sexta-feira, 8 de abril de 2016

Catequizando



Em mais uma de minhas aventuras, não pude deixar em demonstrar quem eu realmente sou: Louca, ninfomaníaca e metaleira.
***
No barzinho da esquina... Rodinha de amigos... Pessoas conhecidas... Outras nem tanto... Até que uma grata surpresa: Heitor, um rapaz alegre, extrovertido, de sorriso fácil... Pele clara... Cabelos escuros... Olhos negros... Alto e de porte atlético... Logo me chamou a atenção.
Por mais que tentasse disfarçar, o meu olhar me entregava. E após algum tempo entre uma conversa e outra... Um sorriso misturado a uma gargalhada, também notava o seu interesse. Talvez fosse impressão por meu jeito estar demonstrando algo mais além do que uma simples conversa.
As horas foram passando sem que percebêssemos e, aos poucos o grupo começou a se dissipar. Como Heitor se mantinha com toda disposição, acabamos por sermos os últimos a jogar a toalha.
Por coincidência a direção da sua casa era a mesma que a minha.
Como ele percebeu que ainda estávamos com energia, convidou-me para a sua casa.
Ao entrar a primeira ação que realizou foi retirar a blusa e a jogando deixou sobre o sofá. O som ligou em uma estação de rádio que eu desconhecia, devido à música que tocava...
Quando foi para a cozinha pegar uma cerveja, conectei o meu aparelho celular ao som, o meu play list era muito mais interessante do que aquelas músicas comerciais. Heitor estranhou um pouco a batida pesada dos metais, mas com algumas cervejas a mais percorrendo a sua corrente sanguínea.
Os toques em nossas peles enquanto conversávamos acendeu o fogo da lascívia...
As mãos com ansiedade percorrendo territórios até então proibidos pelas convenções sociais. Mas ali estávamos ele e eu a sós entre as paredes de sua casa.
Não foi difícil deixá-lo da maneira que mais desejava ao som do bom e velho rock n’ roll: NU! O que o contagiou e seguindo o ritmo da música, começou a me despir, retirando cada peça, apenas me deixando de calcinha e sutiã, fazendo com que girasse para que pudesse me apreciar em todos os ângulos com a minha bunda empinada... E retirou a lingerie vermelha que contrastava com a minha pele branca.
Não se fazendo de rogado, foi vasculhando a buceta, enfiando a sua mão por trás de meu corpo... O que me fez gemer...
O rosto de Heitor estava vermelho... Transfigurado pelo tesão, o que lhe dava um charme a mais.
Já a buceta quente e molhada, encontrava-se receptiva para os seus toques.
Ele me colocou de joelhos no sofá de costas para ele... E passando a língua em minha orelha, foi deslizando... Passando pelas costas (o que me fazia arrepiar), até chegar a bunda e alcançar o clitóris molhado. E cada vez mais empinada, abrindo as nádegas para que facilitasse os seus movimentos... E com os pés, vou tateando seu membro teso.
Ao som nefasto da música de Cradle of filth (Right Wing Of The Garden Triptych), Heitor entrou em um transe sem volta naquele momento.  O meu corpo esguio se contorcia reagindo as suas carícias. Quando alucinado, ficou em pé sobre o sofá e investiu o cacete em minha boca. O seu tamanho faz jus a cada centímetro de seu corpo.
Eu o punhetava... O massageava com a ponta da língua... O chupava... O sugava...
A sua baba escorria por entre os meus lábios... Que tesão de Heitor!
E colocando-me por trás, penetrou de uma só vez na buceta, o que me fez soltar um grito que, fora abafado pela música. Com certeza seus vizinhos não me ouviriam.
Os primeiros acordes de Judas Priest começavam a detonar no aparelho e, Heitor movido pela expectativa socava a buceta sem parar, gemendo ao som da batida de Painkiller.
- Garota você é muito doida! – Ele me falava ao pé do ouvido.
- Você ainda não viu nada! – O respondi olhando bem em seus olhos.
O meu corpo continuava a açoitar... Os meus gemidos... Os meus sussurros nada proibidos ecoavam pela sala. Até que...
- Come o meu cu! – Eu pedi.
O cacete ficou ainda mais teso. E aos poucos ele foi invadindo o meu rabo devagar. E eu rebolava para que pudesse aproveitar cada milímetro de toda a sua invasão.
Heitor parecia surpreso e ao mesmo tempo com a sensação de ter acertado na loteria.
- Não é todo dia que a gente encontra algo assim! – Ele comentou.
- Eu adoro surpreender! – Eu respondi.
Heitor e eu estávamos envolvidos em nosso clima de sexo, loucura e metal!
A cada solavanco dele em meus quadris era um gemido de dor mesclado com o êxtase... Com o poder!
Os meus pensamentos eram atropelados pela avalanche de metal que não cessava...
No som...
“Heavy metal!”
Heavy metal!”
Heavy metal!”
E levava o açoite em minhas pregas anais.
Quanto mais ele vinha de encontro ao meu corpo... Eu rebolava...
- Bate na minha bunda... Soca tu-di-nho! – Eu pedia.
- Você tem certeza? – Ele me indagou.
- Toda certeza do mundo! – O respondi
Os seus tapas começaram a estalar em minha pele clara que, tão logo começou a queimar. O frenesi tomava conta do meu corpo... A cada novo estalo, a lascívia tomava uma proporção bem maior. E essa mesma euforia contagiava a Heitor.
Uma força possuía a minha alma... Dando-me uma capacidade que jamais pensei em ter. E isso se dava a reação do metal em meu corpo, como se nada de ruim pudesse me atingir...
O meu espírito através da essência de Heitor estava sendo abastecido, assim como o meu corpo estava sendo alimentado pelo seu furor. E ele percebendo o meu total desprendimento, apossou de minha buceta com seus dedos e ali me deixei relaxar... Quando o meu corpo e minha alma entraram em fusão e se contorceram em um gozo extremo, fazendo com que os meus lábios vaginais e anais se convulsionassem em profusão.
Ao retirar o membro em riste para observar o tamanho do estrago que fizera em meu buraco, ainda piscava para o seu lado. E mais uma vez não resistindo, com uma única investida estava metido outra vez em meu cu. E estocando cada vez mais rápido ao som de Speed Of Light do Iron maiden, o seu cacete se tornava mais rígido até que exsudou as minhas paredes anais com a enxurrada de leite.
A melhor sensação do mundo de sentir extasiado no corpo... Na miscelânea de reações: sexo e rock n’ roll!!!
Heitor entendeu direitinho o meu ensinamento...
O metal varou, ou será que foi ele quem me varou noite adentro?
E que venham longas doses a mais!
Rock n’ rol...
Metal...
Os melhores afrodisíacos para uma boa sessão de sexo.

Músicas citadas no texto:

Cradle of filth - Right Wing Of The Garden Triptych 
https://www.youtube.com/watch?v=t2Y4uZ0rnRk
Judas Priest - Painkiller
Iron Maiden - Speed Of Light 
https://www.youtube.com/watch?v=-F7A24f6gNc

Um comentário:

CLOVIS MARTINS disse...

E um copo de vinho!