segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Aventuras anais


Em pleno século XIX, aonde o recato era quase que constante perante o olhar incrédulo de uma sociedade que encobria os seus erros.
O sexo sempre foi uma válvula de escape para por a prova de que seus corpos seriam capazes de realizar...
Diante Deus o comportamento era imaculado... Porém, por trás dele, a coisa se dava totalmente diferente.
***
Aqui não revelarei nomes (principalmente o meu), apenas os fatos que ocorreram e que me transformaram em mulher tão abruptamente quanto a um espirro inesperado.
Como na época era apenas uma simples camponesa, morando aos arredores do Palácio de Saint’s Hedonis, a vida era muito sofrida e buscando algo melhor, candidatei-me para ser a dama de companhia da filha da Rainha, ou seja, a princesa. Para isso, deixei a minha família para trás, com apenas dezoito anos.
Não sei como obtive esse êxito, já que era um cargo muito disputado. Ou algo em mim tivera atraído à atenção de algum deles.
O traje para nos identificar como damas de companhias, era pelo modelo do vestido. Às vezes, a saia um pouco mais que rodada, dificultava o trabalho e os detalhes infantis chamavam a atenção dos demais. Principalmente dos homens que fantasiavam orgias sexuais e falavam alguma grosseria do tipo, vem cuidar de mim, ou senta aqui no colinho do papai.
A criança a qual era responsável, por sorte era tranquila. Porém, os olhares dos homens da realeza, por vezes, causavam-me calafrios. Podia sentir seus olhares me devorando.
***
Até que um dia tudo parecia realmente normal...
Uma manhã ensolarada que após mais uma missa dominical celebrada, todos se confraternizavam no jardim principal do Palácio. O Rei e a Rainha já haviam se recolhido para os seus aposentos, quando as crianças brincavam sob o olhar atento de suas damas de companhias.
Os casais interagiam entre si em conversas formais e sem demais pretensões. Até os rapazes solteiros flertavam com as moças e, por vezes, sentia um olhar animalesco sobre o meu corpo. Essa era uma parte incomoda de estar na corte. E como a princesa estava por ali brincando, a Guarda Real se mantinha por perto e ninguém teria a ousadia de se aproximar de mim.
Todos agiam tranquilamente... Alguns repousando sobre a relva, mas alguns possuíam um olhar malicioso entre si... As crianças brincando...
Quando um mensageiro trouxe um recado para que levasse a pequena para os seus aposentos e deixá-la com a mãe que, desejava ficar a sós com a herdeira.
Prontamente obedecendo as suas ordens, deixei os aposentos real. No entanto, nem sempre é aconselhável caminhar por aqueles enormes corredores... Ainda mais sozinha!
Por alguns momentos, sentia-me vigiada e, de repente, cessava os meus passos e olhava para trás. Talvez fosse apenas impressão minha.
Quando entrei em meu alojamento, senti-me aliviada. Alguns minutos depois, surgiu uma criada avisando-me que deveria comparecer a um dos salões. Com curiosidade perguntei do que se tratava. No entanto, ela apenas me disse: São ordens do Rei.
Como poderia ser? Se alguns minutos atrás ele me dispensara até segundas ordens.
Esse homem só pode ser bipolar. Mas que no fundo, ele me atraía de alguma forma, com seu porte alto e viril, pele morena clara... Extremamente sedutor que só de olhá-lo faz com que sinta um calor entre as minhas pernas, deixando a minha peça íntima molhada. E quando ele chega suado de suas caçadas?
Havia um guarda real me esperando e eu, o acompanhei.
Ele ao abrir a porta revelou-me um ambiente com pouca luz. Um arrepio percorreu em meu corpo, porém, lembrando de que aquela era uma ordem do Rei e, se não entrasse?
Uma pessoa veio me receber...
- Siga-me! – Ela ordenou-me.
E respirando bem fundo, acompanhei-a.
