
Sinceramente não sei o que acontece...
Por ser uma pessoa pacata e uma mulher bem reservada.
O que eu faço ou deixo de fazer, não precisa os vizinhos ficarem sabendo!
Porém, de alguns meses para cá, algo vem me perturbando, tirando completamente meu juízo: um vizinho safado e cafajeste!
O homem enxerga com todas as cores quando a mulher está a fim de dar para ele.
Fica sendo fato notório!
Pois é, ele percebeu e usa de todas as suas armas para me conquistar, ou melhor, para me comer!
Até os números do meu telefone celular e do meu residencial ele descobriu.
Sei disso, porque sempre me liga para me provocar e incendiar a fogueira que carrego entre as pernas. Convidando-me para os lugares mais inusitados para foder!
- Quero foder com você, sua gostosa! – diz ele ao telefone, deixando minha buceta molhadinha pela excitação.
Fico imaginando como poderia ter conseguido o meu número, mas desconfio...
Por isso, sempre pergunto: O que é que o tesão não faz?
As suas investidas na rua são contidas, mas chega ao ponto de deixar a minha buceta latejando por sua rola, mas ao telefone ele pega pesado e muito bem pesado.
E descobriu como me persuadir, mas não chega a tanto!
Com um calor intenso que fazia por aqui, não sei como consegui adormecer...
Quando por volta de uma e trinta da manhã, acordei assustada com o telefone tocando. Dei um pulo da cama, pensando ser uma emergência. E do outro lado da linha telefônica, quando atendi, para minha surpresa era ele, com uma voz rouca de excitação.
- Alô! Sou eu! – dizia ele.
- Você... Fiquei assustada! – respondi ainda sonolenta.
- Desculpa, não foi essa minha intenção. – disse ele.
- O que você quer para me acordar logo essa hora? – o intimei.
- Estou aqui sozinho, vamos para a casa do meu irmão. Ele foi trabalhar e poderíamos aproveitar a noite. – disse ele me convidando.
Por um momento fiquei pensativa... Analisando o convite dele...
- A rua está vazia! Ninguém vai nos ver! – disse logo complementando.
- Creio que seja melhor não... – respondi.
- Mas você não quer que eu te foda? – perguntou ele.
Não respondi... Ficando em silêncio.
- Quem cala consente! Quero tanto meter em tua bucetinha! – disse ele.
- Onde você está para falar essas coisas? – quis saber.
- Estou dentro do carro. – respondeu ele. – Quero tanto invadir o teu cuzinho. – continuou ele.
- Meu querido, acho melhor você ir dormir. Deve ser a melhor coisa para se fazer. – disse a ele irritada.
- Estou aqui imaginando você peladinha na minha frente, toda branquinha e sem pêlos. – comentou.
- beijinhos! – falei.
- Não desliga... Fala algo para tocar uma punhetinha para você. – pediu ele como se já tivesse se tocando e gemendo.
- Tchauzinho... – despedi-me.
- Você ainda vai ser minha sua puta! – Disse ele em tom desafiador.
Depois dessa, não restou a alternativa que desligar o telefone... Inclinar um pouco mais de atenção ao gatinho que miava aos meus pés.
Retornar a minha cama e voltar a dormir tranquilamente.
Não há nada nesse mundo que compre o meu sossego...
A não ser uma boa transa daquelas de tirar o fôlego...
Que finalmente valha a pena se arriscar!
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