sábado, 18 de outubro de 2014

Visitando o valente - 7ª parte




Desde a última vez que nos encontramos... Otávio e eu, passaram-se alguns dias... Mas sempre me liga para saber como estão as coisas comigo.

Na semana passada me ligou, portanto, como estava naqueles dias, preferi adiar a nossa festinha particular.

Ao ligar para ele, soube que estaria disponível hoje, e que antes me ligaria para me confirmar.

Ele me ligou ontem, avisando-me que o seu amigo não poderia participar devido estar enrolado.

Bem que fantasiei mil cenas eróticas com eles... Imaginei-me com dois homens totalmente a minha disposição... Loucura total!

Otávio ficou de me ligar pela manhã bem cedo. os minutos iam se passando, até que resolvi ligar. No entanto, não me atendeu. E logo depois retornou a ligação.

Antes mesmo do horário combinado passou para me pegar... E notei que o tesão dele estava à mil.

Na ida ao nosso motel de sempre, conversamos bem ditraídos, embora o assunto, às vezes, ficasse meio pesado.

Já em nossa garagem, fez um pouco diferente, não fechando logo a porta... Ele esperou que tomasse a iniciativa e sabendo que assim gosta, o fiz... Até que lhe chamei a atenção, ele foi abaixá-la e, fui retirando as sandálias para ficar mais à vontade.

Ao retornar à mesma posição, comecei a acariciá-lo e ele abriu a bermuda.

Coloquei-me de joelhos sobre o banco do carona e também abaixei o meu short para que pudesse me sentir.



Enquanto degustava de seu cacete ele dedilhava a buceta... Fazendo-me rebolar. Até que se levantou e me pediu que ficasse na mesma posição. E, dando a volta no carro, como não sou boba nem nada, prevendo o que faria, retirei a minha roupa e meteu com força em minha entrada molhada... De joelhos sobre o banco do carona e ele de pé a me cravar!

Se esta cena fosse com pessoas nos assistindo... O seu amigo... Pena que não pôde comparecer.

Mas ao ouvirmos uma movimentação ao lado de fora, Otávio achou melhor entrarmos no quarto.

- Espere-me daquela maneira... - Sugeriu Otávio.

Então, juntei as minhas coisas espalhadas pelo carro enquanto ele abria a porta. Ainda me fez ajoelhar para invadir a minha boca outra vez em um delicioso boquete! Fiz de conta que, havia pessoas nos vendo pela brecha.

Ao abri-la, entrei primeiro e retirando o restante de minha roupa, coloquei-me de quatro sobre a cama...

Otávio me perguntava se estava pronta e respondi que sim!

Ao entrar e ao acender a luz a meu pedido, encontrava-se ereto.

Ele veio com tudo para cima de mim, com tapas em minha bunda... Com puxões de cabelo... Mordendo-me... Apertando os bicos de meus seios.

A minha pele clara foi logo se manchando de vermelho...

Dado um momento, cessou como se ficasse admirando o meu corpo exposto para ele como se concentrasse naquilo que estaria por vir ou o que pretendia realizar comigo. E, suavemente como se me massageasse, ele me apertou todinha, penetrando-me com força.
As suas arremetidas eram precisas de encontro a minha carne, podia visualizar cada detalhe através do espelho.

Otávio estocava com força a buceta e numa espécie de abraço ele vinha e apertava os bicos de meus seios provovando a dor... O que me causava arrepios... A pele ouriçava... Inflamando a lascívia em meus poros.

Compreendo que tínhamos planejado um ménage à trois, mas como disse, o seu amigo não pôde comparecer. Porém, disse que não haveria algum impedimento, faríamos a festa nós dois... Isso era e é o que importa... Nós... Dois vassalos em plena manhã de um dia de semana trancados em um quarto de motel.

Em nossa euforia continuamos e com mais ímpeto sentia os seus tapas em meu corpo.
Otávio me incitava... Fustigava-me... E demonstrava em seus movimentos que desejava estar ali comigo.

Então, pediu-me para que ficasse no cavalinho erótico, pois ali exponho totalmente a bunda branca para ele, como é moreno, causa um efeito visual avassalador.

A sensação era indiscritível, quando penetrava a buceta e eu me tocava... Com ele a me bater e a morder as minhas costas.

Otávio me socava com firmeza, porém, havia momentos em que deslizava o cacete bem devagar para que pudesse sentí-lo. E alternando os seus movimentos gozou... Deixando-se latejar dentro da buceta.

