segunda-feira, 11 de maio de 2015

Rituais



Tudo começou com um encontro casual...

Quando me encontrava em uma loja com um grupo de amigos, a sua figura surgiu me atraindo.

Ele ainda não havia me visto, porém, algo chamou minha atenção. Acredito que de uma maneira ou de outra, de tanto olhá-lo, virou para mim... O seu olhar sobre o meu corpo era fixo e tentador... Senti um choque entre as minhas pernas.

Também como não poderia? Alto, moreno, olhos esverdeados, com a barba por fazer de um dia para o outro... Corpo atlético.

Naquele dia, como estávamos em uma cidade vizinha e de perdermos a noção do tempo, depois de jantarmos em uma lanchonete decidimos dormir em um hotel por medida de segurança.

A lembrança daquele homem me incomodava, o que estaria acontecendo comigo? Nunca me deixei levar por impulsos...

Aos poucos cada um se acomodou em seus quartos, como éramos dez pessoas, então, combinamos de nos dividir em duplas ou em trio, de acordo com a disponibilidade. No entanto, com todo aquele tumulto de quem iria ficar no quarto com quem, no meio da confusão terminei ficando sozinha.

Como estava distraída com os amigos... Só então, quando todos começaram a se retirar para os seus quartos que eu notei a presença do mesmo homem da loja e que estava me observando. Não vi quando havia chegado. E ao longe percebi que ele já estava hospedado e que pegara apenas a chave de seu quarto e não me dera muito atenção.

Com todo mundo já organizado, fizemos uma reunião em meu quarto, mas não demorou muito para que todos se recolhessem definitivamente naquela noite.

Quase adormecendo, a campainha no meu quarto soou. O roupão eu vesti o mais rápido possível com medo de ter acontecido qualquer emergência com algum de meus amigos. Na verdade era o mensageiro com um bilhete com o meu nome.

- Desculpe, deve ser algum engano! – Meio sonolenta respondi.

- Não senhorita Laura Fraser. O senhor Max Muller, da suíte presidencial, pediu para que lhe entregasse. E que, depois que estivesse pronta a acompanhasse até ao seu encontro. – O mensageiro explicou.

- Mas eu não conheço nenhum Max Muller. Deve ser realmente um engano. – Tentando fechar a porta conclui.

- A única Laura Fraser hospedada neste hotel é a senhorita. Então, não vejo equivoco nenhum. – Ele completou.

Só poderia ser ele... Bateu-me a curiosidade.

- Aguarde-me um momento... Pedi.

Não estava preparada para um encontro, a minha intenção naquele lugar não era esta.

Na bolsa peguei a primeira roupa, ou seja, vestido preto básico para dar contraste com a minha pele branca, um par de sandálias simples, amarrei o cabelo longo e loiro em um rabo de cavalo e um batom básico para dar uma iluminada no rosto.

Ao abrir a porta, o mensageiro me aguardava como se fora um segurança.

- Por aqui, senhorita! – Ele me direcionou ao elevador.

O meu coração estava aflito. Será que minha intuição estava certa?

Em poucos segundos, estávamos no andar da suíte presidencial e ao abrir logo a porta com o cartão eletrônico pediu para que entrasse e aguardasse o senhor Max Muller, pois ele já sabia que havia chegado.

O mensageiro fechou a porta e me deixou novamente sozinha...

A antessala era muito espaçosa e aconchegante... Quanto custaria aquele luxo todo?

Não demorou muito para a outra porta se abrir e apresentar aquela mesma figura imponente que encontrara na tarde daquele dia.

Com as mãos para trás, prendendo os meus dedos mindinhos um no outro e com as pernas entrelaçadas, ele surgiu. E o olhando mais de perto, notei a sua madura idade, em comparação com a minha, já que tenho vinte e cinco anos, o senhor Max Muller aparentava ter seus quarenta anos... De puro charme.

Não pude deixar de observá-lo em cada detalhe...

Ele trajava um terno muito alinhado caindo perfeitamente em seu corpo.

- Boa noite, senhorita Laura! – Ele me cumprimentou.

- Boa noite!  - Cheia de formalidades respondi.

- Desculpe-me! Não perco essa minha mania...

