domingo, 6 de março de 2011

O NEGÃO ARROMBOU O MEU CUZINHO


Embora morando em outra cidade, Afonso não deixa de vir me ver...

Diz que sente a minha falta... Essas coisas.

Sempre fui fissurada em seu corpo, em seu cacete...

Como aquele homem negro sabe foder!

Mesmo nos comunicando por e-mails, trocando mensagens com auto teor de putaria.

Outro dia ele me ligou!

Quando leio as suas mensagens, minha bucetinha já fica piscando. Porém, ao atender o celular, parecia que estava vendo-o na minha frente...

Fiquei tomada pelo tesão.

Avisou que viria me ver no próximo final de semana! E avisando que desejaria me ver com roupa íntima vermelha e preta!

- Você me falando essas coisas, fico com vontade de tocar uma siririca! – Disse a ele.

- Não vai fazer isso não! Quero todo o seu tesão! – Ordenou ele.

Com o horário e o dia combinados, mesmo assim à noite ele me enviou mais mensagens!

- Ui que delícia! Estou louca para sentir este negão outra vez! – Pensei.

Na noite anterior começou a chover. E tinha preparado uma roupa fresquinha para ir ao seu encontro.

Mas ao amanhecer, a chuva caía mais forte e fazia um pouco de frio.

O jeito foi apelar para a calça jeans e um casaquinho mais sensual que marcasse mais o meu corpo.

Como sou muito branca, preferi usar um esmalte vermelho.

Afonso adora me ver com esta cor. Causa um contraste com a minha pele e com a dele também.

Quando sai ao seu encontro, ainda chovia um pouco, mas nada que chegasse a incomodar.

Alguns minutos na condução e mais outros caminhando, finalmente cheguei ao nosso local de encontro.

Ele já me esperava como da outra vez e meu coração palpitava ansioso.

Depois de nos cumprimentar e saber um pouco mais um do outro, achamos por bem irmos para o nosso cantinho.

Ah se aquelas ruas e as paredes do quarto de motel falassem...

Ainda na rua, ele pegava a minha mão e a direcionava para acariciar o seu cacete, para sentir o quanto estava com saudade.

Quando adentramos nos corredores do motel, já começou ali a nossa pegação...

No quarto ao retirarmos nossas roupas e ao abaixar a sua calça e ver a sua cueca, visualizei o quanto já estava molhada pelo tesão.

Ao retirar a minha roupa, notou o meu conjuntinho vermelho e preto. Não optei por uma cor somente.

Ao me rodar e retirar a minha calcinha vermelha pode notar a minha buceta lisinha...

- Então você queria tocar siririca... Não é sua branca assanhada? – Quis saber ele.

- Queria... Mas agora quero ser invadida... Penetrada! – Respondi.

- Você não queria siririca? Pois então! Agora vai ter! – Disse ele.

Afonso sentou na cama em frente ao grande espelho e me puxou para sentar encaixando o meu corpo entre suas pernas. Começando assim a me masturbar...

- Sua assanhada! Já falei para não tocar siririca... Senão eu te castigo! – Disse ele.

Não merecendo o castigo, mas recebendo-o... Afonso castigava minha bucetinha com seus dedos.

Olhávamos os nossos movimentos através do espelho e via a plástica perfeita de dois corpos se misturando... Cores de peles diferentes entrando em harmonia.

Minha buceta ficou encharcada...

- Mete esse pau na minha buceta! – Pedi a ele.

Afonso disse que não!

E ele continuou me castigando e me deitando colocou o seu cacete em minha boca para degustar de toda a sua delicia.

Chupei... Cheirei... Beijei... Suguei só a pontinha...

Entrei em êxtase, gozando em sua mão negra.

- Agora quero presente! – Disse ele.

Engatinhando sobre a cama, fiquei de quatro empinando o bumbum para que ele pudesse ter a visão panorâmica de minha buceta e de meu rabinho...

- Que branca gostosa! Que delícia! Adoro isso! – Falou ele.

- Você quer comer a minha bucetinha? – perguntei.

- Quero o seu rabinho... Mas antes foi te maltratar... Vou estocar muito nessa bucetinha branca... – Disse ele.

- Vem meu negão! Fode a tua cachorra branca! – Pedi.

Então ele pegou a camisinha que já havia deixado ao lado da cama.

Afonso investiu de uma só vez contra a minha bucetinha que inchada implorava pela rola preta. O que me fez dar um grito que ecoou por todo o quarto.

