quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Dia do sexo (06/09) O valente dando para comemorar



O dia estava tranquilo, à tarde quando Otávio me ligou, desejando saber o que faria na manhã seguinte.
Logo deduzi que em suas palavras havia todas e quaisquer intenções.
Como estava em frente à tela do computador, visualizei a data e lembrei que no dia seguinte seria o dia do sexo.
A boceta deu logo sinal de vida e prontamente avisei a Otávio que estaria disponível.
Na manhã seguinte, ligou-me para saber se estava tudo bem.
E depois me retornaria para avisar o momento que saísse de casa e o fez até mesmo antes do horário marcado, tamanha a sua ansiedade. Como já estava pronta, dirigi-me para o local aonde me encontraria.
Não demorou para que chegasse...
No carro estava tocando Rammstein.
Havíamos combinado algo mais sensual para apimentar o nosso clima de tesão, porém, sem que percebermos vem a realidade e nos atropela.
Já em nosso quarto... Sobre a cama, continuamos a nossa conversa... E eu sei o que Otávio queria que eu tomasse a iniciativa...
Até que ponderei os assuntos e nos direcionei ao que realmente valia a pena naquele momento: nós dois e o nosso tesão!
Então comecei a me despir... E ele também...
Ao acaricia-lo... Fiz com que crescesse em minha mão e entre meus lábios, enquanto Otávio brincava com a boceta.
Os meus gemidos soavam baixo...
Também o ajudava com as suas carícias.
Eu me coloquei totalmente aberta para que pudesse observar o meu sexo molhado... A boceta inchada... O quanto estava excitada!
Não resistindo ele me penetrou socando com bastante força, entregando-nos ao delírio de nossa volúpia.
Mas Otávio queria mais e me colocando de quatro na beira da cama penetrou a boceta e me instigava.
Ele fez com que eu ficasse de bruços sobre a cama com uma perna apoiada no chão. Isso ajudava tanto na sua penetração, como também o meu clitóris era friccionado no colchão.
- Fode a boceta com força! – Eu lhe pedia
Otávio cessava os seus movimentos e se mexia devagar dentro de mim.
- Eu adoro te sentir! – Ele comentava.
E lhe respondia com gemidos.
- Tem namorado bastante? – Ele quis saber.
- Não! – O respondi.
- Quanto tempo está sem transar? – Quis saber mais curioso ainda.
- Não sei se quer mesmo esta resposta. – Eu comentei.
Neste instante, ele apoiou o peso de seu corpo sobre o meu...
- Quero saber! – Ele enfatizou falando bem próximo ao meu ouvido.
- Desde sábado! – Exclamei.
- Você é demais! – Foi à vez dele de me repreender.
- Quem pergunta o que quer, fica sabendo o que não quer! – Eu comentei.
- Então, quer dizer que você deu este rabo no sábado? – Indagou-me enfiando o dedão em meu cu.
- Ai que delícia! – Eu lhe disse rebolando.
- Agora que eu vou castigar... Quem mandou foder com outro? – Ele me perguntou.
- Eu desejei... Fodi e fui fodida! – Eu o respondi.
Não sei se Otávio não gostou muita da ideia em saber que fiquei com outra pessoa... 
Se ele soubesse como ficou os meus buracos... Esfolados!
Só sei que ele passou a me estocar com raiva... Fazendo-me um monte de perguntas e sem demora eu respondia.
A boceta recebia com gosto cada um de seu açoite. E quando percebia que estava prestes a gozar... Ele cessava os seus movimentos! Que tortura!
Ao se esticar para alcançar um frasco que levara consigo, derramou sobre as minhas costas e começou a massagear.
Os seus dedos penetraram o meu pequeno orifício exposto...
Os seus movimentos circulares me faziam submissa aos seus caprichos.
Tão logo, os dedos fora substituídos por seu membro que deslizando se alojou aonde queria estar.
Otávio investia contra ao meu corpo...
E aquela sensação era a que mais desejava: Possuir o pau teso atolado em meu cu!
Ele entrava e saía...
Em oscilações circulares... Que me faziam ter o desejo de me jogar de encontro ao seu corpo e, era exatamente o que fazia.
Porém, Otávio quis me castigar mais uma vez, deixando-me a ver navios.
Ao se levantar, fez com que me ajoelhasse na cama e o chupasse...
Eu me deliciava com o seu cacete e ele com massagem bucal que lhe proporcionava.
E novamente me colocando de quatro, invadiu de uma só vez o meu rabo que não ofereceu resistência e foi engolindo-o todinho!
- Esse valente continua mal educado e guloso como sempre! – Ele comentou estocando o meu buraco.
- Este valente está é comportado e seletivo! – Com um sorriso nos lábios, foi a minha vez de brincar.
- Eu vou te massacrar bastante! – Disse ele. – Quem foi que mandou dar este cu para outro? – Ele complementou.
- Fode o meu rabo, porra! – Eu lhe implorei.
- É isso que você quer? Então toma! – Ele completou.
Eu sentia os solavancos dele sobre o meu corpo... E também me tocava... O seu saco apertava... E pedia para ele me tocar para que pudesse sentir a boceta inchada e molhada.
E, aos poucos, tendo o cacete em meu cu e seus dedos dedilhando o clitóris ele arrancou um gozo sentido e fulminante que me fez gritar!
- Você quer que eu te sinta? – Quis saber ele.
- Quero! – O respondi prontamente.
Ele se retirou de meu cu e começou a adentrar o sexo quente e molhado. E assim intercalava em meus buracos.
- Fode o meu cu! Quero leite em meu cu! – Eu lhe pedia.
- Não vou dar! – Ele exclamou bem sério.
E outra vez rasgando a vulva, ele me açoitava com tamanha lascívia que não demorou que me entregasse a um novo clímax, quando ele exsudou de porra a boceta latejando o cacete entre minhas entranhas...
- Você sentiu? – Ele quis saber.
- Sim! Encheu a boceta de porra! – O respondi.
- Ainda tem aqui! – Ele me avisou.
E ao se levantar fez com que fosse para chupá-lo, mas me pediu para ficar de quatro, quando invadiu o meu cu, estocando cada vez mais forte...
- Isso é para você aprender a não ficar dando o cu por ai! – Ele me repreendeu.
- Cachorro! Ai! – Eu o xingava entre gemidos.
- Está doendo? – Quis saber ele cessando o que fazia.
- Não! Pelo contrário... Continua fodendo esta porra de cu! – Eu lhe implorava.
- Safada! – Ele em elogiava.
- Quero leite no cu! Enche este caralho! – Eu continuava a lhe pedir.
Otávio investia mais e mais de encontro ao meu corpo e eu rebolava para sentir todo o seu cacete dentro de mim!
- Que delícia! – Exclamava sussurrando com a bunda bem empinada.
A cada novo golpe de Otávio em meu rabo, o seu cacete ficava mais rígido, até que não mais resistindo, começou a latejar enchendo o meu copo de leite.
- Que fôlego! – Eu imaginei com um sorriso nos lábios.
Ao me livrar de sua ferramenta, ele ficou olhando fixamente para o meu buraco aberto... E depois dessa loucura caímos ofegantes sobre a cama, para que pudéssemos retornar a realidade.
Alguns minutos de uma boa conversa e, o inevitável sempre acontece...
Aquele momento em que o relógio bate termos que voltar para o nosso cotidiano.

E aguardar um novo momento!

Um comentário:

CLOVIS MARTINS disse...

Safada...nem sei pq vc me atrai....mas me atrai...intelectualmente e fisicamente...mas vc não vem...nem escrever comigo vc quer....bjos...