segunda-feira, 14 de março de 2016

Dando tudo para o novinho



Amo as minhas aventuras...
Um sexo casual...
Qual mulher não adoraria possuir a liberdade de transar com quem quisesse, sem ter aquele rótulo de esposa ou namorada?
Sem cobranças do cotidiano?
O sexo está aí para ser vivenciado.
***
Rodrigo e eu já nos conhecemos há alguns anos. E mesmo com a nossa diferença de idade, não foi nenhum empecilho para que não acontecesse algo entre nós dois...
E o que realizamos se deu de maneira natural, como é que tinha que ser.
Por motivo de força maior, permanecemos um tempo sem nos encontrarmos.
Houve um período em que perdemos totalmente o contato e, depois retornamos através da internet. E com isso surgiu o desejo de nos reencontrarmos e matar um pouco a saudade daquele tempo em que só existia a lascívia entre nós dois.
***
Encontro marcado...
Enfim, as conversas pela internet serviram para colocar os nossos hormônios em estado de ebulição.
Era propício ir ao seu encontro... Foi o que fiz!
Rodrigo me aguardava e tão logo, convidou-me para entrar.
O ar condicionado ligado no quarto foi aonde nos refugiamos devido ao calor.
As conversas corriqueiras tomavam conta do ambiente...
Com respirações ofegantes revelando o mesmo desejo de antes.
Quando deixamos que explodisse o tesão.
O toquei por cima da bermuda com os pés e fiquei massageando, notando o seu crescimento... E que crescimento!
Rodrigo suspirava com as minhas carícias...
Com os meus braços me dando apoio por trás, enquanto o massageava com os pés, os bicos de meus seios quase pulavam para fora da blusa.
Então, pedi para que Rodrigo colocasse para fora o seu volume.
E vislumbrando não resisti e cai de boca.
De joelhos sobre a cama com o cacete em minha boca, aos poucos com a ajuda de Rodrigo fui me despindo... A pele clara revelando...
As suas mãos tocavam os meus seios...
Os meus gemidos eram inevitáveis...
Os seus dedos repousaram sobre o meu sexo quente e úmido.
O fisting em minha buceta me levava à loucura...
E sem tirá-lo de meus lábios o direcionei para que me penetrasse no rabo...
As suas investidas eram precisas. Além de me castigarem... Levavam-me à loucura e, por vezes, quase me faziam gozar e eu não desejava que fosse naquele momento. Pois queria aproveitar cada segundo com ele atolado em meus lábios e também em meu cu.
Ele fazia movimentos de sucção...
Não resistindo a todo o seu tamanho, coloquei-me de quatro e ele vindo por trás, penetrou de uma só vez na buceta, açoitando-me com toda a pressão contida e o sentia todo dentro de mim.
Quando, de repente, ele me puxou colocando de frente para ele enfiando novamente a sua ferramenta no mesmo buraco que havia saído...
Quanta delícia desperdiçada pela demora de nosso reencontro.
E levando-me a loucura, fez-me gozar fincada em sua batuta.
Porém, Rodrigo desejava algo mais...
Ao tentar penetrar o meu pequeno e rosado orifício anal, este reclamou e ofereceu certa resistência. Mas não há nada melhor do que a insistência...
E, de lado, Rodrigo se posicionou por trás de mim e, aos poucos foi investindo de encontro ao meu anel...
A cada nova investida, eu empinava mais a bunda em sua direção...
Para ele rebolava... E meus movimentos facilitavam mais a sua entrada em meu buraquinho, já que o seu cacete neste meio tempo cresceu e ficou na medida certa.
Rodrigo cessava as suas arremetidas e eu partia para cima, ou melhor, jogava a bunda de encontro a sua barra de ferro.
E não demorou muito para estivesse engolido todo com minhas paredes anais.
Quando já acostumada com ele, os açoites eram inevitáveis.
Ao mesmo tempo ele me tocava...
A dor ainda sentida dava lugar ao prazer...
E sussurrava baixinho, apenas para que Rodrigo me escutasse. Mas na verdade, o desejo que possuía na alma era o de gritar para que todos ficassem sabendo que ele estava arrombando o meu rabo.
E na mesma posição, abria as nádegas para que entrasse até as bolas!
O frenesi era tamanho que não sabia o que fazia...
Apertava os meus seios...
Tocava uma siririca...
Também rebolava...
Alguns palavrões, eu falava...
E pedia para que continuasse a fuder o meu cu!
Nossos corpos nus desfilando em movimentos sinuosos sobre os lençóis de sua cama... Fazendo exalar o cheiro da luxúria e do pecado.
Quando não me contendo de tanta perversão, mordendo os meus lábios, outra vez me entreguei ao êxtase com Rodrigo, exercendo pressão em seu cacete, deixando-o mais teso ainda.
Mesmo após ter gozado, não cessei com os meus movimentos...
- Goza no meu cu! Quero receber leite em meu rabo! – Ao pé do ouvido de Rodrigo dizia.
- É isso mesmo o que você quer? – Ele me perguntava.
- Isso! – Sussurrava – Lava o meu rabo com o teu leite! – Eu dizia rebolando em seu rabo.
- Cachorra! – Ele em xingava.
- Filho da puta! Quero leite! Meu rabo está com fome! – Eu lhe instigava.
Quanto mais eu lhe falava sacanagens... Mais Rodrigo investia a sua barra de ferro em meu rabo.
E eu dançava feito uma puta com a tora fincada, jogava a bunda para trás para senti-lo até a última prega.
E para o nosso deleite, enrolando o meu cabelo e puxando com força, o jato de porra exsudou o meu canal anal... Impulsionando uma enorme sensação de lascívia e poder com ele pulsando dentro de mim... E sorrindo senti cada oscilação em meu corpo.
E ainda serpenteando, esperei com que se acalmasse...
Rodrigo foi demais...
As nossas peles suadas...
Em corpos extenuados pelo desejo e pelo prazer, mas com um pedido no ar de quero mais.
Sobre a sua cama permanecemos...
Eu ali nua... Apenas os tecidos a minha volta.
Qual é a melhor sensação... Senão aquela depois de um sexo bem feito?
E Rodrigo desde sempre soube tocar no ponto exato de meu corpo para me proporcionar prazer e eu a ele também...

Não há nada melhor do que um “novinho” bem dotado!


3 comentários:

Anônimo disse...

Excelente conto, parabéns.
Me fez sonhar e colocar numa fantasia gostosa que adoraria ver realizada.

Marco Aurélio disse...

Gostei muito de seu conto, deixou-me deveras excitado. Parabéns amiga, escreves muito bem!

Rogério Paulo Peixoto disse...

Muito hot....bons devaneios