segunda-feira, 30 de maio de 2016

O fogo ateando no convento


Nunca fui uma dessas meninas que obedecessem cegamente aos pais.
Mesmo morando em uma cidade do interior, nunca me comportei como uma caipira.
Aos quatorze anos deixei de ser virgem...
Antes quando os meus pais achavam que os meus sete irmãos e eu estávamos dormindo... Eu fingia. Quando ouvia qualquer barulho suspeito ou uma movimentação estranha vinda do quarto, eu ia espioná-los por entre as frestas da parede de tábua o que faziam.
O meu corpo se aquecia... Uma quentura entre as pernas sentia e acabava me tocando...
E até mesmo quando voltava para o meu lugar e fechava os olhos para dormir, as cenas de seus corpos se entrelaçando não me permitiam.
***
Certa vez em uma tarde enquanto tomávamos banho em um rio próximo de casa, o filho de um vizinho, olhava-me de maneira diferente... E aquele mesmo fogo em mim se acendeu.
Mário era um pouco mais velho do que eu e notou que eu retribuíra aos seus sinais.
Nós dois procuramos disfarçar e deixamos os demais e nos escondemos atrás de uma árvore...
E fui eu quem o ensinou a fazer aquilo que os meus pais faziam na calada da noite.
No grosso tronco apoiada, eu agachei e desamarrei o laço que prendia a bermuda em seu corpo, libertando o cacete que já demonstrava o que desejava: A minha boca.
No início foi assim, brincadeiras inocentes... Eu o chupava até fazê-lo gozar!
***
Este era um segredo nosso!
E sempre que podíamos, os nossos encontros eram repletos de muita vadiagem.
O meu corpo era açoitado por sua ferramenta e gozávamos sem que houvesse qualquer objeção para tal... Isso era o que mais prezávamos sem qualquer tipo de amarras. Até que um dia, ele descobriu o meu buraco traseiro... E sendo pertinente ele adentrou em meu pequeno orifício que sangrou... Mas já com um pouco mais de experiência, soube como fazê-lo e me proporcionar um prazer anal jamais vivenciado.
***
Mário e eu tínhamos um mundo só nosso...
Até que um dia, um de seus tios, o Venâncio nos descobriu em uma parte afastada da cidade. Ele aparentava ter uns trinta anos de idade, e eu naquela altura já tinha dezesseis anos. A princípio nada falou, ficou nos espionando de longe. E bastou uma oportunidade de estarmos sozinhos que, também quis comer a sua fatia do bolo.
Com receio de que todos acabassem por descobrir o meu segredo, eu cedi as suas chantagens.
Não me arrependi! Nada melhor do que transar com um homem bem mais experiente. E, claro, deixei o Mário de lado sem ao menos lhe dar uma explicação plausível.
***
Tudo corria bem...
Até que os meus pais passaram a desconfiar de minhas caminhadas pela cidade e sem ao menos indagar, levaram-me para outra cidade e me deixaram em um convento para evitarem um mal maior. Pois lá haveria de além servir a Deus, viveria com mais recursos e estudaria.
- Se eu conheci o pecado da carne antes... Mas Senhor! Como pode ser? – Perguntei-me em meu pensamento.
Neste dia os obedeci, sem saber o que seria de meu futuro.
Em outra cidade as coisas haveriam de se encaixarem... E como!
***
No início, seguia as ordens de outras freiras para poder ter conhecimento da rotina do convento. Lá também viviam outras noviças iguais a mim.
Com o tempo, sempre encontrava uma maneira de burlar as tarefas ou as fazia de qualquer maneira.
A buceta já coçava...
O tesão demonstrava os seus sinais... A calcinha molhava, sentia o seu aroma... Desejava um macho para me foder.
Sempre quando me encontrava no reservado do banheiro, ou à noite, tocava uma siririca para amenizar os meus hormônios à flor da pele.
Nas raras vezes que saía do convento, era sempre acompanhada.
***
As irmãs do convento foram convidadas a participarem de uma festividade em outra cidade vizinha, e uma missa em ação de graças seria celebrada, nem me lembro de quê...