- Um tanto quanto estranha! – Sendo impulsiva o interrompi.

- Digamos excêntrica! Não é todo dia que meu olhar clínico me revela algo tão tentador! – Ele completou.

- Desculpe-me você agora! Algo tão tentador? – Quis saber.

- Sim! Se com calça jeans já era... Ainda mais agora neste vestido. – Ele completou.

- Só queria entender o fato de seu convite. – Comentei.

- Para começar um jantar. – Ele mencionou, liberando o espaço para que eu pudesse finalmente entrar na sala principal.

O espaço era muito sofisticado e sobre a mesa um jantar para dois.

- Como descobriu o meu nome? – O interrompi.

- Sou uma pessoa muito influente por aqui... E não foi nada difícil. E por falar nisso, sou eu que estou pagando a sua estadia... Por que acha que ficou sozinha em um dos quartos? – Ele disse com ironia.

- Estadia? Mas é só por uma noite! – Exclamei.

- Não se preocupe com isso. Agora eu quero que você coloque a roupa que comprei pensando especialmente em você! – O senhor Max Muller me avisou com um leve sorriso no rosto.

Ele mesmo abriu a porta e me mostrou a roupa sobre uma enorme cama. Na verdade não eram bem uma roupa e sim um maiô de couro, que deixava a mostra os seios.

Toda aquela cena me excitava... Desde o momento em que meus olhos caíram sobre o senhor Max Muller naquela loja, senti o meu sexo entrar em choque quase me levando ao êxtase.

Aos poucos e devagar fui retirando a minha roupa... O banho preparado na banheira e me deliciei com calma, imaginando tudo ou quase tudo que poderia acontecer... Só tive o cuidado para não molhar o cabelo. E, então me arrumei da maneira que ele queria.

Além da roupa também tinha um lindo par de sapatos pretos e altos.

Uma rápida maquiagem.

Confesso que fiquei um tanto quanto reticente... Quem será que o senhor Max Muller achava quem eu era?

Ao sair do quarto, ele me vislumbrava sentado em uma poltrona que colocara em frente à porta do quarto. E aquilo me assustou... Deixando-me tímida. Mas éramos adultos e sabia o que desejávamos naquele quarto de hotel.

Ele me olhava fixamente... Os meus seios em evidência... Brancos e turgidos pela excitação.

- Venha caminhando lentamente! – Ele disse com placidez.

Um pé em frente ao outro colocava devagar.

E já na sua frente...

- Dê uma volta! – Ele ordenou.

E girei o corpo no eixo em que me encontrava, revelando a bunda branca e empinada.

- Isso! Boa menina! – Elogiou-me.

- Porém, ele não me tocou... A sua maneira de ser me intrigava.

Não poderemos jantar dessa maneira... – Ele completou pegando uma fita adesiva e me mandando em forma de uma cruz cobrir o bico de meus seios.

A minha respiração ofegante revelava o meu desejo... Por que ele não me possuía logo se eu sabia que esta era a sua intenção?

O jantar transcorreu com aparente controle, a não ser por mim vestida daquele jeito... E com o senhor Max Muller querendo saber um pouco mais da minha vida sem graça e monótona que, é somente de casa para o trabalho e faculdade e de volta para casa, nas raras exceções dos passeios com os amigos. E foi essa parte que o deixou intrigado.

- Como que uma mulher verdadeiramente bonita e feminina vive tão escondida de tudo? – Quis ele saber.

- Talvez seja por medo de me decepcionar! Já passei por uma... É melhor esquecer! – Pedi-lhe.

- Já está esquecido! – Ele sorriu.

Tudo estava muito apetitoso, embora tenha comido pouco e exagerado um pouco no vinho... Mas quem se importava?

O senhor Max Muller me pediu para acabar com as formalidades e o chamá-lo somente de Max.

E quando retirou a fita dos bicos de meus seios, estes ficaram vermelhos. E ele, tratou logo em massageá-los com a língua.

O fator surpresa foi determinante para que eu soltasse um gemido... As suas mãos me entrelaçavam... A sua boca me possuía.

