por longos minutos, ficamos degustando de sua iguaria, ora uma de cada vez e ora as duas juntas como lambesse um sorvete.
E entrando em alfa, Ricardo se expandiu em um orgasmo tão intenso que não conseguiu conter o seu grito de satisfação.
Ricardo e eu estávamos ofegantes, enquanto Viviane se mantinha passiva.
Por alguns instantes, entreolhávamos...
Porém, Ricardo pegou as suas roupas desejando uma boa noite se retirou com Viviane com as suas roupas intactas.
Sobre a cama fiquei jogada...
Ainda com a respiração entrecortada...
Com o corpo amolecido.
No dia seguinte pensando como é que reagiríamos todo aquele frisson.

***
O dia amanheceu...
E nenhuma palavra foi dita sobre o que ocorrera na noite anterior...
Completo silêncio.


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Na pressão (matando a saudade do negão)



Quando pensamos que, o destino colocou um final em nossa história, em suas entrelinhas nos deparamos com uma vírgula e, até mesmo quem sabe um ponto de reticências?
Afinal de contas, nunca deixamos de nos falar, até quando lhe avisei para que não me procurasse mais...
***
Em cima do horário acordei, pois a noite havia sido péssima e mal dormida.
Ainda com sono, até que por um lado seria bom... Só assim a ansiedade não tomaria conta de minha alma.
Tão logo cheguei Afonso também chegara bem atrás de mim, diminuindo a espera.
Apesar de termos ficado sem nos encontrar por mais de um ano, Afonso continua o mesmo. Como se nossa relação já viesse de outros tempos.
Ele se sentou na estrutura de concreto que dá apoio à banca uma de jornais e revistas e, convidou-me para fazer o mesmo, e dessa forma pudéssemos tomar ar.
O calor era intenso.
Quase cinco minutos de conversa, então nos encaminhamos para o nosso lugar preferido: motel.
Ao chegarmos, um som me chamou a atenção na recepção. Aliás, até o recepcionista, porque geralmente nestes lugares há mulheres para atender e, o funcionário em questão curtia um som pesado com o qual me identifiquei o metal.
Até fiz um comentário a respeito, porém, o seu modo compenetrado, não surtiu efeito.
Afonso não se importou, ele conhece o meu jeito espontâneo de ser.
Com as chaves do quarto 216 nas mãos, isso era o que mais importava... Ele desejava mais do que nunca ficar a sós comigo.
Dentro do edifício o calor começara a dar uma trégua...
Sobre o ar condicionado abrigados, desfazemos de nossas roupas em meio a uma conversa descontraída... Observando cada um de seus gestos, aí que enfatizo que era como se não houvesse tido nenhuma passagem de tempo.
Ele também me olhava fixamente...
A minha pele branca em contraste com a sua!
- Você trouxe camisinha? – Eu lhe indaguei curiosa.
- Não trouxe não! – Ele me respondeu sério.
- E como que vai ser então? – O questionei.
Este impasse surgiu entre nós dois, porém, percebi que ele falava em tom de brincadeira.
Até que retirou da carteira a embalagem de camisinhas!
- Uffa! – Eu respirei aliviada.
Dirigimo-nos para o banho... Aonde com a luminescência da água, deu-se o início...
Afonso ensaboava o meu corpo... Tocava-me no ponto mais sensível e por grandes instantes o massageava.
- Como amo o seu toque em minha pele! – Em meus pensamentos suspirava.
Os meus gemidos eram inevitáveis...
Assim como era inevitável não me oferecer com mais ousadia.
Ele escancarava as minhas pernas, enquanto a água escorria por nossos corpos...
Os seus dedos me penetravam pela frente e por trás... Em sua massagem que me proporcionava o prazer... O êxtase!
No ritmo de seus dedos rebolava...
Afonso compreende as vontades de meu corpo...
Sabe que quanto mais prazer ele me dá... Mais o retribuo.
Os meus gemidos são música em seus ouvidos... O afrodisíaco para a sua alma.
Colocando-me de joelhos, ofereceu-se em minha boca...
Eu o segurava... Punhetava entre meus lábios...
Com as mãos... Dedos... Sugadas... A ponta da língua...
As sensações em seu corpo se refletiam com cada um de meu toque...
E virando o meu corpo de encontro ao chuveiro com firmeza.
Os meus cabelos que antes eram mantidos presos, para não ser molhado, eu os soltei para que a energia pudesse transcender em nossos movimentos.
A bunda mais e mais empinada recebia as suas carícias...
- Vamos para a cama! – Ele ordenou de repente.
A ducha deixei primeiro do que ele, para que pudesse me preparar...
Através do espelho me contemplava...
A pele branca exposta e deixada a sua mercê.
- Nossa! Que delícia! – Ele comentou ao se aproximar!
Através do espelho me observava:
O cabelo cacheado cor de mel despenteado...
A expressão do tesão.
O nosso clima não poderia ser mais do que perfeito.
Estar com Afonso foi a melhor coisa que me aconteceu nos últimos tempos.
O meu corpo oferecia a ele... Em movimentos sinuosos e rebolado provocativo...
Os seus dedos me penetravam a buceta com agilidade que quase me levava ao orgasmo, mas me concentrava para prolongar mais este momento...
Ele me preenchia na frente e atrás com dois longos dedos.
Quando tomou posse de uma das camisinhas e de uma só vez me invadiu pela frente.
