segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Carícias anais





É sempre da mesma forma o teu jeito de me envolver.

O que provoca...

O que causa prazer...

É um desejo que vem

E, entorpece-me.

Leva-me as nuvens.

 Não há nada que me desvaneça.

São dedos...

São mãos...

Tapas deixando a pele vermelha.

Aos sussurros... De quatro...

Seja no chão...

Na cama...

De modo sacana...

Encostada numa parede qualquer...

O que vale é o tesão.

Inebriando os sentidos.

Fazendo a alma lânguida.

Deixando a essência embriagada.

A língua percorrendo por caminhos...

Pelos espaços...

Trilhando os labirintos...

Sendo guiados pelos instintos.

O teu corpo tem a magia

Que a lascívia irradia.

Acendendo o desejo...

No ponto proibido o beijo.

Entre as pregas consentido,

O pequeno pedaço de carne teso,

Na zona estratégica umedecendo em círculos.

Fortalecendo os nossos elos,

Adentrando o vale proibido.

A sensação, que posso ter a melhor,

 Causando-me o furor...

O membro em riste a dor.

 Mesclando o n osso suor

E fluídos e m todo furor.

Entrego-me com gemidos

Aos gritos...

Em suas carícias sensacionais,

 Deliciando-me com gozos anais.


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sábado, 24 de outubro de 2015

The Weeknd - Earned It




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Earned It (Fifty Shades Of Grey) (From The "Fifty Shades Of Grey" Soundtrack) (Explicit...

Quanta fome




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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

BDSM


Submeto-me
amarrada...
Para o teu bel  prazer...


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Engolindo tudo




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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

A empregada evangélica e a nora roqueira 3/3 (Por: Fabby Lima)