E, ao me colocar sobre a poltrona na qual me observava antes... Ele desamarrou o maiô para que pudesse ficar nua... E assim, abrindo uma das gavetas no móvel que se encontrava ao lado, retirou uma coleira com uma guia colocando feito um colar em meu pescoço. Todo aquele ritual me excitava.

A partir daquele momento, estava prestes a descobrir o que é sexo de verdade e não essas tolices que aprendemos com namorados baunilhas. Mas o que eu mais saberia daquele homem?

Com a coleira em meu pescoço, ele enfiou um a um de seus dedos na buceta e com força enfiava e retirava, fazendo-me escorrer entre os seus dedos. A minha respiração era cada vez mais ofegante... O suor envolvia o meu corpo também como toda aquela excitação... O desejo pela novidade.

Max era docemente agressivo e desde que coloquei os pés na suíte presidencial... Sentia que algo havia se quebrado dentro de mim para novamente ser restaurado.


***

Não estava enganada...

O senhor Max Muller era um homem extraordinário na arte de fazer uma mulher desejá-lo. E fazia isso somente pelo fato de existir!

Com a guia da coleira em uma das mãos, ele fez sinal para que descesse da poltrona de quatro e que assim caminhasse pelo ambiente sendo guiada por ele.

Este homem não era de muitas palavras, mas o seu olhar fazia com que eu compreendesse o que desejava.

Após darmos a volta por toda a sala, ele sentou-se novamente na mesma poltrona e fez com que ficasse de costas... A bunda empinava para a sua direção e quando senti a sua mão sobre o meu corpo, senti todo a minha derme se arrepiar... E deslizando por entre as minhas coxas acertou bem no alvo o meu sexo molhado e quente... Não se restringiu apenas na buceta, o dedão passeava com firmeza em meu ânus. E com ele a me tocar sussurrava... Mordia os lábios e gemia... E Max se mantinha concentrado naquilo que fazia. E sem soltar a guia ele pegou uma embalagem na mesma gaveta a qual retirou a coleira e com habilidade abriu e sem me mostrar o que ali continha, ao se sentar e dando mais atenção ao meu pequeno orifício, senti que enfiava o pequeno objeto ali.

Os meus pensamentos eram desconexos... Em tantos livros de literatura erótica que haviam passado por mim, jamais pensei em viver esta realidade. Ao ler, às vezes, nos parece tão sombria e ao mesmo tempo distante que, quando está ao nosso alcance se torna tão prazerosa e instigante ao ponto de gritar que nem seja com o diálogo de nosso corpo que desejamos mais e mais... E Max simplesmente me envolvia em seu mundo. Como pudera sentir o desejo de compartilhá-lo comigo e se nem ao menos ele me conhecia?

Max definitivamente era um enigma a ser desvendado... E alguma coisa dentro de mim me dizia para segui-lo. E se parasse por ali, arrepender-me-ia...

Talvez o intuito dele seja esse... O de ensinar... O de mostrar uma nova chave seletora... De dar a pessoa o livre arbítrio de querer ou não ser guiada por este novo mundo, aonde somente o tesão fale mais alto... Em que ele seja o dono incondicional de sua presa... A escolhida. Mas por que eu? A minha pessoa?

Como se lesse os meus pensamentos...

- Não acredite em coincidências... O acaso não existe! O motivo de estar naquela loja é porque haveria de acontecer. – Ele me disse quebrando o silêncio.

Sempre se mostrando com um ar superior e misterioso, essas foram as suas poucas palavras, o que me fez mais intrigada ainda.

O meu corpo não aguentava mais de tanta excitação... Tinha a necessidade de ser penetrada... Invadida... Rasgada... Dominada pelo cacete do senhor Max e, virando-me para olhá-lo, ele notava toda a minha ansiedade pela minha respiração ofegante... E também podia notar o volume entre suas pernas por baixo da calça...

Ao se levantar, prendeu-me pela guia no pé da poltrona e se retirou...

- Se fosse o meu ex-namorado já partiria para cima de mim com tudo! – Pensei com medo de que ele se aborrecesse.

Porém, o senhor Max Muller me deixou sozinha na sala e foi para o outro quarto que julguei ser o principal da suíte presidencial.