- Está sentindo? - Quis saber ele.

- Sim! Você gozando dentro de mim! - Respondi sussurrando.

- Isso mesmo! - Falou ele.

Retornamos para cama...

E, mesmo tendo gozado, continuava a me bater e apertar o rosto e fazia-se firme e me penetrou novamente na buceta comigo de quatro... E também me tocava... Estava inchada... Túrgida...

Ele continuava a me torturar... A provocar a dor com beliscões e mordidas... A cada nova investida era um grito de dor, mas que demonstrava prazer. No entanto, quando fazia menção de parar, pedia para que continuasse.

- Sua puta... Sua piranha... É disso que gosta! - Exclamava ele.

- Sim! Não pára! - Pedia mais uma vez.

Otávio continuava... Por mais que desejasse gozar, fazia de tudo para prolongar aquela sensação de entorpecimento...

- Goza safada! - Pediu ele.

- Ai que delícia! - Falava.

- Goza para teu macho ver! - Pedia ele novamente.

Em meus movimentos frenéticos continuava...

Até que meu gozo se deu de maneira que me fez transcender sobre o ritmo dele.

No momento, dando-nos por satisfeitos ficamos ofegantes sobre a cama.

Amo a cumplicidade que há entre nós dois... Sem cobranças... Sem ciúmes... Sem aquele ar de posse... Eu sou sua sim. A partir do momento em que estamos trancafiados em um quarto qualquer!

O calor devido ao nosso tesão, fazia-se presente e ele ligou o ar condicionado.
Ali permanecemos absortos sobre o que acontecia no mundo lá fora e depois de assitirmos um pouco de filme adulto partimos para outro round.

E com ele teso, veio me pegando de lado, penetrando a buceta... E depois de quatro... novamente no cavalinho erótico, na posição de papai-mamãe a socar na buceta comigo também a me tocar... Fincando a carne vermelha e inchada... E intercalando com o meu cu.

Em devaneios à falar insanidades... Putarias... A rasgar o verbo... A entorpecer os sentidos!

- Enfia o dedo no meu cu! - Pedi-lhe.

Otávio nada falou, apenas prosseguiu em nossa loucura... Sem menor cuidado penetrou com afinco o dedão em meu rabo, rasgando-o sem a menor piedade, enquanto brincava com meu clítores...

- Que sensação maravilhosa! - Pensava.

O meu sexo teso... Cada vez mais inchado...

Como bem conheço o Otávio, ele não curte escandalos... Gemia feito uma cadela no cio.

- Puta que pariu! Caralho! Cachorro! - Desfilava o meu repertório de palavrões.

Otávio continuava a fustigar não somente a buceta com seu cacete, mas também o meu cu com seus dedos.

E, pedindo-me para ficar de quatro sobre a cama... De uma só vez, enfiou quatro dedos em meu rabo guloso e começou a socar.

Estava com a bunda empinada com ele quase enfiando o punho...

- Puta que pariu! Que sensação de dor! - Dizia-lhe.

E para fugir um pouco do atrito, joguei-me na cama.

- Está doendo? - Quis saber ele.

- Não! Só um pouco de ansiedade devido a fricção! - Respondi.

Outra vez de quatro na beira da cama, continuamos o que havíamos começado , com o membro teso na buceta e o dedão no meu rabo depois de uma cusparada. Até que substituiu-o por seu pedaço de carne teso.

Otávio fincou-o de uma só vez.... E sentia o meu rabo recebê-lo completamente.

Ainda de quatro, com Otávio usando de sua sodomia, ele continuava em seu ritual de me torturar.... Apertava com mais força ainda, não somente os bicos, mas também os meus seios... Deixando-os vermelhos.

- Deite-se na cama! - Ordenou ele.

Ao me deitar, veio me acompanhando sem tirar o cacete do meu cu.

- Está gostando safada? - Perguntou ele contido.

- A-do-ran-do! - Respondi pausadamente.

- Que tal eu te matar? - Disse ele bem sério.

- Não quero morrer... Quero viver disso... De levar no rabo! - Respondi sorrindo.

- Tudo bem... Mas quando não conseguir respirar, avise-me! - Pediu Otávio.

Otávio colocou a enorme mão dele tampando a minha boca e o nariz.

Naquela posição parecíamos lutar algo marcial e, eu em total desvantagem.

