
Desde que me entendo por gente, as mulheres não levam a sério os homens bonzinhos e responsáveis. Esses são apenas para casar!
A minha realidade é que prefiro os homens cafajestes por natureza e que exalam sexo em seus poros só de notar uma fêmea a sua frente.
É assim que acontece com o meu doce cafajeste...
Noto que suas qualidades valem à pena serem desfrutadas nestes momentos de falta de sanidade, sem pensar nas conseqüências de nossos atos.
Ao passar pela minha rua espreitando o movimento de minha casa:
- Olá safada! – era ele do outro lado da linha telefônica e logo emendou um convite para ir até a sua casa.
Pedi para que esperasse alguns minutos.
Fui direto para o banho e ficar cheirosinha para ele.
Ao nos encontrarmos, vem logo cheio de dedos em direção ao meu corpo, não dando tempo de conter a minha respiração. Fazendo o seu pedido do dia:
- Quero rasgar este teu cuzinho gostoso! – disse ele ironicamente.
- Aff!!! – respondi.
Ordenou-me para que ficasse de quatro!
Ansiosa obedeci, apenas falando que era um louco por me colocar naquela situação: não do ato em si, mas pelas circunstâncias que nosso encontro secreto se dava.
- Adoro comer o seu bumbunzinho! – dizia ele.
E eu no meu fogo rebolava!
Quando vinha com sua estaca para o meu cuzinho, este se comprimia devido à dor e claro que reclamava.
- Está doendo sua puta? É assim que eu gosto! – comentava ele.
Apesar do incomodo que sentia, agüentava firme, mas reclamava para fazer o seu bastão ficar mais rígido.
Pedi para que cessasse seus movimentos, e rebolando empurrava o meu bumbum de encontro a sua vara.
- Não me canso de repetir que você é uma puta deliciosa! – falava ele como se estivesse fazendo um jogo.
- E você é o homem mais cachorro que já conheci! – retruquei entrando em seu momento.
Aos poucos e ele foi se movimentando, quando sentiu que o seu pau já havia rasgado todo o meu cuzinho.
Esse meu cafajeste realmente é uma loucura, pois desperta a libido em meu corpo, como poucos homens já fizeram.
Talvez seja pela adrenalina provocada pelo perigo de sermos flagrados.
Meus sentidos reagem de todas as maneiras, sinto-me como se fosse outra pessoa, como se uma nova alma se apossasse do meu corpo frágil.
Quem sabe, se não seja a pessoa, e sim a entrega da minha parte insana e pervertida que se extasia com o prazer da carne.
Percebo que em dado momento, meu corpo e minha alma fazem a junção se transformando em apenas um, doando-se a força avassaladora do sexo.
Ele continuava cavalgando em minhas ancas, falando palavras que ouvia ao longe, pois me sentia em outra dimensão.
Com os olhos fechados, sentia o seu membro se contraindo em meu orifício, dilatando todas as suas veias, pulsando no ritmo de seu coração acelerado, atingindo o gozo supremo para o nosso deleite.
Meu corpo queria... Pedia mais!
Porém, os minutos ali sozinhos já tinham se extrapolado.
Ao nos recompormos, disse que ele tinha atiçado a minha força maior: O SEXO que é quase indomável ou totalmente.
E o bom senso dessa vez falou mais alto.
Voltei para casa com uma imensa vontade de possuir na alma e no corpo aquela sensação de paz que o orgasmo proporciona.
Esperando ser invadida por ele, ou por outro, que me proporcione o mesmo sentido que o êxtase pode trazer para a nossa alma.
Um comentário:
Que delícia, amei!
Parabéns.
Beijos.
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