A noção do tempo, eu perdi completamente... E cansada de esperar... Adormeci ali mesmo no chão completamente nua, a não ser pela coleira que envolvia o meu pescoço.

Não sei como, mas ao acordar com os primeiros raios de sol batendo na cortina, estava em meu quarto... Como poderia ser? E como se relembrasse de filme, as cenas que vivi com o senhor Max Muller vieram a minha cabeça, assim também as reações que provocou em meu corpo.


***


Nos livros ao ler, você sente a emoção das personagens e ao vivê-la as sensações são tão maravilhosas que chega a ser viciante... E naquela manhã já sofria de abstinência. Tinha a necessidade de sentir o pênis do senhor Max Muller em meus buracos.

E não teve outro jeito, o meu sexo pulsava de tesão por aquele homem... As minhas mãos comecei a deslizar sobre o meu corpo, a apertar os meus seios... A lambê-los... O clitóris esfregando lentamente... Até que a ansiedade tomou conta de mim. Os meus movimentos foi ficando cada vez mais rápidos e chamando pelo nome do senhor Max Muller eu gozei copiosamente, mas desejando o seu cacete dentro de minhas entranhas.

Ainda ofegante ao ver a porta se abrir, com o susto me levantei rapidamente e só então, percebi que estava com a mesma roupa da noite anterior.

Era o serviço de quarto trazendo o café. Mas antes que eu dissesse algo...

- Senhorita Laura Fraser, o senhor Max Muller mandou servir o seu desjejum. – A mulher de baixa estatura falou tão suavemente que não pude contestá-la.

- Obrigada senhora! – Agradeci.

Ao sair, notei que havia deixado um cartão sobre a mesa.

- O que poderia ser? – Em voz alta perguntei.


“Bom dia, senhorita Laura Fraser.
Espero que tenha ficado agraciada com o nosso jantar.
Neste mesmo envelope encontrará um cartão Vips que lhe dará acesso aos serviços do salão de beleza do hotel. Às 20h00min horas a encontrarei no seu quarto.
Beijos
Max Muller”


Creio que o senhor Muller perdeu a compostura!

Sem saber o que fazer, e sem me importar com a segurança corri pelo corredor do hotel e fui bater no quarto aonde se encontravam duas de minhas amigas, ainda dormiam... Sem entenderem nada, arrastei as duas para o meu quarto. E quando viram a linda mesa de café servida, é que começaram a ter uma noção do que estava se passando. Iríamos embora à tarde, como poderia ficar sozinha? Ou melhor, com o senhor Max Muller que nada me falara da sua vida.

Elas como não são nada loucas me deram a maior força para continuar naquela cidade... E pedi que inventassem uma desculpa qualquer para não retornar com eles.

A manhã eu passei toda dentro do quarto, somente à tarde fui para o salão e quando retornei haviam deixado um vestido lindíssimo sobre a minha cama... Isso só poderia ter sido ideia dele, o que foi confirmado com um cartão.

Pontualmente às 20h00min horas ele tocou a campainha de meu quarto... E ao abrir a porta só pude constatar o quanto estava bonito e elegante.

Por um momento fiquei paralisada ao vê-lo mais radiante do que nunca e, o seu perfume exalava sensualidade e poder!

Ele ficou me observando por um breve momento até que...

- Boa noite! – Ele me disse sorridente.

- Boa noite! – Com um sorriso ainda tímido respondi.

- Que bom que continuou no hotel e não foi embora com os seus amigos. – Ele complementou retribuindo o sorriso.

- Pois é... Não sei o que os meus amigos pensaram e nem o que disseram como desculpa... E está sendo uma loucura continuar aqui... – Eu tentei lhe explicar.

- Mas tenho certeza de que está amando toda essa loucura! – Ele exclamou me interrompendo.
- Quer entrar ou seus planos são outros? – Quis saber.

- Bem são outros, mas podemos começar tomando uma taça de vinho aqui... Quero sentir mais este aroma de quarto feminino! – Ele respondeu.

O Max sempre me surpreendia...

Ao entrar ele mesmo fez o pedido do vinho e sem demora vieram entregar.

O meu vestido me deixava com a parte de trás do meu corpo nu... E com um pouco mais de intimidade ele me tocava... Sem receio... Sem pressa... Como tem sido desde o primeiro momento em que nos encontramos.

