
Não sei o que ele sente ao me tocar... Não demonstro nenhuma reação de tesão...
Não fico molhada e consequentemente não me sinto excitada!
As suas carícias não me dizem nada. Mas parece que o prazer dele está aí...
O tesão explode em seu corpo, quando digo não querê-lo.
O rejeito... O renego...
Finge não ligar para as minhas reações de repúdio.
É assim que gosta de me ver, coagida feito um animal indefeso diante de seu algoz.
Os seus desejos... O seu fetiche vale mais do que tudo!
Quando suas mãos me tocam... Quando a pele me acaricia, suas feições ficam transfiguradas.
Meus seios parecem que o hipnotiza...
Não é mais o homem que está ali à minha frente e sim o animal feroz que quer fazer valer os seus instintos da carne.
Sem o menor clima para uma transa casual, desafivela o cinto e me obrigada a cheirar o seu pênis ainda amolecido.
Sentada sobre uma cadeira, sou obrigada a chupá-lo...
Sinto náuseas... Digo que vou vomitar.
Porém, desfere contra mim o seu roteiro de xingamentos e me batendo no rosto!
Outra vez projeta o seu cacete teso em minha boca, forçando mais a saída e entrada...
Volta a sensação de náuseas e ouço que sou proibida de vomitar.
Segundos seguidos com ele bombando em minha boca, peço-lhe para parar e outra vez não sou atendida.
Então o afasto!
O que não o faz questionar a força de seu ato!
Olhando-me furiosa, retira do bolso uma camisinha e veste em seu cacete e começa a se punhetar o que me obriga a fazer logo em seguida.
Não digo nada, a não ser algumas reclamações.
E abaixando a minha roupa, invade a minha buceta e diz que deseja me fazer gozar.
Estou fragilizada pelo momento, não queria que as coisas fossem daquela maneira e aviso que não quero gozar.
Seu membro em riste entra e sai... Em meu corpo paralisado...
Estou feito uma puta que sai com um cara nojento a troco de uns trocados qualquer.
Ele me agarra freneticamente contorcendo-se em cima de meu corpo. Porém, fico ali parada, inerte as suas estocadas.
- Goze logo! – o intimei.
- Tem certeza? – quis saber.
- Absoluta. - Fui objetiva.
Não demorou muito para que ele logo anunciasse o seu gozo.
Então, ele cessa suas investidas contra o meu corpo inerte a seus movimentos e tenho o seu pequeno pedaço de carne a pulsar em minhas entranhas, expelindo o seu gozo.
Quando ele retira o seu plácido pênis, vejo em seus lábios o sorriso de satisfação pelo gozo a ele consentido e lamentando por não me fazer gozar.
Novamente o clima voltou a ficar ameno...
Voltando a se queixar de minha sensibilidade e que hoje em dia isso está fora de questão.
O que realmente se passará na mente de uma pessoa assim?
Que não demonstra sentimento no momento do sexo...
Esse fetiche... Essa possessão real que toma posse de seu corpo, com o único intuito de gozar.
Por onde andará a poesia do momento?
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