Observando o ambiente, notei que não estava completamente vazio. As pessoas se esgueiravam pelos cantos em movimentos comprometedores. E quando os meus olhos se acostumaram com a pouca luz... Elas se acasalavam feito uns animais e via rostos que até mais cedo estavam partilhando da missa e não somente homens, mais como as mulheres que estavam ao lado de seus esposos.
Alguns homens puxavam o meu vestido e a pessoa que me guiava, pedia para que me deixassem em paz. Até que finalmente, chegamos à outra porta que ao se abrir, revelou quem me aguardava.
- Finalmente chegou! Odeio esperar! – Uma voz firme e fria soou na penumbra de seu esconderijo.
- Mas você não é o Rei! – Eu gritei.
- Cale-se! E aos demais me deixem a sós com ela! – Ele ordenou.
Foi só ficar a sós com o velho comandante que, sem hesitar desferiu um golpe contra o meu rosto que, fez-me cair...
Dois homens surgiram da sombra e começaram a me despir sob o seu olhar atento e me segurando pelos braços quando ele se ajoelhando, apertando os meus seios e tomando-os em sua boca mordendo-os... Eu me debatia, mas mesmo assim, escancarando as minhas pernas, penetrou-me comigo aos gritos.
- Pode gritar sua cadela branca. Ninguém poderá socorrê-la. – Ele disse babando em meu rosto.
Os seus movimentos eram frenéticos... Sentia o sangue escorrer e quando se deu por satisfeito, derramou o seu gozo no meu ventre me deixando ali paralisada em choque e a mercê de seus guardas que também excitados com a cena de estupro, não deixaram de extravasar o seu modo animalesco em meu corpo.
- Só não acabo com você, porque isso me causaria aborrecimentos maiores! – Ele comentou.
***
Não me recordo de como fui parar novamente em minha cama, de banho tomado e roupas trocadas. A Rainha fazia compressa em minha testa.
- Que bom querida que acordou... Sinto muito! Como alguém pode fazer algo tão cruel a uma criatura tão doce e angelical como você? – Ela se questionava.
Quando fiz menção em pronunciar algo, ela pôs o dedo em minha boca para que nada dissesse.
E logo em seguida pediu para que uma serviçal me auxiliasse e se retirou.
Por quinze dias fiquei sendo tratada, até que voltei a minha antiga função no palácio, a qual julgava nunca mais retornar.
Por mais que tivesse medo, não podia recusar de prosseguir, já que as circunstâncias nunca foram fáceis e porque agora seriam?
Como tinha livre acesso ao palácio, não era muito difícil encontrar saídas para me proteger, enquanto não estivesse na companhia da pequena princesinha. Pois esta era mantida sobre a proteção real durante as vinte quatro horas do dia. E com ela, sentia-me segura.
***
Certa vez, enquanto acontecia uma festa sem a presença do casal real, quando a pequena dormia com a sua mãe, ao deixa-la para descansar em meu dormitório, uma música ao fundo ouvia, e ao me aproximar da porta, uma velha senhora me convidou a entrar. Homens e mulheres plebeus iguais a mim se dirigiam ao local. E, ao entrar no recinto, todos me olharam surpresos como se me reconhecem de algum lugar. E isso era verdade, pois sempre estava na companhia da princesa, notei que pararam o que faziam e cochichavam entre si, até que a velha senhora bateu palmas e tudo voltou à cena de antes.
- Eu a conheço! – Um homem disse ao se aproximar.
- Você é a dama de companhia real que foi...
- Cale-se! – A velha senhora gritou para outro homem.
- Mas...
- Nem meio mais!- Ela interviu novamente.
- Preciso ir embora! Não deveria ter vindo aqui... Desculpe! – Eu me justifiquei tentando me retirar.
- Este é o momento para se livrar de seus fantasmas. – Ela me disse como se lesse a minha alma.
Ao olhar a sua volta, foi como se ela desse a concessão para que todos continuassem o propósito de estarem ali.