Até pensei que veria os meus pais, mas eles não compareceram.
Ao chegarmos às pessoas nos olhavam bastante curiosas. Não sei se devido às roupas que usávamos, ou por acharem estranho um bando de mulheres que devotam a suas vidas ao Senhor.
Mas prestei atenção em cada um desses olhares... E reconheci um deles. Era Mário, o meu macho chantagista que sabia que estaria lá e fora para me colocar em tentação.
O que ele desejava, tinha o conhecimento e eu tanto mais quanto ele.
Os meus seios só faltavam pular de meu hábito de noviça... A buceta exalava o seu aroma, desejando ser invadida...
E na parte da mais importante da celebração, avisei que estava muito apertada para ir ao banheiro e nenhuma delas se opôs.
Como ele ficara na parte de trás da igreja, ninguém percebeu eu ele me seguira.
E nos fundos da igreja ele me possuiu com tanta devassidão que esqueci quem eu era naquele momento e onde estava. Quando na parede, ele fincou o cacete entre os meus lábios vaginais já lubrificados de tanto tesão.
Eu o toquei... Estava ávida por senti-lo entre os meus dedos... Entre os meus lábios... O saboreei com tanta gula.
E, fez-me gozar como tanto almejava... E ele também se deixou derramar em minha alma nada casta.
Como se houvéssemos cronometrado o tempo... Foi somente ele se retirar após trocarmos poucas palavras que, uma das freiras me encontrou no banheiro... Ainda bem que já me encontrava lá e, fingi me sentir um pouco mal. Mas a minha vontade era de estar fodendo continuamente com o meu ex-vizinho, já que minha respiração ainda era ofegante.
Foi o tempo de me recompor para voltarmos à celebração e, não demorou a terminar.
E ao conversarmos com algumas pessoas, sentia o cheiro de macho em meu corpo.
***
Ao retornarmos ao convento, relembrava cada momento que tivera nos braços de dois homens.
***
No dia seguinte, houve um curto circuito em um bocal no alojamento das noviças, mas para ser mais correto, no dormitório o qual eu uso com outra noviça... E foi necessário chamar o eletricista.
Este quando chegou ao convento, fez com que as meninas ficassem ouriçadas. Já que o eletricista que estava acostumado a fazer pequenos reparos era um senhor de idade. Como este estava acamado e por ser uma emergência, enviou o seu filho do meio.
O jovem trabalhador chama-se Rodrigo, moreno, alto e com um belo cavanhaque.
Mas antes dele chegar eu avisei que ainda não estava bem e me mantive no quarto... A noviça Eloá me fazia companhia.
Neste momento, irmã Goreth se dirigiu ao meu quarto e ali mesmo da porta pediu para que nos retirássemos.
A boceta ao avistar o jovem rapaz logo deu sinal de vida... E ela explicara o que acontecera com o tal senhor.
- Meninas eu peço que deixem o rapaz trabalhar em paz! – Ela pediu mais uma vez.
- Como que a irmã tão nova, não pode sentir desejo por um homem tão bonito? – Eu pensei.
- Ah irmã Goreth... – A noviça Eloá retrucou.
Nesse meio tempo, o eletricista já colocava as ferramentas sobre uma mesinha ao lado de minha cama.
- Não me sinto bem! – Eu expliquei.
- Meninas! Meninas! – Ele alterou a voz.
O rapaz já verificava o local a ser consertado.
- Mas irmã, será que a senhora não sente nenhuma coceirinha? – Eu a indaguei com curiosidade e com certa maldade no ar.
- Garota sem educação! – Ela respondeu com rispidez.
- Que coceirinha? – Foi a vez de Eloá perguntar.
O eletricista ficou corado.
- Eu sinto! – A irmã Goreth respondeu em voz baixa.
- Aonde? – Eloá mais uma vez indagou.
- Aqui... Olha! – Ela respondeu, colocando a mão embaixo do hábito na altura de seu sexo, como se o rapaz não estivesse ali.
Eu a olhei e para o rapaz que compreendeu a minha intenção.
Afinal de contas, irmã Goreth é uma mulher muito bonita tanto de corpo quanto de rosto... E que bunda era aquela que ela escondia embaixo de tanto pano.