- Delícia! Não posso mais viver sem essa buceta branca! - Disse ele, estocando com força contra o meu corpo.

Tocava-me e também por baixo de meu corpo acariciava as suas bolas...

- Isso! Adoro essa branca! – Disse ele.

Suas investidas eram ritmadas e com força... E fazia com que segurasse o meu gozo, quando em um momento foi inevitável, gozei com uma estocada mais forte em minha bucetinha, quando também o senti latejar.

Depois desse prazer todo, curtimos uma ducha demorada e quente...

Afonso me deixa literalmente fora do eixo...

Quando saímos do banho, ele já estava pronto para outra, foi logo pegando a camisinha...

Mas preferiu comer a minha bucetinha outra vez...

Agora eu quero comer o seu cuzinho! Sou louco por seu cuzinho! – Disse ele notando a sua rola bem dura.

Queria que ele começasse de ladinho, mas queria ver a sua rola me rasgando de quatro.

Começou a direcionar o seu cacete teso em meu cuzinho... E sentia ele me rasgando... Entrando... Deslizando cada pedacinho dele...

- Não sabe o quanto fico ansioso, só de começar a invadir esse cuzinho! Que gostoso! – Delirava Afonso.

Esperando o meu cuzinho se acostumar com o seu pedaço de carne, Afonso começou a se mexer devagar, mas não demorou muito para que começasse a estocar fazendo festa!

- Ai meu cu! Fode meu cu! Seu tarado! Negão gostoso! – Dizia bem alto.

- Você é uma assanhada! Adora levar rola, nesse cu! Delícia! – dizia ele.

- Você não queria comer meu rabo! Então! Fode o meu cu! – Gritava

- Não sabe quantas punhetas eu toquei pensando nesse rabinho! – Confessou Afonso me batendo.

- Seu ordinário! Você pode tocar punheta e não posso tocar siririca? Agora fode meu cu porra! Vai... Bate nessa carne branca. – Disse a ele.

Gritávamos feitos loucos... Ensandecidos... Sem pudor sem escrúpulos com meu rabo sendo estocado em meu rabo!

Quando gozamos, caímos exaustos sobre a cama... Respirações ofegantes, mergulhados em êxtases.

E apreciou o meu cuzinho todo aberto...

Não tinha forças para nada e Afonso foi para o banho...

Ficamos conversando e seu cacete mostrou novamente a sua potência.

Colocou outra camisinha...

- Quero cavalgar! – Disse a ele.

- Com a bucetinha ou com o cuzinho? – Quis saber.

- Com o cuzinho! – Respondi

- Primeiro com a buceta – Disse ele

Sentei em cima de sua rola de frente a ele.

Afonso ficava nos admirando nos espelhos... Os movimentos de nossos corpos... Acariciava a minha pele e demonstrava a sua satisfação por estar ali comigo.

- Adoro o seu corpo! Adoro admirar a cor do seu corpo. – Falava ele. – Os seus cabelos... O balançar deles com os nossos movimentos...

Não fazia por menos, retribuía a ele cada elogio que a mim direcionava, com mais vontade em meus movimentos.

Girei o corpo, e fiquei de costas para ele, para que assim pudesse ver a brancura de minha bunda e sentir a segurança dele em meus quadris.

Estava tão embevecida com o momento, que desejava sentar em cima de sua rola, mas preferi fazer a sua vontade, deixando com que comece o meu rabinho novamente de quatro.

As suas estocadas eram sempre mais ritmadas, contorcia-se em mim... Dentro de mim... Latejando o seu cacete teso para me dar prazer. E eu piscava o meu cuzinho e mordia o seu pau!

Quando anunciei o meu gozo ele também gozou logo em seguida!

Amo sentir esse homem derramando a sua porra dentro do meu rabinho!

- Não era assim que queria sentir o teu macho? – Perguntava ele.

- Aff! Que macho! Que negão... – Respondi.

Outro banho, dessa vez mais rapidinho...

Mais um pouco de conversa...

- Quero o cuzinho outra vez... Fico pirado nele... – Disse Afonso em meu ouvido.

Nada respondi, também queria sentir mais a sua pica dentro do meu rabo, apesar de estar sensível devido às outras invasões, não disse não: Empinei o meu rabo. E ele me virou, colocando os travesseiros embaixo do meu corpo e escancarando as minhas pernas, investiu seu pau novamente em meu cuzinho. Sentia o seu cacete entrar... E forçava mais a sua entrada e fazia a minha pele mais arrepiada.

