terça-feira, 30 de junho de 2009

Rebolando




Rebolando...
Vais me invadindo devagarzinho,
É todo teu o meu rabinho.
Aos poucos, te sugando todinho.
Rebolando...
Penetras totalmente na carne,
Não há nada que te desarme,
Tua vontade faz com que eu ame!

Rebolando...
Sei que é dessa maneira,
Rebolando...
Que gostas de me ver faceira,
Rebolando...
Com o pau fincado,
Em minhas nádegas todo retesado,
Para usufruir o meu prazer!

Rebolando...
De quatro, empinada...puro agito,
Enlouqueço-te com meus gritos.
Rebolando...
Aflorando mais o tesão,
Sorvendo o mel de minha mão.
Estocando em meu orifício,
Não é nenhum sacrifício.

Rebolando...
Continuo me remexendo.
Ao êxtase do anal,
Vamos nos rendendo!
Rebolando...
Não vejo nada de complicado,
O teu mastro no cuzinho metido,
Sou tua menina delícia no total!

Rebolando...
Sentada em teu cacete em riste,
No meu anel sentindo-o pulsante.
Em minhas entranhas vibrando.
Rebolando...
O teu líquido denso jorrando,
Em minhas coxas escorrendo,
Na luxúria me perdendo!

Rebolando...
O meu anel estocando.
Rebolando...
Com fúria socando.
Rebolando...
Sobre o teu membro cavalgando.
Rebolando...
Aos delírios nos entregando!

Rebolando...
O meu bumbum empinadinho.
Rebolando...
Degustas todinho.
Rebolando...
Uns tapinhas que delícia.
Rebolando...
Ao paladar de tuas carícias!

Meu brinquedo



Gosto de me satisfazer,
Usufruir o teu belo prazer.
O teu mastro é o meu brinquedo,
Nele floresce a minha libido!

Aos encantos sou mais atrevida,
Carícias e suaves lambidas.
São apenas o ponto de partida,
Para deliciosas sugadas.

O teu membro é o meu parque de diversão,
Onde desfruto de total curtição.
Faço-te rígido em total ereção,
Enalteço de forma suprema o teu tesão!

Comigo, também gostas de brincar,
Tirando-me o fôlego, em busca de ar.
Provando da doçura do meu néctar,
Extasiando-me... Fazendo-me gozar!

Não... Não paro por aí...
Em minha vulva quero aqui sentir.
Quero gemer, gritar e soltar os meus ais,
Ter minha gruta inundada por você a expelir!

Sob o teu corpo me monto,
Dou início a delirante cavalgada.
Quero-te mais inebriante e não desaponto,
Percorrendo a volúpia de tua estrada!

Entramos em transe totalmente,
Galopando com fúria e calmamente.
Até atingirmos o ápice do gozo,
Em nosso momento prazeroso!

Ainda do teu corpo, sou faminta,
Para o teu lado me demonstro apetitosa.
Diga que me desejas...não mintas,
Engulo-te com o rabinho... bem gulosa!

Sentada nele, o arrepio pela pele percorrendo,
Minhas carnes de encontro as tuas batendo!
Os meus seios tesos apalpando...
Uma siririca também vai tocando!

Outra vez em harmonia, ficamos extasiados,
Nossos corpos pelo clímax melados.
Sou freguesa do teu brinquedo,
Tornando nosso mundo divertido!

Ausência




Meu corpo incendeia...
No fogo de caieira.
As roupas rasgo...
Fugindo do perigo.
A tua ausência...
Todo o meu castigo.

Sussurros proibidos,
Aumentando a libido.
Seios explorando o tesão,
Na lascívia a emoção.
Corpo em contradição,
Desejando as tuas mãos.

Quero ter na pele a chama,
Como suplício reclama.
Tome na boca minha flor,
Aberta sem nenhum pudor.
Lacrimejando gotas vaginais,
Perdidas por entre meus ais.

Bate...que eu gosto



Vem...
Pegue-me de jeito,
Aperte-me contra o teu peito.
Coloca-me prostrada a teus pés,
Esfregue-se em minha cara...
Provoque-me louca tara.
Bata-me com o teu falo,
Pois sabe que me entalo.

Faça estalar o atrito das mãos,
Ficando vermelha a pele clara.
Aumentando com força o tesão,
Na força a perna escancara.
Fico brava... faço pose...
De minhas ancas se aposse.
Finques o cacete na potência,
Bata-me sem clemência.

-Bate... que eu gosto...
(sussurrando em teu ouvido).
-Bate... que eu aprovo...
(meu jeito desinibido).
-Bate... o cacete no rosto...
(sinto-o no tato).
-Bate...leves tapinhas...
(sou a tua safadinha).

Menina malvada



Menina levada...
Menina malvada!
Sou a mesma menina.
Que em teu corpo balança.
Em teu colo nina.
No teu ser brinca a esperança.

Menina levada...
Menina malvada!
Sou a mesma menina.
Que em tua vida.
O sonho traduz.
Iluminado fecho de luz.

Menina levada...
Menina malvada!
Sou a mesma menina.
Que o teu desejo provoca.
O ar tira quando beija a boca.
O prazer te ensina.

Menina levada...
Menina malvada!
Sou a mesma menina.
Que ao tesão adormecido desperta.
Mas dá uma de esperta.
Sai de fininho...
Deixando no ar um gostinho!

Menina levada...
Menina malvada!
Sou a mesma menina.
Que de mansinho acaricia.
Envolta em cruel malícia.
Dos pés a cabeça faz enternecer.
Enlevo-te em meu prazer!

Menina levada...
Menina malvada!
Sou a mesma menina.
Adorando ser sua professora.
Que com o brincar te ensina.
Sendo mais reveladora.

Menina levada...
Menina malvada!
Sou a mesma menina.
Que por você passa.
Em tua vida como devassa!
E contigo arrasa.
Volta sozinho pra casa!

Menina levada...
Menina malvada!
Sou a mesma menina.
Que você pega de jeito.
Fazes o que tens direito.
Aos teus caprichos concedo.
Desenvolve-se em meu enredo!

Menina delícia



Menina delícia...
És assim que me chama,
Pra usufruir de minhas carícias,
Em cima de tua cama!

Menina delícia...
Com a pele branca a arrepiar,
É quem tu olhas com malícia,
Os seios querendo abocanhar!

Menina delícia...
O teu corpo a assanhar,
Cheia de mil peripécias,
Gostas até se empapuçar!

Menina delícia...
É quem te enche de tesão,
Vais a busca de tuas primícias,
Com o coração na mão!

Menina delícia...
O teu mastro a punhetar,
Alisar suavemente inicia,
Para depois gulosa abocanhar!

Menina delícia...
Desliza as mãos de pelúcia,
Em teu teso cacete,
Com volúpia ficando em riste!

Menina delícia...
É quem toca em tua pele macia,
Em êxtase supremo te alivia,
O teu gozo sereno irradia!

Menina delícia...
O teu corpo em brasa quente,
Transbordando em volúpia,
Caindo de boca, enlouquecido boquete!

Menina delícia...
A minha vulva... você com a língua acaricia,
O corpo em frenesi... contorce...inebria,
Enchendo com gozo meu dia!

Menina delícia...
Rebolando para você com malícia,
Sou quem para o seu lado de quatro se inclina,
Com o bumbum empinado te ensina!


Menina delícia...
Envolvo-me em tuas carícias,
O teu mastro retesado soca,
Ensandecida...fazendo-me louca!

Cavalgar



Gosto de no teu corpo cavalgar.
Sentir a tua forma de homem dentro de mim.
No sobe e desce fazer-te gemer assim.
Em teu mundo me aventurar.

Tuas mãos em minha cintura
Deixa-me sem medos...bem mais segura.
O meu prazer é o que procura.
Hum... no rabinho encaixando-me com ternura.

É nesse instante que o teu tesão afloro...
Com minha louca volúpia te devoro.
Meus movimentos fortes e cadenciados.
Doido ficando com o meu rebolado!

Em teus olhos posso enxergar o prazer,
O meu êxtase a você sempre conceder!
Entrega-se... e a toa não fica...
Sinto o teu toque... deliciosa siririca!

Cavalgando em teu corpo explodo em gozo!
O teu liquido o meu cuzinho inundando,
Continuas... o meu corpo vai explorando.
Eternizando nosso momento delicioso!

A outro clímax nos permitimos...
Feitos dois animais no último cio.
Parece que estamos no início,
Quando os nossos corpos dividimos!

Almejando em nosso quarto eternizar,
Para o fim nunca existir.
Antes de tudo acabar...
Quero sempre te engolir!

domingo, 28 de junho de 2009

De quatro



Venha...
Não há nada que o detenha!
Vira-me do avesso...
Em prosa e verso,
Em qualquer lugar!
Na sala ou no quarto,
Na cozinha ou na sala de jantar!
Ponha-me de quatro...
E sob o meu corpo venha cavalgar!

O bumbum para você oferecido!
Teu mastro em direção bem retesado.
O bumbum com prazer bolina.
Sapeca..sou tua menina!

De quatro tudo apronta comigo...
A bunda empinadinha te instigo.
Em desenfreada desenvoltura rebolando...
Teu semblante transparece que estás gostando!

Uma gazela solta no cio...
Sob o meu corpo fazes domador.
Exerces na loucura o teu domínio.
Como prêmio tens o meu furor!

Desejo com força as suas estocadas.
A Lascívia bem mais forte sentir.
Em ritmo acelerado as bombadas.
Com grande êxtase faz o líquido expelir.

Venha...
Não há nada que o detenha!
Com teu falo retesado,
Para o rabinho mirado.
Meu fogo aceso mantenha!

Os cabelos puxe com vontade.
Essa chama consome e arde!
Das socadas... gostoso frenesi.
Meus sentidos em volúpia explodir.

Venha...
Quero sentir os seios balançarem.
Embebida no teu sabor de homem.
Perdida na luxúria transparente... miragem!

Pelo teu mastro a vulva reclama...
O corpo queima... arde em chama!
Seja em qualquer lugar ou na cama...
Meu traseiro... empinadinho ...
Para você entrego todinho!

Venha...
Não há nada que o detenha!
Vira-me do avesso...
Em prosa e verso,
Em qualquer lugar!
Na sala ou no quarto,
Na cozinha ou na sala de jantar!
Ponha-me de quatro!
E sob o meu corpo venha cavalgar!

O cuzinho com jeito quero te dar...
Quero nele...com volúpia te fazer gozar!
O teu suco quente dentro derramar...
Da maneira que gostas ... se deliciar!

Qual é o seu pedido?

SEXO...

FRONTAL É MARAVILHOSO,



ORAL É DELICIOSO,



ANAL É PRAZEROSO!



QUAL É O SEU PEDIDO?

Sou a tua vibração



Sou a tua vibração,
Faço teu fogo arder em brasa,
Aquela que contigo arrasa.
Provoco-te... inicio a invasão:
Coloco-me no chão...
Desfaleço-te de prazer,
Em meu tesão ponho para derreter!

Sei que de quatro, queres me ver...
Usufruir o meu corpo e remexer,
Chamando-te a atenção, bem rebolativa!
Prepara-se para o gostoso ato,
Desejo o teu mastro teso,
Delirante todo fincado.
Mamo com volúpia por inteiro,
Deixando escorregadio e melado.
Para deslizar em meu bumbum faceiro.

Na loucura de tuas estocadas,
Sou tua mulher depravada.
Contigo no rabinho parado...
Sinuosamente dou uma rebolada.
Ao teu ritmo os meus seios,
Bolinando a minha buceta.
Siririca com total faceta.
Não vejo outro meio,
Gozar com o teu pau em meu rabinho,
O teu leite quente, inundando-o todinho!

Com você em mim aprisionado,
Sob o teu corpo me sento,
Na sintonia de outro êxtase atento.
Com tamanha destreza,
Dando continuidade a natureza.
Em teu mastro a cavalgada,
Com deliciosas socadas...
Libertos em nossos desejos.
Subindo e descendo...cadenciada,
Encaixada em teu falo...outra gozada!
Vozes roucas de tanto prazer...
Corpos suados e extenuados, um longo beijo!

