
Quando a vida nos coloca frente a frente com o destino, não podemos fugir dele. Ignorá-lo seria uma sentença...
E qualquer que fosse a nossa escolha seria fatal. Viveria entre a cruz e a espada!
Qual seria a sua escolha: O bem ou o mal? A vida eterna ou o pecado?
Eu fiz a minha escolha! Não sei quais serão as suas conseqüências.
O que importa é o presente e o sigo até onde ele possa me levar.
*****
Morava desde criança naquela cidade do interior do Rio Grande do Sul, onde as moças eram condicionadas a casarem e servirem os seus maridos, independente do que eles fizessem ou deixassem de fazer.
Eu sou uma dessas mulheres de vida pacata, que espera o marido em mais uma noite de farra.
Olhando-me no espelho, percebo que não sou uma mulher de se jogar fora, mas a vida me deu como prêmio viver sob a clausura de mais um casamento frustrado e convencional aos olhos da sociedade.
Hoje tenho trinta e cinco anos, e o que eu possuo: um marido, dois filhos e a situação difícil para criá-los, que por vezes, falta até o que comer dentro de casa. Porém, o meu marido não passa uma noite sequer dentro de casa, quando chega do trabalho vai logo para a barraca jogar e beber.
Algo aconteceria para mudar o rumo de minha vida:
Como o pároco da pequena igreja que freqüento estava muito debilitado, viria outro padre para substituí-lo.
Assim, o velho padre poderia se cuidar na capital.
Como na pequena cidadezinha não acontecia nada de extraordinário, aquele era um motivo para festa a chegada do novo padre.
Muitas beatas se perguntavam como poderia ser o novo padre, jovem ou velho como o antigo pároco?
Não me preocupava com essas questões, pois somente era freqüentadora assídua nas missas e não em pastorais como as outras beatas.
O dia marcado para a vinda do padre chegou.
As pessoas logo cedo estavam na porta da igreja, pois o ônibus chegaria por volta das oito horas da manhã.
O antigo padre da paróquia ainda ficaria na cidade por uma semana, para passar os assuntos da igreja para o padre recém-chegado.
O ônibus chegou e para espanto de todos, havia ocorrido um contratempo com o novo padre e ele não teria viajado naquele ônibus.
As beatas ficaram desconsoladas, o que afinal de contas teria acontecido? Perguntavam-se as beatas.
Como a comunicação era difícil, não teve como o antigo padre saber o que acontecera.
À tarde, as crianças estavam na escola e meu marido não havia chegado do trabalho. Ainda era cedo.
Quando me encontrava no quintal de casa, recolhendo a roupa do varal, avistei um homem se aproximando. Não era morador, pois como a cidade era pequena todos se conheciam.
Quando o vi se aproximar carregando uma mala e uma pequena bolsa, tive certeza de que era visitante.
Notei ainda que ele vinha em minha direção, e ao chegar perto do pequeno muro que circulava a minha casa, ele me pediu licença e perguntou a direção da igreja.
Nunca tinha visto um homem como aquele... Negro, alto... Forte...
Senti uma sensação estranha em meu corpo, minha buceta ficou totalmente molhada quando senti o exalar da fragrância de seu corpo.
Fiquei completamente perturba ao ouvi a voz dele, porém, ele se apresentou como Padre Gerard.
Foi então, quando fiquei sem saber o que dizer. Estava desejando um padre!
Mas a sensação do meu corpo falou mais alto!
Pedi que me aguardasse um instante para fechar a casa, pois o acompanharia até a igreja.
Assim ele o fez... Aguardou-me, juntos fomos caminhando e conversando um pouco sobre a comunidade até chegar à igreja.
Ao encontrarmos nosso antigo pároco, ele me agradeceu a gentileza.
Não podemos continuar a conversa, pelo fato de logo as beatas se aproximarem.
E não quis permanecer no local, minha respiração estava ofegante.