Homens puxavam as mulheres de encontro aos seus corpos, quando estas não se atiravam e engoliam os seus membros tesos e babados... Mulheres sugavam umas as outras, enquanto uma era fodida por algum homem, esta tinha entre suas pernas bocas devoradoras de mulheres, uma orgia total. Elas demonstravam o prazer no que estavam realizando e nunca, jamais e por alguma outra circunstância estavam sendo obrigadas como da minha primeira vez.
O meu olhar era atento...
E a velha senhora me observava como se pudesse prever o passo que daria a seguir.
O meu corpo frágil...
A minha pele clara...
Os meus longos cabelos presos em duas tranças laterais...
Logo chamaram a atenção de dois jovens homens que estavam em um bar improvisado daquele lugar.
- Venha... Fique à vontade! – A velha senhora falou me direcionando para perto deles.
Um ao se levantar, sentou-se novamente ao meu lado e eu fiquei entre os dois.
As quatro mãos começaram a deslizar sobre o meu corpo... No início me assustei, mas a mulher que me observava à distância olhou como se dissesse que tudo ficaria bem.
Os movimentos eram firmes e precisos, embora as palmas de suas mãos fossem um pouco calejadas pelo trabalho que executavam para ganhar a vida.
Os olhos verdes de um deles me hipnotizavam, assim como olhar negro do outro. Um mais claro e outro moreno, embora com a mesma precisão em seus toques que faziam a minha pele incendiar. Mesmo que algumas lembranças me atormentassem... De meus pensamentos procurava apagar, deixando tudo de bom fluir. A necessidade possuía de abastecer o meu corpo com novas sensações, já que nada havia acontecido com o velho asqueroso do comandante que me violentara e ainda ter que conviver com a sua presença era demais!
Os meus olhos fechava na busca de não mais pensar e sim sentir.
As mãos continuavam a passear em meu corpo, a percorrer por caminhos proibidos, de acordo com a homilia do santo padre... A invadir territórios cobertos por minhas vestimentas.
Quando os rapazes perceberam que estava entregue, despiram-me e continuavam a massagear a minha pele e notavam o meu sexo úmido, indicando que poderia receber um deles que, ao me deitar sobre o sofá, penetrou com cuidado, fazendo movimentos sinuosos...
E neste momento, descobri o que era o prazer de verdade e a ele me devotei em um gozo intenso...
O outro veio me massageando por trás com a língua em meu orifício e intercalando com o dedo indicador, até que invadiu aos poucos... Que sensação maravilhosa... E ao notar que meu buraco se acostumara, veio com seu membro teso e com o mesmo cuidado do outro, aos poucos foi penetrando a minha bunda e os dois se movimentavam em um mesmo compasso, proporcionando-me um deleite imensurável.
O meu corpo entrou em transe...
Em uma dança frenética...
Os meus cabelos grudavam em nossas peles pelo suor...
E mordendo o pescoço daquele que estava em minha frente, gozei copiosamente, comprimindo o cacete dos dois desconhecidos com mordidas vaginais e anais. E quando as contrações cessaram... Lânguida... Pelos rapazes fui amparada, sendo novamente colocada sobre o sofá. Eles me massageavam e oferecendo os cacetes em minha boca, intercalavam-se. Até que ficando de joelhos, fui servida com jatos de porra molhando também o meu rosto.
Só foi neste momento que senti os olhares atentos de pessoas estranhas em nossa performance... E ao notar a presença do velho comandante, uma sensação de asco se apossou de meu corpo e, com agilidade apanhei as minhas roupas, recompondo-me, ao mesmo tempo sai correndo para a minha estalagem, com o receio de que alguém estivesse me seguindo.
***
Ao chegar havia mais outras mulheres descansando e me senti protegida.
Um banho e já estava em minha cama.
As lembranças de tudo o que acontecera, não deixou que eu adormecesse...
A imagem do comandante, a figura da velha senhora fazendo-me o convite... Os dois rapazes me tocando com desejo, penetrando-me... Os orgasmos... Eles derramando-se em minha boca... A saída repentina...
