às normas da empresa.
Os chefes me olhavam quando passavam por minha mesa e sempre aconteciam cantadas quando me encontrava em suas salas.
Porém, com um dos diretores era diferente, ele mexia comigo. Só em lembrar o seu nome: Humberto!
Minha bucetinha fica molhadinha de tesão. E sempre me desviava de seus olhares e de suas cantadas.
No meu setor no qual fazia parte a maioria eram homens, entretanto havia uma diretora, a dona Luzia uma senhora muito simpática. Como ela estava trabalhando em um projeto, pediu o meu auxílio.
E justamente no dia de apresentar o projeto ao doutor Humberto, a Srª Luzia teve uma forte enxaqueca, e mandou um recado para que eu o apresentasse, pois estava a par de tudo.
O doutor Humberto não ficou nem um pouco reticente, já que o andamento do projeto teria que passar primeiro por seu crivo para depois ser apresentado aos demais diretores.
Por isso, que não hesitei em ajudar a Srª Luzia. Naquele momento era ela quem precisava de uma ajuda.
Como o material do projeto estava em sua sala e com a sua permissão, não foi difícil ter acesso.
O momento da apresentação chegou, quando o doutor Humberto me chamou a sua sala.
Cumprimentando-o formalmente e pedindo alguns instantes para que pudesse organizar o material sobre o projeto da diretora.
O olhar dele era fixo e observador em minha direção.
Um pouco sem jeito me organizei, mas a minha timidez no momento deu margem ao tesão, enfim, com mais firmeza expus o projeto da mesma maneira, ou melhor, do que a sua mentora.
O doutor Humberto, ainda sentado elogiou a minha desenvoltura diante de um fato novo, por eu ser muito jovem e ter força de vontade. Porém, sabia aonde ele queria chegar.

Não sei o que me deu no momento, levantei a minha perna e coloquei o meu pé sobre o seu colo, direcionando a ponta do meu sapato para a sua virilha. E deixando a mostra a minha calcinha e parte de meu bumbum.
A maneira de me olhar dele, já me devorava e diante de minha atitude, ele queria me penetrar de qualquer maneira.

O doutor Humberto começou alisar o seu cacete por cima da roupa, e entendi muito bem aquele recado: ajoelhei-me a sua frente, quando ele começou a me acariciar levantando a minha saia e tirando a minha blusa, expondo os meus seios.
Não resisti diante daquele volume e cai literalmente de boca, naquele membro louco por um delicioso boquete.
Doutor Humberto gemia baixinho, para que não levantássemos suspeitas.
- Nossa que homem delicioso! – Eu dizia.

Não demorou, para que ele tirasse a minha calcinha e me fizesse sentar em cima daquela tora, ensandecida ansiosa por me invadir.
Cavalgava, igual a uma puta montada em seus quadris e ele mordia os lábios, pois a nossa transa tinha que ser sigilosa.

Para mudar um pouco a minha posição. De costas para ele, finquei o meu cuzinho naquele cacete teso...
- Puta... Dando o cu para o diretor em pleno expediente! – Falava ele me socando.
- Isso... Xinga a tua cadela... Há muito tempo que desejava fuder com você! – Dizia para ele.

Doutor Humberto arremetia o seu corpo de encontro ao meu bumbum branco, sentia suas bolas em minhas carnes.
Na hora de dar eu sou uma puta mesmo, e lambia os meus seios, envaidecendo mais o meu tesão... A minha volúpia com a sua tora atolada em meu cuzinho.

Levantando-se, o doutor Humberto me colocou sobre a sua mesa e de uma só vez invadiu o meu rabinho já rosado pelas suas investidas...
Acariciava os meus seios e tentava conter os gemidos que emanavam de minha alma. Mas eram completamente incontroláveis.

E então, o doutor Humberto iniciou a massagem em meu clitóris, penetrando os seus dedos em minha buceta.
- Esse homem realmente sabe fuder uma fêmea ávida por gozo como eu! – Pensava.
Não demorou muito...
E suspendendo o meu corpo de encontro ao seu, gozei tentando conter os meus ais e gemidos.
Gozei deliciosamente recebendo seu cacete e seus dedos em minhas entradas.

O doutor Humberto, colocou-me de quatro e arremeteu outra vez em meu cuzinho... Inundando-me com o leite que emanava de seu cacete.
Depois de gozarmos, ele me acompanhou em seu banheiro privativo para que pudesse me recompor rapidamente e não levantar a atenção dos demais funcionários.
Depois de refeitos, Doutor Humberto acionou a sua secretária e disse que me ajudasse no que fosse possível para que o projeto de sua colega fosse apresentado para os demais diretos.
Outra vez sozinhos em sua sala, o doutor Humberto me propôs um pacto de silêncio e assim viveríamos mais momentos iguais e até melhores como aquele.
Como não sou boba, aceitei prontamente e assim quando aparece uma oportunidade nós transamos em sua sala ou quando fazemos uma esticadela na hora do almoço em seu carro ou depois do expediente para o motel.
Nada melhor do que fuder com quem nos desperta o tesão!
Um comentário:
Muito bom ....gostei do conto ...casando com as fotos....perfeito!
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