A sua boca veio de encontro a minha e podia sentir o sabor do vinho em seu paladar... O seu beijo entorpecia os meus sentidos... As nossas línguas se entrelaçavam num desejo mútuo, desde o primeiro momento em que nossos olhares se cruzaram. E aquele seu jogo... O de manter domínio sobre tudo... Sobre o meu corpo... Ele sabe como me hipnotizar e agora então? Nossas bocas haviam selado tudo...

- Desde o instante em que meu olhar se cruzou com o seu... Sabia exatamente o que desejava e não me enganei! – Disse ele me dando mordida nos lábios.

- E como poderia prever se alguma coisa desse errado? Aposto que sentiu o cheiro do meu sexo molhado! - Indaguei-o, para entender que também sabia das coisas.

- Se eu estivesse me enganado... – Ele continuou se afastando de meu corpo. – Seria muito simples... Você não estaria mais aqui e sim com os seus amigos. – O seu raciocínio complementou.

Como poderia ser tão frio a este ponto?

E envolvendo o meu corpo novamente, levantou o meu vestido e com um só puxão arrancou a calcinha rasgando-a... E enfiando os dedos em meu sexo, fazendo-me gemer e verificando que estava molhada...

- E vejo que ainda continua... É assim que eu gosto... De puta molhada! – Disse ele ironicamente.

- Você quem me deixa assim... – Quase sussurrando respondi perto de seu ouvido.

- Podemos ir! – Exclamou ele.

Sem nada compreender peguei a minha bolsa e deixamos o quarto do hotel.

- Mas a minha calcinha? – Ao estar aflita indaguei.

- Você não precisará dela... – Ele respondeu sutilmente dando-me o braço.

O meu vestido não era muito comprido, o que fazia com que sentisse um ventinho por baixo...

Quando finalmente deixamos o hotel, e ao entrar no carro com cuidado e um pouco sem jeito, ele me observava... Sempre frio e calculista nos mínimos detalhes.

No caminho para o local aonde jantaríamos, ele sutilmente passava a mão em minha coxa enquanto dirigia e, às vezes, a ponta de seus dedos tocava a buceta.

- Você é sempre assim? Com esse tom misterioso... – Eu lhe perguntei quebrando o silêncio.

- Somente quando é necessário... Ou quando estou conhecendo alguém. – Ele me respondeu.

- Não seria ao contrário? Perguntar? Conversar? – Eu continuei.

- Ai que você se engana! Só conhecemos bem as pessoas quando as observamos. Elas podem fazer um papel na sua frente... E o que você pensa ou que diz pode influenciar no outro. – Ele concluiu.

Não demorou a chegarmos ao restaurante aonde havia feito as reservas em seu nome. Um ambiente muito luxuoso e com requintes de riqueza. A mesa que nos foi destinada não era muito reservada. O cardápio nos foi oferecido e fizemos os nossos pedidos enquanto degustávamos do delicioso champanhe. Quando de repente, senti a ponta do pé de Max deslizar no meio de minhas pernas, alcançar as minhas coxas e atingir o alvo que tanto procurava: o meu sexo! E ali ficou rodeando, fazendo-me cada vez mais excitada e lânguida com toda a sua maneira de me seduzir.

O jantar mal havia começado e eu já estava louca para deixar aquele lugar, porém, Max a cada momento arrumava um modo para me deixar mais louca de tesão por ele.

O garçom nos serviu e a nossa conversa transcorria cada vez mais íntima e excitante... E o imitando, levei o meu pé até o seu sexo que demonstrava toda rigidez por baixo da calça. Ele estava adorando aquele jogo... O nosso ritual de sedução mais do que eu!

Não estava nem aí para a comida, na verdade queria ser devorada por aquele homem sedutor... Finalmente quando terminamos, e ele notando a minha respiração ofegante, pediu a conta.