Este texto é uma obra de ficção literária erótica-pornô com o intuito de entretenimento e diversão, situações, personagens, ideias e comportamentos aqui expostos são parte do contexto da ficção e não exprimem a opinião do autor ou fomentam atitudes.
Contato do autor: asletrasdemoura@gmail.com
***
Ao retornar para a casa de André era inevitável não sentir tamanho desapontamento com ele.
Como poderia ter me apaixonado por um sujeitinho tão cafona e reprimido sexualmente? Que só pensa em trabalho e no lugar da presidência de seu pai.
O Artur... O meu sogro... E que sogro! A quem já havia me entregado. Podem me chamar de louca por ter transado com ele, mas só queria um pouco de aventura... Sou viciada em adrenalina! E não ficar em um restaurante com os amigos do André com os mesmos assuntos, um tremendo tédio. Que excitação isso me causa? Nenhuma! Só penso em sexo, sexo, sexo e rock n’ roll!
Não pensava mais em nada encima da garupa daquela moto. E tive a ligeira impressão de que o condutor sentiu a minha respiração ofegante quando em uma manobra mais arriscada, apertei com mais força a sua cintura de encontro ao meu corpo.
Enquanto isso...
Ana Maria se trancara em seu quarto com receio da loucura que pudesse vir a cometer e se arrepender depois.
Artur sem pensar em mais nada, apenas no pau teso e quente, este não vacilou duas vezes e foi procurá-la. Não haveria nada de mal ao fazer esta caridade e talvez até Deus o perdoasse por este sacrilégio.
Ana ao abrir a porta o surpreendeu com a saia um pouco suspensa, e com os olhos vermelhos, só poderia estar chorando. O patrão nem deixou que nada falasse e sem menção alguma a atacou arrancando-lhe as roupas. O que até o momento era imaginação ou o pouco visto em partes, agora se tornava palpável. E com a essência do mais delicioso pecado.
Artur não se conteve e acariciando o seu corpo a direcionou para a cama que se localizava em um canto do pequeno cômodo.
Ana Maria se entregava sem qualquer resquício de remorsos e se abria para o patrão. Às vezes, a figura do marido vinha a sua cabeça e tentava não mais pensar nele. Agora imaginava que a partir daquela tarde, com a dona Helena fora de casa, teria que servi-lo em sua perversão e se tornaria fato corriqueiro.
Artur abrindo as suas pernas a sugava... Arrancando das profundezas de sua garganta gemidos que jamais pensava que Ana pudesse emiti-los.
Ao subir em sua cama, Artur fez com que ela se colocasse ajoelhada e penetrou de uma só vez a sua garganta fazendo com que ficasse com ânsia de vômito. Mas a empregada conseguiu se conter com a enorme cabeça alojada em sua boca. Ela o segurava com firmeza... O sugava... O lambia com a baba escorrendo por seus lábios.
Artur fazendo-a de sua vadia fez com que ficasse de quatro sobre o chão e apertando a buceta com seguidos tapas, penetrou-a de uma só vez, fazendo com que Ana desse um grito!
Neste exato momento, ao chegar à casa de André, pelo horário pensei que encontraria o meu delicioso sogrinho na cozinha...
Ao ouvir os gemidos e curiosa do jeito que sou, com a respiração ofegante e com a buceta molhada, os segui... Ao percorrer a sala e a cozinha... E eles vinham da direção do quarto da empregada.
Do que se tratava, já sabia. Mas com quem será que ocorria?
O meu sexo queimava entre minhas pernas. Os seios só faltavam se soltar da blusa.
Ao lado de fora, tentava observar pelo buraco da fechadura. E nesta altura, tirei a calcinha e comecei a me masturbar.
O que havia planejado estava saindo muito melhor do que imaginado.
O meu sogrinho é bem safadinho mesmo, nem a empregada ele perdoa!
- Também quero a minha fatia do bolo! – Ao entrar no quarto exclamei despida, do jeito que vim ao mundo.
Ao me verem ficaram surpresos. Logo Artur relaxou mais do que se encontrava.
Ana tentou se desvencilhar do cacete de meu sogro, porém, eu me coloquei por baixo dela e com a língua tesa e molhada fiz com que também se rendesse a mim.
O seu prazer era nítido!
- Essa minha nora é surpreendente! - O meu sogro falou em tom de cinismo.
Em suas fantasias mais loucas, acredito que jamais poderia ver realizado um ménage tão atraente entre a sua empregada bunduda e evangélica e, sua nora branquinha e roqueira.
O tesão de meu sogro era notório com a visão que se mantinha a sua  frente. Ele socando a buceta de Ana enquanto a sua frágil norinha lambia a mesma.
Os gemidos de Ana inebriavam mais a minha luxúria e levantando a parte inferior do meu corpo, rebolando os meus quadris, ofereci o meu sexo molhado para que me  retribuísse as carícias. E ela no início com certa timidez, deslizava a língua em meu corpo e, por vezes, auxiliava-a até que enfim, quando pegou o jeito, o seu pedaço de carne deslizava em minha pele molhada e adentrava no orifício fazendo-me gemer de prazer.
Nunca imaginei que a casa do meu sogro pudesse ser tão divertida sem o sisudo do meu namorado que prefere um almoço chato de trabalho a uma boa metida.
Artur socava sem piedade a buceta da empregada... Até que em um gemido mais alto, a cadela evangélica gozou e amolecida quase caiu sobre o meu corpo... E sem demora, colocando-me deitada de frente para Artur, dei-lhe uma chave de pernas em  seu pescoço    e  o trouxe  para a   minha  buceta... Ele me lambia... Com a sua língua de macho potente. Quando o liberei, piscando o meu cu... Com uma cusparada em meu rabo, ele me penetrou de uma só vez e, Ana nos observava com seus olhos arregalados, e o cacete que antes estocava a sua buceta, assistia desaparecendo em meu cu.
Artur suspendia as minhas pernas para o alto e eu me sentia como um frango sendo abatido. Com os braços abertos sobre a cama, a crucificação na horizontal era impiedosa.
A barra de ferro do sogro me causava um estrago. Pena que meu namoradinho nem isso ele tenha puxado dele.
Ao pedir que Ana se aproximasse, fiz com que se deitasse ao meu lado para ter acesso ao seu corpo. Então, acariciava-a... E a fiz com que me tocasse novamente. Agora possuía um mastro em meu cu... E uma língua tesa brincando timidamente por meu clitóris.
Não me importava se mais alguém pudesse chegar...
Os meus gritos poderiam ser ouvidos a quilômetros de distância. O que importava era o nosso momento... O meu momento de prazer!
E foi a vez de me derramar no cacete de meu sogro que, encontrava-se todo empolgado com suas novas amantes.
Quando me liberou de seu cacete, Artur acariciando o corpo de Ana... Podia enxergar em seu rosto desfigurado pelo tesão o que  tanto desejava e lendo em seu olhar, ainda sob o choque de meu gozo, ajoelhada na cama, comecei a acariciar os seios de Ana. O seu corpo se arrepiou por inteiro, buscando envolve-la com toda lascívia possível e Artur me auxiliava nesta questão.
