domingo, 1 de maio de 2016

Que tesão: Meu cafajeste favorito



Sabe aquela pessoa com quem você tem um envolvimento, mas que não vale o que o gato enterra?
Não que seja um indivíduo ruim... De má índole... Pois é este o meu dilema.
Assim é o meu doce cafajeste...
Um pecado em forma de macho!
Mesmo que não tenha fincado a minha bandeira em seu corpo, marcando o meu território, ele marcou o meu.
Às vezes, bate aquele ciúme básico, sem demonstrar é claro!
Como o nosso “relacionamento” seria completamente clandestino, às margens da sociedade e dos fofoqueiros de plantão, tornou-se mais fácil ignorá-lo. Eu sempre soube que ele fodera com quase toda a mulherada da vizinhança. Mas o tesão que tenho por ele é incomum e não resisti as suas investidas, quando ele cometeu um desatino impensado, focado apenas no tesão.

***
A campainha soou...
A minha mãe foi atender e prontamente me chamando...
Ao olhar a figura daquele homem que já me fizera gozar tantas vezes em locais inusitados e proibidos, agi friamente, porém, por dentro o meu corpo entrava em ebulição e a calcinha se molhava.
Ele me indagava o porquê de não atender as suas ligações.
- Não sou obrigada a falar com um sujeito cafajeste! – Eu lhe respondia entre os dentes para que ninguém pudesse nos ouvir.
- Você sempre soube que sou assim! E além de tudo casado. Ninguém aqui foi enganado. – Ele me respondia e com razão.
- Novidade! E a Tereza (uma vizinha metida, com a qual meu santo nunca bateu com o dela)? Ela também? – Eu lhe perguntei demonstrando raiva em meu olhar.
- Eu sei que você não gosta dela... Claro que não! – Ele me respondeu abaixando o olhar.
O idiota falava algo e dizia outra com a sua expressão facial.
Ele bateu a porta como se houvesse ido embora, no entanto, percebeu um instante de distração por parte de minha mãe e me seguiu até ao meu quarto.
- Você é louco? – Eu lhe indaguei por entre os dentes.
- Louco para foder com você! – Ele exclamou logo me agarrando.
Mais uma vez não resisti aos seus apelos... Ao seu corpo me induzindo ao pecado da luxúria.
No mesmo instante sentia raiva... Por que ele tinha que ser daquele jeito... Teso e avassalador?
As suas mãos me acariciando fizeram com que perdesse completamente a razão, levando-me a seguir por seus territórios desconhecidos e, deixei-me extravasar... Porque há muito desejava senti-lo novamente dona de seu pedaço de carne, ao menos por alguns longos minutos.
Entretanto, lembrei a conter-se ao menos um pouco para não fazermos barulho.
A boca quente e úmida passeava pelo meu corpo...
A respiração tornava-se ofegante...
A mão por baixo do vestido...
Enfiando dedos na boceta.
Quanto tesão acumulado por este homem de pele clara e olhos esverdeados!
O cacete teso sentia roçando a bunda...
O cafajeste rasgou a calcinha, abriu o zíper de sua bermuda, colocando-o para fora e introduziu na boceta quente, molhada e receptiva.
E puxava os meus cabelos...
Os seus movimentos intensificava...
Os meus lábios mordia para não gemer e nem sussurrar...
A cada solavanco o sentia mais firme dentro de mim.
Com a outra mão dedilhava o clitóris...
E são nesses insanos momentos de devassidão que, percebo o porquê de ser tão vidrada neste macho.
O vestido tirou por cima de meu corpo, jogando-o em um canto qualquer.
Com maestria ele novamente me fez perder o controle da situação e a noção de perigo... Ao me fazer gozar, libertando de minha alma um gemido incontido.
Ainda com meus lábios vaginais convulsionando ele me colocou de quatro sobre o tapete e me serviu na boca com o seu cacete... Que chupei deliciosamente com o meu sabor nele.
Uma tapa estalou em minha bunda, colocou-se por trás e esfregando o pau pela boceta ele deslizou até chegar a meu cu.
Aos poucos foi enfiando tu-di-nho até as bolas!
E eu rebolava para que meu corpo pudesse se acostumar com o seu...
Ele me cavalgava...
Os cabelos puxavam...
E a liberdade era a minha.
Quanta insanidade para dois corpos que se saciam com o licor do sexo.
A cada estocada era o meu espírito que se alimentava com a sua fúria carnal.
E me tocando... Permiti que o meu corpo novamente se expandisse...
E me contorcendo de prazer...
O meu cafajeste favorito jorrou em meu buraco... Enchendo o meu copo com toda a sua lascívia de macho, fazendo com que sentisse a mulher mais desejada.
O nosso frisson era tamanho que, ele continuou socando em meu rabo...
E se fazia mais teso quanto antes...
Entregando-se ao gozo pela segunda vez, deu-me um banho, fazendo exalar o seu cheiro pelo quarto.
Com as nossas respirações ofegantes...
Embora saciados para aquele momento, ficamos sobre o chão... Um sorrindo para o outro...
E passada toda aquela euforia...
- Como ele sairia sem ser visto? – Eu pensava.
Quando ouvi batidas na porta.
Era a minha mãe.
Logo em seguida avisei que iria para o banho.
Após nos recompor, ao olhar no corredor a vi entrando em seu quarto, quando fiz sinal para que ele fosse embora.
Ele se despediu com um beijo em minha testa.
- Louco! – Eu lhe disse sussurrando.
- Ufa! Que alívio! – Eu disse em voz baixa.
Por mais que eu tente...
Por mais que eu me esforce...

Não dá para resistir a esses perigos deliciosos que o destino impõe em nossas vidas.


Um comentário:

CLOVIS MARTINS disse...

Ciúmes cor-de-rosa...