No carro, ao retornarmos ao hotel, ele estacionou em uma rua mais ou menos deserta... E sem dizer uma palavra, apenas olhando fixo nos meus olhos, sabia exatamente o que desejava...
Com delicadeza abri a sua calça e fui libertando pouco a pouco o cacete que estava quase sendo esmagado pela sunga... Por alguns instantes fiquei admirando o seu tamanho... E deslizando minha mão uma na outra para aquecê-las, pegando o cacete quente, o coloquei entre meus lábios e comecei a sugá-lo... Deixei vir á tona a minha essência de puta... A submissa que há dentro de minha alma devassa e desafiadora.

Max se excitava com cada sugada que eu dava em seu membro e demonstrava que estava maravilhado com o meu boquete. E depressa sem que eu parasse, ele deu partida no carro e chegamos ao hotel, aonde ele se recompôs e pegamos o elevador na entrada lateral para a suíte presidencial.

Ao entrarmos, ele foi rasgando o meu vestido em um tesão louco e se apoderando de meus seios, encostando-me de encontro à parede livrou o cacete e com uma só fincada me possuiu... Ao sentir a sua vara me rasgar, dei um grito que ele abafou com a sua mão. Mas parecia que estava sendo violentada bruscamente por ele. E o pior que aquilo me excitava e fazia com que me entregasse a ele.

As suas estocadas eram firmes e precisas no ritmo de violento como se descontasse em meu corpo cada segundo de seu desejo.

E eu desejava sentir o seu toque dentro de mim, a partir do momento em que o vi na outra tarde dentro daquela loja... E permiti expandir-me em seu corpo encaixado no meu derramando todo o meu suco em seu membro teso quase desmaiando de prazer aos gritos e gemidos, quando senti as suas veias penianas latejarem dentro de meu ventre e exsudar o seu gozo latente escorrendo por minhas coxas.

Mas o nosso desejo não estava saciado... Os nossos corpos pediam mais...

Ao me livrar de sua tora, mesmo o desejando que vivesse dentro de mim, Max se dirigiu a mesma gaveta, outra vez pegou a coleira e a guia as quais havia usado na noite anterior e também o plugue anal, dando início ao seu ritual de me colocar de quatro e prendendo a coleira em meu pescoço... Dessa vez fez com que caminhasse de quatro até o seu quarto... Ali já estava preparado um pote com leite.

- Beba o leite, como se fosse uma cachorra! – Ele gritou como se estivesse enfurecido.

O seu grito soou estridente em meus ouvidos, não esperava por tal reação... E bebendo a cada lambida no líquido quente, os seus dedos penetravam a buceta e resvalavam em meu ânus quando em uma só estocada o dispositivo foi colocado...

Tudo aquilo me excitava... A maneira como Max me conduzia... Não queria pensar que era somente um brinquedo em suas mãos e/ou que pudesse ser apenas uma aventura... Uma novidade para ele!

Obedecia-o prontamente, pois desejava ir mais além, até onde o seu ritual pudesse me levar.
Enfim, quando terminei de tomar todo o leite... Ele puxou a coleira e somente então pude vislumbrar o seu corpo nu... Se vestido aquele homem já era uma tentação... Que dirá do jeito que veio ao mundo. Tudo nele era perfeito!

Ele me conduziu para cima da cama...

- Confie em mim! – Disse ele acariciando o meu corpo.

A minha essência de fêmea tocava, iluminando-a em sua áurea mais esplendorosa.

Como um exímio dom, começou a me amarrar... Não era algo frio ele possuía todo um gestual que ia me excitando mais e deixando tinindo o meu tesão por ele. Aos poucos, meus pés e mãos estavam atados por uma única fita que os uniam.

Max me enchia de carícias...

E servindo-se de minha boca... Fez com que novamente o sugasse... O seu cacete grande mal cabia entre os meus lábios, mas eu o sugava... Era isso o que desejava... A satisfação estava em suas reações...

- Isso garota... Se entregue... – Max sussurrava.

Os meus gemidos com ele me possuindo me enalteciam... O seu cacete deixava molhado e facilitava o que estava fazendo...

- Agora fique de quatro! – Ele me ordenou.

Embora toda aquela novidade me excitasse, mas ao mesmo tempo me assustava... Não conhecia nada daquele homem e não saberia qual seria a sua reação e, se houvesse algo que fugisse do seu controle não teria como me defender.