Ana se rendeu... Ficou amolecida e ofegante quando a minha língua e mãos a tocava no local certo e, fazendo com que ficasse de lado, foi à deixa para Artur lhe tocar com um beijo grego. No início, fez-se um pouco resistente... Mas aos poucos foi se entregando. E ele se posicionando por trás dela que, nada falava. Quando colocou a ponta do cacete na entrada de seu pequeno orifício resistente... Apenas sentia a sua invasão. Mas que com a ajuda de minhas carícias se abriu para recebê-lo.
Artur pôde constatar a sua desconfiança... A bunda de Ana Maria era virgem. Como poderia ser? Já que a de sua nora, não sendo grande já teria sido enrabada antes dele.
Eu pedia a ela que rebolasse. O incomodo que sentia logo no início gradativamente passaria, era tão somente relaxar...
No início acredito que Ana se sentira sem reação perante a sua penetração anal. Pois esta é uma prática que os evangélicos repudiam.
Porém, o prazer que Artur me proporcionou entalado em meu rabo e que, ela mesma presenciara, com certeza lhe causou certa curiosidade. Por suas reações observadas pelo canto do olho. Essa crente fajuta jamais me enganara com seu jeito dissimulado para o lado do patrão. Dona Helena esta sim é que não percebe nada!
- Nossa! Que delícia de cu esta mulher tem! – Ele comentou.
Com uma tapa bem forte em sua bunda, Ana Maria se assustou e em um pulo se colocou de quatro esfregando a nádega atingida e, Artur não se fez de rogado e com uma só investida cravou novamente o rabo da empregada que, caindo de bruços, mesmo gemendo de dor, não foi poupada das investidas do patrão.
Eu observava a sua sodomia com as pernas escancaradas me  tocando... E confesso do fundo de minha alma que a sua reação me excitava!
Os olhos dela banhados em lágrimas...
O corpo de meu sogro sobre o corpo dela, puxando os seus cabelos cada vez com mais força. E, Ana não teria outro remédio a não ser morder os lençóis para suportar a dor que pudesse estar sentindo... Artur estava transtornado pelo tesão.
Enquanto ele a fodia...  Eu empinava a bunda e oferecia o meu cu rosado piscando para ele. E, às vezes, cessava as suas estocadas dando um refrigério para a sua presa. Os seus dedos me bolinavam... Os enfiavam em meu rabo e depois os oferecia a Ana para que ela os chupasse. E me coloquei deitada com a buceta na cara da Ana para sentir a sua língua em meus buracos, no momento em que meu delicioso sogro metia sem dó e nem piedade no seu cu antes virginal da crente safada.
A sua língua deslizava por meus buracos... O seu cu era arregaçado... A buceta sendo friccionada de encontro aos lençóis, os mesmos que ela antes mordia...
E a  evangélica gozou feito uma puta...
Mas o patrão, o meu devasso sogro desejava mais do que estava usufruindo e, deixou-se derramar no cu em que não mais existia nenhuma prega para a sua salvação.
O leite fluiu quente e abundante feito uma  tsunami.
E ao ver o buraco que havia deixado em sua empregada, agarrando-me pelos cabelos, fez com que eu lambesse o gozo que dali ainda escorria.
Ao me virar para o seu lado, deu uma tapa em meu rosto e cai sobre a cama.
- Caralho! – Eu gritei.
Não conhecia esse lado do meu sogrinho.
Como se me pedisse desculpas, era a sua língua que agora percorria a minha carne molhada... Um passeio fazia entre a buceta e o cu. O que mais ansiava era por sua tora fincada em minhas entranhas.
Ana tentava se recuperar, mas ele fez com que ela ficasse ajoelhada e, mais uma vez fez com que ela o chupasse e intercalava entre a minha boca e a dela.
- E agora observe como realmente deve se dar o cu! – Ele a ordenou.
Artur me puxou pelos cabelos e me posicionou de quatro, logo em seguida foi adentrando a minha bunda branca e desferia vários tapas pelas coxas. A cada golpe era um novo grito. A minha pele ardia...
O  cacete adentrava quente e teso... Oferecendo-me, os quadris rebolava... E me mantinha firme para usufruir de seus movimentos.
Artur se livrava do meu corpo de propósito e de uma só vez iniciava uma nova invasão. Esses seus movimentos eram contínuos até agarrar os meus cabelos e forçar a sua ferramenta em meu rabo que piscava... A minha mão na buceta... Que loucura de tesão me proporcionava diferente de André que até na hora do sexo se porta como uma  donzela indefesa: - “Não pode isso...” “Não pode aquilo...” “Você será a minha esposa...” – Os meus pensamentos cada vez mais desconexos.
- Foda-me! – Eu gritei.
O meu  corpo se convulsionava em um gozo extremo e quase partindo o cacete do sogro em  dois.
Ainda extasiada pelo cacete de Artur, ele pediu para que Ana e eu ficássemos ajoelhadas no chão e oferecendo o cacete para que o chupássemos.
Por seu membro teso nos “digladiávamos” por cada centímetro e saco daquele homem e, se punhetando jorrou a sua porra sobre nossos rostos.
Eu engoli o gozo que a mim foi conferido e mesmo agindo com certa timidez, Ana fez a parte dela.
Os três em um ménage no quarto da empregada que seria o nosso mais vil e perverso segredo.
O cheiro de sexo inebriava o ambiente... Adrenalina total!
Artur todo satisfeito foi o primeiro a deixar o quarto. Ana e eu ficamos a nos olhar...
- Deixa de ser boba! Seu segredinho ficará guardado comigo! – A acalmei.
Porém, nada me falou apenas me observava.
Em seguida deixei Ana deitada com o corpo suado e gozado estendido sobre a cama.
Quando André chegou de sua diversão, isso é, se aquilo é diversão, encontrava-me em um sono profundo.
- Deixa-me em paz! – A ele falei sem abrir os olhos e virei para o outro lado da cama.
- Você viu o papai? – Ele insistiu.
- Sei lá do seu pai! Deve ter ido jogar bingo! – O respondi ironicamente.
No horário do jantar, Ana ao servir a mesma se mostrava mais séria do que nunca, porém, com um semblante mais aliviado do que o de costume. Por que será?
O meu sogro... Este sim! É um caso a parte... Com suas piadinhas sem graça e reclamando da ausência da esposa que só chegaria no dia seguinte.
André é o feito retrato do filho e profissional exemplar que todos querem ter.
E para completar eu!
A Fabby...  A roqueira... Louca e ninfomaníaca que todo pai deseja possuir como nora!
Convivência...
Conflitos...
Sexo...
Rock n’ roll!
Para  quê seguir as convenções sociais?
Se a vida pode ser muito mais interessante!
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Proibida a cópia e/ou a reprodução dos textos acima sem a prévia autorização do autor, por quaisquer meios ou processos existentes, especialmente por programas de computador de acesso à Internet ou não, sistema gráfico, micro filmagens, fotográficos, videográficos, bem como a inclusão de qualquer parte desta obra em qualquer sistema de processamento de dados. Estas proibições aplicam-se também às características da obra e à sua editoração. A violação dos direitos autorais é punível como crime com pena de prisão e multa, além da possibilidade de busca e apreensão dos exemplares reproduzidos e apetrechos utilizados na reprodução do mesmo, e das indenizações civis.

