sexta-feira, 25 de março de 2011

ONDE SE GANHA O PÃO:TAMBÉM SE COME A CARNE

Eu trabalhava há pouco tempo naquela empresa como assessora, mas a secretária que era mais antiga no cargo me auxiliava sempre que podia em caso se houvesse alguma dúvida com relação
às normas da empresa.

Os chefes me olhavam quando passavam por minha mesa e sempre aconteciam cantadas quando me encontrava em suas salas.

Porém, com um dos diretores era diferente, ele mexia comigo. Só em lembrar o seu nome: Humberto!

Minha bucetinha fica molhadinha de tesão. E sempre me desviava de seus olhares e de suas cantadas.

No meu setor no qual fazia parte a maioria eram homens, entretanto havia uma diretora, a dona Luzia uma senhora muito simpática. Como ela estava trabalhando em um projeto, pediu o meu auxílio.

E justamente no dia de apresentar o projeto ao doutor Humberto, a Srª Luzia teve uma forte enxaqueca, e mandou um recado para que eu o apresentasse, pois estava a par de tudo.

O doutor Humberto não ficou nem um pouco reticente, já que o andamento do projeto teria que passar primeiro por seu crivo para depois ser apresentado aos demais diretores.

Por isso, que não hesitei em ajudar a Srª Luzia. Naquele momento era ela quem precisava de uma ajuda.

Como o material do projeto estava em sua sala e com a sua permissão, não foi difícil ter acesso.

O momento da apresentação chegou, quando o doutor Humberto me chamou a sua sala.

Cumprimentando-o formalmente e pedindo alguns instantes para que pudesse organizar o material sobre o projeto da diretora.

O olhar dele era fixo e observador em minha direção.

Um pouco sem jeito me organizei, mas a minha timidez no momento deu margem ao tesão, enfim, com mais firmeza expus o projeto da mesma maneira, ou melhor, do que a sua mentora.

O doutor Humberto, ainda sentado elogiou a minha desenvoltura diante de um fato novo, por eu ser muito jovem e ter força de vontade. Porém, sabia aonde ele queria chegar.


Não sei o que me deu no momento, levantei a minha perna e coloquei o meu pé sobre o seu colo, direcionando a ponta do meu sapato para a sua virilha. E deixando a mostra a minha calcinha e parte de meu bumbum.

A maneira de me olhar dele, já me devorava e diante de minha atitude, ele queria me penetrar de qualquer maneira.



O doutor Humberto começou alisar o seu cacete por cima da roupa, e entendi muito bem aquele recado: ajoelhei-me a sua frente, quando ele começou a me acariciar levantando a minha saia e tirando a minha blusa, expondo os meus seios.

Não resisti diante daquele volume e cai literalmente de boca, naquele membro louco por um delicioso boquete.

Doutor Humberto gemia baixinho, para que não levantássemos suspeitas.

- Nossa que homem delicioso! – Eu dizia.



Não demorou, para que ele tirasse a minha calcinha e me fizesse sentar em cima daquela tora, ensandecida ansiosa por me invadir.

Cavalgava, igual a uma puta montada em seus quadris e ele mordia os lábios, pois a nossa transa tinha que ser sigilosa.


Para mudar um pouco a minha posição. De costas para ele, finquei o meu cuzinho naquele cacete teso...

- Puta... Dando o cu para o diretor em pleno expediente! – Falava ele me socando.

- Isso... Xinga a tua cadela... Há muito tempo que desejava fuder com você! – Dizia para ele.



Doutor Humberto arremetia o seu corpo de encontro ao meu bumbum branco, sentia suas bolas em minhas carnes.

Na hora de dar eu sou uma puta mesmo, e lambia os meus seios, envaidecendo mais o meu tesão... A minha volúpia com a sua tora atolada em meu cuzinho.

Levantando-se, o doutor Humberto me colocou sobre a sua mesa e de uma só vez invadiu o meu rabinho já rosado pelas suas investidas...

Acariciava os meus seios e tentava conter os gemidos que emanavam de minha alma. Mas eram completamente incontroláveis.

E então, o doutor Humberto iniciou a massagem em meu clitóris, penetrando os seus dedos em minha buceta.

- Esse homem realmente sabe fuder uma fêmea ávida por gozo como eu! – Pensava.

Não demorou muito...

E suspendendo o meu corpo de encontro ao seu, gozei tentando conter os meus ais e gemidos.

Gozei deliciosamente recebendo seu cacete e seus dedos em minhas entradas.


O doutor Humberto, colocou-me de quatro e arremeteu outra vez em meu cuzinho... Inundando-me com o leite que emanava de seu cacete.

Depois de gozarmos, ele me acompanhou em seu banheiro privativo para que pudesse me recompor rapidamente e não levantar a atenção dos demais funcionários.

Depois de refeitos, Doutor Humberto acionou a sua secretária e disse que me ajudasse no que fosse possível para que o projeto de sua colega fosse apresentado para os demais diretos.

Outra vez sozinhos em sua sala, o doutor Humberto me propôs um pacto de silêncio e assim viveríamos mais momentos iguais e até melhores como aquele.

Como não sou boba, aceitei prontamente e assim quando aparece uma oportunidade nós transamos em sua sala ou quando fazemos uma esticadela na hora do almoço em seu carro ou depois do expediente para o motel.

Nada melhor do que fuder com quem nos desperta o tesão!

Um comentário:

... disse...

Muito bom ....gostei do conto ...casando com as fotos....perfeito!