Tua garota







Sou tua garota!
Que contigo tudo apronta.
Não me peças clemência.
Dê um basta nesta carência.

Sou tua garota!
Em teu mundo de faz-de-conta.
No teu colo, feito criança.
No ritmo do seu corpo me balança.

Sou tua garota!
Que de primeiro não se nota.
No seu corpo me delicio.
Nele me acaricio.

Sou tua garota!
Contigo fazendo fita.
Certeza tem que te excito.
O tesão mais bonito.

Sou tua garota!
Sabes que me excitas.
Demonstro meus anseios.
Nos volumosos seios.

Sou tua garota!
Com as pernas abertas.
Desejando teu líquido espesso sentir.
De tuas manhas não fugir.

Sou tua garota!
Da tua volúpia devota.
Entrando no teu embalo.
Com você todo me entalo.

Sou tua garota!
Que do sufoco te liberta.
Ao êxtase te levo.
Ao prazer te enlevo.

Sou tua garota!
Que o teu clímax insita.
Que ao prazer te convida.
Possuir o melhor da vida!

sábado, 27 de junho de 2009

No clube com os salva-vidas



Naquela manhã, o tempo estava um pouco nublado.

Alice, decidiu ir ao clube assim mesmo.

- Pois quem sabe, quando estivesse lá o sol brilhasse com todo o seu esplendor. – pensou ela.

Alice, era do tipo de pessoa, que quando cismava com algo, faria ou conseguiria a qualquer custo. Uma jovem de vinte anos, já sabia o que queria da vida!

Colocou o seu menor biquíni e ficou apreciando-se no espelho. Pode notar que papai do céu tinha sido muito generoso com ela.

Era alta, esguia, com a pele morena, olhos castanhos claros, cabelos lisos e os seios parecendo mais dois melões de tão durinhos.

Chegando ao clube, por ser um dia de semana, não havia muitos freqüentadores e o clima estava ameno.

Alice, decidiu assim mesmo ficar!

Encaminhou-se para o vestiário tirando o leve vestidinho, revelando outra vez a forma do seu corpo.

Caminhando em direção a piscina, percebeu que sem contar com o salva-vidas, estava sozinha.

Acomodou-se em uma poltrona, pegou seu livro...olhando ao seu redor viu que o salva-vidas também lia o jornal.

-Isso aqui está muito chato! Mas não vou embora não! Vou procurar diversão! – pensou ela.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

- Olá! Bom dia! – cumprimentou ela.
- Bom dia! Algum problema? – quis saber ele.
- Não! Mas aqui é sempre assim, durante a semana? – quis saber ela.
- Geralmente sim, nesta época do ano! – respondeu ele.

Alice não tirava os olhos do salva-vidas.

- Que pena! Pensei que fosse chegar aqui e encontrar um monte de gatinhos para azarar! – a comentou.

- Você só gosta de gatinhos? Não serve um gatão? – perguntou ele.

Alice sorriu...

- Ele caiu na isca. – pensou ela.
- Você ainda não me respondeu. – disse ele.
- Que tal você me encontrar no vestiário das mulheres? – perguntou ela.

Alice, para disfarçar, sentou-se novamente na poltrona em que estava. E depois seguiu em direção ao vestiário.

- Nossa esse salva-vidas é de tirar o fôlego! – pensou ela.

Ele trajava apenas uma camiseta e uma sunga vermelha, deixando a mostra toda a exuberância de suas coxas morenas.

Passaram-se alguns minutos e ele entrou no vestiário, logo a agarrando e roçando o seu cacete no corpo de Alice.

Ela podia sentir as mãos firmes e fortes dele em seu corpo...entregando-se a tão desejada sensação!

Ela levou a sua mão, sobre o seu mastro já teso e livrou-o da sunga... ajoelhando-se começou a punhetá-lo, acariciar as sua bolas e engolindo-o com uma destreza de mulher da vida, como se desfrutasse de uma fruta saborosa!

O salva-vidas, começou a estocar em sua boca, fazendo movimentos de vai e vem!

Alice, projetou-se em cima da bancada e ele começou a fudê-la com os dedos sentindo o seu clitóris teso!

O Salva-vidas sugava os seus seios e metia os dedos em sua buceta!

Alice, nunca imaginou, que um dia de semana, um pouco nublado, o clube poderia ser tão divertido.

Aos poucos, ele foi deslizando a sua língua até chegar em sua vulva, afastando o seu biquíni e em seguida a sugando.

Alice, acariciava o próprio corpo, sendo sugada por tão gostoso salva-vidas.

Ela gemendo baixinho... gozou e sentiu o seu corpo trêmulo.

O salva-vidas, enfiou o seu mastro retesado em sua buceta fazendo-a soltar um gemido mais alto!

Ele socava com veemência da volúpia em seu corpo, segurando-lhe as pernas.

Alice, sentiu o seu pau latejante e explodiu em gozo na sua buceta inundando toda a sua gruta.

Ele puxou-a e colocou-a de costas apoiada na bancada.

O tesão era muito... pois poderia entrar alguém a qualquer momento .

Alice, sentiu o seu cuzinho ser bolinado.

- Ai! Delícia! – disse ela.
- Sua safadinha! – disse ele.

Alice, pôs-se a rebolar com o dedo do salva-vidas em seu rabinho e ele tocando uma siririca.

Quanto mais ele mexia...mais ela rebolava!

O Salva-vidas, encostou a cabeça do seu mastro teso em seu orifício. Alice, sentiu aos poucos ele a penetrando todinha.

Ela rebolava para facilitar engolí-lo todinho com seu rabinho.

Finalmente com ele todo dentro de si, Alice rebolava com vontade tocando uma siririca.

O salva-vidas, gemia atolado no cuzinho de Alice.

Ela percebendo a sua reação, empenhavasse mais em sua performance para leva-lo ao delírio.

Ela rebolava e parava fazendo um certo charme para que ele implorasse por tal remelexo.

Ele dava-lhe tapinhas em seu bumbum que logo ficara vermelho.

Conforme a intensidade de seu tesão, aumentava também o ritmo de suas estocadas.

Alice, não se continha e gemia cada vez mais alto!

Perceberam que tinham sido surpreendidos, por um outro salva-vidas que procurava pelo colega e já entrara tocando uma punheta.

- Que colega você é, Carlos? Vem para a festinha e não convida o amigo! – entrou falando isso, e foi logo oferecendo o seu cacete para Alice chupar.

Agora ela estava com um em seu cuzinho e outro em sua boca.

Só assim descobrira o nome do homem que estava comendo o seu cuzinho.

O outro salva-vidas, deitou-se sobre o banco.

-Vem! Senta com tua buceta em meu cacete! – disse ele.

Alice, encaixou-se e iniciou uma cavalgada.

O Salva-vidas, Carlos, veio por trás e penetrou novamente em seu rabinho, fazendo com ela um sanduíche.

Alice, tinha a sua buceta e o seu cuzinho invadidos por dois mastros tesos e bronzeados!

- Eu adoro esse trabalho, Carlos! – disse o salva-vidas.
-Não é todo dia, que uma gostosa se abre desse jeito para nós, não é Wendel? – disse Carlos.
-Então... são vocês dois: Carlos e Wendel. Que estão comendo a minha buceta e meu cuzinho! – disse ela.
-Somos nós sim! – responderam os dois.

Alice, sentia o seu corpo sacudir entre os dois salva-vidas.

Carlos um moreno e Wendel um branquinho.

- Vocês são uma delícia! – disse ela explodindo em gozo.

Em seguida, sentiu seus dois orifícios sendo inundados pelo leite quente dos salva-vidas.

Alice, levantou-se e ficou entre eles, segurando os dois mastros e começou a chupar o de Wendel, enquanto Carlos, lavava o seu.
Carlos, aproximou-se novamente oferecendo o seu!

Alice, chupava um e depois o outro, sempre revezando.

-Maravilhoso! Dois cacetes só para mim! – disse ela.
-Você é uma menina, muito gulosa! – falou Carlos.
-Eu adoro, meninas gulosas... que adoram levar no rabinho! – disse Wendel.

- Eu amo dar o meu rabinho! – disse Alice.

Alice, ainda no meio dos dois, segurava cada mastro em direção a sua boca, unindo-os e sugando-os de uma só vez.

Por hora, tirava um e engolia o outro...Continuando em sua brincadeira.

Carlos e Wendel, começaram a punhetar os próprios cacetes para gozarem no rosto de Alice.

Aos gemidos, os dois gozaram derramando os seus líquidos quente e espesso em seu rosto, que começou a se lambuzar e a chupar os dedos melados com o gozo dos dois!

- Mas ainda não acabamos com você! – disse Wendel.

Wendel, colocou-a de quatro e começou a meter seus dedos no cuzinho de Alice... rebolar era com ela mesma!

Carlos, deu o seu mastro para ela chupar...

Com o seu cacete ainda amolecido, Wendel começou a penetrar em seu cuzinho.

- Ai! Cuzinho apertadinho! Desse jeito que eu gosto! – disse Wendel.

-Ela tem uma delícia de cuzinho! – falou Carlos.
-Entrou todinho! – disse Alice.

Wendel, iniciou seus movimentos lentamente, até sentir o seu mastro em riste novamente. Quando se sentiu totalmente retesado... começou a bombar no cuzinho dela.

Carlos, colocou-se por baixo e encaixou-se em sua buceta.

- Ai! Duas duplas penetrações numa manhã só! – disse Alice.

Alice, pode contemplar outra vez a sensação de ser invadida por tão nobres cacetes.

Ensandecidos entre eles, gozaram novamente.

Ao se levantar, Alice não tinha forças... suas pernas estavam trêmulas.

Mesmo toda lambuzada pelo gozo dos rapazes, eles fizeram com que ela saísse do vestiário, para ver se a barra estava limpa para saírem.

Alice, fez um sinal de positivo com o dedo.

- Volta mais vezes, gostosa! – falaram os rapazes.

Alice, apenas seguiu em direção ao chuveiro para tomar um banho.

Entrou novamente no vestiário, arrumou-se e foi embora.

- Preciso freqüentar mais este clube... – pensou Alice, sorrindo para os rapazes.

Redescobrindo o prazer (a três)





Elisa... esse era o seu nome e todos do bairro já a conheciam.

Uma mulher de corpo escultural... uma pele branca... era super discreta.

Quando passava pela rua, deixava os homens loucos com o seu perfume...inebriando a luxúria em seus corpos.

Casada há pouco mais de seis anos e sem filhos, seu marido a presenteava com tudo do bom o do melhor.

Mas o que Elisa mais gostava, nenhum dinheiro poderia lhe dar.

O casamento já havia caído na rotina, ao menos para Carlos, o seu marido.

Sempre era da mesma maneira: ele trabalhava quase todos os dias, já que tinha um pequeno comércio.

Como era muito ciumento, não gostava que ela o ajudasse.

Chegava em casa tarde da noite, era somente o tempo de tomar um banho, jantar, acompanhar algumas notícias pelo tele-jornal e recolher-se para o quarto.

Elisa, já conhecia muito bem o marido.

E quando ele a procurava para fazer amor... no máximo que ele conseguia eram duas vezes, virava e dormia. Não querendo saber se a mulher havia gozado ou não.

Elisa varava noites em claro, louca para ter uma noite de amor selvagem.

Mas como poderia ser? Se o marido só pensava em trabalho...

Outra noite, não suportando mais o tesão que deixava o seu corpo em chamas, andava em círculos pela casa.

A janela estava aberta e nem deu conta de que um vizinho de longe a observara.

Enquanto o seu marido dormia, resolveu sair...

Sem pensar nos perigos que a noite pode oferecer, Elisa abriu a porta e foi para a varanda.

Pode notar o vulto de uma pessoa se aproximando...

- Calma dona Elisa, sou o Armando seu vizinho! – disse ele se aproximando.

-Tudo bem! – disse ela ainda assustada.