Devil Etrigan
Outros textos do autor:
http://www.casadoscontos.com.br/perfil/200342

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“A autoria deste conto é de minha amiga querida Fabby Lima, em convite feito por mim ela nos brindou com a marca mais notória de seus contos que podem ser encontrados no Blog Sussurros proibidos, a sodomia.”
Devil   Etrigan
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Obrigada meu querido!
Por compartilhar comigo um pouco de tua literatura
Fabby Lima


A empregada evangélica e a nora roqueira 2/3 (Por Devil Etrigan)


Este texto é uma obra de ficção literária erótica-pornô com o intuito de entretenimento e diversão, situações, personagens, ideias e comportamentos aqui expostos são parte do contexto da ficção e não exprimem a opinião do autor ou fomentam atitudes.
Contato do autor: asletrasdemoura@gmail.com
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Lá estava Fabby usando apenas uma saia cigana enquanto dançava no meio de uma dúzia de motoqueiros que urravam a cada rebolado da sua bunda empinada no meio daquele bar imundo no meio de uma rodovia qualquer, ela começou a se esfregar em um negro musculoso que logo a puxou pra si e beijou sua boquinha jogando-lhe logo após nos braços de um barbudo que foi direto até sua pequenina teta infante engolindo-a de uma só vez, Fabby sorria enquanto era apalpada por vários machos no cio, um mais afoito jogou a saia pra baixo e lhe deixou completamente nua, ela me encarou e lambeu os lábios e eu pude ver em seu olhar que ela faria de tudo naquele lugar, ela seria deles por completo, um loiro gordinho então a pegou por trás e lhe pondo de joelhos a fez mamar em sua pica que não era tão grande mas possuía uma cabeça inchada que ela sugava sem cerimônia enquanto os outros punham também suas "ferramentas" pra fora, eles eram agora uns quatorze à sua volta, ela lambia dois paus duros que batiam contra seu rostinho de ninfeta e ela acariciava quantos podia com as mãos, os agarrava e punhetava rápido e depois trocava de pau sem deixar de mamar por um instante sequer, a baba escorria da sua boca pequenina que engolia a cabeça de uma tora preta e veiuda que ensebava o canto da sua boca à cada forçada que o negro dava em sua garganta, ela foi puxada pelos cabelos por um moreno que lhe pôs debruçada sobre a mesa de sinuca e sem aviso penetrou sua xoxota com força, ela gemeu em um misto de dor e prazer empinando ainda mais a bunda, o moreno a espetava na ponta do seu caralho em um ritmo acelerado de vai e vem enquanto suas costas eram acariciados por outros homens, de onde eu estava podia ver a Xana se abrir para acomodar o caralho moreno que a invadia, o cheiro de sexo já tomava todo o bar quando ela foi posta de pernas abertas sobre a mesa e um magrelo pauzudo colocou seus 23 centímetros de vara na xana molhada de minha perversa nora, ela gemia alto enquanto ele a fodia forte acariciando seus pequenos seios, pude ver o arrepio na pele branca quando ele despejou o leite em seu ventre, quando o magrelo retirou sua vara um outro negro de quase dois metros a pôs colada ao seu corpo de pé, as perninhas brancas de ninfeta ao redor do tronco negro e musculoso, ele a segurava por baixo das coxas enquanto com dificuldade abria o zíper libertando um caralho anormal, devia ter pelo menos uns 28 centímetros e era mais grosso que um biscoito recheado, eu cheguei a engolir em seco temeroso pela pequenina ninfeta que já sentia a buceta alargar para que a cabeça portentosa abrisse caminho para o grande tronco negro que lhe machucava e preenchia,  ele a fodia ali de pé enquanto os outros gritavam e assobiavam como que em um show, ela chorava mas pelo semi-sorriso em seu rosto eu percebi que era de prazer, ele com facilidade subia e descia o corpinho branco fazendo a pica imensa quase sair por completo e voltar a ser cravada na pequenina xana de minha nora, os gemidos dela eram cada vez mais altos e ela enterrava as unhas nas costas do negro que por sua vez mordia suavemente seu ombro, alguns homens jogaram cerveja sobre os dois enquanto um ruivo começou a acariciar a bunda branca de Fabby, o negro começou a estocar mais rápido era notório que seu gozo se aproximava já que agora ele apertava as costas do pescoço de Fabby com força, ela por sua vez mordia e lambia seu tórax musculoso, ele então levou as duas mãos até sua bunda e apertando as duas metades com gana esporrou forte, minha nora jogava a cabeça pra trás gemendo e arfando enquanto a porra inundava suas entranhas,  recebeu um tapa nas costas de uma lésbica que deixou a marca dos dedos em sua pele alva gargalhando alto, quando a pica negra e veiuda saiu de sua xaninha rosada fabby suspirou de desejo, ele a pôs de joelhos no chão e um branco de seus cinquenta anos com a barriga saliente começou a ejacular seu espesso leite em sua carinha de ninfeta, a lésbica cuspia em cima dela e logo o moreno que fora o primeiro a lhe penetrar estava enfiando a vara dura em sua boca e sendo chupado pela pequenina ninfeta de pele alva e seios mínimos, ela acariciava o saco dele enquanto sugava a cabeça com avidez, eu podia ver a gala do negro caralhudo ainda a sair de sua gruta, a lésbica começou a jogar cerveja sobre ela e o moreno espalhava em seus cabelos o líquido gelado enquanto era sugado pela menina safada, a puxou contra a vara e começou a gritar:
-Tome sua putinha, tome tudo sua vadiazinha!

O pau inflava despejando no fundo de sua boquinha pequena e gulosa a porra quente que ela fazia força para engolir toda mas não conseguia, eu podia ver a gala escorrer por seu queixo e caindo nos pequeninos seios, ela espalhava sobre as tetinhas o que escorria olhando pra cima e encarando seu macho naquele momento, ele retirou o pau com a gala ainda escorrendo e molhando os lábios da ninfetinha e bateu forte com ele em seu rosto que sorriu e me buscou com os olhos no meio da multidão para ali de joelhos gozada, suada e melada me encarar nos olhos e sorrir, eu respirei profundamente e de repente lá estava eu de volta ao meu quarto encarando não mais os olhos sedutores de Fabby mas o teto de meu quarto, em cima do travesseiro ao meu lado estava a calcinha da menina Fabby, eu a cheirei esfregando o rosto nela, talvez o cheiro da menina safada deixado nela me teria feito sonhar tão gostosamente depois daquela tamanha loucura da noite anterior onde possuira minha própria nora.