Eu fechei a porta rapidamente e se colocando de quatro sobre uma das camas para que pudéssemos descobrir o local de sua coceira, o eletricista com um só golpe colocou a ferramenta mais importante para fora e afastando a calcinha da freira, enfiou de uma só vez, percebi quando ela mordeu o travesseiro.
E não me fazendo de rogada a calcinha joguei de lado...
Eloá e eu nos tocávamos...
Rodrigo golpeava a irmã Goreth...
E ela segurava com tamanha força os lençóis para manter-se na mesma posição.
E prendendo a respiração para não gritar... O seu corpo começou a estremecer em um gozo intenso!
Ao me colocar de frente a Rodrigo, lhe ofereci o melhor de todos os boquetes e depois lhe servir o meu rabo de quatro... Ele arrancou o véu que cobria a minha cabeça, soltando o meu cabelo loiro...
A irmã Goreth ainda arfava sobre a cama, enquanto a outra me tocava...
Com uma mão em minha buceta e um pau em meu rabo, gozei feito uma puta... E eu gozei... Gozei em pleno alojamento do convento... E ainda levando uma irmã para o caminho da perversão.
E logo em seguida Rodrigo encheu meu rabo com seu leite. Porém, não tínhamos mais tempo... Alguém mais poderia chegar!
O deixamos sozinho para que pudesse concluir o serviço.
A noviça Eloá e eu nos caminhos para o banheiro e, no entanto, a irmã Goreth se dirigiu para outra ala do convento.
Eloá perguntou o que a irmã Goreth e eu sentimos quando Rodrigo estava dentro de nossos corpos... Pois ela desejava sentir a mesma reação.
- Eu posso te mostra algo! Confia em mim? – Eu lhe perguntei.
- Sim! – Ela me respondeu sem hesitar.
Primeiro fui me despindo para que ela observasse cada detalhe de meu corpo.
Neste momento eu a vi corar e ficar curiosa.
Eu comecei a despi-la...
Quando os meus dedos tocaram em sua pele clara, a sua pele se arrepiou.
Os seus seios acariciava...
Aquela sensação de desejo também era nova para mim.
Os meus lábios o tocaram...
Os dedos foram descendo até alcançar o centro de sua buceta e, ali fiquei massageando com o dedo médio improvisando um cacete, até que aos poucos o introduzi com movimentos lentos...
Eloá foi se rendendo as minhas carícias... E eu aumentava mais o meu ritmo. Até que olhando fixamente em seu olhar, coloquei-me de joelhos como lhe adorasse, os meus lábios os lambi para umedecê-los e a língua tesa pousou em seu clitóris com movimentos circulares.
A respiração de Eloá ficava cada vez mais ofegante... As suas mãos deslizavam por seu corpo claro e esguio.
Não pude deixar de me entregar ao tesão e me tocava... Jamais pensava em tocar outra mulher... Mas o sexo em si é algo surpreendente. Entre duas pessoas ou mais se entregando ao desejo (in)consciente.
Eloá estava cada vez mais molhada...
Até que senti o seu corpo estremecer...
Pela primeira vez na vida ela gozara, derramando-se em minha boca.
E aprendera rápido, pois me apoiou no chão e se enfiou entre as minhas pernas fazendo a sequência que antes eu fazia e sobre a batuta de sua língua ela me fez novamente gozar provando de meu sumo.
Ela me olhou tão ternamente que seus lábios repousaram nos meus e sentimos o sabor de uma da outra em nosso paladar.
Como garotas endiabradas, nos arrumamos rapidamente para não sermos flagradas.
Quando retornamos o reparo em meu quarto já estava pronto. E nem sinal do eletricista. Depois do que ocorrera, nem sei como ele conseguiu ter sangue frio para terminar.
Então, procuramos a irmã Goreth. Esta estava na capela rezando com tamanha angustia que podíamos notar as lágrimas em seu rosto. Como era de costume as irmãs passarem tantas horas rezando no convento que, as outras irmãs não viram nada de estranho em seu comportamento. Mas Eloá e eu sabíamos exatamente o que havia ocorrido e nos entreolhamos com um sorriso cínico no canto da boca.