Armando não pode deixar de notar o corpo dela seminu, coberto apenas pela pequena calcinha e uma camiseta.

-Muito bom você ter vindo! Estava precisando mesmo de uma companhia masculina! – disse Elisa sorrindo.
-E seu marido? – quis saber Armando.
-Meu marido só sabe trabalhar e dormir! – disse ela.

Elisa estava excitada...sozinha em plena noite com outro homem que não fora seu marido...porém, o seu corpo almejava as sensações de prazer e de gozo.

Armando não era um homem jovem, mas não era de se jogar fora!

Tinha algo em especial nele que atraia as mulheres.

Acho que por isso, não se casou. Fora sempre muito farrista, adepto a vida de solteirão. Dividia uma pequena casa com um primo chamado Luiz, também com mais ou menos da mesma idade.

Isso tornava a casa movimentada com um entra e sai de mulheres.

Elisa de vez em quando nos corredores do supermercado ou da farmácia, ouvia comentários sobre os dois.

E isso incitava em seu corpo a curiosidade.

-Leva-me para a sua casa! – falou Elisa de supetão.
-Não lhe trará algum problema? – quis saber ele.
-Deixa... eu resolvo tudo! Espera só um momento. –disse ela com segurança.

Elisa, foi até o quarto para constatar que o marido dormia e pegar o hobby que ficara sobre a poltrona no quarto.

-Pronto! Podemos ir! – disse ela acariciando o mastro de Armando que já se fizera duro como uma rocha.

Ao entrarem na casa dele, percebeu que Luiz dormia em seu quarto com a porta aberta e vestindo apenas uma sunga.

-Não posso perder tempo! Então vamos ao que interessa! – disse Elisa empurrando Armando de encontro ao sofá, deixou o hobby cair.

Totalmente ensandecida pelo tesão, montou em cima de Armando, agarrando o seu cacete, engolindo com grande desenvoltura e oferecendo a buceta para que ele a chupasse, formando um sessenta e nove.

Armando chupava o seu grelo já teso e molhado, batendo em seu bumbum...sua língua deslizava até o pequeno orifício rosado.

Há anos que não sentia um prazer como aquele, sendo servida por um verdadeiro homem que inspirava suas mais devassas fantasias sexuais.

A cada sugada no cacete de Armando, iam se intensificando também seus gemidos.

Com os olhos fechados não percebeu a aproximação de Luiz que ficou em pé, na porta do quarto tocando uma bronha.

Depois de alguns minutos, sentiu o seu corpo estremecer em uma sensação que estivera esquecida: o seu corpo começou a estremecer e a sua vulva pulsava em um gozo intenso, derramando o seu néctar sobre a boca de Armando, que ao lambe-la deixou novamente sequinha.

Ao abrir os olhos, viu a imagem de Luiz estático observando tudo...

-Nossa! Mais um para a nossa festinha! – disse ela amolecida.

Eles nada falaram... apenas se olharam...

Armando sentou-se e encaixando o seu membro em riste naquela buceta, sugando-lhe os seios, enquanto Luiz dava o seu para ela chupar!

Elisa nada falava, apenas gemia com o prazer a ela proporcionado.

De repente, os dois mudaram de posição: Elisa de quatro no sofá sugava agora o pau de Armando e tinha a vulva bulinada pelos dedos de Luiz que também sugava a buceta e metia a língua em seu anel, abrindo todo o espaço.

Luiz meteu de uma só vez o seu pau na buceta da vizinha casada. Aquilo aumentava mais o seu tesão, sabendo que estava fazendo outro homem de corno.

- Fala vizinha gostosa! Diz pra mim o nome do corno do seu marido! – pediu Luiz.

-Carlos... disse ela.

-Fala mais alto que eu não ouvi! – pediu ele novamente.

-O corno do meu marido é o Carlos! –disse ela mais alto.

-É isso que eu gosto de ouvir. O nome do corno, enquanto eu soco nessa buceta carnuda! – disse Luiz.

Elisa, experimentava naquela noite quente dois cacetes diferentes, sem ser o do seu marido, que dormia em casa.

Armando sentou-se novamente encaixando-se em seu quadril de frente, enquanto Luiz veio e aos poucos foi encaixando-se por trás.

Elisa vivia ali, o auge de sua noite, tendo seus buraquinhos preenchidos pelos vizinhos garanhões.

Armando estocava de encontro a sua vulva, que aquela altura estava toda molhada e Luiz a socava em seu cuzinho...

Imaginara aquela cena em suas fantasias sem saber que iria realiza-la. Mas estava ali, entregue a lascívia de seus corpos. Sendo o recheio do sanduíche de dois homens.

Os três em sintonia total em seus ritmos ficaram por longos minutos daquela maneira...

Elisa sentiu os dois paus latejando em seus orifícios e teve como presente naquela noite a sua bucetinha e o seu cuzinho inundados pela porra quente dos primos.


Foram para o quarto de Luiz...

Com Elisa sobre a cama, os dois começaram a passear a língua em seu corpo, Luiz sugava a sua vulva e metia os dedos em seu cuzinho, Armando mamava em seus seios e dava os dedos para ela chupar, começando assim mais outra sessão de puro sexo... onde outra vez rolou de tudo!

Já era alta madrugada, quando Elisa retornou para casa...

Viu que Carlos dormia tranqüilamente o sono dos deuses e com cuidado tomou um banho rapidamente para que ele não notasse nada de diferente.

Como já era de costume, ele saia para trabalhar e a deixava dormindo, pois tomava o seu café da manhã no trabalho.

Elisa algumas vezes, durante a semana, colocava um remédio no café do marido para que ele pudesse dormir divinamente e assim poderia usufruir os prazeres carnais dos vizinhos garanhões!

Anal ( fatal )




Deslizas tua língua em meu corpo,
Dando-me um banho de gato.
Sou louca por você de fato,
Alcança o meu copo!


Envolvido na borda do orifício,
Ficas ali, parece um suplício.
Desejo teu membro quente,
Fincado e pulsante!


Não quero algum gel...
E nem outro lubrificante.
Prefiro ao natural,
O nosso anal...
Bem mais estimulante!


Embaixo do chuveiro,
Tomas o meu bumbum faceiro.
Em cima da cama,
De maneira bem sacana...
Faço-me o teu travesseiro!


De quatro, por você sou domada...
Recebendo em meu rabinho,
Ensandecidas estocadas...
Metendo-se todinho!


Sobre o teu cacete em riste sentada,
Por mim sendo dominado.
Voando livre em minha cavalgada,
Em meu cuzinho, todo retesado!


Sinto o teu falo pulsando,
O gozo delicioso a anunciar.
Dentro de mim, vibrando,
Com as pernas abertas,
Os dedos na buceta...
Uma siririca a tocar!


Alcançamos em grande estilo,
Profano a libido fatal,
Fortalecendo o nosso elo.
O teu mastro... jorrando,
O meu reto... inundando,
Extasiados ficamos no anal!

Quando faço você em meu bumbum pirar




Quando estou com você, me mostro sem pudores...
Faço-te sentir arrepios e calores!
Deixo seu mundo sem eixo e nem direção,
Na tua cabeça aprontando total confusão!


Quando me tens no campo de tua visão,
Em teu corpo provoco inesperada reação.
Faço brotar nos poros o teu tesão,
Vê-se em apuros... em tal ebulição!


Quando te atiço descontrolada volúpia,
Sinto-me forte e ao meu ego inebria.
Vais falando um monte de sacanagens,
E pelo local finjo que são bobagens!


Quando me mostras sobre a calça o teu volume,
O desejo em meu corpo você assume.
Tenho a certeza que sou a mulher desejada,
E sob o teu corpo realizar outra vez uma boa trepada!


Quando chegas devagar e em minha pele você toca,
Faz com que eu perca todos os sentidos... fico louca!
Querendo adentrar mais uma vez em seu mistérios,
Mas para mim... você é um caso sério!


Quando te provoquei: chupando o teu mastro lustroso,
Achaste uma delicia... com maestria provei do teu gozo!
Momentos assim, bons sempre são prazerosos,
Um sessenta e nove fazemos, bem mais gostoso!


Quando para você de quatro me coloquei sob a mesa,
Para teu delírio, fui a mais esperada sobremesa.
Da minha vulva com tal fome degustou,
E o mel de seu sabor aprovou!


Quando a sua estaca cravou em meu rabinho,
Fez-me com destreza engolir todinho.
Estocando-o cadenciado e pervertido,
Comigo não tem nada proibido!


Quando vejo o meu buraquinho invadido,
Por teu cacete longo e todo retesado.
Não reclamo e nem me faço de coitada,
Quero a tua evolução totalmente agitada!


Quando teu mastro senti tudo em mim latejante...
Rebolei cada vez mais atrevida e radiante!
Pois és o meu palco... a minha apoteose...
Adora me ver no clima em devassa pose!


Quando faço você em meu bumbum pirar,
Sinto teu ser em êxtase completamente.
Inundando o meu cuzinho loucamente.
Querendo outra vez nele gozar!


Quando faço comigo você sonhar...
Este é um sonho ao alcance...
Basta nos permitimos este romance,
Para beber do meu néctar e dele se embriagar!

Tesão avassalador





Tuas mãos com carinho me tocaram...
Teus abraços em alinho me aconchegaram...
Percorrendo em meu corpo um arrepio,
Senti o tesão em teu olhar desde o início!

Suaves palavras sussurrando ao meu ouvido,
Eu te provocando... Fazendo-te mais atrevido.
Querendo descobrir os caminhos do êxtase...
Nos despertando para uma nova fase!

Aos carinhos sem interesse e aos mais profanos...
Surgiu de repente, sem estar em nossos planos!
Foi algo natural e bonito o que aconteceu,
Ao nosso encontro o destino se rendeu!

Em um piscar de olhos, nossas bocas estavam se tocando,
Mas parecia uma longínqua eternidade.
Foi só uma questão de tempo para estar nos amando,
Nossos corpos, sendo explorados para a nossa felicidade!

Tuas carícias... o teu toque em minha pele...
Fazendo com que meu ser se revele.
Teus movimentos dentro de mim compassados,
Deixando-nos pela volúpia extasiados!

Os meus seios em tua boca sugando...
Você em minha boca, engolindo...
O teu mastro teso em minha vulva penetrando...
Todo em riste o meu rabinho invadindo...
Contigo... toda loucura permitindo!

Quando nos encontramos... entramos em ebulição,
A nossa áurea se torna hipnotizante, a tentação.
Nos entregamos a magia dos amantes,
Fazendo nos render aos delírios mais fascinantes!

Em nosso corpo sentimos todo o ardor,
O suor escorrendo pelo intenso calor.
Pelo corpo, doce sensação a escorrer...
Dele tenho a certeza do prazer...

Em minhas narinas a tua essência de homem.
O teu beijo me deixa perceber que não é miragem!
Devolvendo com intensidade o teu furor,
No clímax de um tesão avassalador!

Momentos íntimos




A tua lembrança serena despertou o tesão,
A libido se apossou do meu corpo, doce invasão.
Precisei me render aos toques de minhas mãos,
Relembrando a tua pegada que me faz sem reação.

Suas palavras soaram aos meus ouvidos nítidas,
- Seu anel... seu cuzinho... é uma delícia.
Transformando em tormenta a grande malícia,
Tornando-me na sensação mais pervertida.

A respiração calma... foi ficando ofegante,
Como se te sentisse dentro, forte e pulsante.
No resvalar os seios grandes mais rígidos,
Por você meus orifícios sendo possuídos.

Doei-me com intensidade para essa total luxúria,
O meu corpo te satisfaz, não fujo...isso não nega.
Nossos desejos fundem-se a essa louca entrega,
Ao meu corpo... draga na constante volúpia.

O gozo, líquido quente: veio totalmente selvagem,
Em nossa maneira desprendida...desvairada de ser.
No espírito de macho dominador, verdadeiro homem,
Para coroar na imensidão da lascívia o nosso prazer.

