sábado, 12 de novembro de 2016

Hotel Classic


Há algum tempo nos conhecemos...
Há algum tempo nos relacionamos...
Mas de alguns meses para cá, resolvemos fazer um tour pelos motéis e hotéis da região.
***
E a nossa andança ganhou mais um capítulo: o Hotel Classic.
Não sei por qual motivo este foi diferente.
O atendimento de praxe na entrada...
Ao enveredarmos pelo elevador, pelos corredores, o meu olhar percorria cada cantinho daquele lugar.
O ambiente super aconchegante...
A vontade que eu tinha era me jogar naquele antro de luxúria... E foi o que fiz.
Não esperei sequer um minuto, já dentro de nossa suíte para me livrar das roupas... E ele me seguiu.
No quarto havia um cavalinho erótico... O posicionei para que ficasse de frente para a cama e me deitei de acordo com que a parte inferior de meu corpo ficasse no lugar mais alto do objeto.
Eu abria bem as pernas e me tocava...
A pele quente, molhada e macia...
O seu olhar era senão de desejo.
De bandeja me colocava a seu bel prazer.
Com ele ainda afastado de mim, o incitava:
- Olha como ela está...
De posse de um brinquedinho que eu levara, introduzia-o na boceta e depois em meu rabo.
E ele assistia fixamente!
Eu me esfregava... Os meus lábios vaginais se abriam...
As suas mãos vieram em cheio me tocar...
A sensação era única...
E segundo a segundo a carne ficava cada vez mais molhada.
A língua deslizava pelo fruto oferecido...
Quanto tesão aquele lugar me despertara.
A essência do sexo inebriado por todos os cantos...
Os meus quadris se moviam na dança frenética de sua língua e a boceta se inflamava ao seu toque.
A loucura era tamanha e eu lhe pedi uma cerveja que, prontamente foi buscá-la.
- Quero cerveja com linguadas! – Eu lhe falei.
O álcool foi se apossando de meu corpo...
- O dedo... Enfia a porra desse dedo no meu cu... – Eu lhe pedia.
Nós dois continuávamos em nossos delírios.
Agora sou eu quem vai fode-la! – Ele me avisou.
O cacete invadiu a boceta e o brinquedinho introduzia em meu cu!
Que sensação maravilhosa!
A minha euforia era tamanha em nossos minutos de brincadeiras e descontração.
***
Ele foi ao banheiro se levar, enquanto eu degustava a bebida de todas as formas...
Entre um gole e outro, esfregava o copo gelado na boceta que me causava uma sensação de prazer...
Ao retornar ele viu o que fazia...
- Vem tomar comigo... – Eu lhe fiz o convite.
Porém, entornei um pouco na boceta e o fiz tomar ali.
O frio e o quente em seu contraste... Que delícia!
Quando tornei a esfregar o copo babado na boceta e ele em seguida me possuiu...
- Ai que delícia! – Ele me dizia.
- Nossa! Que tesão do caralho! – Eu lhe dizia com a voz firme.
A cerveja que ainda ficara virei o copo e tomei toda de uma vez!
E eu ali, na posição de frango assado, ele arremetia o seu corpo de encontro ao meu...
- Eu quero mais! – Eu gritava.
- O que você quer? – Ele me indagava.
- Come o meu cu! Quero gozar pelo cu! – Eu lhe dizia.
Ele untou os seus dedos na boceta e os introduziu no meu rabo... Em seguida invadiu o meu traseiro!
- Porra! Fode o meu cu! – Eu lhe pedia.
Quando ele me colocou de quatro, e me penetrou de uma só vez no buraco de trás...
- Caralho! Fode com força! Quero com força... Isso... Vai... Quero gozar pelo cu! – Eu frisava o meu pedido.
E ele enlouquecido com a minha loucura, fazia exatamente o que eu lhe pedia...
Ao mesmo tempo me tocava... E ia ficando cada vez mais ensandecida...
Eu o xingava... Naquele momento era o álcool e a excitação que comandavam o meu corpo... O resto que se fodesse!