Mesmo com aquela sensação de novidade no corpo, não deixamos de cumprir as nossas tarefas diárias.
Como Eloá dormia em outro dormitório ao lado, pediu autorização à madre superiora para que pudesse trocar com a outra noviça que dormia comigo. E para a nossa felicidade, ela permitiu.
Será bem mais divertida as minhas noites com ela, já que a outra garota mal me dirigia à palavra.
Eloá um pouco antes do horário de nos recolhermos arrumou os seus pertences no armário.
Quando nos certificamos que não havia mais movimento no convento, ela pulou para a minha cama e conversamos até tarde sobre as peripécias sexuais que eu já havia praticado. E não demorou muito para que debaixo dos lençóis começássemos a nos tocar mutuamente e vivêssemos com mais calma a mesma experiência na parte da manhã.
Eloá e eu ficamos viciadas nesta prática sexual, era uma maneira de extravasar o tédio e a mesmice.
Esse era o nosso segredo...
E sobre a irmã Goreth, após aquela manhã, não foi mais a mesma e claro que, não teceu nenhum comentário, afinal se mais alguém soubesse, seríamos as três punidas.
***
Às vezes, alguns padres ou seminaristas vêm até o convento. Outras vezes, repousam durante a noite para que no dia seguinte possam seguir viagem. E, às vezes, quando isso acontecia, nem precisava me preocupar que, algum deles sempre encontrava um jeito para saber se havia alguma noviça rebelde ou uma irmã mais dissimulada.
***
Certa vez, um padre chamado Marcos, passou a noite por lá.
Quando o vi...
- Nossa! Que homem lindo... – Eu disse em meus pensamentos.
Os seus olhos azuis, cabelos loiros bem cortados, alto... A roupa marcava o seu porte atlético.
Antes da hora de nos recolhermos, o encontrei em um dos corredores que não era permitida a circulação de homens, até mesmo de padres.
- Ora! Ora! Veja o que encontrei aqui... Uma ovelha desgarrada! – Ele comentou.
O seu olhar se tornou gélido. Não era mais aquele padre amável e cordial de antes.
Como se tirasse um raio-x de minha essência... Olhando-me de baixo para cima, como se desejasse me devorar com os olhos.
Uma mulher percebe quando um homem a olha com desejo. E nesta escola já estava matriculada há muito tempo. E sinto que ele também sabe disso!
- A mais tarde quero uma visita sua em meu quarto! – Ele me intimou secamente.
Como são as coisas...
***
Uma alegria íntima sentia por saber que seria rasgada pelo padre Marcos. Porém, comportei-me como se suas palavras fossem uma navalha dilacerando a minha alma.
De seu olhar me desviei... A cabeça abaixando e segui...
- Essas meninas! – Ele comentou sorrindo.
***
Não via o momento para que pudéssemos estar a sós...
E na minha ansiedade, contei para Eloá que, também se mostrou interessada para ver os atributos do padre e concordei em leva-la comigo.
Como se nada estivesse acontecendo, agíamos... Ninguém poderia desconfiar de nada de mais estaria por acontecer. Absolutamente nada!
Quando não existia mais movimento pelos corredores, ainda aguardamos por um bom tempo. E apenas calçadas por meias para evitar qualquer tipo de barulho, dirigimo-nos para os aposentos do padre.
Não bati na porta, poderíamos chamar a atenção de alguém.
Mas ao abri-la, tivemos uma grata surpresa, ao ver a irmã Goreth sendo enrabada por ele.
Ela não percebeu a nossa intromissão devido a sua posição, porém, o padre notou a nossa presença e, sorrindo não cessou o que fazia.
Eloá e eu retornamos para o nosso dormitório, no entanto, ficamos atentas ao movimento do corredor. Após um tempo, a irmã Goreth deixou o quarto do Padre.
Ao voltarmos ao seu quarto, a porta estava entreaberta.
- Eu tinha a certeza de que as duas ovelhinhas retornariam para serem abatidas! – Ele nos disse secamente.