Aprontando com o sorveteiro




A CONQUISTA

Tatiana sempre fora uma menina decidida. Suas idéias sempre foram muito avançadas. Desde adolescência, sentia-se mais adulta do que as meninas propriamente de sua idade.

A meta para ser alcançada em sua vida, sempre fora estudar e formar-se em jornalismo. Mas com tudo isso, não deixava de curtir a vida.

Os anos foram passando...amigas da vizinhança foram tendo seus filhos e os sonhos ficando para trás.

Porém, Tatiana sempre se cuidou para evitar uma gravidez indesejada para um momento tão importante! Camisinhas e contraceptivos não podiam faltar nas compras da farmácia.

Na altura de seus vinte anos, sexo para ela jamais fora um tabu. Quando se interessava por alguém ia até o fim para buscar o que tanto queria: o prazer. Marcava em cima mesmo até alcançar o seu objeto do desejo.

Para ela não era difícil, possuía um corpo escultural, com formas bem delineadas e seios que chamavam a atenção por onde passava. A sua pele clara e os cabelos cacheados e compridos ajudavam na composição de uma mulher especial.

Muito assediada não gostava de se deixar conquistar...sentia-se melhor no papel de caçadora.

Na faculdade... claro, sempre muito conhecida e popular!

Os rapazes que viviam paquerando-a não tinham a menor chance. Gostava dos joguinhos onde ela dava a cartada final e não eles.

Outro dia, chegando em casa, percebeu uma nova loja em sua rua: uma sorveteria. Imaginou-a como outra qualquer!

No dia seguinte, uma amiga ligou:

- Alô! – disse Tatiana.

-Sou eu, a Camila! – respondeu a amiga.

- Oi, amiga! Fala qual é a boa de hoje! – disse Tatiana.

- Tati, você nem precisará sair. – disse Camila.

- O que houve? Não entendi! –quis saber Tatiana.

- As meninas, estão enlouquecidas com o novo estabelecimento! – explicou Camila.

- O quê? – perguntou Tatiana.

- O sorveteiro é um gato! Tem trinta e seis anos, solteiro, não tem namorada e nem muito menos ficante! Ou seja, literalmente disponível! – disse Camila empolvorosa!

- Do jeito que está falando...alguém já deve ter ficado com ele! – disse Tatiana.

- Que nada, amiga! Ele é muito tímido! As mulheres só faltam puxa-lo para trás do balcão. Ele é duro na queda! – disse Camila.

- Pode deixar! Se ele for tudo isso: veremos se resiste ao meu poder! – disse Tatiana.

- Acho difícil você conseguir. As meninas falaram que ele é muito sério! – disse Camila.

- vamos ver até aonde vai essa seriedade toda! – disse Tatiana.

- Você quem sabe amiga! – falou Camila.

As duas se despediram...

Tatiana ficou pensando no que a amiga lhe dissera...

À tarde, aproveitou o ensejo do calor, vestiu um shortinho jeans e um top lilás e foi conferir o que Camila havia lhe falado.

Chegando na sorveteria...

- Uau! Bem que a Camila falou! – pensou ela.

O sorveteiro estava lá! Mesmo de avental, percebeu a sua estrutura física de tirar o fôlego. Quase um metro e noventa, pele clara como um sorvete de coco, olhos castanhos e viu uma mecha de cabelos castanhos claros.

Na sorveteria havia alguns clientes, não poderia dar bandeira assim logo de cara! Além do mais...com as dicas que Camila havia lhe dado haveria de ganhar este jogo. Preferiu ir com calma para ganhar terreno.

Tatiana agiu de uma forma agiu e sutil impar. Quis saber do nome do novo vizinho.

- Prazer! Meu nome é Marcelo! – disse ele sorrindo.

Tatiana tomou o seu sorvete ali mesmo batendo um papo descontraído com ele.

Assim seguiram-se quase todos os fins de semana. Só quando não podia devido a algum trabalho da faculdade, Tatiana não ia ter com ele.

Outras freqüentadoras olhavam-na com cara feia. Pois queriam que Marcelo lhe dessem a mesma atenção que era para Tatiana.

Quem conhecia a fama de Tatiana estavam até estranhando...


****************


O PRIMEIRO ANAL DELE


Tatiana fez uma surpresa para Marcelo, indo a sorveteria em plena segunda-feira. Naquele dia em especial, foi trajando um vestido azul de alcinhas.


- Tudo bem? – quis saber Marcelo.

- Tudo ótimo! Mas onde está a sua clientela? – quis saber Tatiana.

- É assim mesmo! Na segunda o pessoal fica mais preguiçoso. – disse ele.

- Quero o meu favorito! – disse ela.

- Ah! Vou ficar te devendo para hoje. Ainda não tive tempo de providenciar! – respondeu Marcelo.

-Tudo bem! Assim não adquiro calorias a mais! – disse Tatiana rindo.

- Que nada! Você está perfeita! – respondeu Marcelo, olhando-a fixamente e sério.

- Bom...já que não tem o meu sorvete preferido, mas tem o meu sorveteiro preferido... – disse Tatiana.

Os dois se olharam calados e foi inevitável o beijo...

- Desculpe! Não era essa a minha intenção! – disse Marcelo.

- Não sei se era a sua! Mas foi uma delícia... quero mais! – disse Tatiana enlaçando os braços sobre o pescoço dele.

Por alguns milésimos de segundos, os dois ficaram se olhando, até que finalmente Marcelo se rendeu aos encantos dela.

- Hoje o movimento está fraco... que tal abaixarmos as portas e aproveitarmos esse meu dia livre? – sugeriu Tatiana.

- Você é danadinha mesmo! - disse Marcelo sorrindo.

Com um sinal de positivo feito por Marcelo, os dois envolvidos em uma grande cumplicidade correram para fechar as portas antes que chegasse alguém.

Pois queriam há muito tempo, o que seus corpos gritavam naquele momento.

Assim que terminaram de fechar as portas, Marcelo abraçou-a envolvendo-a em um frenético beijo, onde as línguas passeavam por suas bocas.

Tatiana sentia o seu coração acelerado... as mãos suando como nunca sentira antes com um outro homem. Desejando a sofreguidão dos movimentos de Marcelo dentro de si.

Marcelo, pegou-a nos braços colocando-a sobre o balcão. Naquele momento lembrou-se das palavras de Camila: “as mulheres só faltam leva-lo para trás do balcão”! E agora estava ela ali, sobre o balcão da sorveteria em amassos com o sorveteiro.

- Tatiana, você tem certeza de que você quer isso? – perguntou Marcelo interrompendo as carícias.

- Desejei isso, deste o primeiro dia! – respondeu ela beijando-o.

Marcelo, lentamente foi desamarrando as alças de seu vestido, revelando os seios medianos e tesos, que com o resvalar de sua mão ficaram arrepiados. Em seguida, ficou brincando com a sua língua neles rodeando toda a auréola, intercalando a carícia com a mão.

Tatiana em suas transas gostava de dominar...os rapazes rendiam- se as suas loucuras. Mas com Marcelo era diferente, nutria por ele um carinho muito especial ou finalmente estaria apaixonada?

Naquele instante, pensava somente no prazer que estava sentindo pelo tesão que Marcelo provocava em seu corpo. Sabia que não poderia esperar nada além do que isso. Afinal de contas, ela que sempre o provocava em seu local de trabalho. E provocação era a sua matéria preferida e isso fazia muito bem!

Queria mesmo era aproveitar e ao mesmo tempo almejando algo bem especial.

Como a sorveteria funcionava em uma parte da frente da casa de Marcelo, ele pegou Tatiana pela mão indo a direção aos fundos do estabelecimento.

A casa era simples, porém bem aconchegante e organizada para um homem solteiro. Já que deixara os pais em outro estado e vir tentar a sorte no Rio de Janeiro.

Entraram no quarto, Tatiana estava envolvida pela magia do momento...

Marcelo deixou seu vestido cair totalmente em cima do carpete e fez com que se deitasse sobre a cama... pedindo que esperasse um momento...os lençóis possuíam um perfume suave.

Os poucos segundos em que Marcelo se ausentou, parecia uma eternidade para ela...

Ele entrou novamente no quarto, trazendo uma garrafa de vinho, duas taças e uma garrafinha de caldas.

- Hum... que delícia! – disse Tatiana.

- Quero algo bem especial e marcante! – disse ele.

- Está sendo! – sussurrou Tatiana.

Primeiro... Marcelo serviu-lhes o vinho e ao brindarem, caíram gotas sobre a barriga dela. Onde ele tratou logo de sorve-las.

A sensação do vinho gelado e a boca quente de Marcelo em seu corpo foram maravilhosas.

Saborearam sem pressa o vinho entre beijos e carícias. Os dois foram ficando mais soltos com a reação do vinho percorrendo em suas veias.

Marcelo pegou a garrafinha de calda, era de morango...com os dedos começou a passar ao redor da boca de Tatiana... aos poucos foi descendo, rodeando os seios... enquanto ela agarrava o seu mastro mesmo por cima da calça, podia sentir todo o seu volume.

A sua calcinha estava encharcada tamanha a sua excitação, ao percebe-la molhada, Marcelo retirou-a com a boca. Em seguida, lambuzou toda a sua vulva misturando os odores de seu cheiro de fêmea com o da essência de morango.

Ele bolinou a sua buceta com os ágeis dedos... Tatiana se contorcia... deslizava as mãos sobre os seios, não mais resistindo, Marcelo caiu de boca penetrando-a com a sua língua tesa, ficou ali por longos minutos onde pode arrancar vários gozos de Tatiana.

Tatiana se achava a mais devassa de todas as mulheres, entretanto com Marcelo estava sendo tudo muito diferente.

Desejou concede-lhe a mesma carícia: com ele sentado na beirada na cama, agachou-se, sentindo a essência que saia do seu membro em riste e de uma só vez engoliu tudo o que estava em suas mãos.

Marcelo soltou um gemido por satisfação. Como poderia ter pedido tanto tempo para sentir tanto prazer com Tatiana. Pois ela sempre pareceu ser diferente das outras mulheres que conhecia. E para falar a verdade era!

Tatiana fazia aquilo muito bem! Chupava todo o seu cacete...engolindo com a destreza de uma profissional.

Não demorou muito para que o seu pau começasse a pulsar dentro de sua boca. Porém, ele não queria gozar daquela força.

Com agilidade, colocou-a de volta sobre a cama e iniciou com ela um gostoso papai-mamãe!

Como Marcelo fazia aquilo, foi um papai-mamãe diferente, pois em seus movimentos ritmados, Marcelo friccionava com força o seu clitóris. Forçando assim o seu gozo...já que Marcelo ainda não havia... os dois gemendo alto, não se importando com nada, gozaram em meio a tanta lascívia.

Ofegantes ficaram abraçados sentindo o frenesi de seus batimentos cardíacos.

Eles não pensaram em parar, queriam mais...

- Tatiana, você guarda um segredo meu? – quis saber Marcelo.

- Claro que sim! Não precisaria nem pedir. Era somente falar que é segredo! – disse Tatiana cruzando os dedos nos lábios.

- Sei que não são todas as mulheres que aceitam isso. Porém, tenho uma certa fantasia...uma curiosidade em fazer anal. – disse Marcelo com o rosto vermelho.

Ao ouvir estas palavras dele... Tatiana olhou bem sério para ele com um ar de sacanagem no ar!

Tinha diante dela um homem que jamais tivera feito anal, que não comera o cuzinho de uma outra mulher...

Ela colocou-se de quatro...

- Venha! Coma o meu anelzinho! – disse Tatiana com firmeza.

No princípio, Marcelo ficou sem reação ...não sabia como proceder.

-Está esperando o quê? Você sabe fazer... – disse ela quase uníssona.

Marcelo, iniciou colocando em prática o que lera sobre o assunto:

Pegou a calda jogando gotículas nas costas de Tatiana, roçando o membro em seu bumbum... deslizou a língua até alcançar o seu botão. Ali ficou lambendo como se fosse um de seus sorvetes... Tatiana falava palavras sem nexo enquanto tocava uma siririca.

