
Faz de mim, a sua caça...a sua presa,
A fruta do pomar mais saborosa.
És um ser infinito...luz e divindade,
Este é o sinônimo de felicidade.
Deita-me com pecado na verde relva,
Deslizas as mãos sobre minha vulva.
De moça.... santa e ingênua a puta,
Escancaro as pernas, o êxtase liberta.
Na pele roçando os longos cabelos,
Faz com que meu corpo estremeça.
Tudo o que quiseres de mim...peça,
Que lhe servirei com o maior zelo.
Darei-te todas as formas de sexo,
Quero-te leve e totalmente sem nexo.
De qualquer maneira do tradicional,
Passando do oral ao lascivo anal...
Agarra-me em minhas compridas madeixas,
Arranhe-me tirando com força o meu fôlego.
Perco-me em caminhos perigos contigo,
Sugando o teu falo como deliciosa ameixa.
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