Quando tirou do meu rabo e me virou... Estocou outra vez o cacete teso em meu rabinho.

Ele arremetia em delírios contra o meu corpo, falava coisas sem nexo, que no momento eram indecifráveis, que depois se lhe perguntasse não lembraria mais de nada.

O meu corpo que exerce essa alucinação no dele, fazendo-o perder os sentidos e fazer viver naqueles minutos a sensação de como estivesse dopado por efeito de algum remédio qualquer, mas estava embriagado pelo prazer.

Meus gritos ecoavam pelo quarto...

- Vai negão... Que delícia! Fode o cuzinho da tua branca! – dizia misturando sussurros e gritos.

Entendia as palavras que saiam de minha boca... E Afonso estava alucinado.

Gozamos outra vez entorpecidos pela loucura e pelo desejo...

- Não vou tirar o meu cacete de dentro de você minha branca gostosa! – Dizia ele.

- Também não quero que saia de mim... – Falei.

- Quero mais... Quero mais desse cuzinho... Quero morrer metendo nele. – Falava ele ainda em seu delírio.

E pronunciando estas últimas palavras, senti novamente o cacete de Afonso latejar no mais profundo de meu cuzinho, arrombando-o mais ainda.

- Vem! Quero ver esse canalzinho aberto! – Disse ele.

Levantei mais o meu bumbum e Afonso pode visualizar a extensão do nosso prazer.

- Você é muito gostosa! – Disse ele dando um tapa em minha bunda.

Não agüentando ficar sobre minhas pernas trêmulas, joguei-me sobre a cama e Afonso foi para o banho.

Mais ou menos depois de uns cinco minutos, fui ao seu encontro ainda tonta... Zonza...

Estava ainda sobre o estado de anestesia do último gozo.

- Você me deixa zonza! – Falei rindo para ele.

- Sério? - Quis saber ele.

- Não! Imagina! – Respondi e ficamos rindo.

Conversamos mais sobre a água quente que caía do chuveiro.

Infelizmente o que é bom sempre tem um momento para terminar e as loucuras daquele dia estavam chegando ao fim.

Então, chegando o momento de sairmos dali... Voltar à realidade!

Enquanto nos arrumávamos também conversávamos...

Sem fazer planos...

Apenas viver um encontro de cada vez!

5 comentários:

Luis Freitas disse...

Belo conto, realmente um cuzinho é bom, desde que a guria aguente o cacete.

Anônimo disse...

Sou a Clair. Clair Roswell e faço anal desde bem novinha ainda menina com uns 11 ou 12 anos. Hoje tenho 23 sou casada e continuo fazendo e amando de paixão. Gostei do conto, mas achei um tanto quanto longo e fantasioso pois há coisas que só na vida real acontecem e nunca em contos.Meu marido é mega dotado mas muito fraco de cama e acha que sou pervertida porque quero quase todos os dias. E porque não todos os dias? Palavras de Clair. De Clair Roswell.

Anônimo disse...

Sou a Fátima Santos do Rio de Janeiro e tmb completamente adepta do sexo anal.Ja tive orgasmos tão intensos fazendo anal q desmaiei de tanto prazer. Minha amigas q fazem adoram e dificilmente praticam o "convencional" algumas até achando que aumenta o tamanho do bumbum o q é pura lenda. 0 meu se aumentar mais vai ficar ridiculo rsrsrsr mas adoro ouvir os elogios masculinos na praia. Massageia meu ego assim como massageio meu clitoris quando penetrada no ânus.

Anônimo disse...

Desde muito nova faço sexo anal e ja aos 16 começei com a dupla penetração que me tornou competamente adepta e acho até que viciada. Tenho orgasmos intensamente grandes demorados e continuos que já começam no inicio das penetrações quando peço para os gatos ficarem parados alguns segundos, comigo rebolando e apertando os paus dentro de mim. Pena que o marido nunca queira participar me obrigando a fazer escondida. Sou a Célia Regina tenho 25 anos casada sem filhos e se pudesse fazia todos os dias rsrsrsr.

Anônimo disse...

Sou negão e tenho um pau grosso e cabeçudo. Minha mulher não curte, mas eu adoraria fuder seu cuzinho. Até hoje ela só deixou colocar o dedo. Mas acho que qualquer dia eu consigo comer o cuzinho dela, pois acho que ela morre de vontade também, mas tem medo.