Me levantei naquele domingo ensolarado que se seguiu ao ato tão proibido quanto delicioso, lá fora as crianças corriam disputando uma bola de couro surrada enquanto em alguns quintais rolava o tradicional churrasco de fim de semana, estava com o pau ereto e melado fruto daquele delicioso sonho, durante a ducha o perfume de minha nora ainda me perseguia invadindo minhas narinas através de minha imaginação, quando desci para tomar café da manhã não havia ninguém na casa aparentemente mas uma música de volume baixo vinha da área de serviço,  resolvi ir até lá enquanto minhas torradas ficavam no ponto, na área de serviço Ana Maria olhava pela janela com o olhar perdido no vazio, podia se ver que havia chorado, algo não estava bem e o fato de ela estar ali em minha casa pondo as roupas na máquina em sua folga confirmava isso.
-Ana?
Ela se virou limpando o rosto, usava uma blusa caramelo que mostrava o colo de seus seios, nada demais mas até à vontade perto das cláusuras que eram suas roupas.
-Precisa de algo senhor?
-Sim, respostas.
Ela meneou a cabeça antes de responder.
-Não entendi senhor.
-Ahh não?  Hoje é sua folga e você está aqui, só isso já seria o suficiente para que houvesse algo errado, além disso é claro que você esteve chorando.
Ela abaixou o rosto e eu me aproximei e pela segunda vez em menos de uma semana ela me abraçava.
-Desculpe seu Artur! Dizia entre lágrimas.
Pude sentir os seus grandes seios contra o tórax, era uma sensação ótima a textura com que se espremiam contra meu corpo.
-O que está acontecendo? Você precisa de alguma coisa Ana?
Ela apenas se aninhou ainda mais nos meus braços e eu entendi que todo aquele choro e tristeza eram carência, acariciei seu pescoço e vi sua pele arrepiar, seu perfume subiu até mim e eu desci a mão direita por sobre suas costas enquanto meu pau endurecia feroz dentro do short do pijama, ela nada disse quando a trouxe pra mais perto do meu corpo puxando-a pela cintura, beijei seu pescoço e ela estremeceu.
-Senhor Artur!  Sua voz melosa mostrava o quão estava excitada.
Acariciei seu rosto e antes do eminente beijo a porta da sala se abriu e minha nora e filho chegaram, haviam ido ao doutor Lúcio e subiram direto para o segundo andar sem sequer imaginar que seu pai e a empregada estavam ainda abraçados na área de serviço.
-Desculpe eu não sei onde estava com a cabeça! Eu podia sentir a culpa em seu tom de voz enquanto ela olhava por cima do ombro e repetia a frase "eu não devo" indo embora da área de serviço.
Voltei à cozinha e terminei meu café,  quando passei pelo corredor em direção ao escritório ouvi Fabiana e meu filho discutindo sobre como era chato o acompanhar ao dentista em pleno domingo, balancei a cabeça constatando que eles eram por demais diferentes um do outro, respondi alguns email,  falei com minha esposa ao telefone,  fiz algumas pesquisas de trabalho no Google tentando tirar o cheiro da pele e o volume dos seios de nossa empregada da cabeça, ouvi meu filho e nora saírem provavelmente para almoçar ainda em ritmo de discussão e já me preparava para fazer o mesmo quando Ana Maria bateu na porta e eu mandei que entrasse.
-Já que estou aqui eu fiz o almoço, mas mesmo assim eles resolveram ir no Lenu'd.
Tudo bem Ana mas a questão é porque você está aqui em plena folga?
Ela abaixou a cabeça e ficou chorosa,  me levantei de minha mesa e fui até ela que caiu no choro com minha aproximação, lá estávamos nós sozinhos em casa e ela mais uma vez nos meus braços.
-Fale Ana, pode contar comigo pra desabafar.
Ela apertou minhas costas com as mãos,  uma espécie de carinho agressivo,  meu pau roçou seu ventre e ela levantou os olhos cheios de lágrimas me encarando.
-Meu marido não sente desejo por mim.  Uma lágrima rolou em seu rosto quando disse isso e eu busquei seus lábios, ela nada disse,  também não recuou e nos beijamos,  a apertei pela cintura fazendo o quanto eu estava excitado.
-Isso não é certo! Dizia entre uma perca de fôlego e outra.
Acariciei sua bunda com uma das mãos e ela se aninhou com um gemido em meu tórax,  lambi seu pescoço enquanto ela continuava o mantra da negação.
-Isso não é certo,  eu sou uma mulher casada... não posso...
Agora minhas duas mãos seguravam em sua carnuda bunda por cima da saia de pano mole enquanto eu a beijava com gana,  a bela negra gemeu quando minha língua desceu por sobre o colo dos seus seios buscando um de seus mamilos por cima da blusa e mordiscando.
-Ahhnn seu Artur não faz assim!  Acariciava meus cabelos.
Continuei a morder seus mamilos alternando e ela gemia cada vez mais alto.
A trouxe pelo braço e logo ela estava sentada na beirada da mesa enquanto eu colocado no meio de suas pernas a beijava na boca com paixão.
-Por favor não me julgue!
Olhei dentro de seus olhos e disse.:
-Eu jamais faria isso Ana!
A beijei novamente enquanto amassava um de seus seios avidamente.
Faz dois meses que ele não me procura,  nem me olha!
O tom com que se lamentava da falta de desejo do marido beirava o lamento, eu apenas abaixei sua blusa e comecei a chupar um de seus seios,  ela se contorcia a cada lambidela, minhas mãos acariciavam suas coxas quentes à procura da xana carente,  quando a toquei por cima da renda ela mordeu de leve meu ombro e gozou,  gozou entregue ao meu dedo que acariciava a testa da xana se melando do caldo derramado pelo prazer que outro homem lhe dava.
-Que delicia senhor Artur!
-Joguei seu corpo pra trás e mordi sua barriga descendo a boca até pescar a renda entre os dentes e puxá-la de lado libertando uma xana de lábios escuros e greluda, ela mordeu os lábios quando enfiei a língua na racha caudalosa, a penetrava com a língua enquanto alisava o grelo entumescido de desejo e culpa, ela pôs suas mãos atrás do meu pescoço me puxando com fúria contra a xana e eu pude sentir o tremor que nascia no grelo e se espalhava pelo seu corpo lhe fazendo gozar gritando.
-Ahhnn louco, gost..... Ooo... Sooo ..
Eu sorvia o caldo cheiroso do prazer de fêmea que ela me dava de beber, subi a língua por sua barriga e me posicionei para a penetração, abri a bermuda e quando toquei a ponta da vara dura de desejo na entrada da xana ela teve um momento de lucidez e me empurrou,  antes de entender ou falar qualquer coisa ela já fugira me deixando ali entregue ao meu enorme tesão.
Enquanto isso no carro de meu filho.
Fabiana vestia uma saia colegial de pregas e uma camisa do Steelheart, os cabelos amarrados e escondidos embaixo de uma toca cinza com uma flor amarela bordada do lado, nos pés que estavam no painel congas pretas.
-Já pedi tantas vezes pra que não ponha os pés aí Fabiana!
Ela sorriu.
-Fabby!
Ele franziu a sobrancelha.
-Seu nome é Fabiana.
-Você disse que íamos no Lenu'd! Mudou de assunto decidida a não discutir.
-E vamos mas depois que passarmos na sua casa para que vista algo...
Ele não terminou a frase e nem precisava, havia conseguido o que queria irritá-la.
-Alguma coisa que não te envergonhe? Ou como é que é mesmo,  ahhhh sim algo mais adequado, vai se fuder!
-Você sabe que não gosto quando xinga. A sua calma impassível a irritava.
-Não quero mudar,  nem por você e nem por ninguém!
-Melhorar eu diria.
-André eu não quero ir no Lenu'd, só quero tomar umas cervejas e chupar seu pau,  ou quem sabe hoje não seja o grande dia,  vamos ao mirante beber e meter porra, vamos ser felizes cara!
-Você sabe que não sou assim e quanto a você eu logo serei o presidente da empresa do meu p.......
-Eu tô cagando pra isso André, não quero aprender a ser esposa de homem chato eu quero meter e sorrir, deitar sobre a liberdade e gozar!
-Você sabe que prefiro que guarde sua virgindade para nossa lua de mel, esse sim um grande dia.
Ela puxou o freio de mão e ele teve dificuldade de controlar o carro, quando conseguiu ela desceu e da janela do banco do carona mandou um grandioso dedo do meio pra ele,ele desceu do carro e por cima do teto conversava com ela.
-Meus amigos estão esperando Fabiana, entra no carro!
-Foda-se, eu não vou pra merda nenhuma mais!
-Se você prefere assim tudo bem.
Entrou no carro e partiu, sua passividade a irritava, andou até uma pracinha próxima e pegou um moto-táxi mas não para casa e sim de volta à casa do namorado, tinha um desejo na alma e um plano proibido na cabeça.
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Por: Devil Etrigam
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A empregada evangélica e a nora roqueira 1/3 (Devil Etrigan)