Marcelo percebia o seu cacete babado louco para ser introduzido naquele orifício.

O buraquinho piscava querendo engolir tudo aquilo...

- Vai...Fode-me! Coma o meu cuzinho! – pediu outra vez Tatiana.

- Uma delícia assim tão perto de mim! Sou mesmo um bobo por não perceber isso antes! – falou Marcelo.

- Vai! Fode o meu rabinho! – implorou ela.

- Ao se sentir incomodada pode falar! Afinal de contas é a minha primeira vez! – disse Marcelo.

- Vou te explicar direitinho como deve ser. – falou Tatiana.

Marcelo apontou a cabeça de seu pau na direção de seu rabinho, ao encosta-lo, Tatiana sentiu um arrepio percorrendo em seu corpo...

- Ui! Delicioso... – disse ela, rebolando para favorecer a penetração.

Aos poucos seu buraquinho, foi invadido por aquele pau imaculado de cuzinho... engolira tudo! Enquanto Marcelo, ficava enlouquecido com a sua proeza.

Tatiana, rebolava...gemia... gritava... recebendo as estocadas de Marcelo em seu cuzinho. Direcionando a mão dele para a sua buceta.

Queria mais e mais... fez com que ele se deitasse apontando aquela bússola para o alto. De costas subiu por cima dele, direcionando o pau em riste para o seu cuzinho onde de uma só vez enterrou em seu rabinho.

Era a própria amazona dominando o seu homem numa deliciosa cavalgada, sentia-se eleita por estar realizando uma fantasia de Marcelo, logo em seu primeiro encontro.

Estava liberta na volúpia do tesão, os cabelos balançavam ao ritmo de seus movimentos e ouvia os gemidos de Marcelo. Eram como música em seus ouvidos.

O pau de Marcelo, começara a vibrar em seu anel... podia sentir cada veia tocar em suas paredes... numa sensação maravilhosa que ficara marcada para sempre em seu corpo.

Desvairadamente, gozou sentada sob tão delicioso cacete... ainda amolecida continuou para que pudesse usufruir o gozo de seu macho dominado naquele momento. Até que sentiu o seu cuzinho inundado pelo leite quente e espesso de Marcelo.

Esse foi o primeiro gozo anal de Marcelo...

Aquele dia, foi recheado com tantos e tantos gozos: frontal, oral e anal!

Uma completa perversão permitida entre os dois vizinhos.

E este dia, foi somente o começo, pois Tatiana, tornou-se a primeira dama da sorveteria.

Bom... se Marcelo, já não dava bola para as outras clientes... depois de tanta loucura com a Tatiana, agora que não vai mesmo!

Massagem especial





De uma forma mágica e sensacional...
A nossa doce brincadeira começou.
Mãos com jeito...o movimento iniciou...
O prelúdio... da massagem especial.


Minha palma percorrendo teu cacete,
Lindo...tornando-se poderoso em riste.
Língua envolvendo a vermelha glande,
O nosso tesão cada vez mais grande.


Lambo-te com toda a minha veemência,
Pondo um fim em uma total carência.
Do teu mastro sinto a insaciável fome,
Engulo-te no desejo que me consome.


Em minha fúria com gosto te agarro,
Circulando a cabeça com o polegar.
Essa carícia em doar me amarro,
Tu gostas quando começo a dedilhar.


Os gemidos...uma gostosa e sensação,
Vou intensificando mais a tua ereção.
A cara de safada, denunciando a perversão,
O toque em meus seios, a completa realização.


Continuo no embalo de teu louco frenesi,
Como se teu pau, estivesse dentro sem fim.
Não cabendo mais a lascívia dentro de si,
Derramando o teu gozo quente em mim.

Puro êxtase






Nessa magia vou seguindo o teu embalo,
Aos instintos me entregando, então me calo.
Vou te tateando com os olhos vendados,
Percorrendo o teu corpo, sentindo pedaços.
A respiração tornando ofegante a cada passo,
Sentes prazer pela minha boca sendo sugado.


Não resisto, esfrego-me no cio da gata,
Ronronando, desse jeito me maltrata.
Tapinhas de leve ganho em meu bumbum,
Cheia de graça te peço mais e mais um.
Não acreditas no que posso te conceder,
Quero usufruir as sandices do teu prazer.


Jeito de menino na tua maneira de ser homem,
Os desejos intensos trilhando na aventura.
Degustando o sabor de tua pele, não é miragem,
Piramos na devassidão em nossa doce loucura.
Cola-se em mim por inteiro como a tua tatuagem,
Vamos vislumbrando a volúpia em nossa viagem.


Transbordo no teu êxtase a minha lascívia,
Embriago-te com o licor de minha malícia.
No teu fogo ardente queres sempre mais,
Não querendo me defender, agarra-me por trás.
Remexendo os quadris o tesão incendeio,
Para aconchega-se nas entranhas, no meio.

Vasculhas o meu ventre igual a raio –x,
Presenteia-me com a sensação do clímax.
Jorra o chafariz em minha vulva, o teu gozo,
Escorrendo pelas coxas o líquido viscoso.
Incendiando não paro, faço agora a próxima vez,
Nada de coisas certas, quero toda insensatez.


Não paramos... meus recursos são inesgotáveis,
Meu desejo em tua explosão é uma fonte insaciável.
Posso ser tua atriz, uma puritana...uma devoradora,
Na tua loucura uma profissional ou uma amadora.
Sou tudo isso o que almejar e mais o que quiser,
Ao teu lado sou a tua puta e a tua mulher.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Lance de pele





A pele,
Envolvente
Faz...
Com que a beleza
Toda se revele,
Na certeza
Do calor ardente...


Transmuta
O poder,
Liberta
O prazer...


Na veemência
Perdendo a paciência.
Transparece,
Aquece...


A malícia
Nos corpos...
Calor.
A carícia...
Suor.
Esvaindo-se
Nos poros...
Entregando-se
A volúpia...


No desejo,
A alma
Inebria.
No beijo,
O fogo
Irradia.

Anal ( cabal )




O teu membro em riste no anal,

Ao natural...

Em meu modo angelical,

Provoca-me um prazer cabal!

Teu gozo




Contigo estou outra vez,
Para sentir o prazer com nitidez.
Sentada e rebolando...
Teu ser... vibrante.
Sentindo o teu membro em riste,
Pulsante em meu rabinho,
Minhas carnes mordendo todinho!
Com vontade inundando...

Contigo em outra me transformo,
Esqueço meu lado menina,
Sou uma atriz pornô, que tudo ensina,
No teu corpo, cavalgo... te domo!
Às vezes, te assusto, mas não tem jeito,
É a minha maneira, coração bate forte no peito.
Em minha volúpia reage o nosso tesão,
Aos meus pedidos, só tenho afirmação!

Seja na cama ou embaixo do chuveiro,
Gosto de tê-lo por inteiro.
Quando ensaboada por trás toda aberta,
Fincas teu mastro em minha buceta!
Ao mesmo tempo tocando uma siririca,
Meu corpo em atrito ao seu se agita.
Louco para gozar em mim ficas,
Deixa-me ansiosa, tua língua em minha boca!

Rendo-me ao teu gozo, sublime sensação,
O teu cacete em minhas entranhas latejante,
Jorrando o teu líquido quente,
Misturado ao meu se faz envolvente...
O teu cheiro de sexo é inebriante!
O meu corpo se contorce ao ritmo de tua vibração,
Os teus gemidos, a voz rouca de prazer a minha emoção...
Não dá para deixar de ouvir o coração.

Tua presa






Faz de mim, a sua caça...a sua presa,
A fruta do pomar mais saborosa.
És um ser infinito...luz e divindade,
Este é o sinônimo de felicidade.

Deita-me com pecado na verde relva,
Deslizas as mãos sobre minha vulva.
De moça.... santa e ingênua a puta,
Escancaro as pernas, o êxtase liberta.

Na pele roçando os longos cabelos,
Faz com que meu corpo estremeça.
Tudo o que quiseres de mim...peça,
Que lhe servirei com o maior zelo.

Darei-te todas as formas de sexo,
Quero-te leve e totalmente sem nexo.
De qualquer maneira do tradicional,
Passando do oral ao lascivo anal...

Agarra-me em minhas compridas madeixas,
Arranhe-me tirando com força o meu fôlego.
Perco-me em caminhos perigos contigo,
Sugando o teu falo como deliciosa ameixa.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Sinto falta




Sinto a tua falta...
Sem você aqui, não há calma.
Meu corpo acende em chamas,
Por tuas carícias reclama.

Sinto a tua falta...
Existe só um espaço vazio.
Quando partes este é o suplício,
Desejando um fim desde o início.

Sinto tua falta...
Percorrendo-me com tuas mãos.
Incendiando o meu tesão,
Levando-me a explosão.

Sinto a tua falta...
Ouço a música, ela nada me diz.
Sem tua presença não posso ser feliz,
Como sempre desejei e quis.

Sinto a tua falta...
Do sabor do teu sexo.
Fazendo-me louca sem nexo,
Neste espaço complexo.

Sinto a tua falta...
Ao cavalgar por tua imensidão.
A mercê de tua alucinação,
Vagando às cegas pela escuridão.

Sinto a tua falta...
Galopando em teu prazer.
Sou a mais desejada mulher,
Aos meus encantos sabe se render.

Sinto a tua falta...
Basta-me o teu êxtase.
Gozar contigo é o interesse...
E a fantasia embevece.

Sinto a tua falta...
Amanhã estará comigo.
Pondo um final nesse castigo,
Delícias desfrutarei contigo!

Confesso: seduzi o padre ( 1 ª parte )





Irei relatar aqui uma história que aconteceu comigo...mas não direi a quanto tempo foi.

Meu nome fictício é Fabby, tenho quarenta anos e um casamento bem resolvido!

Meu marido é super carinhoso e dispensa todas as suas atenções nos três filhos que tivemos.

Para melhor ficar no anonimato, não citarei o nome e nem a idade das crianças e nem muito menos de meu esposo.

O meu casamento sempre foi as mil maravilhas.

O esposo fiel fazia de tudo para me encher de mimos e carinhos.

A única dificuldade que mais ou menos tínhamos, era com o seu emprego. Pois trabalhava em uma estatal e tínhamos que de vez em quando nos mudar de cidade ou até mesmo de estado.

Nossa família, sempre fora muito católica e procurávamos ao menos participar das missas dominicais por onde passávamos.

E foi em uma dessas mudanças que aconteceu...

Apesar da minha idade, nunca me descuidei da aparência. Minha pele morena era hidratada com cremes e loções... a barriguinha era perfeita e os seios tesos, faziam com que os homens me desejassem por onde passava. Mas eu só tinha olhos para o meu esposo!

Porém, esta sensação de estar sendo observada só fazia com que alimentasse mais o meu ego e a minha auto-estima.

Até que em uma dessas mudanças para outro estado do Brasil, fez uma reviravolta em minha cabeça.

Quando nos mudávamos a empresa em que meu marido trabalhava era responsável por nossa acomodação.

Após a nossa chegada, tudo arrumado e as crianças matriculadas no colégio.

Para a minha satisfação, todas ficaram no horário da tarde.

E em uma dessas tardes... fui procurar a igreja local, para melhor saber de sua programação.

Fui recebida com muita educação pela secretária, uma senhora já de idade: a dona Luzia.

Conversávamos como amigas de infância, quando percebi a aproximação de um homem.

- Meu Deus! Que homem era aquele? - falei com os meus botões.

Ele vinha exuberante em nossa direção: alto, cabelos loiros, olhos azuis, um corpo másculo, um porte atlético...aparentando seus trinta e cinco anos e que fez cessar a minha respiração.

Quando chegou onde estávamos, brindou-nos com um lindo sorriso.

Dona Luzia nos apresentou, dizendo que eu era recém-chegada na cidade e ele o pároco, ou seja, o padre Leonardh.

Tentei disfarçar toda a minha excitação. Como poderia um homem com tanta beleza e elegância se entregar à vida de castidade?

