
Nossos olhares quando se encontram já sei o que o teu corpo deseja...
A tua cara de cachorro... O teu jeito lascivo de ser!
No fundo somos iguais, o sexo quente corre em nossas veias e sabe disso muito bem.
Não sou muito de me revelar, deixo-o me comandar, fazer de mim o que bem quiser e desejar até o momento de mostrar minhas armas.
E então, saberá quem eu sou:
O vulcão que se esconde dentro do meu corpo frágil e de meus trejeitos recatados.
Quando estamos a sós, sou uma presa coagida diante do domínio de exímio predador, pois tens as características do macho que mexe com o meu tesão.
Fico quietinha esperando a tua reação... E o que podes fazer comigo.
É nesse momento que nossos corpos se entregam ao jogo de luta corporal, entre a realidade e insanidade.
Sou levada em outro caminho que não seja a razão, pois me perco em teus devaneios na ânsia de loucuras por novas aventuras.
Com ele sou mesmo assim: Uma vadia... Uma puta...
Prontamente entregue ao vício de me possuir oferecendo todos os meus orifícios.
Ali mesmo sou abatida, posta de quatro e comida feito uma cachorra em pleno cio, ao som de tua voz me perguntando se eu gosto.
Minha resposta afirmativa o leva ao delírio, chamando-me de puta e de cachorra, estocando-me com mais vontade até o membro grosso começar a latejar dentro de mim, inundando-me com tua porra viscosa.
É algo a seco, sem o sentimento e o envolvimento que uma relação carnal precisa para que aconteça ou que se deva existir.
Estamos sempre prontos para o prazer, almejando somente o clímax... Os nossos gozos para uma imensa satisfação.
Um comentário:
Mais um texto delicioso... O clima de prazer nos seus textos é maravilhoso. Espero mais... todos os dias se possível!
Beijos
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