Será que o Rei e a Rainha ficariam sabendo do meu comportamento inadequado?
As horas foram passando e os primeiros raios de luz começaram a invadir o local...
Então, levantei-me e fui cuidar de meus afazeres.
***
Ao entrar nos aposentos da princesa, encontrava-se vazio e, recebi ordens para que aguardasse.
Após algum tempo, novas ordens para que com a Guarda Real fosse até aos aposentos de seus pais para buscá-la. E assim o fiz. Ao ficar na presença do Rei, este me olhou de uma maneira um pouco estranha.  Apenas pensei que seria impressão.
***
O dia transcorreu bem...
E a noite o casal real teria um compromisso.
No entanto, a pequena começou a se apresentar febril e, deixando-a com outra serviçal de confiança, fui procurar por seus pais que, estariam em uma reunião no Palácio. Porém, percorri todos os lugares possíveis que lá poderiam estar... E nada!
E quase desistindo da ideia, observei uma movimentação estranha em uma das portas enormes e consegui entrar sem muitas dificuldades.
O meu queixo caiu ao ver que, ocorria uma festa particular e profana dentro do Palácio com casais tendo relações... Uma mulher com vários homens parecendo moscas em um doce, ménage à trois de tudo quanto era jeito: feminino... Masculino... Misto... Swing e orgias.
Bucetas sendo penetradas...
Vários orifícios anais sendo fodidos...
Bocas invadidas...
Almas libertas sem nenhum pudor!
Uma enorme banheira em um canto do pequeno salão que, até então não conhecia e, de repente, surgiu a figura do casal real nu dentro dela, com a Rainha sentada sobre o cacete do marido penetrando o seu rabo. E foi impossível me esconder e, tentando fechar os olhos, ouvi a Rainha me chamar.
- Como nos descobriu aqui? - Ela me indagou se levantando.
- Desculpe Senhora! – Foi o máximo que consegui falar.
O Rei me olhava com seu modo predador e, por qualquer motivo que tenha me levado até ali, não permitiu que me retirasse.
Entretanto, falei da febre de sua filha e com quem estaria.
- Não se preocupe! Ela está sendo muito bem cuidada! – Ele disse tranquilizando a esposa.
- Como pode ser tão frio? – Eu o indaguei.
- Você verá como! – Ele me retrucou.
A sua esposa o olhou fixamente como se compreendesse o que faria.
E ao deixar a banheira, completamente nu e sem ao menos pedir uma toalha para se enrolar, veio em minha direção...
Que cena...
Em meus desejos mais secretos, jamais pensei que poderia ser tão perfeito!
A serenidade que demonstrava no trono, não existia mais e com total brutalidade arrancou a minha roupa e fez com que também entrasse na banheira. Os meus olhos abaixei e fiz o que me ordenava.
Ele e a mulher se comunicavam pelo olhar e por alguns instantes olhando a minha volta, notei que não conhecia a maioria daquelas pessoas que participavam daquela festa particular e, os poucos que conhecia sempre eram muitos discretos e em suas atitudes. Talvez esta situação gerasse confiança no casal maior do Palácio.
O Rei se colocou na mesma posição em que o encontrei.
- Venha aqui! Dê continuidade de onde nos interrompeu! – Ordenou-me.
A sua esposa, ou melhor, a Rainha, olhou-me e fez um gesto positivo com a cabeça.
Não tive como não fazê-lo e sentando sobre a enorme tora do Rei, sentia as minhas pregas se rasgarem e a dor, às vezes, era por si só lancinante.
- Continue! Se minha esposa aguenta com um sorriso no rosto, você também pode suportar! – Ele comentou puxando os meus cabelos que estavam presos em um rabo de cavalo, cravando toda a sua tora em meu rabo.