Enquanto conversávamos, imaginava as mulheres na missa de domingo com suas calcinhas molhadas pelo tesão que o padre fazia fluir em seus corpos.

Naquele momento, fiquei hipnotizada pelo olhar azul de serenidade que ele nos transmitia.

Em um dado momento, dona Luzia nos deixou, devido ao telefone que tocava.


O padre Leonardh, queria saber mais sobre a vida de minha família e o que tinha ocasionado a nossa ida para lá.

Contei-lhe mais ou menos sobre tudo e me deixou um convite para participar da missa no domingo juntamente com a família.

E mais uma vez me deu às boas vindas na comunidade.

E em minha imaginação... os devaneios com ele, arrepios faziam percorrer em meu corpo... como se cada respiração fosse uma corrente de energia.

Acho que estava ficando maluca, nunca havia sentido tamanha excitação assim...

Tinha não! Tenho um casamento dos sonhos em vista do que acontecia com as pessoas amigas e da família.

No entanto, conhecer o padre Leonardh, mudaria toda a minha história de vida: faria qualquer coisa para tê-lo em meus braços.

Infelizmente, meu tempo estava se esgotando. Então, despedi-me e fui buscar as crianças no colégio.

No caminho fiquei absorta em meus pensamentos...

No portão do colégio, algumas mães falaram comigo e aproveitei a deixa para perguntar sobre a igreja, fingindo não saber de nada. E ouvia cada comentário sobre o padre Leonardh, que fariam os alicerces da catedral estremecerem.

Com isso, foi aguçando mais a minha curiosidade sobre aquele homem de olhos vibrantes, parecendo um mar azul...almejando ser desbravado.

O restante do dia foi normal: cuidando dos filhos e preparando o jantar.

O esposo havia chegado todo afetivo como de costume.

Ele dizia que o melhor momento depois de um dia de trabalho, era o de quando chegava em casa. Pois sabia que a família estava o esperando. Todos o recebiam com carinho!

Naquela noite, o meu marido me percebeu um pouco inquieta. Chegou até a me perguntar se havia algo de errado ou se os meninos haviam aprontado mais alguma peripécia. Respondi-lhe que era apenas uma simples dor de cabeça.


E para falar a verdade, não deixava de ser uma: o padre Leonardh, que não saía de meus pensamentos.

Perdida em meus desejos, descobri que depois de tantos anos de casamento, havia mentido para o meu marido...realmente aquele homem havia mexido muito comigo e com a minha libido!

Os dias transcorreram relativamente bem. Ansiava pela chegada do domingo, quando finalmente aconteceu!

E lá estávamos: a família toda reunida na missa dominical às nove horas da manhã.

Foi uma aparição magistral, quando o padre Leonardh, adentrou pelo centro da igreja., trajando sua batina, mas parecia uma visão angelical...compenetrado e totalmente sério. Mas em sua chegada ao altar, seu sorriso revigorou todo o seu espírito de juventude.

Sentia-me cada vez mais louca com toda aquela situação!

Pela primeira vez participando da missa dominical, juntamente com o marido, os filhos e sentindo na alma os desejos carnais pelo padre Leonardh.

Assim, a missa foi prosseguindo e eu tendo que me camuflar para tudo o que estava acontecendo!

Já quase no final, o padre Leonardh, convidou-nos para subir no altar, fazendo as devidas apresentações. Também nos fez um outro convite, para que nos reiterássemos das atividades da igreja e escolhêssemos uma pastoral para que pudéssemos nos engajar em alguma que tivéssemos mais afinidades.

O meu marido disse, que ficaria em aberto, pois visitaria algumas nos dias de reunião.


Como ele não disponibilizava de tanto tempo, deixou-me incumbida para que fizesse essa tarefa.

Então, pensei que teria mais oportunidade na igreja e reencontrar o padre Leonardh.

Nesta ocasião, soube que a igreja promovia cursos de artesanatos em um dia na semana no período da tarde. E fiz questão de me inscrever na aula.

Voltamos para casa... Meu domingo, foi repleto de delírios!

À tarde, o marido assistia ao futebol e as crianças no quarto, curtiam o seu vídeo game.

Recolhi-me em meu quarto e tranquei a porta...

As lembranças de padre Leonardh, não me deixavam em paz!

Relembrando a nossa apresentação, logo pela manhã no altar durante a missa e quando se aproximou novamente?

Tudo aquilo fez o meu corpo entrar em completa ebulição...sem ao menos perceber, comecei a deslizar as minhas mãos em meu corpo...apertava os seios já rijos.

Meus dedos percorriam todo o meu tórax até alcançar a minha vulva já molhada pelo tesão que o padre Leonardh fazia aflorar de meu corpo.

Aos poucos, meu sexo foi ficando mais e mais molhado!

Por estar de vestido, abri bem as pernas e afastei a calcinha imaginando ser o padre Leonardh.

...meus dedos foram penetrando a minha vagina...sutilmente com leves estocadas, como se fosse ele se deliciando da gruta e sedenta por aquele mastro.


Em minha febre de êxtase, tive a sensação de ser ele socando com força e violentamente a minha buceta, querendo arrancar entre gritos o gozo mais devasso de minha vida!

Fiquei assim por longos minutos, até que cerrando os dentes, para não gemer mais alto e nem gritar... gozei chamando o nome do padre Leonardh, em meu pensamento.

Depois da sensação deliciosa adormeci como se estivesse nos braços daquele homem.

Após algum tempo, ouvi batidas leve na porta...

Recompus-me rapidamente e percebi que já anoitecera.

Confesso: seduzi o padre ( 2ª parte )



Tornei-me mais assídua na igreja, sem deixar de lado as minhas obrigações de mãe, de dona de casa e de esposa exemplar.

Meu esposo, sempre orgulhoso me parabenizava pelos meus méritos e me dizendo que sabia exatamente como dividir o meu tempo.

E o que o tesão pelo padre Leonardh, não fazia?

Não era a única, pois percebia nos olhares a cobiça das mulheres o desejo pelo padre.

Mas não queria apenas ficar no desejo...não queria ficar me tocando...pensando nele.

Decidi então, que levaria essa loucura adiante. E que encontraria uma maneira de ficarmos a sós.

Em um domingo, após a missa, o padre me perguntou se estava satisfeita com a comunidade e com a igreja.

Com aqueles olhos azuis me fitando e um sorriso esplendoroso...foi como se ele me penetrasse na hora.

O meu sexo começou a dar pequenas pulsações...contraindo-se. Senti molhar toda a minha calcinha. Um inesperado gozo precoce.

Disfarcei sorrindo... o gozo que estava tendo pelo simples fato da aproximação com o padre.

Contei-lhe um pouco do meu convívio e da participação no curso de artesanato e a pastoral.

Percebi que tinha que fazer algo naquele instante, não haveria momento melhor já que outras pessoas haviam se afastado.

Então, de repente, disse-lhe que precisava me confessar...devido ao tempo que não fazia.

Ele perguntou gentilmente, se não queria marcar um horário e respondi que sim.


O padre Leonardh, falou-me que na terça-feira a tarde estaria disponível a partir das quatorze horas.


- Bingo! – pensei.

Concordei prontamente, pois a terça-feira, era um dia na semana que não havia atividades na igreja e a dona Luzia, ficava quietinha lá na secretaria.

Não via o momento das horas passarem, os minutos, os dias... para que pudesse me confessar.

Conversei com o marido que me deu o pleno apoio... e achou uma pena em não me acompanhar, pois estaria trabalhando.

- E não poderia ir junto mesmo! – imaginei.

Para não pensar tanto na igreja e nem no padre Leonardh, inventei um monte de coisas para fazer: faxina, lavar e passar roupa, ouvir música alta, etc.

Na manhã de terça-feira, acordei mais cedo do que de costume. Adiantei todo o serviço da casa e principalmente o almoço.

Deixei as crianças no colégio e voltei para casa e então dar os últimos retoques no visual.

Estava decidida: seduziria o padre!

Cheguei na igreja... passava um pouco mais do horário marcado.

Cumprimentei a dona Luzia, que prontamente ligou para o padre Leonardh avisando da minha chegada.

Ele pediu para que o esperasse dentro da igreja.

Agradeci a dona Luzia e logo subi.

Pela primeira vez, estava entrando na igreja sozinha...sem a família e sem mais alguém e além de tudo ficaria a sós com o padre.

Sentei-me logo no primeiro banco em gente ao altar, enquanto o esperava.

Inquieta...ajoelhei-me e comecei a rezar com a cabeça abaixada.

O silêncio era total!

Após alguns minutos, senti uma mão acariciar os meus cabelos...em um gesto acolhedor.

Além de ser lindo, carismático e gentil...sabia ser afetuoso!

Ergui-me...a minha vontade era de logo beijar seus lábios vermelhos.

Ele saudou-me, dizendo ser muito grato pela minha entrada na casa do Senhor e dessa maneira, fez com que eu desse um freio em meus ímpetos.

Falamos um pouco, enquanto nos dirigíamos para o local da confissão que ficava no banco ao lado esquerdo do altar.

Não era um lugar específico, mas ele se sentia melhor daquela maneira.

Nada do padre ficar escondido sem saber com quem estava falando.

Ele deu prosseguimento com o rito inicial da confissão e falei resumidamente um pouco da minha vida: dos anos de casamento, da cumplicidade com o esposo, dos filhos e da harmonia que havia em casa.

O padre Leonardh, ressaltou que isso não era nenhum pecado e que seguia a vida de acordo com os mandamentos da lei de Deus.

Em um impulso repentino, disse que aquilo não era tudo!

E ele quis saber do que se tratava...

Segurei com força as suas mãos e ele não fez objeção de resistência e abri o meu coração...

Expliquei que em uma dessas mudanças com a família, tinha conhecido um homem que havia mexido totalmente com a minha luxúria e a libido de meu corpo.

Falei que quando me entregava ao meu marido era a ele que eu estava doando toda a minha alma.

O padre Leonardh, interrompeu-me falando que isso era normal em um relacionamento entre um homem e uma mulher. E que devido aos anos de convivência com meu marido era uma questão de tempo, logo... logo aquilo passaria e que pensaria mais na família.

Expliquei-lhe que só haveria uma maneira de terminar com toda aquela obsessão.

E muito atento, o padre Leonardh me ouvia.

Assim continuei...

...disse que acabaria com a minha cisma, se ao menos tivesse a pessoa uma única vez! Mas não saberia como chegar, por ser alguém inatingível.

Ouvindo atentamente o meu desabafo, a minha mão percorreu a sua coxa e parou em cima do volume, embora adormecido...afaguei-lhe um pouco que logo deu sinal de vida.

O padre Leonardh estava atônito com a minha reação sem esboçar qualquer movimento... fui sentindo a sua respiração meio descompassada e ofegante.

Olhando profundamente em seu olhar, completamente em transe, fui desabotoando o seu cinto e em seguida terei o seu cacete da calça social e sem nenhuma preocupação de chegar alguém, abocanhei o seu membro que crescia mais e mais em minha boca.

Ele me pediu para parar...mas estava tão ensandecida, que não atendia aos seus pedidos...Chamava-me de louca e que somente poderia estar possuída por um espírito demoníaco por estar agindo daquela forma.

Mas conforme engolia todo o seu cacete, mas ele relaxava e pedia para não mais parar e continuava em minha missão de seduzir o padre Leonardh.

De supetão, sem imaginar as conseqüências, ele me pegou pela mão e entrando por uma porta que até então não conhecia, somente pessoas de confiança iam lá.

Ele dirigiu-me a anti-sala, onde ficava antes de iniciar as missas. Era como se fosse o camarim do padre, que possuía sofás, mesa, imagens e um banheiro.

No início ficamos na mesma posição: ele sentado e eu o chupando. Estava me realizando naquele pau que nem ao menos sabia se já tinha usado ou não para tal finalidade.

Levantei-me e tirei toda a roupa, ficando nua em sua frente.

Direcionei as suas mãos para os meus seios, como fazia quando me tocava para ele e fui lhe mostrando como deveria fazer.