Este texto é uma obra de ficção literária erótica-pornô com o intuito de entretenimento e diversão, situações, personagens, ideias e comportamentos aqui expostos é parte do contexto da ficção e não exprimem a opinião do autor ou fomentam atitudes. CONTATO DO AUTOR: asletrasdemoura@gmail.com
***
Quando Ana Maria veio trabalhar aqui em casa foi um alento, de confiança e trabalhadora ela fazia tudo com incrível eficiência, na época minha mulher passava por uma crise de saúde e a ajuda de Ana Maria foi imprescindível para manter a casa em ordem e a rotina fluindo, tudo corria às boas quando Helena minha esposa teve uma piora significativa e Fabiana minha nora se prontificou a ajudar a cuidar dela, eu ainda não sabia, mas isso seria o começo de um delicioso capítulo em minha vida, André meu filho puxou à mãe em seu incrível senso de responsabilidade e família, era o melhor aluno do curso de propaganda e marketing da faculdade onde se preparava para assumir a nossa agência de propaganda, eu tinha orgulho em saber que deixaria a presidência nas mãos do meu competente filho, ele namorava com Fabiana havia dois anos, Fabiana é uma ninfeta  branca de seus 18 anos, três a menos que meu filho, com seios pequenos e duros daqueles que os bicos espetam a blusa querendo libertar-se e cabelos encaracolados cor de mel que iam até um pouco abaixo do ombro, mas o que mais chama a atenção em minha nora é a sua bunda, que não é enorme, mas é redonda, volumosa e empinada demais, pra não falar de suas loucuras, Fabiana era roqueira convicta, fã de Slipknot e Iron Maiden, tinha uma mulher de pernas abertas pondo a calcinha de lado tatuada no quadril, eu nunca consegui entender bem como a vida havia feito um par tão diferente, era uma terça feira e eu me arrumava para o trabalho, estava dando o nó da gravata quando minha esposa me pediu que lhe trouxesse água, abri o frigobar e não encontrei nenhuma água.
-Eu bebi as três esta noite querido!
Sorri para Helena e desci as escadas para lhe pegar uma garrafa de água mineral, quando atravessei o pequeno corredor e entrei na cozinha a visão que eu tive foi das mais lindas que um homem pode ter, Fabiana estava nua em pêlo de costas tomando um copo de suco de laranja, sua bunda era deliciosa demais, empinada, branca e alva assim como toda a sua pele, meu pau endureceu na hora, ficou como uma barra de ferro latejando em minhas calças, ela sentindo minha presença se virou e me viu, seus seios pequeninos de bicos rosa apontavam para o teto sua xana era pequenina sem pêlo algum e havia uma pequena maçã mordida tatuada do lado de dentro de sua coxa esquerda, ela agiu com extrema naturalidade ao me ver ali a devorando com os olhos.
-Bom dia seu Artur!
Como era bonito aquele corpinho branco de ninfeta, eu podia foder sua buceta ali mesmo no chão tamanho era meu tesão.
-Bom dia! Respondi ainda abalado e excitado por sua nudez.
-Me desculpe por isso -apontou para sua nudez- o senhor nunca desce esse horário!
-Tudo bem Fabiana, olha é melhor ninguém saber disso tá?
Ela sorriu e concordou com a cabeça, passou por mim e naturalmente subiu nua a escada, dentro de mim um misto de medo que a vissem assim e desejo de lhe enfiar a vara buceta à dentro, naquele dia meu trabalho não rendeu, deixei de despachar documentos importantes, não dei alguns telefonemas que deveria, e sequer revisei a campanha de um dos nossos melhores clientes, só conseguia pensar na xana de Fabiana, sua pele branquinha e seus seios que cabiam inteiros em minha boca, eu realmente fiquei atordoado por minha nora, o tempo passou e quase dez dias cheguei do trabalho e quando entrei com o carro na garagem pude ver Ana Maria se recompondo sentada em uma cadeira perto de minha mesa de ferramentas, desci do carro e me aproximei, ela devia ter chorado bastante, pois seus olhos estavam vermelhos, era sexta, dia de ela dormir no trabalho por causa da feira de frutas que era bem de manhã no outro dia e ficava sobre sua responsabilidade, ela vestia uma saia jeans até os joelhos e uma blusa vermelha comportada.
-O que houve Ana, tudo bem?
Ela sacudiu a cabeça e voltou a chorar, eu me aproximei e ela caiu de vez no choro, ela que já estava de pé me abraçou, pude sentir seu cheiro de fêmea e meu pau se acendeu, comecei uma potente ereção e percebi que não havia como ela não sentir, diferente de Fabiana que tinha corpo, idade e jeitinho safado de ninfeta Ana Maria era uma mulata quase negra de bunda enorme, que infelizmente ela escondia em roupas bem comportadas, por ser evangélica, seus seios eram grandes e mesmo debaixo de todos os dogmas e bons comportamentos religiosos chamavam a atenção, eu podia sentir eles contra meu tórax, tentei me conter e perguntei a ela levantando seu rosto.