A vontade era de sair correndo, mas este me segurou com força e não tive como me desvencilhar. Logo em seguida, sentia a pressão em meu corpo e, procurando me tocar, a dor foi cessando, quando senti um toque em meu sexo... Era a Rainha com seu olhar de esmeralda, agindo feito uma felina.
- Nossa! Que delícia! – Ele falava ao meu ouvido.
A rainha nos olhava fixamente.
- Com uma preciosidade dessa a um palmo de nossos narizes e não percebemos nada? – Ele continuava.
A Rainha nada falava... Como comentei anteriormente, eles se comunicavam através do olhar e pela expressão facial.
O Rei continuava a me sodomizar, enquanto os demais aproveitavam a festa, ou melhor, dizendo a orgia a seu modo.
Como perceberam, o casal real e eu formamos um ménage feminino.
Não mais na banheira, em uma suntuosa cama, enquanto ele fodia a esposa de quatro, eu com as pernas escancaradas era fodida pela língua dela... Que em tocou de modo feroz e singelo.
O meu corpo se contorcia... Os meus quadris desenhavam círculos sobre os lençóis... Os nossos gemidos e sussurros sofriam uma ebulição e se mesclavam... E com seu marido esporrando em sua buceta... Sem cerimônia ela me serviu o gozo dele se deitando e escancarando as pernas para que eu limpasse cada gota de seu leite que escorria da buceta e podia sentir os seus músculos se contraindo como se levasse pequenos choques, quando o senti invadindo o meu buraco outra vez.
Que potência!
O homem mal havia acabado de gozar e já estava ereto novamente.
Assim se deu a madrugada inteira, quando vi o dia se iluminar de um modo diferente e, ali mesmo adormeci.
Nem sei que horas acordei, com algumas pessoas ainda esparramadas pelo chão com um aroma de sexo embriagando o ambiente e com um sabor etílico na boca.
O casal com que compartilhei algumas horas de sexo, havia se retirado.
***
Fui correndo para o alojamento. E após um banho rápido... Corri novamente para assumir a minha função.
Com que cara olharia para o rei e a Rainha? Era só nisso que eu pensava.
***
Ao chegar à porta dos aposentos da princesa, recebi a ordem de que o Rei me aguardava. Com um sinal de positivo com a cabeça me retirei e com o pensamento de que perderia o emprego.
Como sabiam que a majestade me aguardava, tive livre acesso à sala do trono. Ele me olhou como se nada tivesse ocorrido.
- Senhorita! Como demonstrou preocupação com a pequena princesa, com a permissão da Rainha que agora se encontra com a filha, a partir de hoje, você terá um quarto ao lado da princesa para que, assim não tenha que se deslocar a uma longa distância para a ala da hospedaria.
As suas palavras ouvia atentamente, porque primeiro não se pode interromper o rei e também o meu cérebro registrava o que ele queria realmente me falar de fato o que desejava nas entrelinhas.
 - E também você terá livre acesso ao palácio, em caso de alguma emergência. Porém, redobre a sua cautela. Nem sempre a Guarda Real estará presente para protegê-la.
- O que será que ele quis dizer com isso? – Eu pensei.
- Você pode buscar seus pertences no antigo alojamento, só o de cunho pessoal, pois lá no seu novo aposento terá de tudo o que necessitará. - Ele concluiu.
- “Até um macho para me sodomizar!” – Foi o que pensei em meu íntimo.
- Obrigada Senhor! – Foi apenas o que disse em agradecimento.
Ao me retirar e caminhando pela última vez em direção para a parte aonde se localizava o alojamento, mil pensamentos pairavam em minha mente.
Os meus poucos pertences depositei sobra à cabeceira da cama e, de repente, surgiu a figura da Rainha.
- Não se assuste! – Ela me pediu.
- Tudo bem! E a princesinha? – A tranquilizei.
- Ela está bem! Mas não é sobre ela que vim falar agora. Você é uma garota muito inteligente e esperta, além da beleza escondida por trás dessas roupas. E já deve saber o porquê do meu marido e eu a hospedarmos neste quarto! – Ela concluiu.