Eu tentava manter o controle da situação, de quatro, para não me expandir tão rápido, pois a pegada de Afonso é muito forte.
Ele me estocava com tamanha força que, precisava me jogar de encontro ao seu corpo para não cair sobre a cama.
O seu dedão passeava por meu anel até que o enfiou...
Com uma das mãos puxava os meus cabelos com tamanho desespero de um lado para o outro como se desejasse me domar...
As tapas em minhas coxas eram cada vez mais forte e seus xingamentos perversos.
A sua aura inebriava a minha, fazendo-me gemer e gritar.
E mais uma vez sendo inevitável o gozo transcendeu em meu corpo, alimentando a minha alma... O que fez instigá-lo...
E a minha sede e a minha fome por seu gozo também aumentava...
E com mais força, puxando o meu cabelo, ele exsudou o seu leite na buceta quente e inchada.
E quando seu pedaço de carne tesa deixou de pulsar em minhas entranhas, ele se jogou comigo na cama.
O ambiente não poderia estar melhor entre Afonso e eu.
A conversa fluía naturalmente.
Não há nada melhor do que um encontro real...
***
Aos poucos Afonso foi ficando mais animado e, pediu para que me colocasse de quatro.
A minha pele branca em contraste com a sua...
A bunda empinava para cima.
Através do espelho, sentia-me como uma atriz em pleno palco... Como se eu fosse outra pessoa... Ainda mais mulher!
Ele penetrou novamente a buceta, porém, o seu foco era outro, já com a camisinha, ele apontou a ferramenta em direção de meu cu que reclamou um pouco, mas que foi se acostumando com sua invasão.
O atrito que sentia era maior, a ardência. E só descobriria o motivo em outro round.
Quando o meu rabo finalmente se acostumou com o tamanho e espessura de sua ferramenta, enquanto isso me tocava...
Afonso pedia para que me tocasse...
E eu o obedecia!
Entre gritos e xingamentos eu gozei...
- Você quer leite no rabo? – Ele me perguntou todo interessado.
- Quero! Enche o meu cu de leite! Só com o teu! – Eu o respondi.
Afonso me socava impiedoso, até que se deixou derramar em meu buraco.
- O seu cu é uma delícia... Sou apaixonado por ele! – Afonso comentava.
- É bom saber! – Eu comentei sorrindo.
O meu corpo em êxtase...
As pernas tremiam...
Não tinha forças para levantar.
A água do chuveiro era uma linda canção e sabia que Afonso estava comigo... Nenhum mal poderia acontecer!
Ele se deitou relaxado ao meu lado...
A cabeça encostei em seu ombro...
Não queria que este dia cessasse.
Ele comentava como estava tão bom estarmos juntos e, me convidou para que me sentasse sobre ele...
E, oferecendo-me a camisinha que era de morango, o perfume era muito bom e descobri o motivo da irritação em meu corpo: uma possível alergia. Mas mesmo assim, não hesitei. E me encaixei de frente para reverenciar todas as nossas expressões de prazer.
Os meus movimentos começaram tímidos e, aos poucos foram ganhando intensidade. Antes o cabelo estava preso em um coque improvisado... O soltei para dar vida ao nosso ritmo.
Os meus gemidos...
Os gemidos dele enaltecendo o nosso momento, misturando-se...
O clitóris em contato com o seu corpo...
- Goza minha branca! Quero te ver gozando para mim! – Afonso me pedia.
O meu compasso acelerando... Jogando-me de encontro ao seu corpo, demonstrando até certa raiva. Mas era mais um artifício para tornar nosso instante mais memorável.
E gozei...
- Puta que pariu! – O xinguei entre os dentes com a voz suave.
Quase desfalecendo sobre o seu corpo, continuei para que também fosse brindada com o seu orgasmo.
Mas Afonso veio para cima de mim, fez com que eu ficasse de quatro e, iniciando uma “luta” corporal, joguei-me sobre a cama e ele sem indagar, penetrou o rabo sensível por seu fisting e por seu cacete...
A dor no início foi crucial, mas aos poucos o prazer foi dando passagem.
E me tocando gozei...
- Quero leite no meu cu! Porra! Derrama no meu rabo! Caralho! – A ele pedia enlouquecida.
Afonso estocava com força... Agora era a sua vez de ficar com raiva de tanto tesão...
- Esse seu rabo me leva à loucura... Quando o vejo vermelhinho para o meu lado, perco a noção de tudo! – Ele me dizia grudado ao meu ouvido e puxando o meu cabelo.
E não suportando a pressão, fez-me gozar e em seguida me encheu com sua porra.
E ofegante, quase me deixou sem ar, pressionando-me contra a cama.
E quando se levantou, fiquei entregue ao êxtase...
Quanto tempo nós dois havíamos perdido?
E, por falar em tempo, do banheiro me pediu para que verificasse o horário. E, infelizmente disse que já estava no momento de deixarmos o local.
Um pouco reclamando e brincando, disse que não queria ir... Mesmo com a buceta e o rabo esfolados.
Mais um banho e nos arrumamos... E frisei que da próxima vez nada de camisinha de morango, precisa ser ao natural.
Ele sorriu...
Infelizmente deixamos o motel, o frescor do quarto ficara para trás.
Ainda almoçamos em um pequeno restaurante muito agradável.
E após nos despedimos com um desejo de quero mais.
Quero ter muitas horas e horas de prazer na pressão do negão!