-O que houve linda? Fale!
Ela apenas balançava a cabeça em sinal de negativo.
-Pode se abrir comigo Ana!
Ela levantou a cabeça olhando nos meus olhos.
-O senhor não entenderia!
A abracei com carinho pondo sua cabeça aninhada em meu tórax, meu pau latejava de desejo.
-Obrigado pela atenção, acho que era isso que eu precisava!
Enxugando as lágrimas ela se desvencilhou do meu abraço e entrou pra casa ainda chorosa.
O fim de semana transcorreu normalmente e quando a segunda feira chegou fiz questão de descer na cozinha pela manhã para ver se  encontrava Fabiana novamente, mas não foi o caso, a semana passou em sua normalidade rotineira e na sexta cheguei em casa mais cedo, pois minha mulher agora já bem melhor de seu problema de saúde resolveu visitar minha sogra, passaria o fim de semana com dona Rosa em São Paulo, eu ficaria no Rio, pois precisava rever algumas campanhas publicitárias que minha empresa estava gerenciando, geralmente André me ajuda nessa tarefa, mas neste fim de semana ele estaria em um workshop sobre o impacto sociológico da propaganda, só retornaria no domingo à  tarde, eram 19h: 36m quando o voo de minha esposa decolou, voltei para casa, guardei o carro e fui para o escritório que improvisei em um dos três quartos de hóspedes, trabalhei por quase uma hora e meia quando Ana Maria bateu na porta, eu havia esquecido que era dia dela dormir no trabalho.
-Eu já vou me recolher seu Artur, o senhor deseja mais alguma coisa?
-Não minha linda, obrigado!
Continuei meu trabalho e quase duas horas depois resolvi parar, tudo que eu queria era um bom banho e relaxar depois de tanto trabalho, mas enquanto no corredor à caminho do meu quarto percebi que alguém estava na sala vendo TV, será que Ana Maria poderia estar até tarde na frente da TV mesmo sabendo que pela manhã tinha feira à fazer ou seria meu filho que retornara do workshop por algum motivo bem mais cedo que o previsto, pensei comigo enquanto descia as escadas, mas para minha total surpresa era Fabiana que assistia TV usando os fones de ouvido sem fio, devia ser pauleira o que ouvia, pois não percebeu minha aproximação, ela vestia apenas uma camisa do Kiss preta e uma calcinha de renda minúscula azul, nossa como aquela ninfeta era gostosa, resolvi chamar a atenção para não assustá-la, quando me viu ela abriu um sorriso lindo e tirou os fones.
-Oi seu Artur, eu briguei com minha mãe e o André disse que eu poderia dormir aqui!
Eu sorri.
-Tudo bem linda fique à vontade, vou tomar água e dormir, sinta-se em casa!
Eu até tentei dormir, mas a imagem daquela ninfeta na minha sala me deixava louco, rolei para um lado e para o outro por uns quinze minutos até que...
As batidas na porta do quarto eram suaves, me levantei e abri a porta sabendo que fosse quem fosse seria uma mulher, era Fabiana.
-Oi Fabiana o que houve?
Ela riu.
-Só o senhor me chama assim, pode me chamar de Fabby!
Assenti com a cabeça.
-Não consigo dormir, está muito calor!
Lembrei-me que já havia uns quinze dias que estava para levar o ar condicionado do quarto de hóspedes para o conserto.
-Ahhh sim o ar condicionado está ruim!
Ela sorriu docemente.
-Mas eu já sei como resolver isso!
Retirei de cima do armário um colchonete.
-Você pode dormir no escritório, o ar de lá está tinindo de novo!
Eu já me preparava pra levar o colchonete até o escritório quando ela disparou.
-Não posso dormir aqui? Já está geladão!
Fiquei meio sem graça, mas dormir com aquela ninfeta gostosa no mesmo quarto me acendeu.
-Por mim tudo bem!
Ela me abraçou e ajeitou o colchonete ao lado da cama, desceu pegou sua mochila e voltou reclamando.
-Droga, esqueci-me de trazer outra calcinha!
Sem pensar respondi.
-Se quiser pode usar uma de minha esposa!
Ela abriu o armário e começou a escolher entre as calcinhas de minha mulher, ela estava abaixada sobre a gaveta e eu podia ver aquela linda bunda branca pro alto com a calcinha cravada, meu pau ficou duro de imediato.
-São todas grandes, não gosto, mas posso usar esse short?
Era o short de academia da sobrinha de minha esposa de 14 anos, Cecilia deveria ter esquecido ali.
-Claro fique à vontade!
Ela foi para o banheiro e eu ouvi o chuveiro sendo ligado, meu pau inchado latejava só de imaginar aquela pele branca nua, resolvi me cobrir e esquecer tudo isso afinal ela era namorada do meu filho, me cobri até a cabeça e esperei que o sono chegasse, pude ouvir quando ela se deitou no colchonete ao lado da cama, dois minutos depois vieram as reclamações.
-Ahhh não! Disse se levantando.
Eu descobri a cabeça e fiquei louco de tesão com a visão que tive, Fabiana tinha posto o shortinho de lycra sem calcinha, sua xana estava completamente rachada ao meio, bem vulgar mesmo o short ficou nela, pra completar ela havia posto uma blusinha branca larga que ia só até a altura do seu estômago deixando seus peitinhos completamente à mostra.