- Sim! Por causa do que ocorreu na última noite! – Eu lhe respondi.
- Minha querida, fale um pouco mais baixo. Mesmo com essas paredes pesadas, elas podem ter ouvidos. Este é um segredo que compartilhamos com poucos. E você foi uma grata descoberta divina. E já havia percebido isso, quando a conheci e mesmo depois de acontecer o fatídico episódio com você. – A Rainha me explicou.
- Por isso, que cuidou de mim? – Foi a minha vez de indagà-la.
- Foi sim! – Ela me respondeu.
- Obrigada! – Eu a agradeci.
- Mas vi com meus próprios olhos que conseguiu superar o trauma! – Ela comentou radiante.
- Algumas pessoas me ajudaram. – Eu comentei.
- Fico feliz! O meu marido e eu desejamos compartilhar mais desse nosso segredo. Mas para isso, é necessário que você esteja mais próxima de nós. Quanto à nossa filha, continuará perto dela, porém, haverá outra pessoa que quando estiver conosco, estará com ela.
- Sim! Eu compreendi!- Eu sorri ao lhe responder.
- Poderemos contar com a sua discrição? – Ela me indagou.
- Sim! Dou-lhe a minha palavra! – Eu a respondi cruzando os dedos sobre a minha boca.
E ela me deu um beijo na testa como se selasse um elo entre nós duas, na verdade, entre nós três, pois ainda faltava o Rei.
A partir daquele dia, a minha vida no palácio mudou completamente e não mais vestia as roupas das serviçais e, sim, as da realeza.
Havia noites que a Rainha me convidava para compartilhar com ela e seu marido... Noites quentes e de aventuras anais... Tanto somente com o casal, mas também em festas particulares, por onde aprendi a caminhar por passagens secretas.
***
Certa vez passeando pelo palácio, ouvi sons conhecidos vindo de uma pequena sala e, ao invadi-la notei que havia três rapazes na idade da puberdade nus e ofegantes sobre o sofá e com eles duas damas de companhias que já tínhamos nos esbarrados pelos corredores. O cheiro de sexo era eminente... E a cena foi me causando um tesão.
O Rei e a Rainha não tocaram no assunto que não poderia ter relações com mais alguém e eu desejei ao menos possuir um daqueles garotos. Mesmo tendo mais idade, aquilo não mais me importava. E escolhi um de pele morena e de cabelos lisos... O seu cacete por ser maior de todos eles, mesmo com resquício de leite e suco de outras bucetas, atiçava ainda mais o meu tesão... O coloquei entre os meus lábios e comecei a punhetá-lo e a sugá-lo... Este prontamente começou a crescer... A crescer... A crescer... O seu corpo reagia conforme o meu toque.
E quando estava feito uma rocha, levantei a saia do meu vestido e o encaixei bem na entradinha de minha bunda e, assim comecei a engolir a sua enorme vara juvenil, com ele me segurando na altura de meus seios que por vezes apertava, quando o segundo veio os colocando para fora e abocanhando-os e o terceiro se enfiou por baixo de meu vestido e começou a bolinar a buceta.
E com ele todo dentro de mim rebolava os quadris... Que delícia de cacete em meu cu!
E sussurrando e gemendo gozei feito uma cadela e até que jorrou o leite em meu orifício, quando os outros rapazes se serviram intercalando em minha boca até que os fiz também gozar!
Já com os nossos batimentos cardíacos num ritmo normal e, ao fazer menção de sair...
- Qual é o seu nome? – Um deles quis saber.
O dedo indicador coloquei sobre a minha boca e também fiz um sinal em negativo com a cabeça...
Não poderia falar!
Ninguém poderia saber o que me tornara no palácio.
A não ser a recatada dama de companhia da princesa!




2 comentários:

Anônimo disse...

Algumas lingeries apimentam as orgias!

Claudio Elias Do Nascimento disse...

Jesus Cristo Está Voltando!!!