segunda-feira, 11 de julho de 2016

Servindo-me na pressão



Afonso e eu escrevemos mais um capítulo de nossa história casual.
Em mais uma... Duas... Três tentativas de nos encontrarmos, dessa vez o destino agiu ao nosso favor e até que não demorou acontecer.
***
Como da última vez, fui a primeira a chegar.
A ansiedade se fazia presente e lhe enviei um torpedo avisando que havia chegado.
O tempo não estava ao meu favor. E após alguns minutos ele respondeu:
“Estou atravessando a passarela.”
E nada de chegar!
Cadê você? – Enviei-lhe novamente.
“Estou chegando!” – Ele escreveu.
Até que mais alguns minutinhos ele chegara.
Ao nos cumprimentarmos ele não quis esperar para seguirmos ao nosso local favorito.
E seguindo, a conversa fluía como se o tempo transcorrido não estivesse existido entre nós.
Já em nosso quarto, nossas mãos passeavam por nossos corpos retirando as roupas...
O convite para o banho...
Afonso deslizava o sabonete em minha pele e, colocando de costas para ele esfregava a buceta... E introduzia os seus dedos... Que delícia.
Eu empinava bem a bunda para receber as suas carícias, enquanto a água quente molhava ao nosso corpo.
A língua deslizava e introduzia em meu rabo.
As minhas pernas tremiam e eu rebolava...
E o tesão era descontrolado!
Afonso pediu para que fôssemos para o quarto.
O seu olhar de desejo sentia ao desfilar o meu corpo nu pelo ambiente.
Os meus longos cabelos antes presos, deixei cair, colocando-me de quatro...
Ele me acariciava...
Os meus seios apertava...
Eu me tocava... Deixava mais os lábios vaginais molhados e inchados.
Deixava-nos levar pela brincadeira...
- Isso! Vai brincando com ela enquanto eu volto! – Ele me disse ao se afastar para pegar a camisinha.
As pernas escancarava o máximo possível...
A mão esfregando o grelo e enfiando os dedos na buceta...
- É assim que você faz quando está sozinha? – Ele me indagou curioso.
- Às vezes! – O respondi.
- Hum! Aonde quer primeiro? Na buceta ou no cu? – Ele questionou-me.
- Na buceta para ficar com mais fogo! – O respondi prontamente, colocando-me de quatro.
-Espertinha! - Ele exclamou.
O seu cacete entrou fulminante em minha pele quente e escorregadia... E ao mesmo tempo me estocava.
- Isso! Continua assim... Amo te ver se tocando! – Ele comentou.
A minha pele arrepiava...
Em uma aura se tornava a mistura de tom do café com leite.
As suas estocadas eram precisas como um pilão querendo me transformar em duas.
A parte superior de meu corpo abaixei e empinei ao máximo a bunda para recebê-lo totalmente.
Os meus cabelos balançavam conforme a sua dança...
Esta cena através do espelho me extasiava.
Afonso me falava palavras desconexas...
Eu direcionava uma de suas mãos para a buceta.
- Nossa quanto tesão! – Ele comentava.
O meu corpo correspondia aos seus elogios e me excitava mais.
O demonstrava através de meus movimentos.
Até que na pressão do negão o meu gozo se expandiu.
A luxúria se materializava entre nós dois!
Entretanto, ele continuou a me fustigar até que, entregou-se ao clímax em meu corpo...
Eu sentia as suas veias a latejarem e a expulsar o líquido tão precioso e desejado por um a fêmea...
O elixir da vida!
O sorriso de satisfação era notório. Pois precisávamos desse contato para termos a certeza de que tudo continuava da mesma maneira entre nós dois, apesar da distância e do tempo.
Afonso foi ao banheiro para dispensar a camisinha, enquanto através do vidro acompanhava os seus movimentos... Extasiada!
Já de volta ao quarto, conversávamos como se o mundo lá fora não existisse e não existia mesmo naquelas horas de paz.
Não demorou em que estivesse montada sobre o seu corpo.
O meu cavalgar começou tímido, mas a fricção de seu corpo ao meu esquentava cada vez mais.
Foi apenas o aperitivo para o que vinha depois.
Após um refugo, Afonso serviu-me de seu cacete em minha boca...
O chupava deliciosamente...
Ao colocar a camisinha, pediu-me para ficar de quatro... O seu dedo penetrava em meu cu... E aquilo me instigava e eu me tocava.
Um... Dois... Três dedos!
Até que seu pedaço de pau teso invadiu o meu rabo.
E eu me tocava para desvanecer a dor inicial...
Os meus gemidos...
Os meus sussurros...
Os meus xingamentos...
A total dimensão dava de quanto aquilo estava sendo prazeroso.
Afonso percebia em cada um de meus movimentos.
O meu corpo chacoalhava...
Os meus quadris se remexiam...
Ele cessava para que pudesse me sentir...
Eu abria as nádegas para tê-lo completamente todos os centímetros dentro de meu cu.
A reação de Afonso fincado em meu corpo é a melhor sensação de poder.
E com ele me tocando, outra vez deixei-me expandir.
Com a respiração ofegante...
- Quero leite em meu cu! – Eu lhe pedia.
- Você quer que eu derrame em seu rabo? – Ele me indagava.
- Faça isso! Quero tu-di-nho em meu buraco, porra! – O retifiquei.
Ao ouvir o meu pedido, Afonso intensificou mais as suas estocadas em meu orifício...
O atrito era tão veemente que, não demorou para que eu sentisse o grande e grosso cacete latejando em meu cu!
Com meu corpo ainda trêmulo, joguei-me de encontro aos lençóis...
Afonso foi para o banho e eu tentando recupera um pouco da minha sanidade. Porque tudo aquilo fora uma loucura.
***
Não tínhamos percebido o passar das horas...
Com isso precisamos nos recompor para deixarmos o nosso local de perversão.
Ao sairmos, caminhamos um pouco pelas ruas do bairro e, infelizmente precisamos deixar um ao outro, até o momento de novamente o destino agir ao nosso favor!



Um comentário:

CLOVIS MARTINS disse...

Quero escrever com vc....lembra? Bjos