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Conectando o pendrive

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Amigos...
São sempre eles aprontando comigo.
Há alguns que você nem deseja...
Há outros que te desejam, mas você não está nem aí para eles.
Há aqueles que são inatingíveis.
E quando menos se espera...
A mágica acontece!
***
Germano e eu sempre nos falamos através do whatsaap.
E um problema em seu pendrive estava tirando-o do sério.
Entre uma conversa e outra, ficou combinado de que a tarde passaria em minha casa para que juntos pudéssemos ver qual seria a real situação do objeto.
***
À tarde Germano apareceu...
O computador já estava ligado quando chegou.
O deixei á vontade na máquina e, nada do pendrive dar sinal de vida.
Quem se mostrava vivo era outra parte de seu corpo...
Notava por suas reações.
A sua excitação era nítida, já que sempre repousava a mão junto ao seu órgão reprodutor.
Dissimulada...
Era assim que me fazia!
Se os homens não prestam, as mulheres inteligentes usufruem na onda de sua maré cheia.
Assim foi como me comportei com Germano... Dei corda até aonde poderia ceder.
E ele percebendo o meu jogo erótico sorria bem cínico.
Com a desculpa para que me sentasse em frente ao computador, libertou o cacete da bermuda, introduzindo-o em seguida em minha boca.
Germano não tinha a noção do perigo que corríamos, a mercê de sermos flagrados por alguém a qualquer momento.
Como em uma rapidinha o punhetei e o chupei por alguns instantes.
O tesão era notório...
E nada do pendrive conectar ao computador!
O convite de germano para irmos à sua casa fora irresistível...
Nada como remediar.
Ao desligar o meu computador, há poucos minutos estávamos em sua casa testando o pendrive que era apenas uma desculpa que usava para estarmos juntos.
Germano passava a mão por meu corpo reacendendo a centelha.
Com ele novamente entre meus lábios, sentia a ereção cada vez mais firme.
Ao sentar-se novamente na cadeira, foi a minha vez de sentar em seu colo encaixando a buceta em seu cacete.
Os meus movimentos eram excitantes...
Sobre o seu pau subindo e descendo...
Como uma puta rebolando...
Dessa forma permaneci há algum tempo, até que o fiz gozar...
Derramando-se em minhas entranhas.
- Nossa! Que delícia!
O suor escorria por nossos corpos...
Pela buceta escorria o leite.
- Hum! Como ele é danadinho! Não é que conseguiu?
E pelo jeito acontecerão outras conexões!
Ainda bem...
Lavou está novo!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Presente de natal