Ele viu me contorcer para que ficasse de quatro, em nada abalava a sua paciência, melhor sentia prazer em ver o resquício de desespero em meu olhar. E para dificultar um pouco a situação, ele colocou uma fita adesiva em minha boca.

Quando finalmente fiquei de quatro, ele retirou o plugue anal e colocou um maior... As minhas pregas começaram a se abrir mais ainda e conforme ele o introduzia, o seu cacete penetrava na buceta, oferecendo-me um prazer duplo, mesmo sentindo um pouco de dor.

Max abria os meus cadeados... Até aqueles mesmos que eu não sabia que existiam.

Ele me tornava a sua submissa, sem palavras... Apenas usando o diálogo corporal.

A minha respiração estava ofegante e seus dedos entravam e saiam de mim... E alternava com beliscões nos bicos de meus seios, provocando a dor.

Toda essa ambiência era nova para mim... Os seus tapas estalavam em minha pele branca... Os meus gritos eram sufocados pela fita adesiva e, ele notava devido ao meu rosto vermelho, não somente aonde ele tocava.

Quando o plugue anal se acostumou em meu ânus, ele o retirou e ficou massageando... E com estocadas firmes na buceta ele saiu rapidamente e com uma só investida penetrou o meu cu... O que me fez contrair o corpo. A dor foi tão intensa que se não estivesse amarrada, sairia correndo, mas ele me segurou tão forte de encontro ao seu corpo que, não tive outra solução a não ser esperar que passasse... A sua mão veio de encontro ao meu sexo... E brincava para que pudesse estimular o meu prazer... O que foi o que aconteceu.

Max jogando o peso do corpo dele sobre o meu...

- Não se esqueça... Confie em mim... – Ele me dizia sussurrando em meu ouvido.

Naquele momento se não estivesse com a boca tampada, teria lhe dito todo o meu rosário de palavrões.

E, totalmente relaxada ele começou a investir o seu cacete em meu cu... Quanto mais ele socava, mais a sua ferramenta ficava dura... E o prazer... A sensação de poder que me provocava com tudo fincado em meu rabo. Já havia feito sexo anal antes, mas nada se compara praticar com Max Muller. A sua tora só faltava me rasgar em duas... O meu corpo jogava em direção a sua barra tesa. E não suportando tanta pressão gozei com ele em meu buraco... A buceta convulsionava e chorava... O cu mastigava o seu cacete...

Max não pensava apenas no seu próprio prazer e, notando que acabara de gozar ele continuou a me estocar, o meu prazer transcendeu a tal maneira que gozei várias vezes seguida em orgasmos múltiplos. Esta minha reação se conectou com a sua essência o fazendo ensandecido e, assim castigava ainda mais o meu buraco.

Em seu ritmo batia em minha bunda e mordia as minhas costas... Sentia os seus dentes cravados em minha pele branca... E gozou agarrado em meus cabelos usando de bastante força e urros guturais... Deixou o seu membro se acalmar... Mas ainda permanecia firme... E deitando-me de lado, continuou as suas investidas com o meu cu cheio de leite, onde os seus tapas continuaram em meu rosto, assim também como os puxões em meus cabelos... O que me fazia enlouquecida de tesão.

Apossando-se novamente do plugue maior, depositou outra vez em meu ânus... E a sua língua começou a passear em meu sexo molhado...

Max me castigava... Fazia-me gozar várias vezes, até a buceta dar choque de tanto êxtase... Torturando-me sem pena...

O senhor Max Muller despertara uma nova mulher em mim... E eu mais do que nunca desejava satisfazê-lo.

A noite apenas começara com as nossas brincadeiras eróticas... E seus rituais sexuais...


***


Aquela semana foi de total aprendizagem.

O senhor Max Muller e eu nos encaixamos tão bem que me mudei para outro estado, como todos sabem ele era apenas um hospede naquele hotel.

Por fim, retornei a minha cidade para pegar as minhas coisas e organizar a vida o que levou apenas dois dias...

Afinal, haveria outros aprendizados de rituais que não caberiam naquela pequena cidade.





2 comentários:

pedro manela disse...

Um dos melhores contos, tesão à flor da pele!

pedro manela disse...

Um dos melhores contos. Tesão à flor da pele.