-Muito desconfortável esse troço! Esbravejou apontando para o colchonete e já se deitando ao meu lado.
-Algum problema eu deitar aqui seu Artur?
Ela me olhava com carinha de safada deitada de bruços, sua bunda estava com metade pra fora do pequeno short de lycra.
-Nenhum! Não conseguia tirar o olho de sua bunda, eu tentando me conter virei de costas pra ela.
-Posso fazer uma pergunta seu Artur?
-Claro! Disse ainda de costas pra ela.
-Seja sincero tá?
Esperei a pergunta, mas ela não disse nada.
-Não ouvi!
Ela riu.
-Não disse nada bobinho, você tem que me olhar!
Virei-me e sem aviso Fabiana levantou a blusinha mostrando os seios pequeninos e pontudos.
-Quero fazer uma tatuagem em um deles o que acha?
Meu pau duro nas calças não me deixava pensar direito.
-Eles já são lindos, tatuados então vão ficar mais ainda!
Ela sorriu e molhou os lábios me olhando.
-Eu queria que eles fossem maiores!
Meu olhar estava vidrado nos seus pequeninos seios.
-Eles ainda vão crescer Fabiana!
-Posso te mostrar minhas novas tatoos?
Disse que sim com a cabeça e ela abaixou o shortinho mostrando a xana sem vergonha alguma, logo na testa da buceta ela pôs um pequeno morcego de asas abertas, sua bucetinha e seios à mostra já estavam me deixando fora de mim.
-Gostou? Ela sorria infante.
-Nossa claro, tudo em você é lindo!
Ela se virou de bruços e tirou de vez aquele minúsculo short ficando completamente nua, a naturalidade com que ela fazia isso me excitava profundamente, que bunda linda aquela ninfeta tinha, ela se empinou mostrando a palavra "sex" escrita na polpa esquerda.
-Gosta de tatuagens?
Eu já não me aguentava mais de tesão, alisei sua bunda com desejo e ela gemeu, meus dedos acariciaram a sua xana que estava quente e molhada, ela empinou mais ainda a bunda e eu beijei suas costas carinhosamente, que loucura minha própria nora nua em minha cama se oferecendo pra mim, desci pelas costas de Fabiana lambendo e mordiscando, quando minha boca encontrou a carne dura e macia daquela bunda gostosa eu já não me aguentava mais, me pus sobre o corpo magro de minha nora que apenas gemia baixo, ela olhou para trás por cima do ombro e com a vulgaridade de uma puta me pediu manhosamente:
-Me possui, põe na minha bunda seu Artur, põe tudo!
Pus minha vara pra fora e forcei sem preparação ou carinho contra aquela bundinha branca, pra minha surpresa ela empurrou o corpo pra trás apoiando a cabeça no travesseiro e mordendo os lábios, cada centímetro de minha pica sumiu dentro de Fabiana, ela mordeu o travesseiro e eu empurrei até o fundo sentindo o calor e pressão de seu rabo, ela gemia baixinho e eu entrava e saía em um vai e vem ritmado, eu sou um homem de seus 1.81 de altura, me mantenho em forma e sou bem dotado, minha pica, a mesma que entrava e saía até o fundo daquele rabo guloso possui 20 centímetros e é bem grossa, a cabeça que Fabiana engoliu com a bunda corajosamente é bem inchada e mais grossa que o corpo do membro, eu não acreditava no que via mesmo tão pequena e infante ela suportava as minhas estocadas apenas gemendo abafada pelos cabelos em seu rosto, eu aumentava o ritmo das estocadas levado pelo desejo e agora eu já estava deitado sobre ela fodendo com força seu rabo apertado e guloso.
-Isso seu Artur põe com força... Ahhh que delícia... Põe macho... Põe ... Ahhh ahhh enfia... Fode fode... Ahhhnnniimmm... Ahhhnnniimmm fooodeeee!!!
Seu cu piscava apertando o caralho inchado de tesão enquanto ela gozava, seu corpo franzino e gostoso tremia de leve enquanto seu cu contraía mastigando o meu pau.
-De... de... lícia... Seu Artur ...
Eu ainda não havia gozado e continuei a entrar e sair de dentro daquela bundinha linda.
Paf paf paf paf paf paf paf paf meu pau entrava e saía deslizando daquele rabo macio, minhas bolas formigavam anunciando o gozo, acelerei os movimentos beijando e mordendo sua nuca e gozei, esporrei com força dentro do rabo de Fabiana, meu leite espirrava no interior daquela bunda linda e eu a abraçava como podia deitado sobre seu corpo de bruços, meu leite inundou seu cu, eu podia sentir o pau envolto no calor do esperma grosso que eu acabara de derramar dentro da namorada do meu filho, saí aos poucos de dentro dela e Fabiana se aninhou em meu tórax com a porra ainda escorrendo de dentro dela, cheirei seus cabelos enquanto os acariciava e adormecemos juntos, como foi bom gozar dentro de Fabiana, ali naquele momento pecaminoso de satisfação percebi que eu estava perigosamente me apaixonando por minha nora.
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