Completamente sufocada ficava com ele a segurar o meu rosto e a me socar com violência em meu cu... De propósito, fazia com que a dor se enraizasse em meu corpo. Poderia odiá-lo por causa de seu comportamento, mas amava toda aquela sensação que ele fazia transcender em minha alma. E não suportando mais, fazendo sinal com a cabeça, ele me soltava e depois de um tempo tornava a repetir, comigo totalmente imobilizada.

Por um momento cessava os seus movimentos e me socava feito um pilão...

Repetidamente... Até que inundou o meu cu com a sua porra quente.

Enquanto, afastou-se me convidando para mais um banho, fiquei jogada sobre a cama ofegante, com as marcas dele em meu corpo. E fui ao seu encontro.

O filme erótico continuava a passar... Conversávamos animadamente, até que vizualizando o seu cacete, comecei a brincar com ele e colocando-o em minha boca...

- Hum que delícia! - Dizia com ele entre meus lábios.

- Chupa ele todinho... - Pediu Otávio.

Sugava-o com vontade e fazia massagem com a ponta de minha língua em sua cabeça e também o punhetava.

- Quero que goze na minha mão! - Falei a ele.

- Na mão não tem graça! - Explicou-me.

- E aonde você quer gozar? - Perguntei curiosa.

- Na sua boca! - Respondeu ele.

Notava a satisfação dele e era somente o que precisava para poder me expandir.

Continuei a sugá-lo e a sentir todo em minha boca, cada vez mais teso e quente até que ele começou a inundar-me... E sem demora penetrou a buceta estocando-me com destreza...
E depois colocando-se deitado de cacete para cima...

- Nossa! Nem parece que gozou... Está em riste... - Fiz esta constatação segurando o cacete teso.

- Você quem me deixa assim! - Exclamou ele.

Ainda expelindo a última gota, abocanhei-o novamente sentindo os nossos sabores misturados.

- Vem aqui! - Disse-me.

Ao me levantar rapidamente, ele pediu para que me deitasse de frente e arrumando os travesseiros, colocou-os embaixo de minha bunda para me apoiar... E dessa forma, invadiu o meu rabo, enquanto me tocava...

Em nosso embate corporal, Otávio batia em meu rosto... Apertava os meus seios, arreganhava as minhas pernas e me mordia... O nosso frisson era tamanho.

À todo instante, as reações de meu corpo tomavam proporções avassaladoras e constantes. Entregava-me totalmente à Otávio... Entrávamos na mesma sintonia...

- Brinca com ela... Brinca... - Pedia.

Quando Otávio me tocava, a sensação que tinha eram de correntes elétricas percorrendo-me o corpo... Permanecemos um tempo assim...

- Ai que delícia! Que gostoso! Caralho!!! - Xingava-o.

- Sua safada! - Disse ele.

- Cachorro! Gozei!!! - Falando e comemorando.

- Eu sei! - Respondeu ele.

Na cama o gozo ainda se fazia presente nas correntes de minhas veias quentes e contorcendo-me sorria para ele que, retribuiu o sorriso e foi para o banho.

Até que depois de recuperada o encontrei no banho...

- Olha como estou! - Disse-lhe rindo e apontando o grande hematoma em um de meus seios.

- A culpada disso é você! Quem manda ficar com esses peitões para o meu lado? - Perguntou ele rindo.

- Muito bonito você! - Exclamei.

Ele ficou observando as marcas, ou melhor, os hematomas que deixou em meu corpo!

Otávio dilacerou o meu cu... Arrombando o meu rabo!

Nunca tivemos um compromisso, aliás, o que temos é o pacto de fudermos muito.

Ele deixou o banho primeiro do que eu. E do quarto, avisou-me que pediria a conta.

Infelizmente precisei concordar. Afinal de contas, estávamos ali em um dia útil.

De volta, ele não me trouxe como de costume, deixando-me em um local para que pegasse uma van, pedindo-me para que quando chegasse ligar para ele.

Já na condução, sentia o meu cu dolorido... Arrombado!

Já no meu bairro, liguei e logo retornou a ligação para saber se estava tudo bem.

E, sentia a pressão em meu anel...

Desejando um novo encontro com ele e fuder... Fuder... Fuder...

Visitando o valente!

Um comentário:

Iliely Vieira disse...

Viagem ao prazer sem escalas. Uma delícia!