
A energia do teu corpo exalante,
Enfurece-me na lascívia constante.
A chama consome embriagadora,
Do tesão sendo a usurpadora...
Da calma, desprendendo a tensão,
Coloco-me sem pudor a tua disposição.
Para fazer da morada o teu abrigo,
E fazer o que quiseres comigo.
Penetra-me sem alguma redundância,
Trotando sem rumo sob minhas ancas.
Puxando o cabelo, quase o arrancas...
Espalhando o sêmen, na louca ânsia.
Depositando o mel na quente gruta,
Misturando na pele sabores e suores.
Pulsando e mordendo em nossa disputa,
De todos os instantes...os melhores.
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