Achava um desperdício, aquela tora de homem sendo padre.

Ele não sabia o que era o bom da vida!

Aos poucos, por instinto, ele foi acompanhando o meu ritmo, sentia a sua língua tesa em minha buceta.

O meu prazer era tanto, que se eu pudesse, gritaria ao máximo, para anunciar como os sinos da igreja, que estava sendo comida pelo padre Leonardh!

Pensei no meu triunfo e de quantas mulheres teriam a ousadia de fazer aquilo?

Mas eu estava lá!

No chão, coloquei-me de quatro, pedi para ele sentir primeiro o meu grelinho com os dedos e abrisse o caminho para a consumação dos fatos.

A camisa que usava naquela altura do campeonato, já estava molhada com o seu suor exalando o cheiro de macho viril.

Ele abriu rapidamente revelando o seu tórax e a barriguinha lisinha.

Os seus dedos me invadiram novamente...mas dessa vez com mais fome, roçando o seu cacete grosso em meu bumbum.

Pedia-lhe para me bater e com medo de me machucar, apenas me dava pequenos tapinhas...aumentando mais a nossa excitação.

Para tornar as coisas mais fáceis, pedia a ele para se deitar no chão e fui sentando de costas e devagar...encaixando o eu membro em minha vulva e ele me dizia que era quente e macia.

Podia ouvir o seu gemido...descobrindo o sexo e isso me excitava ainda mais.

Cavalguei gostoso em seu cacete e que cacete...digno de um ator de filme pornô.

Tocando uma siririca...subi e desci, as mãos grandes e delicadas do padre, apertavam os meus seios, contornando os meus mamilos com as pontas dos dedos... que se ouriçavam mais!

Após longos minutos, gozei como nunca havia gozado na vida e mesmo assim, continuei os meus movimentos e pela primeira vez, senti o mastro em riste do padre Leonardh, pulsando em minha vagina, que me fez gozar novamente derramando o leite santificado dele em minha gruta.

Ele ficou extenuado ao chão,perguntando o que havia acontecido e que sensação era aquela que acabara de descobrir?

O padre Leonardh, tendo muito que me ensinar, dessa vez, fui eu quem ensinei a ele o prazer da carne com um sorriso largo no rosto. E surpreendeu-se quando lhe disse que o tinha feito gozar!

Não poderíamos demorar muito, pois com medo de sermos flagrados, logo cuidamos de nos vestir e voltar para o banco da igreja.

Continuamos a confissão de uma forma mais contida e trocando confidências do ocorrido.

O padre Leonardh, ficou maravilhado com tudo o que aconteceu. E prometemos um para o outro uma certa discrição a ponto de evitar qualquer escândalo.

Confesso: seduzi o padre (3ª parte)


Encontrávamos sempre que podíamos às escondidas, fora do ambiente da igreja. Em lugares distantes longe da condição dele de padre e eu de uma senhora recatada de família.

Um mês após a confissão surpreendente, chegou à paróquia um convite endereçado ao padre Leonardh a fim dele participar de um congresso na Europa.

O padre Leonardh, poderia levar um acompanhante para assessorá-lo.

Sem ao menos saber, o padre Leonardh chamou o meu marido para conversar e pedindo-o uma autorização para que eu o acompanhasse.

O meu marido concordou na mesma hora. Completando que ainda chamaria uma vizinha para ajudá-lo com as crianças.

Quando chegou em casa me contando as novidades, fiquei surpresa. E quis saber sobre o motivo para tal convite.

Meu marido me explicou que a dona Luzia, não poderia ir, devido a sua idade, pois seria muito desgastante para ela. Também outras pessoas não teriam a capacidade de ajudá-lo. E por eu ser mais dinâmica e conhecer outras cidades, saberia como me comportar.

Naquela noite, arrumei uma maneira de falar com o padre Leonardh.

Chegando à igreja, ele estava em uma reunião. Não teve jeito, tive que esperá-lo.

As pessoas estavam loucas para chegarem em casa e nos deixou sozinhos.

Quis saber sobre a tal viagem...

Respondeu-me que ficaria duas semanas fora devido ao congresso anual que a igreja promovia. E que também seria uma ótima oportunidade de ficarmos mais juntos...de ter uma certa liberdade apesar do local que nos encontraríamos.


Afinal de contas, não precisaria ser padre em tempo integral.

A novidade fez com que nos entregássemos ao desejo carnal.

Dessa vez, como um casal de adolescente, contornamos a igreja e ficamos em uma parte escura.

Ele já conhecia o meu corpo: decorado e salteado!

E para brindarmos a nossa comemoração, quis presenteá-lo com algo que nunca tinha feito com o meu marido: ofereci e dei o meu rabinho para ele.

Com as minhas mãos apoiadas na parede, Leonardh levantou o meu vestido, afastando a minha calcinha e bolinando a minha buceta. Enquanto a ponta de seu cacete, alinhavasse bem na portinha de meu anel.

Cuspindo na ponta de seu membro, para lubrificá-lo, ele foi me invadindo...

Como nunca havia feito sexo anal, a princípio senti uma ardência, que se transformou em dor. Mas desejava possuir aquele prazer...quando enfim, ele estava todo dentro de meu cuzinho.

Ficamos imóveis naquela posição, até que o meu rabo se acostumou com a tora dentro dele.

Sinuosamente...fui serpenteando o meu corpo, rebolando com a sua mão em minha buceta.

Uma sensação maravilhosa que somente poderia descobrir com o meu padre amante!

Sincronizamos nossos movimentos, ora eu rebolava...ora ele estocava...socava em meu rabo com força.

Até que o gozo veio simultâneo... nossas respirações ofegantes, denunciavam o prazer concedido.

Foi uma rapidinha muito gostosa!

Disfarçando...voltamos para o pátio da igreja.


Ficou combinado, que dona Luzia e uma outra pessoa da comissão de finanças, cuidaria de meu passaporte e da retirada das passagens.

A viagem seria para a semana seguinte.

Nesse meio tempo, ficamos mais discretos, mesmo com toda vontade que tínhamos do corpo um do outro.

Deixamos decidido, que iria à igreja somente quando necessário.

Finalmente, chegou o dia da viagem.

No aeroporto a minha família me acompanhou. Os meninos que não estavam gostando muito da idéia, mas ficariam bem com a dona Carminha.

No avião, estávamos voando rumo a Portugal, por ser um país muito católico, o motivo da escolha do país para o congresso. Pois no ano anterior, foi realizado no Brasil.

Sentíamos um misto de euforia, hesitação e ansiedade.

Leonardh já estava mais acostumado com esse novo mundo que naquele momento descobriria. Muito atencioso, ajudava-me com a língua local.

No hotel, ficamos em quartos separados, mas lado a lado um do outro, para facilitar a comunicação.

As reuniões aconteciam somente durante o dia.

À noite, os padres e outras autoridades se recolhiam para descansar.

Porém, sempre com uma desculpa qualquer estávamos juntos em seu quarto nos amando loucamente.

Nossas noites eram recheadas do mais gostoso sexo.

A cada transa nossa, Leonardh se mostrava mais audacioso por ser um padre.

Também saíamos e freqüentávamos lugares que certamente não encontraríamos ninguém do congresso.



As pessoas nos viam como um casal comum!

Mesmo com todos os perigos, foi a viagem de meus sonhos. E a nossa última noite no hotel, foi maravilhosa...

Por ser o final, estava exausta e mesmo ligando para os filhos, morria de saudades.

Enquanto me preparava para dormir, o telemóvel, ou seja, o celular tocou. No visor mostrava o número de Leonardh. Estranhei, pois ele havia dito que iria descansar para a viagem de retorno ao Brasil.

Atendi, pois poderia estar precisando de algo e foi afirmativo: pediu para que eu fosse em seu quarto.

Tinha uma chave sobressalente, entrei direto e tive uma surpresa!

Leonardh havia preparado uma ceia para nós dois.

Trajando apenas o roupão do hotel, percebi pois logo fui em sua direção beijando loucamente a sua boca e puxando a vestimenta para que pudesse adorá-lo com toda a minha devoção.

Nossas bocas unidas, vivenciando um sonho proibido, talvez fosse até amor! Não sei...era tudo muito confuso em minha cabeça.

Prostei-me a seus pés e aos poucos fui subindo deslizando a minha língua em suas coxas até alcançar o seu mastro, que apontava para o céu.

Depois de abocanhá-lo, enfim...levantando e subindo o meu bumbum para que então, o meu rabinho recebesse as suas carícias.

Leonardh batia em minhas nádegas, gemia com cada sugada que lhe dava...seu dedo anelar penetrou em meu rabinho e eu louca tocava uma siririca.

Nada mais se passava em minha mente...

Leonardh era o amante que muitas donas de casa queriam ter!

Pegou-me em seus braços e me deitou em seu leito de padre casto.


Invertendo o seu corpo, iniciamos um sessenta e nove...sua boca chupando a minha buceta, tinha a sua língua dentro de mim...contorcia-me de prazer...rebolando em seu rosto...

Ah... meu doce Leonardh...ele me fez possuir os mais deliciosos espasmos.

Naquela noite em especial, eram consecutivos.

O seu cacete vibrando em minha boca...latejante, jorrou o seu líquido viscoso...engoli todinho o sumo quentinho!

Ficamos por alguns minutos olhando para o teto, como que tentando descobrir o motivo para tanta luxúria: ele padre, lindo e maravilhoso e eu uma senhora recatada, uma mãe de família perante a sociedade.

Por que estaríamos transgredindo as leis impostas pelo sistema?

Sem pensarmos em mais nada, continuamos mais uma aventura sexual...de todas as maneiras...deixando a lascívia definitivamente tomar conta de nossos corpos.

Leonardh me pegou de quatro na cama...no chão...

Chupava-me ...sugava todo o meu néctar e preenchia todos os meus orifícios.

De bruços, ele invadiu o meu rabinho, enquanto a minha buceta roçava o cantinho da cama...sentia a fricção em meu clitóris teso e suas cavalgadas... seu corpo, batia de encontro aos meus quadris e eu gemia...gemia...gemia...pedia para ele meter com mais força...mais forte...

Em poder de seu cacete estupendo, transformava-me em sua cachorra... em sua puta.

Sim! Eu era a puta do padre Leonardh!

Nesta noite, transamos como nunca havia feito com o meu marido.

Percebia Leonardh mais solto... mais entregue aos seus desejos devassos.

Depois de longas horas de sexo selvagem, caminhamos em direção ao banheiro...lá havia uma hidromassagem maravilhosa, onde relaxamos tomando um bom vinho.

Fui para o meu quarto, depois de momentos maravilhosos.

Na manhã seguinte, estávamos de volta ao aeroporto, onde embarcaríamos para uma outra realidade diferente, da qual vivenciamos naqueles dias em terras lusitanas.

Da mesma maneira lá estava a família, dona Luzia e uma outra pessoa da comunidade para nos recebermos.

Leonardh agia naturalmente e eu mais ainda, como se nada entre nós dois estivesse acontecido ou acontecendo. Pois, além de tudo, eu tinha um casamento perfeito.

Não sei como explicar o que se deu para tomar essa decisão em seduzir o padre Leonardh e ao ponto em ter um relacionamento extraconjugal com ele.

Meu intento não era de afastá-lo da igreja. Todos na comunidade o amavam bastante.

E Leonardh juntamente com a sua paróquia, desenvolvia um trabalho social muito bonito e emocionante.

Durante os quatro anos que fiquei em sua comunidade, desfrutamos de nossos encontros calorosos e até fui em outras viagens com ele o assessorando.

Ao menos nada e ninguém e se tivesse alguma desconfiança, nada comentavam.

Meu marido, quando podia, ajudava em alguma atividade na igreja e as crianças também.

Infelizmente, o meu esposo foi transferido novamente. Era sempre assim, depois que todos e principalmente as crianças estavam adaptados em algum lugar, lá vinha novamente a bomba de levantarmos novamente o acampamento.