Fim de ano chegando...
As pessoas correndo de um lado para o outro com as suas preocupações cotidianas... Pensando em festas e presentes.
E nem aí para todo este estardalhaço!
Um calor infernal e tendo que resolver pequenas tarefas, mas sem pretensão alguma para estas datas em que nada me acrescenta.

***
Por acaso, encontrei meu ex-namorado que me vendo derreter feito um gelo sob o sol, logo me convidou para irmos a sua casa que estava mais próxima do que a minha.
Sem titubear aceitei a oferta.
O que queria...
Sabia exatamente o que era: SEXO!
Após um suco...
As suas investidas começaram.
Como quem vive de passado é museu e eu não estou morta...
A sua mão firme passeando por minhas coxas e levemente tocando o meio de minhas pernas.
- Ui! Está esquentando de outro jeito! – Eu comentava.
Ele nada dizia, apenas continuava em seu propósito.
Para facilitar, deitei-me escancarando as pernas, quando aproveitou para me deixar nua.
A língua atingiu o entremeio da buceta.
Não resisti... Soltei um gemido.
- Bate na buceta! – Eu lhe pedia.
A mão ágil me provocava um misto de prazer e dor.
- Puta que pariu! – O xingava.
Os seus dedos me penetravam o cu.
Nesta altura, encontrava-me alagada...
Como pode me deixar tão molhada?
A sua língua...
Os seus dedos...
Literalmente me torturavam!

***

Tamanha era a excitação...
Ele me penetrou de uma só vez a buceta que já se encontrava inchada e vermelha.
O atrito de nossas carnes alimentava a nossa lascívia e, fazia-me esquecer do calor que ficara abrigado ao lado de fora.
Na dança frenética de luxúria continuávamos e apertava os meus seios e ora me tocava.
Quanta loucura para um sexo casual e com o compromisso de apenas gozarmos.
Não resisti aos movimentos de seus golpes em meu corpo e deixei me expandir em um orgasmo que transcendeu a alma.
A buceta convulsionava e para me castigar a carne sensível, voltou a me bolinar com a língua.
Eu me contorcia...
Quando ele batia na buceta... Desejava mais ainda!
Bem nos seus olhos fixamente mantinha o meu olhar, sentia que almejava também gozar!
- Vem! Essa rola mete no meu cu! – O ordenei.
Ele penetrou a buceta para obter certa lubrificação e deslizou o cacete teso bem na entrada de meu pequeno orifício... Sem a menor piedade invadindo.
- Porra! Caralho! Continuava! – A ele dizia por entre os dentes.
Ele me observava...
Já conhecia a minha loucura anal.
As suas investidas de encontro ao meu rabo eram precisas e me tocava.
A ele pedia para que me tocasse e batesse na buceta...
- Caralho! Um pau em meu cu e porrada na buceta... – Eu comentava.
- Quer melhor? – Ele me perguntava.
- Sim! Dois cacetes me servindo! – A ele respondi prontamente.
Ele me chamou de doida!
- Isso! Vem! Goza no meu cu! – A ele pedia.
E então, continuava a me fuder.
Até que em um momento, as suas estocadas se fizeram mais ritmadas, até que gozei outra vez e em seguida ele encheu o meu cu de porra!
As pernas tremiam...
Os batimentos cardíacos acelerados...
Um pouco mais de conversa jogada fora.
Um banho delicioso...
- Prontinho!  Ganhei o meu presente de natal! – Eu comentei.
- Quem ganhou foi eu! – Ele me respondeu.