- Desculpe! Mas não é sempre que temos a oportunidade de ficarmos sozinha com um homem! – Eloá comentou com ingenuidade.
- Eu quero terminar o que a irmã Goreth começou! – Eu o avisei já colocando a mão sobre o seu sexo.
- Já vi que não perde tempo! – Ele comentou.
Eu o coloquei para fora e comecei a chupá-lo. Eloá seguia os meus passos e fazia o mesmo.
Ao notar a sua ereção, fiz com que Eloá se deitasse e o direcionei para a sua buceta. Ao tentar penetrá-la, o padre observou a sua resistência, notando a sua virgindade.
- Hoje é minha noite de sorte! Um cabaço para deflorar! – Ele exclamou com entusiasmo.
Aos poucos foi empurrando o grosso cacete na buceta de Eloá que foi o recebendo com prazer.
O sangue começava a escorrer por seu cacete e, para diminuir um pouco a sua dor, eu chupava o seu clitóris.
E não demorou em que o seu corpo explodisse em um gozo intenso e para não gritar eu a sufoquei com um delicioso beijo.
- Que delícia! Duas putinhas me servindo! – Ele falou baixinho.
Eloá foi deixada um pouco de lado, coloquei-me de quatro para aquela tora de homem. E fiz sinal com o meu cu piscando para que ele o comesse.
O padre Marcos cuspiu em meu rabo e introduzindo o dedão como se marcasse o alvo que seria dilacerado.
Ele com uma só estocada invadiu o meu rabo, pois com a minha atitude percebera que eu não era mais virgem.
Em sua vara rebolava...
A bunda empinava...
De encontro ao seu corpo eu batia...
Os meus cabelos eram puxados...
E pedia a Eloá que viesse por baixo de meu corpo e me chupasse.
Que delícia de foda...
Uma maravilha de ménage à trois.
Foi a minha vez de entrar em ebulição e me perder, ou melhor, encontrar-me entre dois corpos.
O frenesi era tamanho e, mesmo assim aguentei firme a tora do padre garanhão.
Eloá se colocou de frente a mim para que eu pudesse tocá-la e chupá-la... Enquanto, o padre Marcos socava o meu cu e, não suportando mais a pressão de minha boca em seu sexo, Eloá novamente se rendeu ao êxtase.
Os solavancos do padre eram intensos...
O gozo veio fremente e, eu sufoquei os meus sussurros proibidos, com ele enchendo o meu cu de leite.
A cada pulsação de seu corpo dentro de mim eu sentia em minhas paredes anais...
E ofegantes caímos sobre a cama que naquela noite era a sua.
Eloá e eu o chupamos para secar cada resquício de porra que ali ficasse.
Já quanto ao sangue no lençol, naquele momento nada podíamos fazer.
Ao nos vestirmos, apenas trocamos alguns olhares de cumplicidade e, algumas poucas palavras.
- Acho que farei outras visitas a este convento! Fui tão bem tratado! – Ele comentou.
- Nós que agradecemos! – Eloá falou.
- Vamos garota! Antes que nos peguem com a boca na botija! Ou melhor, na batina! – Eu falei.
- Você é bem espertinha para uma noviça! – Ele observou.
- Não estou aqui por vontade própria... Os meus pais que me obrigaram! – Eu lhe expliquei.
- Vamos! – Eu disse a Eloá e deixamos o padre.
***
Na mesa do café da manhã, antes de seguir viagem, o padre Marcos comentou que sofrera um pequeno acidente com uma tesoura no quarto e havia sangrado, mostrando o curativo no dedo.
- Isso explicaria o sangue no lençol! – Eu pensei respirando fundo.
Eloá se encontrava na outra ala do convento, enquanto, a irmã Goreth lhe fazia as honras, como se nada estivesse acontecido... Se ela soubesse que Eloá e eu sabíamos, nem posso imaginar o que mais poderia acontecer.
***
Quanta heresia...
Tanta hipocrisia...
E meus pais achando que eu levaria uma vida diferente da cidade em que vivíamos.
Mesmo aprontando as minhas estripulias, eu foquei nos estudos... Só assim teria uma vida melhor após a minha saída do convento.

3 comentários:

CLOVIS MARTINS disse...

Assim eu gozo...

CLOVIS MARTINS disse...

Deliciosamente pecaminoso...amei!!!

antonio sá disse...

Parabens Muito bom, me deixou excitado até parecia que eu estava no conto