Leonardh e eu, ainda trocamos alguns telefonemas e correspondências. Mas o afastamento fez com que o nosso tesão cessasse.

Recentemente encontrei uma pessoa que era da mesma cidade, em um banco, no lugar no qual estou morando agora.

Ela me contou que o padre Leonardh havia abandonado a batina e que se mudara para Londres. Local escolhido para mudar o seu estilo de vida, sem que os outros soubessem que era um ex-padre.

Aqui estou... em minha casa...

Os filhos praticamente criados e o esposo me tratando com muita dedicação.

Continuo participando das missas dominicais, mas nada que tivesse um grande afinco.

Confesso: seduzi o padre Leonardh e não me arrependo do que fiz!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

SEXO






Meu espírito...
Tua divindade!
Meu peito...
Tua felicidade!

Do sexo,
A essência.
Da alma,
A transparência.
Faz desconexo,
Acaba com a calma!

Do frenesi,
O vai e vem.
Subindo e descendo,
Algo mais além.
Bom te sentir aqui.
Unindo côncavo e convexo,
No âmago, o sexo!

Ensandecidas...
Cavalgadas,
Ou deliciosas...
Estocadas!
Sensação gostosa,
A vulva sendo sorvida.
O teu mastro,
O maior astro.
Por minha boca,
Eficiente e louca,
Sendo engolido!

Da volúpia,
A estripulia.
Do oral,
Com sabor.
Do anal,
Com fervor!

Aguentando tudo (conto)


A vizinhança do bairro onde Camila morava era tranqüila. Tudo bem...tinha aquela turminha dos fofoqueiros, coisa mais natural do mundo. A vida é assim em toda e qualquer cidadezinha. Porém, ela não se enquadrava nesse perfil.

Camila criara um mundo próprio.Estava sempre antenada...gostava de se informar e estudar algo que a fizesse melhor como pessoa. Mas nada da vida alheia. Às vezes, passava uma má impressão de sua personalidade.

A pele branca, sem nenhum vestígio de sol, olhos castanhos claros, cabelos lisos batendo-lhe na cintura, um corpo bem desenhado e com seus vinte e três anos...Passava sempre quietinha na sua.

A matrícula da faculdade, devido às dificuldades financeiras da família, havia trancado. E trabalhava em um comércio no bairro vizinho de onde morava.

Uma nova família, há poucas semanas, havia se mudado para a rua em que morava. E ainda não sabia quem era...

Outro dia, passando devagar, dois rapazes conversavam no portão dos novos vizinhos.

Um deles lhe deixou intrigada com certa frase que pronunciara:

- “Mulher branca não aguenta o rojão de uma boa transa!”

Camila não deu importância para o que acabara de ouvir, seguindo o seu caminho. Porém, tal frase ficou martelando em sua cabeça.

No trabalho foi o tempo todo assim! Como se a voz dele ecoasse em seus pensamentos.

Algumas semanas se passaram... e ela notou que o autor da frase era um dos moradores da casa.

- O que ele quis dizer sobre aquilo? Sou branca! E com os homens que fiquei, acho que não fui tão ruim assim! Só porque ele é negro? Tenho a plena certeza, que não tem nada a ver... -pensava ela, enquanto caminhava.

Nos finais de semana, via seu vizinho negro acompanhado por mulheres com seu tom de pele.

- Será que uma branquinha não cabe no currículo dele? Deixa pra lá... – dizia para si mesma.

Em uma sexta-feira que seria a sua folga, uma colega de trabalho adoeceu. Estava contando com a folga para aproveitar ao máximo! Mas o que conseguira foi ficar atrás de um caixa de farmácia.

Para a sua surpresa, avistou o vizinho entrando na loja. Vendo-o de mais perto, percebeu com mais nitidez a sua beleza negra: aparentava mais ou menos vinte cinco anos, alto...tórax largo...braços fortes...um bumbum empinadinho...

Camila começou a sentir um calor, ele despertava o tesão em seu corpo, podia sentir as bochechas arderem.

O rapaz pegou o que desejava e dirigiu-se ao caixa...

- Desculpe, mas você não é a branquinha que eu vejo passar quando estou no portão? – quis saber ele.

- Sou sim! E você é o novo vizinho! – disse ela.

- Prazer! Sou Diego! – disse ele.

- O prazer é meu, Camila! – disse ela sorrindo.

- Qualquer hora aparece lá, para tomarmos um refrigerante.- convidou Diego.

- Tudo bem! – respondeu Camila.

- Mas é para aparecer mesmo! Quase não vejo você por ali. – disse Diego.

Camila agradeceu a gentileza do novo vizinho.

- Ao menos tive uma recompensa por trabalhar em minha folga! – disse ela em voz baixa, enquanto Diego deixava o estabelecimento, disfarçando um sorriso.

A frase que ele dissera, naquele momento passou desapercebida. Mas logo a curiosidade pintou:

- Como seria Diego em momentos íntimos? – uma pontinha de desejo inflamou em sua alma.

No sábado, não viu Diego.

No domingo, reencontrou-se com ele, mas estava com um amigo.

Diego a apresentou para o Carlinhos...

- Hum... você é bem bonitinha! – disse Carlinhos.

Ambos riram.

Carlinhos, despediu-se os deixando a sós.

Os dois continuaram conversando para se conhecerem mais.

Apesar dos elogios, Diego não a olhava como mulher. Talvez Camila fosse diferente, das meninas com que ele saía.

Os dias foram passando...números de telefones trocados.

Em uma noite, já em casa, o celular de Camila tocou: era Diego, convidando-a para conversar. Porém, ela deixou para o dia seguinte, pois estava exausta. E prometeu que antes de ir para o trabalho, passaria por lá.

Assim o fez...

Mais ou menos uma hora e meia, antes de sair, ligou para o celular do amigo. E ele lhe disse que estava a esperando.

Chegando no portão dele, encontrou entreaberto e ele na porta, pedindo para que ela entrasse.

A princípio, hesitou com receio de que alguém a visse...mas atendeu o convite.

Percebeu o amigo um pouco diferente: estava mais amoroso e receptivo.

A reação de Diego provocava em seu corpo a excitação.

Respirações ofegantes... quando Diego revelou que estava sozinho.

Camila tentou disfarçar toda situação, Mas já estava ali, dentro da casa de Diego, a sós com ele e que também mexia com a sua libido.

E ele trajava apenas uma bermuda...

A conversa iniciou-se tímida, tomando aos poucos outra direção...

... mãos negras passeando pela pele branca de Camila, que se arrepiava toda com o ritual de toques... as mãos dela se destacava no corpo dele.

Ao lado de Diego, Camila parecia frágil como uma boneca de porcelana. E finalmente se renderam aos desejos.

Diego tirou a blusa dela...revelando os seios grandes e com sinais de excitação... lambia-os... mordiscava-os...

Ele interrompeu as carícias, fechando portas e janelas, para que ninguém os descobrissem em casa. Por último apagou a luz em um jogo de tato e olfato.

Camila sentia o perfume que a embriagava...

Quando finalmente uma de suas mãos tocou o cacete em riste... que mostrava ser imponente...grande...grosso!

O medo e a excitação se misturavam em seus desejos. Jamais teria engolido um falo com tão grosso calibre. Mas soube contornar a situação para ele não notar.

Acariciando o seu mastro, Camila o empunhou... deslizando a língua pela glande, tendo a grossura em sua palma, deixando-a com mais tesão.

Diego se deliciava com a língua tesa e rosada, tendo o seu cacete entre os lábios de uma mulher branca.

E Camila se tocava... achava aquilo tudo o máximo!

- Vem! Fode-me! – dizia ela lembrando a frase: “mulher branca não agüenta o rojão de uma boa transa” em seu pensamento.

- Garota...nunca te imaginei assim! – disse Diego.

Quando Diego ia se preparando para adentrar em sua buceta quente...

- Não! Na minha periquita não! Quero em meu buraquinho! – disse ela com a voz manhosa.

- Você quer no anelzinho? Tem certeza? – quis saber ele.

- Tenho! Eu aguento tu-di-nho... Vem... fode o meu cuzinho... – disse ela com o tesão estampando em suas palavras.

- Acho que encontrei uma gata valente! – disse Diego.

Camila se empinou... enfiando os dedos em sua vulva e abrindo as nádegas.

- Bate cachorro... bate na tua cadela branca... – a instigava.

- Garota... garota... – disse ele.

Diego passava a mão em seu bumbum, deixando marcado com os tapinhas que ele lhe dava.

O dedo circulou o pequeno buraco que piscou em sinal de desejo.

- Ah... que delícia...isso... – sussurrou Camila.

Diego sentia o calor que emanava das carnes brancas e macias.

Camila de quatro rebolava, esperando o momento de tragar o falo negro de Diego para dentro de si.

De sua buceta escorria o líquido exalando o cheiro do prazer, por estar ali naquela casa em momentos carnais com Diego, que gemia e colocava força em seus movimentos.

Os dedos deram lugar ao grosso calibre.

Camila tinha a glande grossa na entradinha de seu buraquinho. Isso a deixava louca...rebolou com mais veemência para sentir o pau latejar dentro de si.

Diego sabia fazer aquilo como ninguém!

Aos poucos...bem aos pouquinhos...foi adentrando com calma... a excitação de Camila era tanta, que ao invés da dor... sentia o prazer dobrado!

- Nossa...que delícia...que pau gostoso! – sussurrava baixinho para não serem denunciados.

Camila tinha todo o cacete de Diego dentro de seu rabinho.

- Nossa menina...você não teve medo! – disse Diego sorrindo.

- Estou com você todinho dentro de mim! – disse Camila rindo.

Diego iniciou movimentos de vai e vem, incitando ainda mais a lascívia em seus corpos, que em pouco tempo estavam banhados de suor.

Quanto mais mexia e rebolava...Camila queria mais...fechou os olhos para ter na alma toda a luxúria do momento.

Diego mostrando toda a sua dominação, cavalgava encaixado em seus quadris, presenteando-a com tapinhas em seu bumbum e puxando os seus cabelos.

- Isso! Faz assim!Continua! Ai que delícia! – dizia Camila.

- Você gosta dessa maneira? – quis saber Diego.

- Eu a-do-ro! – respondeu Camila.

- Você é louca! – disse ele rindo.

- Vocês homens amam quando nós mulheres somos loucas! – disse ela rindo.

O cacete parecia maior em seu cuzinho...quando começou a latejar...a vibrar...impulsionando...querendo libertar tudo o que continha nele.

- Aí... que delícia! – Camila gemeu um pouco mais alto.

- Delícia... digo eu! Seu buraco é apertadinho! - disse ele em êxtase.

- Goza! Derrama todo o teu jato de porra...inunda todo o meu cuzinho...vai delícia...eu vou gozar! – pediu ela rebolando como uma vadia.

O pau de Diego começou a pulsar conforme o ritmo de suas estocadas, fazendo com que a libido de Camila fosse a mil.

Ela se contorcia...rebolando e gozando. O rabinho piscava mordendo o cacete de Diego, que por sua vez latejava...vibrava.

De repente, Diego soltou um gemido...gozando e derramando o leite viscoso, deixando Camila ensandecida de tesão, fazendo-a gozar novamente.

- Uau! Foi mesmo uma loucura! Você é uma delícia! – disse Diego sorrindo.

Camila apenas sorriu.

Os dois foram tomar banho para se recomporem.

Entretanto, ainda havia um pouco de tempo e Camila quis brindá-lo com uma gostosa mamada.

Camila engolia...sugava todo o volume que mal cabia em sua boca. Massageava com seu dedo polegar, fazendo-o babar...até que Diego gozou mais uma vez em sua boca.

O jato veio com tanta potência que não parecia que Diego havia gozado antes. Mesmo não querendo, Camila engoliu o leite latente do mastro negro de seu vizinho.

Camila estava atrasada e despediram-se entre sorrisos e brincadeiras.

Ela saiu triunfante e pensativa.

- Agora quero ver ele abrir a boca e dizer que mulher branca não agüenta. Olha que aguenta tu-di-nho! – pensou ela sorrindo.