Os padres me agradeceram a gentileza me dando suas bênçãos...
Quando senti a mão do Padre Gerard tocar a minha, parecia que tinha recebido uma descarga elétrica em meu corpo.
E ele frisou que desejava que eu fosse participar da missa no dia seguinte peal manhã.
Não poderia continuar ali e me retirei do local.
No caminho de volta para casa, sentia... Não! Não sentia as minhas pernas, estavam trêmulas.
Nunca tinha tido tal sensação!
Continuei o meu serviço e algumas vizinhas comentavam comigo finalmente a chegada de Padre Gerard.
Fazia-me de desentendida! Não queria deixar perceber o que o padre meu causava. Nem por meu marido eu ficava de tal maneira.
Desejei que as horas se passassem... Que o dia amanhecesse e assim poderia ir à missa e vê-lo novamente.
Finalmente o dia amanhecera, e as crianças ainda dormiam quando fui à igreja para participar da missa, celebrada pelo antigo padre e Padre. Gerard o auxiliava.
Então, uma semana se passou e a comunidade se despediu de do antigo padre com uma festa.
Não sabíamos quanto tempo o padre Gerard ficaria conosco. Mas o frenesi que ele me causava era o máximo.
Uma tarde aproveitando estar sozinha em casa, o procurei para me confessar.
Encontrávamos sozinho... Eu sabia o que o meu corpo desejava.
Padre Gerard era um homem novo, ordenara-se há poucos meses, aos trinta anos de idade.
Quando me encontrou ali sozinha, percebi o seu estado de desconforto. Notei que lhe causara alguma reação, que o deixava desconcentrado.
Quando pedi a sua benção, as sua mão estava fria e suada.
- Será que o padre estava sentindo o mesmo que eu: desejo? – pensei.
Para me confessar sentei com ele em um dos bancos na lateral da igreja. Ele não usava a batina. Ele só colocava a vestimenta nas celebrações ou em ocasiões especiais.
Ao proferir minhas palavras, contando um pouco de minha vida monótona, até o dia em que ele chegou ali. Seus olhos brilhavam...
Quando abaixei o olhar, sem qualquer intenção meu olhar repousou sobre o seu membro, notando o volume que se formara ali.
Que vontade... Que desejo era o meu de colocar o seu membro rígido para fora!
Ao terminar a confissão e dizendo a penitencia e logo seguida me dando a sua benção, peguei novamente em sua mão, extremamente gelada.
Quando me dirigi, para frente do altar, ajoelhada, Padre Gerard me olhou de uma maneira, que não tive como me conter.
O seu olhar era um convite e sem pensar nas conseqüências, o segui.
Não dizemos uma só palavra, nos olhamos e nossas bocas se procuravam , querendo nos engolir.
Como na ocasião, usava um vestido comprido, não foi difícil consumar o que tanto desejávamos, ele virou-me de costas e afastando a calcinha me invadiu com ferocidade.
Padre Gerard, estocava-me com força em sua virilidade de homem. Pela primeira vez me sentia desejada como verdadeira fêmea.
Estava ali como uma puta a transar com padre recém-chegado na paróquia.
Possuía um misto de sensações, o perigo de chegar alguém e sermos flagrados em ato mais do que libidinoso, excitávamos mais.
Padre Gerard puxava os meus cabelos, sussurrava palavras em meus ouvidos, perdendo totalmente o controle da situação, fazendo-me rebolar envaidecida com seu grosso cacete entre minhas coxas.
Minha vontade era de gritar, xingar toda a lista de palavrões que conhecia, mas precisava me conter. Apenas sentia o ritmo de seu corpo colado com o meu, quando senti me senti estremecer em um gozo intenso!
Padre Gerard anunciou em seguida o seu gozo, encharcando-me com a sua porra... Inundando a minha buceta.
Ao virar-me, deu-me um beijo na boca e ao nos despedirmos, disse que estaria me esperando para uma próxima confissão.
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