E naquele frenesi... Na entrega total sem amarras e sem pudor... Deixei-me levar pela luxúria que fazia culto em nossos corpos e o gozo veio de forma avassaladora.
- Caralho... Fode o meu cu! – Eu lhe disse aos gritos gozando.
Mas como havia dito antes: - Quero mais!
- Fode o meu cu! Quero leite nessa porra! Goza no meu cu filho da puta! – Eu lhe pedia.
- É isso mesmo que você quer? – Ele me incitava.
- O meu copinho está vazio... Quero que você o encha! – Eu lhe pedia rebolando os quadris.
Ele que já o conhecia bem, não se fez de rogado e preencheu cada prega de meu rabo com o seu leite...
O senti latejar, ali depositando a sua última gota...
***
A bebida ainda fazia morada em minha mente... E eu me joguei por entre os lençóis...
Depois de nosso momento de loucura, o corpo pedia um banho e foi o que fizemos...
De volta à cama, assistíamos a um vídeo erótico e conversamos. E também resolvemos almoçar por ali mesmo!
Para quê a pressa? A única era de ficarmos mais tempo possível naquele pedacinho de sossego.
***
O canal de filmes eróticos atiçava a nossa imaginação...
Sobre fantasias sexuais comentávamos.
Ele conhece o meu ponto fraco...
Sabe percorrer as minhas trilhas, quando me acendeu outra vez com a sua língua...
Eu o fiz que se deitasse e, encaixei a boceta em sua boca... A ponta da língua deslizava entre os meus lábios vaginais e o clitóris atingia em cheio... E seus dedos eram introduzidos em meu cu...
O meu corpo sinuoso visualizava através do espelho... Que cena!
Eu me jogava para cima dele... Rebolando... Em sua língua dançando...
Às vezes, quase o deixava sem ar...
Quando eu o fiz provar de meu néctar...
Gozei em sua boca!
E rapidamente percorri o seu corpo e me encaixei em seu cacete, fazendo um movimento lento... Mas aos poucos acelerando...
Pois eu tinha a necessidade de me alimentar com a lascívia de seu orgasmo...
Os meus cabelos ainda úmidos batiam de encontro ao meu corpo e ele os puxava, dando um ar mais selvagem ao nosso momento de transgressão.
Ele acariciava os meus seios e eu já os apertava de tanto tesão...
Também me tocava...
Era tudo muito louco e pervertido...
E com ele me tocando, outra vez eu me expandi em um gozo sentido e quente...
Quase ao mesmo tempo, ele se rendeu ao meu corpo e alimentou a minha alma se deixando levar pela luxúria...
Tudo o que vivenciamos entre aquelas paredes, era o que precisávamos... Um lugar diferente... Uma nova ambiência...
E sobre os lençóis ficamos...
As respirações ofegantes...
Batimentos cardíacos acelerados...
Várias loucuras, aventuras e fantasias sendo colocadas em palavras...
Quem sabe se algum dia nós as realizaremos?
Ao deixarmos o local, agora caminhando para a saída...
O que restou foi apenas um gostinho de quero mais!


3 comentários:

Elton Sipião o Anjo das Letras disse...

Olá Fabby, este conto retrata momentos em que amantes se deliciam com o sexo através de uma cumplicidade perfeita. Me desculpe por não ter te respondido em meu Facebook, quando tu lá escrevestes que tinha visitado o meu blog, é que estou bloqueado por 25 dias por lá e nem conversar pelo chat posso. Aliás, só poderei visualizar o meu perfil sem realizar nenhum tipo de ação até o mês que vem que seria o mês de dezembro.

Obrigado por visitar o meu blog e pelo elogio a ele feito. Vou continuar visitando o seu e assim que puder usar o meu Facebook quero continuar trocando ideias contigo. Beijos.

LEANDRO JOSE ATOR disse...

Nossa, esse conto ficou lindo! Parece até uma viagem ao passado, uma memória registrada em versos e poesias excitantes, parabéns.

LEANDRO JOSE ATOR disse...
Este comentário foi removido pelo autor.